Tatiana cresce quase 7%, mas Romero continua liderando em Campina com 54,31% das intenções de voto

O deputado federal Romero Rodrigues (PSDB) continua liderando a corrida eleitoral no segundo turno das eleições para à Prefeitura de Campina Grande. De acordo com pesquisa Correio/Consult, divulgada nesta quinta-feira (25) no Jornal Correio da Paraíba, se a eleição fosse hoje, o tucano obteria 54,31% das intenções de votos dos campinenses.

A candidata do PMDB, Tatiana Medeiros obteve 38% das intenções de votos.

Comparando com a primeira rodada da pesquisa, divulgada no último dia 16 de outubro, Romero obteve um crescimento de 0,63%. Já Tatiana Medeiros cresceu 6,92%.

4% dos eleitores declararam que não votariam em nenhum dos candidatos. 3,69% não souberam dizer.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba sob o número 00151/2012 e registrada no dia 24 deste mês. O grau de confiabilidade é de 95% e a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais, ou, para menos. Ao todo a Consult fez 650 entrevistas.

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Quantidade, mesmice e “burocracia” sufocam objetivos de debates entre candidatos

O debate é um dos instrumentos mais importantes da democracia. Tanto que foi adotado pelo processo eleitoral, onde a população escolhe seus representantes, e teve o raio de atuação ampliado ao ser transmitido pelos veículos de comunicação. Mas, a falta de criatividade, de conteúdo e o longo período de duração, muitas vezes decorrente da “burocracia” imposta por regras questionáveis, vem afetando a imagem desse instrumento junto ao eleitorado.

A eleição de João Pessoa é um exemplo da decadência dos debates. Embora ainda tenham razoável audiência, por causa do acirramento da campanha, os debates passaram a ser questionados por telespectadores e ouvintes. Muito mais pela quantidade e qualidade de conteúdo do que por sua importância no processo.

O embate de ontem à noite, entre os candidatos Cícero Lucena (PSDB) e Luciano Cartaxo (PT) foi praticamente uma reprise televisiva dos eventos promovidos pelas rádios  Correio e Arapuan. Nada contra a TV Master, mas a ordem cronológica acaba ajudando a uns e prejudicando a outros veículos de comunicação.

Em resumo, o que se viu ontem foi um Cícero Lucena insistindo em atacar a gestão de Luciano Agra e cobrando que seu oponente assuma o ônus pelas denúncias, já que recebe apoio do atual prefeito. Na outra ponta, vimos Luciano Cartaxo se defender alegando que não é prefeito ainda e sugerindo do tucano que apresente propostas para os problemas da cidade, ao invés de adotar a tática do denuncismo sem provas.

Ou seja, a mesma coisa exposta nos debates anteriores. Talvez a culpa nem seja dos candidatos, mas eleitor nenhum precisa ouvir e ver a mesma coisa quase todo dia para definir seu voto. Não sou contra os debates, mas acho que se as regras não forem alteradas esse importante instrumento pode descambar para oi insucesso, prejudicado candidatos, eleitores e a própria democracia.

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Crise no PMDB: Francisca Motta defende consenso, mas quer Maranhão na presidência

Parece que o espirito pacificador do presidente Valdir Raupp contagiou alguns integrantes da cúpula do PMDB na Paraíba. Na manhã de hoje, a deputada Francisca Motta concedeu entrevista, na Assembleia Legislativa, defendendo uma saída consensual para o impasse criado em torno da presidência do diretório estadual.

Eleita prefeita de Patos, em 7 de outubro, Francisca utilizou argumentos convincentes para justificar sua tese. Ela lembrou que o PMDB esteve unido em situações bem piores e agora, que atravessa um bom momento, não pode se dar ao luxo de comprometer seu mais importante instrumento eleitoral, que é a unidade.

A deputada apelou para a inteligência dos companheiros de partido, lembrando que todos têm direito a ocupar cargos, mas o futuro do PMDB é mais importante e deve ser colocado em primeiro plano.

O único problema, no discurso da parlamentar patoense, foi o final. Ela defendeu que o PMDB seja presidido pelo ex-governador José Maranhão. “Ele disse que só queria essa chance. Não custa nada aceitar”, justificou Motta.

No PMDB é assim: os dois grupos querem o consenso, mas nenhum admite ficar sem a presidência. Assim, fica difícil.

Deputada disse que PMDB não pode desperdiçar um momento tão importante

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Debate da Correio: Cícero insiste em denúncias e Cartaxo responde com propostas

Não há como negar: nessa eleição em João Pessoa o eleitor priorizou propostas apresentadas pelos candidatos em detrimento das denúncias. Tanto que a candidata Estela Bezerra, do PSB, chegou á frente de José Maranhão, do PMDB, e por pouco não desbancou o favoritismo de Cícero Lucena, do PSDB, indo para o segundo turno. Estela defendeu com unhas e dentes o governo Ricardo Coutinho, mas evitou pagar com a mesma moeda em relação às denúncias que enfrentou. Preferiu apresentar suas metas de gestão, caso chegasse á prefeitura.

Situação semelhante vem ocorrendo nesse segundo turno. Quanto mais Cícero ataca, mais Luciano Cartaxo, do PT, cresce na preferência do eleitorado, de acordo com as pesquisas de opinião pública. O pior é que, além de denunciar, o candidato tucano ainda se esforça para tentar vincular as denúncias contra a gestão do atual prefeito, Luciano Agra, ao seu concorrente. Tranquilo e ciente da vantagem aparente que carrega, Cartaxo responde com propostas de governo e conclama seu adversário a fazer o mesmo.

Tem sido esse o retrato dos comícios, do guia eleitoral e, principalmente, dos debates no rádio e na televisão. Na tarde desta terça-feira, não foi diferente. Os dois candidatos pareciam copiar o script seguido no último debate da televisão, também do Sistema Correio, ontem. Cícero atirando de todo jeito, na tentativa de atingir seu opositor e conquistar novos eleitores. E Cartaxo se esquivando dos disparos e administrando o favoritismo.

 

 

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Edital para concurso da Assembleia Legislativa deve ficar pronto na próxima semana, revela Ricardo Marcelo

Presidente da Assembleia Legislativa confirmou realização do concurso público

Até o início do mês de novembro a Assembleia Legislativa deve lançar edital de concurso público para preenchimento de um número de vagas ainda não definido, disse nesta terça-feira, 23, o deputado Ricardo Marcelo (PEN), presidente do Legislativo.

“Estamos consultando o Tribunal de Contas e o Ministério Público. Também estamos concluindo estudos sobre o número de vagas a ser oferecido, mas o fato é que este edital estará pronto na próxima semana, ou início de novembro”, disse Ricardo Marcelo.

Durante entrevista concedida nesta terça-feira, Ricardo Marcelo também anunciou que a mesa diretora deverá apresentar, na próxima semana, um projeto de resolução com reformas no Regimento Interno do Legislativo. Vários projetos de lei aprovados em plenário têm sido contestados no Judiciário devido a conflitos de interpretações jurídicas. “A reforma será profunda para resolvermos esses impasses”, disse Ricardo Marcelo.

Paraiba.com

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ADPF desmente Cícero Lucena, confirma prisão e condução de ex-prefeito em viatura da PF

Cícero Lucena tentou minimizar sem envolvimento na Operação Confraria

Por que será que as denúncias que o candidato Cícero Lucena faz contra seu concorrente, Luciano Cartaxo, e contra o atual prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, não lhe trazem o resultado eleitoral esperado? A resposta é simples: falta ao denunciante a credibilidade necessária para garantir a mínima sustentabilidade às denúncias.

Como disse o próprio Cartaxo, nos debates em que participou e foi acusado por Cícero até de ter sido processado por crime de responsabilidade, “o senador não é a pessoa mais indicada para falar sobre o uso indevido de dinheiro público, Polícia Federal e processos”.

Por mais que tende fugir, Cícero acaba se deparando com os efeitos da Operação Confraria, que o levou a ser preso pela Polícia Federal sob acusação de malversação de recursos públicos, justamente quando era prefeito da Capital, cargo que agora pede mais uma vez ao eleitorado para ocupar.

Como não tem argumentos para levar seu adversário para a vala comum dos processados, primeiro tentou atingi-lo por tabela, explorando denúncias contra o prefeito Luciano Agra, principal apoiador do petista. Agora, chegou ao absurdo de tentar desvirtuar o trabalho da PF que cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão expedidos pela Justiça. Não sei o senador, mas o candidato a prefeito certamente se deu mal novamente. Pelo menos, eleitoralmente falando.

A nota distribuída pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal deixou o tucano sem ter para onde voar. Com teor fulminante, o documento desmancha a versão apresentada por Cícero no guia eleitoral de domingo sobre sua participação na Operação Confraria.

Num dos trechos, a ADPF sustenta que o ex-prefeito foi, sim, preso e conduzido em viatura da PF, embora descaracterizada. Ou seja, a viatura apenas não continha nome e símbolos da Polícia Federal. Somente isso já seria suficiente para machucar ainda mais a imagem de um político que exerceu mandatos de prefeito da Capital, vice-governador, governador e agora integra o Senado Federal.

Talvez, por desespero, o candidato do PSDB tenha feito uma última tentativa de se livrar das amarras da Confraria. Pois, sabe que, sem isso, não vai mais a lugar algum, politicamente falando. Mas, acabou dando um tiro no pé. O episódio serviu apenas para intensificar a lembrança do eleitorado em relação à sua prisão e aos processos que responde no STF.

Cícero Lucena tentou desvirtuar ações da Operação Confraria e foi desmentido pela PF

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Mudança de comando no PMDB pode comprometer projeto do “Cabeludo” para 2014

Tentativas de tirar Maranhão do comando do PMDB sempre ocorreram. Só que as ações, até agora, eram mantidas intramuros. Como o ex-governador tinha maioria no diretório estadual e estava no poder, a repercussão era mínima. E os rebeldes acabavam se rendendo às circunstâncias óbvias.

Agora, a situação é diferente. A dissidência é mais forte e parece disposta ao tudo ou nada. Mais do que destituir Maranhão da direção do partido, a investida dos rebeldes pode comprometer o projeto do prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital, candidato natural ao Governo do Estado em 2014.

Não é por acaso que Vené e o irmão, Vital Filho, tentam a todo custo apagar o incêndio registrado no PMDB. Ambos sabem que, com o ex-governador no comando do PMDB, a candidatura do Cabeludo está sacramentada. Diferente da situação onde o PMDB estivesse sob o comando do ex-senador Wilson Santiago que poderia entregar o partido a qualquer um, incluindo o governador Ricardo Coutinho, desde que tivesse a garantia de se candidatar ao Senado.

Sendo assim, é provável que os irmãos Vital recorram às armas e se apresentem ao exército de Maranhão para o combate efetivo. E, se até a data da convenção

Veneziano corre o risco de não ter legenda para disputar a eleição de 2014

não houver acordo, a disputa nas urnas será inevitável. Só não se sabe qual será a reação do grupo perdedor.

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Ipespe aponta vitória de Cartaxo com 52%; Cícero Lucena aparece com 27%

 

 

 

 

No levantamento onde só são apurados os votos válidos, sem incluir brancos, nulos e indecisos, Luciano Cartaxo tem 65% das intenções de voto e Cícero Lucena 35%, uma diferença de 30%.

O Ipespe ouviu 800 eleitores no período de 15 a 17 de outubro. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para cima ou para baixo, dentro de um intervalo de confiança de 95,5%. A consulta está registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, sob o número 000146/2012.

Os números oficiais das eleições em João Pessoa no primeiro turno deram Cartaxo com 38,32% dos votos e Cícero com 20,27%. Em seguida vieram Estela Bezerra (20,08%), José Maranhão (18,87%), Renan Palmeira (1,57%), Antônio Radical (0,57%) e Lourdes Sarmento (0,32%). Os votos brancos somaram 3,36% e os nulos, 5,58%.

A campanha no segundo turno começou com os candidatos registrando importantes apoios. Luciano Cartaxo recebeu adesões de políticos ligados a partidos como PMDB, PTB, PCdoB, PDT e PEN. Cícero também contabiliza apoios de partidos que no primeiro turno estavam com outros candidatos, como o PEN, do deputado Edmilson Soares, que apoiou Estela.
Fonte: Jornal da Paraíba/Lenilson Guedes

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Com ajuda da família Vital, Maranhão aborta mais uma tentativa de golpe de Wilson Santiago

Louco para garantir a vaga de candidato a senador em 2014, o ex-senador Wilson Santiago fez o que pode para afastar José Maranhão do comando do PMDB, mas acabou, como de outras vezes, sobrando na curva. Santiago tentou usar os deputados Gervasio Maia e Manoel Junior como “massa de manobra” para instituir um suposto clima de renovação no PMDB, situação que favoreceria a concretização do golpe contra o ex-governador. Esbarrou nos interesses da família Vital do Rego.

Veneziano e Vitalzinho sabem que, pior do que ter Maranhão no comando do PMDB, seria entregar o partido nas mãos de Santiago. A derrota para prefeito de João Pessoa deixou enfraquecido o ex-governador que, dificilmente, terá condições de brigar internamente para ser candidato ao Governo do Estado em 2014. Maranhão pode pleitear, no máximo, a vaga de vice ou a de senador. Nesse caso, o projeto do “Cabeludo” candidato a governador estaria assegurado.

Com o PMDB nas mãos de Santiago, a família Vital não teria a mesma garantia. Pelo histórico que possui, poderia o ex-senador tranquilamente negociar uma aliança, até mesmo com o governador Ricardo Coutinho, para conquistar a tão almejada vaga de candidato que lhe permitiria sonhar com a volta ao Senado Federal. Todos sabem, no PMDB, que Santiago não é muito de pensar em grupo ou partido, principalmente quando estão em jogo seus interesses pessoais.

Sendo assim, Veneziano e Vitalzinho entenderam que melhor seria manter o partido sob o comando de Maranhão, dando mais uma prova de fidelidade ao cacique peemedebista para, mais tarde, cobrar a retribuição. Afinal de contas, ninguém faz nada de graça mesmo, seja no PMDB ou em qualquer outra legenda.

Mesmo derrotado em João Pessoa, Maranhão deve permanecer no comando do PMDB na Paraíba

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Ex-tucano anuncia apoio à candidatura do petista Luciano Cartaxo

O deputado estadual João Gonçalves (PEN) oficializou, como o MaisPB adiantou, apoio a candidatura de prefeito do também deputado Luciano Cartaxo (PT). O anuncio oficial aconteceu, na tarde desta quarta-feira (17), no auditório da Associação dos Plantadores de Cana-de-Açucar do Estado da Paraíba (Asplan). João justificou o apoio ao petista e pediu desculpa a ex-aliados.

João justificou sua decisão ao informar que tinha ouvido, antes, sua militância e eleitores para poder definir o apoio a candidatura de Cartaxo. “A maioria dos meus companheiros e correligionários optaram em apoiar Cartaxo e me aconselharam também a seguir o mesmo caminho”, acrescentou.

Segundo ele, a postura do atual prefeito Luciano Agra em se aliar a Luciano Cartaxo também fortaleceu e consolidou sua decisão de marchar junto com a chapa do PT na disputa da Prefeitura da Capital. “Todos sabem de minha relação institucional e política com o prefeito Luciano Agra. E isso também foi um fator positivo para me juntar a candidatura de Cartaxo”, completou.

Gonçalves declarou que, além disso, tem uma boa relação com Luciano Cartaxo, principalmente quando os dois foram vereadores na Câmara Municipal de João Pessoa e agora como deputados na Assembleia Legislativa. “Nós fomos vereadores na Câmara, somos deputados na Assembleia e temos uma boa relação e convivência, nos respeitando, apesar de alguns momentos de divergência o que é muito natural”, ressaltou.

O ex-tucano disse que sua decisão não foi aceita, infelizmente, por alguns correligionários do ex-partido, PSDB, que preferem apoiar a outra candidatura. “Não foi uma decisão pessoal. É evidente que alguns não concordaram, ficaram chateados. Eu peço desculpas a essas pessoas”, falou. Sobre o senador Cícero Lucena, ele classificou o senador como uma grande amigo e companheiro.

O candidato do PT, Luciano Cartaxo, agradeceu o apoio do tucano e comentou: “João tem um mandato pautado na cidade. O apoio dele torna a gente muito mais forte”.

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