Escolha de Torres para a Secom j era “pedra cantada” antes mesmo da nomeao de Estela Bezerra

torres

Para mim, no foi surpresa. A escolha do jornalista Luis Torres para comandar a Secretaria de Comunicao do Governo do Estado era “pedra cantada”, como se diz quando algo est prestes a acontecer, antes mesmo da convocao de Estela Bezerra. Faltava apenas o momento certo. Na viso do governador Ricardo Coutinho (PSB), no falta mais.

Digo que j era “pedra cantada” porque Torres e o radialista Fabiano Gomes disputaram palmo a palmo o terreno das especulaes at o governador anunciar o nome de Estela para a pasta. Este sim, de certa forma, foi considerada uma surpresa.

Torres teve uma ascenso meterica no jornalismo paraibano. Diretor de Jornalismo do Sistema Arapuan, ele ainda encontra tempo para assinar um dos blogs mais acessados do Estado. Pode-se discutir – e at contestar – suas preferncias polticas, mas jamais sua competncia profissional.

A presena de Torres no comando da Secom certamente dar o suporte miditico que o governador espera para as obras que vem executando. Alis, Ricardo Coutinho no se cansa de lamentar a falta de visibilidade do aparato de aes estruturais decisivas para o desenvolvimento do Estado que sua gesto vem executando.

Comentar


Governo remaneja verbas de hospitais para a Defensoria e votao da Loa adiada por quinze dias

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Todos sabiam que no seria fcil chegar a um acordo capaz de permitir a votao da LOA de 2014 com a rapidez que se faz necessria. As discusses de hoje foram mais uma prova disso. Deputados de oposio encontraram, entre as mudanas feitas pelo Governo do Estado para cumprir a determinao do STF, remanejamento de versas da Sade para complementar a dotao oramentria da Defensoria Pblica.

Frei Anastcio, lder do PT, calcula que pelo menos R$ 16,5 milhes foram suprimidos de dotaes que seriam destinadas aos hospitais de Trauma de Campina Grande e Regional de Mamanguape. Em outras palavras, o governo quer cobrir a cabea descobrindo os ps, como se diz no vocabulrio popular. Pior que isso: quer fragilizar mais ainda uma rea que deveria ser prioritria, mas acabou sendo alvo favorito da artilharia das oposies.

Diante dos “absurdos” encontrados, os deputados Caio Roberto, do PR, (Relator) e Raniery Paulino, do PMDB, (Presidente da Comisso de Finanas) pediram prazo de quinze dias para analisar o novo texto. A Mesa Diretora concedeu e sepultou de vez a possibilidade de votao do Oramento ainda este ano.

Agora, torcer por um clima mais ameno, aps a passagem do Natal e a chegada do Ano Novo.

Comentar


Cartaxo diz que PT que “brigava e no dava certo acabou” e critica dissidncia de Couto

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O prefeito Luciano Cartaxo parece decidido a levar a candidatura da advogada Nadja Palitot s ltimas consequncias. Ele voltou a afirmar que o nome do PT definitivo e criticou a forma como o partido era conduzido no passado. “O PT que brigava e no dava certo acabou. Agora, temos uma candidata que apresentar propostas”, sustentou.

No desabafo do prefeito, sobrou tambm para o deputado federal Luiz Couto. Cartaxo disse que quem votou no PSB “no tem moral” para criticar uma candidatura do PT. “Nadja Palitot ser a grande surpresa das eleies de 2014”, prev.

Comentar


Mesmo pregando reduo de gastos, Cmara gasta o dobro com assistncia mdica de deputados em 2013

As manifestaes de junho de 2013 tiveram impacto direto no Congresso Nacional, apressando a votao de alguns projetos e derrubando outros, como o da PEC 37. Alm disso, a presso popular levou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a anunciar uma economia de R$ 300 milhes at 2014. Contudo, nem tudo foi conteno de gastos no Congresso Nacional neste ano.

Uma deciso assinada pelo presidente da Cmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), contribuiu para dobrar as despesas com auxlio sade por l em 2013.

Em maro de 2013, o Ato da Mesa da Cmara nmero 89 eliminou o limite de gastos com reembolso por despesas mdicas. No por acaso, os gastos com essas despesas passaram de R$ 1.476.539,39, em 2012, para R$ 3.483.876,89, em 2013 2,36 vezes mais.

Congresso encerra 2013 sem votar projeto de combate corrupo

Leia mais notcias de Brasil e Poltica

Alm disso, a adoo de um sistema de pronturios eletrnicos na Cmara motivou um aumento na quantidade de potenciais beneficirios de assistncia mdica entre os servidores da Casa, os secretrios parlamentares e seus dependentes legais. O nmero passou de 19.644, em 2012, para 39.982 (103,53% a mais) em 2013 o impacto oramentrio desta mudana no foi calculado.

Segundo a assessoria da Cmara, o ato 89, que extinguiu o limite de gastos, foipublicado em funo da inviabilidade operacional da norma anterior, que, diferentemente da regra transitria em vigor, estabelecia limites para o ressarcimento, mas sem determinao de valores padronizados para cada tipo de procedimento.

Transparncia

Questionada pelo R7, a assessoria de imprensa da Cmara informou que no poderia detalhar quanto cada deputado solicitou de reembolso, por questes de sigilo. H, contudo, uma proposta no Congresso para que esses gastos passem a ser discriminados no Portal da Transparncia da Cmara.

Aps a publicao do ato 89, que no contava com uma estimativa sobre o possvel aumento de gastos, a Cmara criou um grupo de estudos para fixar regras definitivas sobre as novas limitaes para o pagamento do reembolso aos parlamentares. Na minuta apresentada pelo grupo, est proposta a fixao de um teto de reembolso global, correspondente a 5% da dotao oramentria prevista para a assistncia mdica e odontolgica dos servidores.

A proposta tambm prev a publicao dos valores reembolsados no Portal da Transparncia da Cmara, com o nome do parlamentar e a respectiva despesa, e a fixao do prazo de 120 dias, aps o trmino do exerccio financeiro, para a solicitao de reembolso.

Aps analisar a minuta, a 2 Vice-Presidncia da Cmara, que responsvel por fazer os reembolsos, solicitou aos rgos tcnicos da Casa um estudo sobre a possibilidade de adoo de um plano de sade para os deputados. O objetivo definir qual modelo sistema de ressarcimento ou plano de sade mais vantajoso para a Cmara, dos pontos de vista da economia e da transparncia.

Com R7

Comentar


Mesmo no sendo ainda candidato, Cssio avana sobre espaos que deveriam ser das oposies

cassio

Se no estou enganado, foi o ex-governador Jos Maranho (PMDB) quem fez um alerta desse tipo, ano passado. Do alto de sua experincia poltica, com mais de 50 anos de vida pblica, Maranho avisou aos seus comandados peemedebistas que talvez no fosse uma boa estratgia ficar alimentando a idia e apostando num eventual rompimento entre o senador Cssio Cunha Lima (PSDB) e o governador Ricardo Coutinho (PSB).

O ex-governador, na ocasio, deixou claro que no acredita nessa hiptese, mas disse que o problema principal seria a perda de espaos pelas oposies, principalmente pelo PMDB. Foi a partir da que o partido decidiu por, literalmente, o “p na estrada”, promovendo seminrios e encontros nos quatro cantos da Paraba para massificar a pr-candidatura de Veneziano Vital do Rego ao Governo do Estado em 2014.

Maranho tinha razo. Tanto que hoje, mesmo no sendo ainda candidato, Cssio j visto e tratado como dono de parte dos espaos das oposies. E mesmo que decida manter apoio a Ricardo Coutinho, dificilmente os oposicionistas tero de volta essa fatia do eleitorado. Pelo menos no de forma integral.

E se Cssio for candidato, certamente atrair uma parcela ainda maior do eleitorado das oposies. Mesmo sendo oriundo do grupo governista.

Como se pode ver, as oposies pegaram “o bonde errado” e no ser fcil reverter a situao at outubro do ano que vem.

 

 

Comentar


Paraba receber quase R$ 1 bilho em financiamentos do “Minha Casa, Minha Vida” em 2014

casas populares

Foi publicada no Dirio Oficial da Unio desta segunda-feira (23), a Instruo Normativa n 44 que dispe sobre o Oramento do Fundo de Garantia do Tempo de Servio (FGTS) referente rea de Habitao Popular e demais operaes habitacionais para o exerccio de 2014. A Paraba ser contemplada com R$915 mi, que sero gerenciados pela Caixa Econmica Federal e pelo Banco do Brasil que so os agentes financiadores do programa Minha Casa Minha Vida no estado.

A instruo normativa de hoje formaliza o Plano de Contrataes e Metas Fsicas dos programas habitacionais com recursos do oramento operacional do FGTS j aprovado pelo Conselho Curador do Fundo na Resoluo n 732 de 29 de outubro de 2013, autorizado pelo ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro (PP), via Plano de Metas e de Contratao.

“So recursos significativos que iro provocar um aquecimento na cadeia produtiva da nossa querida Paraba. So quase um bi voltados para financiamentos de imveis novos para pessoas fsicas que encaixam no perfil do Minha Casa Minha Vida e que podem pagar o montante financiado em 20 anos por exemplo”, comemorou o ministro paraibano que vice-presidente do Partido Progressista na Paraba.

Conforme a publicao, num total de R$46,3 bi ficam destinados R$ 21,5 bilhes para concesso de financiamentos a pessoas fsicas ou jurdicas , que beneficiem famlias com renda mensal bruta limitada a R$ 3.275,00, passveis de enquadramento no Programa Nacional de Habitao Urbana – PNHU, integrante do programa Minha Casa, Minha Vida.

“A cada chave entregue temos a certeza de que estamos dando um passo para transformar o Brasil em um pas mais justo. o momento em que o chefe de famlia deixa de pagar aluguel e passa a investir em outros benefcios para sua famlia. Esse programa tambm responsvel pela gerao de muitos empregos, realizar sonhos e melhorar as condies de vida”, concluiu Ribeiro

Assessoria

Comentar


Ney se prepara para “entrar em campo” com a misso de “tratorar” Rmulo e Santiago

ney suassuna

As mais novas especulaes sobre o cenrio poltico paraibano no vm de Braslia, como de costume, mas do Rio de Janeiro, que “continua lindo”, como diria o cantor Jorge Benjor. Um frequentador das praias cariocas se prepara para desembarcar de “mala e cuia” na Paraba com a misso de “tratorar” adversrios e at aliados como o ex-senador Wilson Santiago, presidente do PTB, e o atual vice-governador, Rmulo Gouveia, presidente do PSD.

Suassuna estaria esperando apenas a consolidao do rompimento entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cssio Cunha Lima (PSDB) para atracar em terras paraibanas com toda sua estrutura de campanha, conhecida dos paraibanos desde 1996, quando ajudou a eleg-lo senador pela primeira vez.

De l para c, muita coisa mudou. Menos a disposio do ex-senador de voltar a participar ativamente da poltica paraibana. Nas eleies de 2010, Ney apoiou Ricardo Coutinho contra o ex-aliado, Jos Maranho (PMDB), e deu novo sentido sua carreira poltica. Em 2014, o “trator”, como chamado, ter que superar dois pesos-pesados da poltica paraibana – Rmulo e Santiago – se quiser disputar a nica vaga de senador na chapa governista.

Se depender de assessores, a partir de janeiro Ney estar de volta ao solo paraibano. E disposto a encarar a disputa, seja qual for o cenrio. Aguarda apenas o sinal verde do governador para arrumar as malas.

Comentar


Chapa do “Bloco” pode ter Aguinaldo, Nadja na vice e Leonardo para o Senado

Aguinaldo  a grande interrogao do "Bloco" (Imagem da Internet)

Aguinaldo a grande interrogao do “Bloco” (Imagem da Internet)

Informaes de Braslia do conta de que a presidente Dilma Roussef estaria fazendo (ou fez) uma ltima tentativa de convencer o ministro Aguinaldo Ribeiro (PP) a disputar o Governo do Estado da Paraba com apoio do PT e do PSC, que formam o chamado “Bloco”. Na mesma linha, o jornal “O Globo” publicou matria informando que Aguinaldo estaria deixando a pasta das Cidades para justamente concorrer sucesso estadual.

Se o ministro cedeu aos apelos de Dilma, o futuro do “Bloco” j estaria sacramentado, independente da disputa interna envolvendo a advogada Nadja Palitot e o sindicalista Marcos Henriques. Como a prioridade do PT reeleger a presidente da Repblica, ceder a cabea de chapa nos Estados apenas um dos “sacrifcios” previstos no projeto para 2014.

Nesse caso, muito provvel que o ministro aceite ter como Nadja como vice, por indicao dos petistas, e Leonardo Gadelha disputando o Senado, como representante do PSC. Assim, os trs partidos da base do “Bloco” estariam contemplados na chapa majoritria, podendo a aliana partir para uma eventual ampliao e formatao do programa de governo.

A nica dvida que permanece se Aguinaldo realmente sai do Ministrio para disputar o Governo do Estado ou para tentar a reeleio, uma hiptese mais vivel e barata.

Comentar


Jornal O Globo publica que PMDB estaria de olho no Ministrio das Cidades para Vitalzinho

vital filho

O PMDB nacional, que j colocou o nome do senador paraibano Vital do Rgo para o Ministrio do Integrao Nacional, est disposto a abrir mo dessa pasta para ficar com o Ministrio das Cidades, que ocupado hoje pelo PP tendo a frente o tambm paraibano Aguinaldo Ribeiro. A informao foi publicada pela verso online no Jornal O Globo neste final de semana. De acordo com O Globo, os dois ministrios esto entre os mais disputados devido sua capilaridade poltica, ou seja, potencial de render votos com obras e investimentos.

O jornal conta que Aguinaldo Ribeiro deve deixar a pasta para disputar o Governo da Paraba e, caso o PMDB o Ministrio das Cidades, Dilma deve compensar o PP com outro ministrio para manter a legenda na base pois tem a terceira maior bancada no Congresso Nacional aps ser unir ao PROS.

O PMDB j ocupa cinco ministrios mas, alega estar sub-representado por considerar as pastas fracas e tambm no est disposto a abrir mo de nenhuma delas caso receba a Integrao Nacional ou Cidades.

Leia o texto na ntegra

BRASLIA Embora j tenha colocado na mesa o nome do senador Vital do Rgo (PMDB-PB) para o Ministrio da Integrao Nacional, o PMDB aceita abrir mo dessa pasta, em troca do Ministrio das Cidades, ocupado atualmente pelo PP. Os dois ministrios esto entre os mais disputados, devido sua capilaridade poltica, ou seja, potencial de render votos com obras e investimentos.

Apesar do frisson entre os aliados com a reforma ministerial que ser feita entre meados de janeiro e o carnaval, a presidente Dilma Rousseff ainda no abriu negociao com os partidos. A presidente pretende aproveitar a sada de dez ministros que disputaro as eleies do ano que vem para amarrar apoios sua campanha de reeleio.

O desprendimento do PMDB em relao ao Ministrio da Integrao Nacional facilitaria a acomodao de Ciro Gomes (PROS). Ele ser recompensado por ter deixado o PSB que lanar a candidatura Presidncia da Repblica do governador de Pernambuco, Eduardo Campos para apoiar a reeleio de Dilma.

O PROS tenta emplacar Ciro no Ministrio da Sade, mas o PT e o atual titular da pasta, Alexandre Padilha, que disputar o governo de So Paulo, resistem. Eles trabalham pelo nome de Mozart Sales, atual secretrio de Gesto do Trabalho e da Educao na Sade do ministrio. Sales ficaria responsvel por dar continuidade ao programa Mais Mdicos, carro-chefe no s da campanha reeleio de Dilma como do prprio Padilha, que tenta esticar sua permanncia no cargo o mximo possvel, garantindo assim mais visibilidade na pr-campanha.

O PT tambm tenta emplacar o deputado Ricardo Berzoini (SP) na Secretaria de Relaes Institucionais, responsvel pela articulao poltica do governo. Hoje, essa secretaria, que tem status de ministrio, comandada pela petista Ideli Salvatti. Ainda que ela desista de disputar uma vaga no Senado por Santa Catarina, seu desempenho considerado ruim pelo prprio partido.

Ideli fechou o ano criando uma crise desnecessria com o PMDB, ao anunciar que Dilma vetaria, na Lei de Diretrizes Oramentrias, as regras do oramento impositivo, que torna obrigatrio o pagamento de uma parte das emendas parlamentares. Para amenizar a crise, a presidente se comprometeu a sancionar esse item. Berzoini tem dito que no pretende ir para a Esplanada dos Ministrios porque no abrir mo de disputar a reeleio para a Cmara. Dirigentes do PT, no entanto, minimizam a atitude do deputado, afirmando que ele diz isso porque ainda no recebeu um convite formal de Dilma para assumir a funo.

Apesar de o governo Dilma possuir 39 ministrios, o cobertor curto para acomodar todos os partidos aliados. Se, por exemplo, nomear Ciro na Integrao Nacional e o PMDB na pasta das Cidades, a presidente ter que compensar o PP. Atualmente, o Ministrio das Cidades comandado por Aguinaldo Ribeiro, que disputar o governo da Paraba.

Nas eleies de 2010, o PP ficou neutro, apesar de fazer parte do governo Lula. O partido ainda no garantiu apoio reeleio de Dilma, mesmo assim, quer manter a pasta das Cidades e ainda ocupar a da Integrao Nacional, j que se tornou a terceira maior bancada da Cmara, depois de formar um bloco com o PROS.

O PMDB, que ocupa cinco ministrios, mas passou os ltimos trs anos reclamando de estar sub-representado por consider-los fracos, agora no aceita abrir mo de nenhum deles, mesmo que receba as cobiadas pastas de Integrao Nacional ou Cidades, que sempre reivindicou. O partido reagiu mal quando foi levantada a possibilidade de ser desalojado do Ministrio do Turismo, um dos que eram desprezados pela sigla. O ministro do Turismo, Gasto Vieira, que do PMDB, deixar o cargo para disputar a reeleio para a Cmara.

Alm de ganhar Integrao Nacional ou Cidades, o PMDB ainda deve ganhar, de quebra, o Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio, atualmente comandado pelo petista Fernando Pimentel, que disputar o governo de Minas Gerais. Para o seu lugar est cotado Josu Gomes da Silva, filho do ex-vice presidente Jos Alencar e recm-filiado ao partido. Peemedebistas afirmam, no entanto, que Josu seria da cota do ex-presidente Lula, e no do partido. Mantega fica na Fazenda

Josu presidente da Coteminas e integra a diretoria da Federao das Indstrias do Estado de So Paulo (Fiesp). Ele seria uma pea importante para tentar resolver um dos principais problemas do governo Dilma: a m relao com o empresariado. O setor reclama de falta de dilogo e do intervencionismo por parte do governo federal.

No xadrez da reforma ministerial, as nicas definies at agora so a manuteno do ministro Guido Mantega na Fazenda e a ida de Aloizio Mercadante do Ministrio da Educao para o comando da Casa Civil. Havia dvida se Mercadante, em vez da Casa Civil, seria escolhido para coordenar a campanha reeleio de Dilma. A atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, reassumir seu mandato de senadora e disputar o governo do Paran.

O Globo

Comentrios
Nome
Email
Comentar


PT decide expulsar filiados que no deixarem governos de Ricardo e Romero em trinta dias

estrela do PT

O Diretrio Estadual do Partido dos Trabalhadores se reuniu neste sbado (21) em Joo Pessoa e tomou duas decises: foi aprovado uma resoluo estabelecendo o prazo de 30 dias para que filiados ao partido deixem os cargos no Governo do Estado e na Prefeitura de Campina Grande; tambm ficou decidido que o partido ter candidatura prpria ao governo da Paraba em 2014.

De acordo com a resoluo, os petistas que no deixarem os cargos nos governos de Ricardo Coutinho (PSB), no estado, e de Romero Rodrigues (PSDB), em Campina Grande, sero expulsos. Mesmo sem ter indicado filiados para compor os governos, o PT deixa claro que no vai admitir a contribuio de petistas nas administraes.
Na outra deciso tomada durante o encontro no Hotel Imperial, o Partido dos Trabalhadores mandou um recado para o PP e PSC, que formam um bloco com o PT, a legenda no vai aceitar outro partido na cabea de chapa.
O PT decidiu que ter candidatura prpria em 2014 e, apesar das lideranas petistas afirmarem que o nome da pr-candidata Nadja Palitot no ser imposto, a deciso deste final de semana afasta a possibilidade de aliana sem ter o nome do PT na cabea de chapa.
Com MaisPB
Comentar