Consult aponta vitória de Cássio no 1° turno, mas indecisos podem mudar quadro

Pesquisa do instituto Consult, divulgada hoje pelo Maispb.com.br, aponta vitória do senador Cássio Cunha Lima, pré-csndidato a governador pelo PSDB, se as eleções fossem hoje.

Cásssio seria eleito com 40,80 % dos votos, enquanto o governador Ricardo Coutinho (PSB) teria 23,90 %, ficando em segundo lugar. Em terceiro, viria o pré-candidato do PMDB, Veneziano Vital do Rego, com 12,15 %.

Mas, a pesquisa mostra que os indecisos podem virar o jogo. 10,35 % dos pesquisados responderam que não sabem ainda em quem votar e outros
12,80 % disseram que não votariam em nenhum dos três candidatos.

Veja os números:

Cásssio Cunha Lima 40,80 %
Ricardo Coutinho 23,90 %
Veneziano Vital 12,15 %
Nenhum 12,80 %
Não Sabe 10,35 %

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Vereadores do PPS ganharão secretaria em troca do apoio a Cartaxo

Diferente do que disseram Djanilson da Fonseca, Bruno Farias e Marco Antonio Queiroga, a recomposição com o prefeito Luciano Cartaxo (PT) não foi apenas “programática”. Cartaxo prometeu compensar os vereadores pela perda da Secretaria da Infraestrutura, com a demissão de Ronaldo Guerra.

A medida, confirmada pelo secretário de Transparência Pública, Éder Dantas, está prevista para os próximos dias, dursnte a reforma que o prefeito pretende fazer na equipa para acalmar os aliados.

A pasta não foi definida. Pode até ser a pa mesma que Guerra, indicado pelo PPS, indicou. Só que, desta vez, a indicação será restrita aos vereadores.

O presidente do diretório estadual e vice-prefeito, Nonato Bandeira. não quer nem ouvir falar em dividir o mesmo espaço com Cartaxo. Ou seja, o prefeito terá apenas uma banda do PPS.

A outra, ficará com Luciano Agra.

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Cartaxo dá nota dez e transforma Zennedy Bezerra e Rodrigo Farias em “supersecretários”

O prefeito Luciano Cartaxo (PT) decidiu criar supersecretários e deu nota máxima (dez) a Zennedy Bezerra (chefe de gabinete) e Rodrigo Farias (Procurador geral), deixando o restante da equipe sem avaliação.

Foi durante entrevista na RCTV, canal fechado do Sistema Correio de Comunicação. O curioso é que Zennedy esteve bem próximo de ser demitido por causa de críticas da base aliada, que o acusou de engavetar reivindicações encaminhadas ao prefeito.

Resta saber o que os demais secretários acham da avaliação do chefe.

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Nonato Bandeira estranha nota de apoio a Cartaxo e diz que documento não passou pelo diretório do PPS

Imagem da Internet

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O presidente do PPS na Paraíba e vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, estranhou uma segunda nota oficial publicada no início da tarde de hoje, onde após suposta reunião do diretório municipal, o partido teria reafirmado a aliança com o prefeito Luciano Cartaxo (PT). “Essa nota não passou pelo diretório do PPS, diferente da de ontem que foi aprovada em reunião por unanimidade”, afirmou.

Nonato garantiu que não saiu dos e-mails do PPS o texto publicado por portais de notícia da Capital. Segundo ele, pelo menos de sua parte não houve nenhum fato novo após o partido ter entregue o único cargo que ocupada na gestão petista e anunciado posição de independência na Câmara Municipal.

Imagem da Internet

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O PPS decidiu romper com o prefeito após a demissão do secretário de Infraestrutura, Ronaldo Guerra, indicado pelo partido.

Abaixo, as duas notas publicadas:

NOTA (Divulgada hoje no portal Clickpb.com.br)

O Diretório Municipal do PPS, com o aval da sua bancada na Câmara Municipal de João Pessoa, após diálogo aberto com o Governo Municipal, através do Chefe de Gabinete da Prefeitura, Zennedy Bezerra, na manhã desta quarta-feira (26/03/2014), vem a público reafirmar que a gestão renovou os compromissos firmados durante a campanha de 2012 e assumidos durante o exercício administrativo, tais como: o Hospital da Mulher, o Centro de Inclusão da Pessoa com Deficiência, o Bolsa-Atleta Municipal, inclusive para os atletas paraolímpicos, a padronização das calçadas, bem como a Biblioteca, o Teatro e o Museu Municipal.

Diante das demonstrações claras de respeito e do reconhecimento de que o Governo Municipal compreende a importância política, o valor representativo e a relevante contribuição que o PPS oferece à cidade, consignou-se que os espaços partidários da nossa legenda, neste governo de coalizão, serão preservados, de modo que a integridade partidária se manterá incólume.

Dessa forma, com respeito e fortalecendo os vínculos de lealdade e de espírito público que nos unem, reafirmamos a permanência na bancada de sustentação à gestão Luciano Cartaxo, eleita em parceria conosco nas eleições de 2012. A bancada afirma que o PPS fez indicações para contribuir com esse trabalho, no qual acreditamos.

Reconhecemos a autonomia do prefeito para tomar as suas decisões visando à melhor execução das políticas públicas planejadas pela gestão, e, principalmente, os resultados apresentados, dentro de um ambiente sadio de harmonia e de transparência.

Enaltecemos a nossa relação política e administrativa com toda a aliança, que se dispôs a construir, a muitas mãos, um projeto voltado à melhoria da qualidade de vida do povo de João Pessoa, a exemplo da regularização histórica de mais de 700 agentes de saúde, do Passe Livre Estudantil, da política de habitação social e de tantas outras políticas públicas efetivadas na gestão Luciano Cartaxo.

Ressaltamos, portanto, que a administração municipal tem priorizado o diálogo e as ações voltadas para o bem-estar das pessoas, bem como envidado esforços no sentido de resguardar a presença da nossa agremiação na administração municipal. O PT e o PPS são co-responsáveis pelos frutos desse trabalho de inovação e transformação da vida dos pessoenses.

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DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PARTIDO POPULAR SOCIALISTA/JP

NOTA (Aprovada ontem pelo Diretório do PPS e divulgada por vários portais e jornais)

Diante do ato de demissão do secretário de Infra-estrutura Ronaldo Guerra, único secretário titular indicado pelo PPS para compor a gestão na Prefeitura de João Pessoa, sem justificativa ou qualquer comunicado ao nosso partido pelo senhor prefeito Luciano Cartaxo, o Diretório Municipal, reunido no dia 25 de março, data que marca os 92 anos de aniversário do PPS, na sede da UGT, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O PPS foi um aliado de primeira hora. Não somos adesistas, nem caímos de pára-quedas na gestão. Fizemos uma aliança programática, baseada em diversas propostas e abraçamos a candidatura quando ela ainda patinava com apenas 6 por cento em todas as pesquisas. A força dessa aliança, liderada pelo PT e outras legendas, também teve o apoio decisivo do nosso eterno prefeito Luciano Agra. Vencemos todas as adversidades e recebemos o apoio popular que nos conduziu até o comando do Executivo pessoense.

2- Temos a exata compreensão de que no regime presidencialista é o chefe do Executivo que toma as decisões, que nomeia e demite, mas que também exerce o poder com a colaboração das forças aliadas e com o corpo técnico escolhido pelo administrador.

3- O PPS fez indicação para contribuir com a gestão. E o companheiro Ronaldo Guerra fez um grande trabalho, reconhecido pela própria comunidade como um dos auxiliares mais dinâmicos da PMJP. A marca de seu trabalho, juntamente com a equipe da Seinfra, está registrada nas principais ações nesses 15 meses da administração.

4- Com a demissão injustificável de Ronaldo Guerra, decidimos colocar à disposição do senhor Prefeito o outro cargo que indicamos, no caso o secretário adjunto da Transparência, o companheiro Ronald Lins. Esses foram os dois únicos cargos indicados pelo partido na PMJP.

5- Da mesma forma que deixamos o senhor Prefeito à vontade em relação ao PPS, também ficamos à vontade em relação à atual administração, reiterando a autonomia da bancada na Câmara Municipal, onde elegemos três vereadores.

6- Não vamos cobrar nenhum cargo do senhor Prefeito, até porque não faz parte da história do PPS qualquer tipo de barganha política. A única coisa que vamos continuar cobrando – e lembrando- de forma respeitosa, são os compromissos programáticos, a exemplo do Hospital da Mulher, da padronização das calçadas, do Centro de Inclusão para pessoas com deficiência, do bolsa atleta incluindo os paralímpicos, da biblioteca, o museu e o teatro municipais. E, por questão de justiça, queremos agradecer ao senhor prefeito a implantação do Passe Livre estudantil, mais uma proposta do PPS assumida durante a campanha eleitoral.

João Pessoa, 25 de março de 2014

Bruno Farias
Presidente

Marco Antônio Queiroga
1º Vice-presidente

Djanilson da Fonseca
2º Vice-presidente

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Vereador diz que Cartaxo restringiu ações e prejudicou trabalho do ex-secretário Ronaldo Guerra

Imagem da Internet

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O vereador Zezinho do Botafogo (PSB) disse hoje que o ex-secretário Ronaldo Guerra, da Infraestrutura, não executava obras estruturantes porque o próprio prefeito Luciano Cartaxo (PT) impôs limites à sua atuação. Segundo Zezinho, essas limitações acabaram prejudicando o desempenho de Guerra, indicado pelo PPS.

“Se alguém tem culpa por essas obras estarem paradas é o próprio prefeito. É o Executivo quem impõe condições ao trabalho dos secretários e foi isso que Cartaxo fez com Ronaldo Guerra, que realizou um bom trabalho”, afirmou Zezinho.

Segundo o vereadaor, as obras existentes em João Pessoa foram todas deixadas pelo ex-prefeito e atual governador Ricardo Coutinho (PSB), não havendo qualquer novidade administrativa, principalmente em relação às promessas de campanha do petista.

“O ex-prefeito Luciano Agra foi beneficiado com as obras deixadas por Ricardo Coutinho e agora é o prefeito Luciano Cartaxo quem vive nessa situação”, afirmou Zezinho.

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Aliado de Cartaxo reconhece obras paralisadas e lembra que cargos são passageiros

O vereador Dinho (PR) reconheceu hoje que várias obras estão paralisadas em João Pessoa, situação que justificaria a demissão do secretário Ronaldo Guerra, da Infraestrutura. Ele disse que o prefeito precisa “tomar as rédeas” em relação às obras estruturantes porque continuará sendo cobrado pela população e pelos vereadores.

“Ronaldo Guerra fez um bom trabalho na parte de calçamento e tapa-buraco, mas deixou a desejar nas obras estruturantes que continuam paradas. O prefeito precisava fazer alguma coisa porque, no final, é ele quem recebe as cobranças da população”, sustentou Dinho.

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Anísio Maia defende PPS e sugere exclusão de “alguns vereadores” da base do prefeito Cartaxo

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O deputado Anísio Maia (PT) é conhecido por dizer o quer e o que não deveria. Talvez por isso, tenha sido ungido como principal interlocutor do prefeito Luciano Cartaxo. Mas, nem por isso deixou de “bater com a língua nos dentes”.

Durante entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa, hoje, Anísio detonou vereadores da base de Cartaxo e ainda elogiou o trabalho do ex-secretário Ronaldo Guerra (PPS), aliado do vice Nonato Bandeira, demitido pelo prefeito sem qualquer justificativa.

Sem citar nomes, o deputado disse que “alguns vereadores fariam um grande favor se deixassem a bancada do prefeito”.

Anísio afirmou que ainda acredita na recomposição da aliança entre PT e PPS. Ele creditou a demissão de Ronaldo Guerra a “uma política interna ainda inexplicável”.

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PT reclama da “falta de habilildade” de Cartaxo no epiśodio de rompimento com vice

Até mesmo o PT, partido do prefeito Luciano Cartaxo, reconhece que lhe faltou habilidade política para evitar a crise e o rompimento com o vice, Nonato Bandeira.

O deputado Anísio Maia, principal porta-voz do prefeito, disse hoje que o problema poderia ter sido evitado se Cartaxo agisse de forma diferente. Ele não explicou que forma seria essa, mas deixou clara sua posição em defesa do PPS.

Nos bastidores, comenta-se que o prefeito teria sido “arrogante e prepotente” durante a crise envolvendo o partido do vice, contrariando discurso de “homem do diálogo” propagado durante e após a campanha eleitoral.

Com informações da Rádio Tambaú.

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Direção do PPS confirma rompimento e avisa que vai cobrar compromissos assumidos por Luciano Cartaxo

Imagem da Internet

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Em nota assinada pelo presidente Bruno Farias e pelos vereadores Marco Antonio Queioroga e Djanilson da Fonseca, também dirigentes, o PPS confirmou agora a pouco o rompimento com Luciano Cartaxo e avisando que vai cobrar, na Câmara Municipal, os compromissos assumidos pelo então candidato em campanha do PT com o partido e com a população pessoense.

No documento, o PPS também afirma que não é “adesista” e nem caiu “de paraquedas” na gestão municipal, sendo um aliado de primeira hora que merecia um tratamento diferente do que recebeu do atual prefeito. Abaixo, a nota na íntegra:

DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PARTIDO POPULAR SOCIALISTA/JP

NOTA

Diante do ato de demissão do secretário de Infra-estrutura Ronaldo Guerra, único secretário titular indicado pelo PPS para compor a gestão na Prefeitura de João Pessoa, sem justificativa ou qualquer comunicado ao nosso partido pelo senhor prefeito Luciano Cartaxo, o Diretório Municipal, reunido no dia 25 de março, data que marca os 92 anos de aniversário do PPS, na sede da UGT, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O PPS foi um aliado de primeira hora. Não somos adesistas, nem caímos de pára-quedas na gestão. Fizemos uma aliança programática, baseada em diversas propostas e abraçamos a candidatura quando ela ainda patinava com apenas 6 por cento em todas as pesquisas. A força dessa aliança, liderada pelo PT e outras legendas, também teve o apoio decisivo do nosso eterno prefeito Luciano Agra. Vencemos todas as adversidades e recebemos o apoio popular que nos conduziu até o comando do Executivo pessoense.

2- Temos a exata compreensão de que no regime presidencialista é o chefe do Executivo que toma as decisões, que nomeia e demite, mas que também exerce o poder com a colaboração das forças aliadas e com o corpo técnico escolhido pelo administrador.

3- O PPS fez indicação para contribuir com a gestão. E o companheiro Ronaldo Guerra fez um grande trabalho, reconhecido pela própria comunidade como um dos auxiliares mais dinâmicos da PMJP. A marca de seu trabalho, juntamente com a equipe da Seinfra, está registrada nas principais ações nesses 15 meses da administração.

4- Com a demissão injustificável de Ronaldo Guerra, decidimos colocar à disposição do senhor Prefeito o outro cargo que indicamos, no caso o secretário adjunto da Transparência, o companheiro Ronald Lins. Esses foram os dois únicos cargos indicados pelo partido na PMJP.

5- Da mesma forma que deixamos o senhor Prefeito à vontade em relação ao PPS, também ficamos à vontade em relação à atual administração, reiterando a autonomia da bancada na Câmara Municipal, onde elegemos três vereadores.

6- Não vamos cobrar nenhum cargo do senhor Prefeito, até porque não faz parte da história do PPS qualquer tipo de barganha política. A única coisa que vamos continuar cobrando – e lembrando- de forma respeitosa, são os compromissos programáticos, a exemplo do Hospital da Mulher, da padronização das calçadas, do Centro de Inclusão para pessoas com deficiência, do bolsa atleta incluindo os paralímpicos, da biblioteca, o museu e o teatro municipais. E, por questão de justiça, queremos agradecer ao senhor prefeito a implantação do Passe Livre estudantil, mais uma proposta do PPS assumida durante a campanha eleitoral.

João Pessoa, 25 de março de 2014

Bruno Farias
Presidente

Marco Antônio Queiroga
1º Vice-presidente

Djanilson da Fonseca
2º Vice-presidente

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Comissão do Senado aprova substitutivo de Cássio sobre identificação de chamadas de telefonia

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 343/12, que obriga as companhias telefônicas a identificar previamente, por um sinal sonoro padronizado, se haverá custo de interconexão entre operadoras, deve seguir para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação no Plenário do Senado. A proposta, um substitutivo ao projeto original, foi aprovada pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) no dia 11 de abril e considerada definitivamente aprovada nesta terça-feira (25) em turno suplementar na comissão.

De autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o projeto abrange tanto telefones fixos como celulares. No texto original, a identificação da chamada deveria ser realizada mediante informação audível do nome da prestadora de destino. Pela proposta, a identificação ficava dispensada quando a chamada efetuada pelo usuário tivesse como destino a mesma operadora de origem.

Ao justificar o projeto, o autor explicou que uma chamada originada e terminada na rede da mesma prestadora é mais barata que uma chamada originada na rede de uma operadora e terminada na rede de outra, pois dispensa o pagamento de tarifa de interconexão.

A matéria recebeu parecer pela rejeição na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), na qual o relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), argumentou que, por ser eminentemente técnico, o assunto deveria ser tratado exclusivamente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

No entanto, o relator da matéria na CCT, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), ponderou que o tema, embora seja de cunho técnico, requer atenção do Congresso Nacional por afetar a renda e a qualidade de vida de mais de 100 milhões de brasileiros.

Imagem de Assessoria

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Flexa apresentou um substitutivo porque, da forma como estava, a proposta teria altos custos para se efetivar. Dessa forma, o relator sugeriu que a prestadora informasse, por meio de sinal sonoro padronizado, se a ligação está sendo destinada a assinante de sua própria rede ou não. Caberá à Anatel regulamentar depois o assunto.

Atualmente, já existem operadoras que emitem sinais sonoros para identificar ligação para sua própria rede. Se virar lei, a proposta estenderá essa prática a todas as operadoras e o sinal sonoro deverá ser padronizado, assim como é, por exemplo, o sinal de quando a linha está ocupada.

Agência Senado – Marilia Coêlho
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Foto: Jaciara Aires

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