Lauremília Lucena é reeleita presidente do PSDB em João Pessoa e passa a ser opção para 2016

Lauremília e Cícero (Imagem da Internet)

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O ex-senador Cícero Lucena deixou claro seu afastamento da política paraibana. Tanto que recusou convite de Cássio e Ruy Carneiro para disputar a Prefeitura de João Pessoa em 2016. Mas, em momento algum vetou a participação da esposa, Lauremília Lucena, no processo eleitoral. Isso ficou ainda mais nítido com a recondução da ex-vice-governadora ao comando do PSDB na Capital, definida neste final de semana.

Laurem√≠lia passou a ser alternativa real dos tucanos para enfrentar o prefeito Luciano Cartaxo (PT) nas urnas. A menos que venha a p√ļblico desconsiderar a hip√≥tese. Ou seu marido o fa√ßa. Mas, quem conhece o casal sabe que Laurem√≠lia jamais tomaria qualquer decis√£o sem o aval de C√≠cero. Sempre foi assim e nada indica que mude agora.

Portando, o PSDB tem agora op√ß√£o para as elei√ß√Ķes municipais do ano que vem em Jo√£o Pessoa. Al√©m de Ruy Carneiro, claro. Laurem√≠lia, assim como C√≠cero, ter√° apoio integral do partido e de aliados para encabe√ßar a chapa tucana.

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OPERAÇÃO SETE CHAVES: MPF revela que João Henrique é suspeito de cometer crime de lavagem ou ocultação de bens

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A chamada ‚ÄúOpera√ß√£o Sete Chaves‚ÄĚ, deflagrada pelo Minist√©rio P√ļblico Federal (MPF) e a Pol√≠cia Federal, na √ļltima quarta-feira (27), na Para√≠ba, foi mais uma etapa na investiga√ß√£o de atividades ilegais relacionadas √† extra√ß√£o e comercializa√ß√£o ilegal da turmalina para√≠ba, uma das pedras preciosas mais valiosas do mundo. Com a realiza√ß√£o de busca e apreens√£o, sequestro de bens m√≥veis e im√≥veis e at√© pris√Ķes preventivas, ser√° poss√≠vel dar o devido andamento ao inqu√©rito policial que apura a participa√ß√£o de empres√°rios e do deputado estadual Jo√£o Henrique de Sousa (PB) nas pr√°ticas il√≠citas.

Devido ao cargo que ocupa, o deputado estadual tem foro especial por prerrogativa de fun√ß√£o, em a√ß√Ķes criminais. Assim, as medidas necess√°rias para investig√°-lo tiveram que ser autorizadas pelo Tribunal Regional Federal da 5.¬™ Regi√£o (TRF5), no Recife, a pedido da Procuradoria Regional da Rep√ļblica da 5.¬™ Regi√£o (PRR5), √≥rg√£o do MPF que atua perante o Tribunal. As medidas relacionadas aos demais investigados foram permitidas pela Justi√ßa Federal na Para√≠ba, mediante requerimento da Procuradoria da Rep√ļblica em Patos (PB).

Inicialmente, havia um √ļnico inqu√©rito policial para apurar os fatos, acompanhado pela PRR5 ‚Äď uma vez que Jo√£o Henrique de Sousa era um dos investigados. Entretanto, por entender que n√£o havia, em princ√≠pio, ind√≠cios de que o deputado estadual atuava em conjunto com os empres√°rios, o desembargador federal L√°zaro Guimar√£es, relator do caso no TRF5, desmembrou o inqu√©rito em dois.

O procurador regional da Rep√ļblica Domingos S√°vio Ten√≥rio de Amorim foi o respons√°vel por solicitar ao TRF5 a expedi√ß√£o de mandados de busca e apreens√£o, bem como autoriza√ß√£o para quebra dos sigilos telef√īnico, banc√°rio e fiscal. Ele explica que essas medidas foram indispens√°veis para esclarecer os fatos ao longo da investiga√ß√£o policial, que continua em andamento.

Segundo Domingos Sávio, o deputado possui autorização para lavrar e extrair turmalina paraíba, mas, não tem declarado a extração da pedra preciosa ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) nem efetuado o pagamento da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CEFEM).

‚Äú√Č dif√≠cil crer que a pedra preciosa n√£o esteja sendo produzida, uma vez que as √°reas exploradas encontram-se sob vigil√Ęncia permanente e mant√™m empregados‚ÄĚ, disse o procurador regional da Rep√ļblica.

A investigação aponta que João Henrique de Sousa pode ter praticado o crime de lavagem ou ocultação de bens. A apuração da possível prática de sonegação fiscal depende da conclusão de um procedimento administrativo-fiscal na Receita Federal.

Com a conclus√£o do inqu√©rito policial ‚Äď que se encontra em segredo de Justi√ßa ‚Äď, caber√° √† PRR5 avaliar os fatos apurados e denunciar Jo√£o Henrique de Sousa ao TRF5, caso haja ind√≠cios efetivos de sua participa√ß√£o nos crimes apurados. Nesse caso, o Pleno do Tribunal analisar√° a den√ļncia e, se julg√°-la procedente, ir√° receb√™-la, dando in√≠cio a uma a√ß√£o penal contra o deputado.

Turmalina para√≠ba ‚Äď Dona de um azul incandescente √ļnico, a turmalina para√≠ba √© produzida apenas no estado da Para√≠ba, mais especificamente em ‚ÄúJunco do Serid√≥‚ÄĚ e ‚ÄúS√£o Jo√£o da Batalha‚ÄĚ, localidades pr√≥ximas ao munic√≠pio de Patos (PB). √Č uma das pedras preciosas mais valiosas e cobi√ßadas no mundo. Um quilate (0,2 grama) da gema vale em torno de trinta mil d√≥lares, mas pode atingir, dependendo das suas caracter√≠sticas pr√≥prias, at√© cem mil d√≥lares.

Com MPF

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Deputados tentam derrubar no STF emenda que permite doa√ß√Ķes de empresas a partidos pol√≠ticos

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BRAS√ćLIA – O grupo de 61 deputados que questiona a segunda vota√ß√£o da emenda que permite a doa√ß√£o de empresas a partidos pol√≠ticos entrou, neste s√°bado, com mandado de seguran√ßa no Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar suspender a tramita√ß√£o da emenda constitucional no Congresso Nacional. A a√ß√£o com pedido de liminar, sustenta que a vota√ß√£o feriu o “devido processo legislativo” ao colocar em vota√ß√£o proposta derrotada pelo plen√°rio no dia anterior. O mandado de seguran√ßa sustenta que a vota√ß√£o feriu incisos do artigo 60 da Constitui√ß√£o Federal, entre eles o que veda aprecia√ß√£o de mat√©ria rejeitada na mesma legislatura. O mandado √© assinado por parlamentares do PT, PSB, PROS, PPS, PCdoB e PSOL.

“N√£o √© compat√≠vel com a Constitui√ß√£o Federal a utiliza√ß√£o indefinida de norma constante da mesma PEC em diferentes emendas aglutinativas. N√£o √© poss√≠vel submeter a mesma PEC, com diferentes reda√ß√Ķes, propiciadas por diferentes ‚Äúemendas aglutinativas‚ÄĚ, a sucessivas delibera√ß√Ķes. O processamento de Propostas de Emenda Constitucional √© o momento mais importante da atividade legislativa. N√£o pode ser reduzido a um jogo de tentativa e erro”, diz um trecho do mandado. Segundo o documento, a emenda aglutinativa de autoria do l√≠der do PRB, Celso Russomano (SP), √© uma nova emenda constitucional e n√£o contou com o apoio de um ter√ßo dos parlamentares.

Com O Glogo

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Maranhão consegue apoio de Lyra para presidir PMDB e governistas podem lançar Veneziano para enfrentá-lo

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O PMDB pode enfrentar uma nova disputa interna na Paraíba. Atual presidente do partido, o senador José Maranhão conseguiu ontem mais um importante trunfo para se manter no cargo. O também senador Raimundo Lyra defendeu mais um mandato para o dirigente, alegando seu currículo político privilegiado.

Mas, embora o clima pare√ßa calmo nas hostes peemedebistas, informa√ß√Ķes de bastidores apontam para uma mobiliza√ß√£o paralela √†s investidas de Maranh√£o. O grupo governista do partido estaria articulando uma candidatura para enfrentar o atual presidente e evitar que o PMDB se afaste do Pal√°cio da Reden√ß√£o durante as elei√ß√Ķes municipais de 2016.

E quem seria o nome para enfrentar Maranhão? O deputado federal e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego. Vené teria a ajuda do irmão, o ministro do TCU Vital do Rego Filho, e estaria buscando também apoio do governador Ricardo Coutinho (PSB), interessado na manutenção do PMDB em sua base de sustentação política. A articulação estaria ainda em gestação, restrita ao um seleto grupo. Mas, já teria chegado aos ouvidos de Maranhão.

Talvez por isso o experiente cacique tenha se apressado em oficializar o apoio de Lyra √†s suas pretens√Ķes.

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Com medo da disputa nas urnas contra Marcus Odilon em Santa Rita, advers√°rios preparam terreno para recorrer ao “tapet√£o”

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Com quatro mandatos de prefeito de Santa Rita, um dos principais col√©gio eleitorais da Para√≠ba, Marcus Odilon est√° de volta ao cen√°rio pol√≠tico da “Terra dos Canaviais”. At√© pouco tempo, o ex-prefeito demonstrava pouco interesse em retornar ao processo eleitoral, mas bastou um “empurr√£ozinho” do presidente do PSC, Marcondes Gadelha, de quem j√° foi companheiro de chapa na disputa pelo Governo do Estado em 1986, para Odilon rever seus planos.

Gadelha lan√ßou a pr√©-candidatura do ex-prefeito na certeza de ter um nome competitivo em Santa Rita. Odilon nunca perdeu uma elei√ß√£o naquela cidade. nas quatro vezes que disputou a Prefeitura, venceu todas. N√£o poderia o presidente do PSC perder uma oportunidade dessas. √Č tamb√©m uma chance para Odilon mostrar que continua ostentando o t√≠tulo de maior lideran√ßa pol√≠tica de Santa Rita.

Os advers√°rios acusaram o “golpe”. Tanto que j√° come√ßaram a espalhar que Marcus Odilon n√£o pode ser candidato porque seria “ficha suja”, ou seja, teria condena√ß√£o judicial por um colegiado e estaria inapto para o pleito de 2016. Ap√≥s dar o sinal verde ao seu partido, Odilon reagiu com ironia, com o faz quase sempre, √†s investidas dos que n√£o o querem ma disputa. “S√≥ quem pode me julgar √© Deus e o povo”, disparou.

No melhor estilo “Povo da Silva”, o ex-prefeito voltou “com todo g√°s”. Al√©m do discurso sarc√°stico, Odilon conta ainda com muitas obras que deixou para mostrar em campanha. Um contraponto incontest√°vel ao desastre da administra√ß√£o de Reginaldo Pereira.

Quanto ao curto período de Netinho de Várzea Nova no comando da cidade, não merece nem comentário.

O ex-prefeito de Santa Rita, Marcos Odilon (PSC), que acumula algumas condena√ß√Ķes provenientes dos quatro mandatos de prefeito da cidade canavieira, por tanto, em tese estaria impedido de ser candidato por conta da Lei Complementar 135/2010 (Ficha Limpa), negou que seja ficha e declarou que somente Jesus Cristo √© que pode lhe julgar. Odilon √© pr√©-candidato a prefeito de Santa Rita em 2016 e participou de encontro do PSC na manh√£ de hoje com a presen√ßa do presidente nacional da legenda e candidato a presidente nas √ļltimas elei√ß√Ķes, pastor Everaldo Pereira.
Lan√ßado pelo presidente do partido na Para√≠ba, ex-senador Marcondes Gadelha, como pr√©-candidato do partido a prefeito de Santa Rita, Marcos Odilon, desconversou sobre o assunto ‚Äúpenso que sim. √Č poss√≠vel que sim. A gente nem sabe o dia de amanh√£, mas se estiver neste planeta, possivelmente serei candidato‚ÄĚ, declarou.
O ex-prefeito também evitou tecer maiores comentários sobre a administração de seu sucesso, Reginaldo Pereira, justificando que como sempre foi seu adversário seria suspeito para avaliar a gestão.
Perguntado se os processos que enfrenta pode impedir sua candidatura, Marcos Odilon, abusou de seu estilo sarc√°stico na resposta e indagou ao rep√≥rter. ‚ÄúO senhor √© juiz? O senhor √© promotor? N√£o tenho obst√°culos. Companheiro velho de guerra, eu fui prefeito quatro vezes de Santa Rita e nunca me apropriei de um centavo da Prefeitura, ent√£o n√£o tenho medo nenhum‚ÄĚ.
Ele negou que tenha condena√ß√£o e com isso seja ‚Äúficha suja‚ÄĚ e cravou: ‚ÄúA √ļnica pessoa que pode me julgar √© Nosso Senhor Jesus Cristo. N√£o existe nenhuma acusa√ß√£o sobre mim, se o senhor sabe de alguma acusa√ß√£o sobre mim, fale agora ou cale-se para sempre‚ÄĚ.
Seguindo na linha religiosa, o lend√°rio Marcos Odilon, lembrou que at√© Jesus Cristo foi condenado. ‚ÄúProcesso por processo, at√© nosso Senhor Jesus Cristo, foi processado, julgado e condenado a pena mais rigorosa na √©poca. O senhor quer ser mais rigoroso que P√īncio Pilatos‚ÄĚ, finalizou

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AT√Č QUE ENFIM: Presidente do PT admite que alian√ßa com PSB em 2014 foi apenas “conjuntural”

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O presidente do PT na Para√≠ba custou a entender os recados do governador Ricardo Coutinho e do presidente do PSB em Jo√£o Pessoa, mas, enfim Charlington Machado admitiu que a alian√ßa entre os dois partidos celebrada em 2014 foi apenas “conjuntural”, n√£o significando, necessariamente, a obrigatoriedade de repeti√ß√£o em 2016. Ou seja, o PT “jogou a toalha” e n√£o conta mais como certa a presen√ßa dos socialistas no palanque do prefeito Luciano Cartaxo, candidato √† reelei√ß√£o.

“N√£o existe parceria pol√≠tica t√£o s√≥lida que n√£o possa ser refeita, modificada ou revista. Toda alian√ßa tem que ser constru√≠da observando as conjunturas e deve tamb√©m ser bem avaliada”, explicou Machado, utilizando um discurso bem diferente do que sustentava at√© pouco tempo.

Mesmo com outro discurso, o dirigente petista ainda v√™ “uma luz no fim do t√ļnel” que pode direcionar para manuten√ß√£o da alian√ßa com o PSB, tomando como par√Ęmetro a avalia√ß√£o positiva do governo Luciano Cartaxo. Segundo Charlington Machado, v√°rios partidos devem integrar o palanque do PT em 2016 e o PSB pode tamb√©m fazer parte desse grupo.

Charlington trocou a tarefa do articulador pela de torcedor.

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Parceria entre TCE e TCU permitir√° “aperto” na fiscaliza√ß√£o √† Previd√™ncia dos munic√≠pios

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As Auditorias Operacionais Coordenadas que serão promovidas pelo Tribunal de Contas do Estado conjuntamente com o Tribunal de Contas da União (TCU) irão ampliar a fiscalização e controle sobre regime de previdência dos municípios da Paraíba. Foi o que afirmou, nesta quinta-feira (28), o conselheiro Arthur Cunha Lima, presidente do TCE-PB. No próximo mês, Arthur recebe em João Pessoa o ministro do TCU, Vital do Rêgo Filho, que fará a palestra de lançamento sobre o programa de Auditorias Operacionais Coordenadas nas áreas de Previdência Social e meio ambiente com abrangência nacional.

As Auditorias Operacionais Coordenadas entre TCE-PB e TCU servir√£o de modelo para o resto do pa√≠s, revelou o presidente. Arthur classificou como ‚Äúpreocupante‚ÄĚ o atual estado financeiro das previd√™ncias geridas pelos munic√≠pios paraibanos.

Um levantamento divulgado, nessa quarta (27), pelo corregedor do TCE-PB, conselheiro Fernando Cat√£o, apontou um d√©ficit de quase R$ 10 bilh√Ķes nos cofres da previd√™ncia dos munic√≠pios paraibanos.
O presidente observou que os municípios que estão abrigados no Regime Geral da Previdência Social (RGPS), também apresentam problemas de inadimplência.

As Auditorias Operacionais Coordenadas, segundo Arthur Cunha Lima, podem identificar outras irregularidades na gestão desses regimes próprios de previdência social, além de falhas que estejam sendo cometidas em cálculos atuariais, por exemplo, que podem comprometer toda a sustentabilidade financeira desses órgãos municipais.
‚ÄúNunca √© demais ressaltar que esses preju√≠zos nos cofres p√ļblicos podem comprometer e inviabilizar a aprova√ß√£o das contas dos gestores municipais, que ainda ter√£o que responder as a√ß√Ķes previstas legalmente na esfera do Judici√°rio‚ÄĚ, disse.

Arthur voltou a ressaltar o empenho de toda a equipe do Tribunal de Contas do Estado nesse trabalho preliminar, com o levantamento de quais os munic√≠pios paraibanos est√£o em dia com suas obriga√ß√Ķes, mantendo o funcionamento da previd√™ncia pr√≥pria com toda documenta√ß√£o e contabilidade em dia. Mas acrescentou que a grande maioria dos munic√≠pios que tem regimes pr√≥prios de previd√™ncia social est√£o em situa√ß√£o ‚Äúmuito dif√≠cil‚ÄĚ e que t√™m que adotar medidas urgentes para resolver essas situa√ß√Ķes.

Para o conselheiro, o grande desafio dos Tribunais de Contas √© controlar os resultados dos Regimes Pr√≥prios de Previd√™ncia Social (RPPS). Arthur Cunha Lima disse que conta com o apoio do Tribunal de Contas da Uni√£o para dar in√≠cio √†s auditorias operacionais nas √°reas da previd√™ncia e do meio ambiente. ‚ÄúNa audi√™ncia, em Bras√≠lia, com o ministro Vital do R√™go Filho tratamos desses temas. O levantamento preciso e divulgado pelo conselheiro Fernando Cat√£o mostrou que nossa preocupa√ß√£o est√° correta e daremos efeito √† toda essa fiscaliza√ß√£o‚ÄĚ, disse.

Com Assessoria

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Presidente do TSE prevê redução de processos na Justiça Eleitoral com fim da reeleição

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli, disse hoje (28) que o fim da reelei√ß√£o pode diminuir o n√ļmero de processos que tramitam na Justi√ßa Eleitoral, mas a unifica√ß√£o dos pleitos causa uma preocupa√ß√£o, pois criar√° demanda de cerca de 3 milh√Ķes de candidaturas em um mesmo per√≠odo.

Nessa quarta-feira (28), a C√Ęmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o fim da reelei√ß√£o para cargos executivos. Como a reforma pol√≠tica est√° sendo analisada por meio de proposta de emenda √† Constitui√ß√£o, o fim da relei√ß√£o precisa ainda ser aprovado em segundo turno na C√Ęmara para depois ser apreciado, tamb√©m em duas vota√ß√Ķes, pelo Senado.

‚ÄúH√° uma coisa com que a Justi√ßa Eleitoral se preocupa: √© a quest√£o da unifica√ß√£o das elei√ß√Ķes. Isso pode gerar um n√ļmero, conforme o sistema eleitoral mantido, da base proporcional, de cerca de eventualmente at√© 3 milh√Ķes de candidatos em uma elei√ß√£o. A quest√£o √© que gera muito processo, imagina, pode gerar 3 milh√Ķes de processos de registro de candidatura em um √ļnico pleito, 3 milh√Ķes de presta√ß√Ķes de contas, e √© um n√ļmero muito alto‚ÄĚ, disse Toffoli. Segundo ele, essa preocupa√ß√£o √© do ponto de vista operacional, mas ‚Äún√£o h√° nenhum tipo de dificuldade‚ÄĚ na quest√£o da seguran√ßa das elei√ß√Ķes, e ‚Äúa Justi√ßa Eleitoral estar√° sempre apta a fazer aquilo que o Congresso vier a determinar‚ÄĚ.

‚ÄúNo que diz respeito ao fim da reelei√ß√£o, sem fazer ju√≠zo de valor, se √© melhor ou pior, h√° um dado concreto. Isso diminui o n√ļmero de processos na Justi√ßa Eleitoral, porque h√° muitos processos que envolvem a ideia de uso da m√°quina administrativa, medidas e programas que s√£o criados para fins eleitorais no ano de elei√ß√£o, e isso gera muito processo na Justi√ßa Eleitoral. Ent√£o, evidentemente que o fim da reelei√ß√£o, se vier a ser definitivamente aprovado como emenda constitucional, gera para a Justi√ßa Eleitoral uma diminui√ß√£o de demanda‚ÄĚ, acrescentou.

Quanto √† aprova√ß√£o, tamb√©m em primeiro turno, da PEC que autoriza doa√ß√Ķes de empresas privadas a partidos pol√≠ticos, Toffoli disse que o estabelecimento de limites de gastos √© ‚Äúbastante importante‚ÄĚ. ‚ÄúHoje s√£o os pr√≥prios candidatos que se autolimitam. Ou seja: o c√©u √© o limite. Eu j√° tive a oportunidade tamb√©m de dizer em audi√™ncias p√ļblicas, no Congresso, da necessidade de se colocar limite de gastos, e tamb√©m o limite de doa√ß√£o das pessoas jur√≠dicas √© muito alto: 2% do faturamento. √Č necess√°rio que se coloque um valor nominal fixo, por empresa, para doa√ß√£o, al√©m desse proporcional sobre o faturamento‚ÄĚ, afirmou.

Com Agência Brasil

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Ricardo Coutinho recebe garantias de Kassab sobre liberação de recursos obras na Paraíba

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O governador Ricardo Coutinho manteve audi√™ncia, na tarde desta quarta-feira (27), com o ministro Gilberto Kassab, que na ocasi√£o disse manter o compromisso com o Governo da Para√≠ba de acelerar as libera√ß√Ķes de verbas para as duas obras que est√£o sendo realizadas em parceria com o Minist√©rio das Cidades: o Viaduto do Geisel, uma das principais obras de mobilidade urbana de Jo√£o Pessoa; e a urbaniza√ß√£o do Parque Bodocong√≥, em Campina Grande.

Na reuni√£o, o governador Ricardo Coutinho exp√īs que as duas obras ‚Äď estimadas em R$ 70 milh√Ķes ‚Äď precisam de repasses no valor de R$ 36 milh√Ķes. O encontro no Minist√©rio das Cidades contou com a participa√ß√£o do secret√°rio nacional de Saneamento, Paulo Ferreira; do secret√°rio nacional de Mobilidade Urbana, D√°rio Lopes, al√©m dos secret√°rios de Estado da Infraestrutura, Recursos H√≠dricos, Meio Ambiente, Ci√™ncia e Tecnologia, Jo√£o Azevedo; e de Representa√ß√£o Institucional do Governo da Para√≠ba, Lindolfo Pires.

As duas obras v√™m sendo tocadas pelo Estado, que j√° investiu nelas mais de R$ 5 milh√Ķes oriundos dos cofres p√ļblicos, a fim de dar continuidade ao ritmo dos trabalhos. ‚ÄúEsperamos agora contar nos pr√≥ximos dias com mais repasses do Governo Federal, para que as obras continuem sendo realizadas em ritmo acelerado‚ÄĚ, disse o secret√°rio Jo√£o Azevedo.

Com Assessoria

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PT realiza Encontro Estadual neste s√°bado e busca apoio da milit√Ęncia para renova√ß√£o partid√°ria

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Filiados, dirigentes, prefeitos, vice-prefeitos, parlamentares, lideran√ßas de movimentos sociais e sindicalistas, participam neste s√°bado, 30, da Etapa Estadual do 5¬ļ Congresso do Partido dos Trabalhadores da Para√≠ba. O evento acontece no audit√≥rio da Fecom√©rcio – Sesc/Senac, no Centro de Jo√£o Pessoa, a partir das 9h.

Durante o encontro serão feitas as defesas e debates das teses sobre a atualização do projeto partidário, além de análises sobre os desafios e rumos do PT, as perspectivas de avanço do projeto político, a renovação do modelo de organização do partido, e o contexto político atual.

Para o presidente do PT, Charliton Machado, esse √© um importante momento para que os posicionamentos internos sejam colocados: ‚ÄúO PT tem consci√™ncia dos desafios enfrentados pelo conjunto da sociedade brasileira, e particularmente o campo democr√°tico e popular, no sentido de alargar e consolidar as conquistas sociais desses √ļltimos 35 anos, por isso esta etapa cumpre um duplo papel: compreendermos de maneira aprofundada a nossa atual conjuntura pol√≠tica, e refletir as mudan√ßas necess√°rias para o funcionamento e organiza√ß√£o do partido neste pr√≥ximo per√≠odo‚ÄĚ.

Com Assessoria

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