Deputado revela plano de Cartaxo para tirar Romero e esvaziar PSDB de C√°ssio Cunha Lima

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Revela√ß√Ķes do deputado An√≠sio Maia mostram que o prefeito Luciano Cartaxo n√£o quer o senador C√°ssio Cunha Lima e o PSDB como aliados nas elei√ß√Ķes de 2016. Na verdade, pelo que disse Maia em entrevista no Sistema Arapuan, nesta quinta-feira, Cartaxo planeja dar uma “punhalada nas costas” de C√°ssio, levando o prefeito Romero Rodrigues para o PSD, de R√īmulo Gouveia, e esvaziando o ninho tucano em Campina Grande, onde o senador e o seu partido, PSDB, contam como certa a reelei√ß√£o do atual prefeito.

PSD e PT s√£o aliados no plano federal. R√īmulo Gouveia trocou o PSDB pelas benesses do Pal√°cio do Planalto e hoje faz parte da bancada da presidente Dilma Rosusef no Congresso Nacional. Segundo An√≠sio Maia, o √ļnico motivo para Cartaxo se aproximar de Romero √© a possibilidade de mudan√ßa do tucano para o PSD, onde ganharia o apoio do PT. Se √© verdade, e An√≠sio tem cacife para falar do assunto por ser porta-voz do prefeito de Jo√£o Pessoa, o suposto acordo com os tucanos em 2016 voltou √† estaca zero. Ali√°s, diante dos novos fatos, podemos dizer que nunca existiu. Pelo menos da parte de Cartaxo e do PT.

Mas, n√£o foram s√≥ as revela√ß√Ķes de An√≠sio Maia que causaram estranheza. Pouco depois do petista, foi a vez de R√īmulo Gouveia “dar um basta” nas especula√ß√Ķes sobre a poss√≠vel filia√ß√£o de Romero ao PSD. Dizem as m√°s l√≠nguas que a interven√ß√£o imediata do “Gordinho” teria o dedo de C√°ssio, para se contrapor √†s investidas de Cartaxo em defesa da troca de partido do prefeito. Todos sabem que R√īmulo dificilmente se negaria a atender um pedido do senador, mesmo posando de aliado do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Trocando em mi√ļdos, parece que o “tiro” de Cartaxo saiu pela culatra. Ao inv√©s de ganhar novos aliados, talvez o prefeito tenha conquistado futuros advers√°rios. At√© porque, n√£o sei se C√°ssio, Romero e R√īmulo ter√£o mais motivos para confiar nos verdadeiros prop√≥sitos do petista.

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No “vale tudo” da politica paraibana, Cartaxo “cola” em C√°ssio para provocar “ci√ļmes” em Ricardo Coutinho

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PT e PSDB na pol√≠tica brasileira s√£o como √°gua e √≥leo: n√£o se misturam. Um √© governo e o outro oposi√ß√£o. Essa rela√ß√£o, j√° foi inversa no passado. Mas, na Para√≠ba a regra pode ser quebrada. Depois de levar v√°rios “chega para l√°” do governador Ricardo Coutinho e do PSB, o prefeito Luciano Cartaxo (PT) resolveu “colar” no senador C√°ssio Cunha Lima (PSDB) durante os festejos juninos, numa clara inten√ß√£o de provocar “ci√ļmes” no socialista, seu maior aliado nas elei√ß√Ķes estaduais de 2014.

Juntos no S√£o Jo√£o de Campina Grande, Cartaxo, C√°ssio e o prefeito Romero Rodrigues geraram fortes rumores sobre uma poss√≠vel composi√ß√£o entre PT e PSDB nas elei√ß√Ķes municipais de 2016, tendo como foco principal o apoio √† reelei√ß√£o dos dois atuais prefeitos, que disputar√£o a reelei√ß√£o. Pelo acordo, os petistas votariam em Romero em Campina e teriam a contrapartida na Capital, com o apoio dos tucanos a Cartaxo.

Em tese, seria uma uma boa sa√≠da para os dois grupos. Com a vit√≥ria, al√©m de manterem o controle dos dois principais col√©gios eleitorais, PT e PSDB provocariam grandes perdas ao PSB que, sem Jo√£o Pessoa e Campina Grande, teria dificuldades para repetir o forte palanque das elei√ß√Ķes do ano passado. Na pr√°tica, entretanto, n√£o √© uma opera√ß√£o f√°cil. Primeiro porque, no meio do caminho, tem o governador Ricardo Coutinho com uma “m√°quina azeitada” e farto curr√≠culo de especialista em “furar bloqueios” e conquistar novos aliados.

Segundo porque, como disse ates, em n√≠vel nacional PT e PSDB n√£o se misturam. N√£o estaria, portanto, descartado um eventual veto da c√ļpula petista a um acordo dessa natureza. C√°ssio vem “batendo” tanto no governo de Dilma que talvez os petistas prefiram enfrentar preju√≠zos eleitorais em Jo√£o Pessoa a ter que “engoli-lo” como aliado, mesmo no √Ęmbito regional.

De qualquer maneira, a aproximação entre Cartaxo e Cássio mostra que, para chegar ao poder, vale qualquer esforço ou barganha, como foi visto na disputa do ano passado. Prova também que não se pode descartar nenhuma hipótese em se tratando da política paraibana.

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Durante semin√°rio, Lula defende renova√ß√£o no PT e afirma que Dilma est√° no “volume morto”

lula

Mantendo um discurso cr√≠tico ao PT, o ex-presidente Luiz In√°cio Lula da Silva defendeu uma mudan√ßa no Partido dos Trabalhadores (PT) durante semin√°rio nesta segunda-feira, em S√£o Paulo. Para Lula, √© preciso fazer uma revolu√ß√£o no partido e colocar pessoas mais jovens no PT. O ex-presidente, em reuni√£o no instituto que leva o seu nome. Para Lula, ‚ÄúDilma est√° no volume morto, o PT est√° abaixo do volume morto‚ÄĚ e ele pr√≥prio est√° no volume morto.

‚ÄĒ Eu acho que o PT perdeu um pouco a utopia. Eu lembro como √© que a gente acreditava nos sonhos, como a gente chorava quando a gente mesmo falava, tal era a cren√ßa. Hoje n√≥s precisamos construir isso porque hoje a gente s√≥ pensa em cargo, a gente s√≥ pensa em emprego, a gente s√≥ pensa em ser eleito e ningu√©m hoje mais trabalha de gra√ßa ‚ÄĒ disse Lula nesta segunda-feira.

O ex-presidente tamb√©m ressaltou a necessidade de construir uma nova utopia e promover uma ‚Äúrevolu√ß√£o interna‚ÄĚ no PT.
‚ÄĒ O PT precisa urgentemente voltar a falar pra juventude tomar conta do PT. O PT est√° velho. Eu, que sou a figura proeminente do PT, j√° estou com 69 (anos), j√° estou cansado, j√° estou falando as mesmas coisas que eu falava em 1980. Fico pensando se n√£o est√° na hora de fazer uma revolu√ß√£o neste partido, uma revolu√ß√£o interna, colocar gente nova, mais ousada, com mais coragem. Temos que decidir se n√≥s queremos salvar a nossa pele e os nossos cargos, ou queremos salvar nosso projeto. E acho que n√≥s precisamos criar um novo projeto de organiza√ß√£o partid√°ria nesse pa√≠s.

‚ÄĒ O PT era, em 1980, o que √© hoje o Podemos. A gente nasceu de um sonho, de que a classe trabalhadora pudesse ter vez e ter voz, e n√≥s constru√≠mos essa utopia. H√° necessidade de repensarmos a esquerda, o socialismo e o que fazer quando chegamos ao governo. Enquanto voc√™ √© oposi√ß√£o √© muito f√°cil ser democrata voc√™ pode sonhar, pensar, acreditar, mas quando voc√™ chega ao governo, precisa fazer, tomar posi√ß√Ķes.

Lula afirmou ainda que o maior legado deixado por seu governo foi o exercício da democracia.

‚ÄĒ Nunca antes na hist√≥ria do Brasil o povo exerceu tanto a democracia e participou tanto das decis√Ķes do meu governo como o povo participou quando o PT chegou ao governo.

O petista falou sobre o Foro de São Paulo, grupo composto por partidos e movimentos de esquerda da América Latina, e um dos temas mais criticados por movimentos anti-PT e anti-governo.

‚ÄĒ O Foro de S√£o Paulo foi criado com a ideia de educar a esquerda latino-americana a praticar a democracia. Na Argentina, nem o Maradona unificava a esquerda. Hoje, os partidos de esquerda participam de governos nesses pa√≠ses.

Lula tamb√©m voltou a criticar a imprensa e acusou os ve√≠culos de comunica√ß√£o de ‚Äúfazer oposi√ß√£o pelo editorial‚ÄĚ. Ele disse que √© preciso saber usar melhor as redes sociais e a internet do que pedir entrevista.

‚ÄĒ Aqui no Brasil n√≥s reclamamos muito da m√≠dia. A oposi√ß√£o aqui √© a imprensa. Em alguns jornais, eles fazem oposi√ß√£o pelo editorial. Ao inv√©s de brigar com isso, temos que melhor saber usar a internet, melhor saber usar as redes sociais ‚ÄĒ disse Lula.

Ele falou ainda da regulação da mídia, disse que nove famílias controlam praticamente todos os veículos de comunicação e que o país está atrasado.

‚ÄĒ O Brasil est√° defasado. A regula√ß√£o √© de 1962, no tempo que ligar do Rio Grande do Sul para Bras√≠lia, segundo o (Leonel) Brizola, levava seis horas. N√£o tinha nem fax. E na era da TV Digital, ainda tem nove fam√≠lias que controlam toda a comunica√ß√£o do pa√≠s ‚ÄĒ declarou Lula.

Com O Globo

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CASO PERDIDO? Enquanto Frei Anastácio levanta bandeira branca, Adalberto Fulgêncio estimula discórdia entre PT e PSB

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Sempre que se fala na aliança PT/PSB na Paraíba, logo vem à memória a imagem do passado. Em 2014, quando poucos apostavam, os dois partidos se juntaram para reeleger Ricardo Coutinho governador e projetar o desconhecido Lucélio Cartaxo na política estadual, com uma votação consagradora para o Senado. Hoje, a situação é outra, completamente diferente. Quando aparece alguém ou um gesto na tentativa de amenizar a crise que caminha para um eventual rompimento entre Ricardo e Cartaxo, não são poucos os que agem na direção contrária.

O deputado Frei Anastácio (PT), oposição a Ricardo na Assembleia Legislativa, elogiou o secretário de Segurança, Cláudio Lima, por incrível que pareça. Anastácio pediu reforço policial em municípios onde atua e obteve a promessa de atendimento do pleito. Bastou isso para o deputado, enfim, reconhecer o esforço do auxiliar e, por tabela, do governo no combate à violência.

Na outra ponta, o secret√°rio de Articula√ß√£o Municipal, Adalberto Fulg√™ncio, rotulado por vereadores da pr√≥pria base de Cartaxo como secret√°rio da “desuni√£o”, disparou contra om Pal√°cio da Reden√ß√£o afirmando que as obras executadas pelo Governo do Estado em Jo√£o Pessoa dependem apenas de recursos federais, ou seja, do governo do PT. A declara√ß√£o irritou o governador e provocou sua rea√ß√£o imediata.

Primeiro, Ricardo lembrou que os recursos federais n√£o s√£o de propriedade de grupos pol√≠ticos, referindo-se ao PT de Cartaxo e Adalberto. Depois, “passou na cara” dos petistas a falta de defesa da presidente Dilma Roussef diante da crise √©tica, moral, econ√īmica e pol√≠tica que o governo do PT atravessa. “Esse grupo, na hora que o governo precisa n√£o bota a cabe√ßa de fora. Quando √© para defender a presidente (Dilma), n√£o defende”, sustentou.

√Č a fogueira das elei√ß√Ķes municipais queimando a todo vapor.

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Ricardo reconhece crescimento da criminalidade, diz que problema √© nacional e avalia que viol√™ncia “chegou ao ponto extremo”

Ricardo Coutinho

O governador Ricardo Coutinho (PSB) reconheceu a exist√™ncia de uma crise na Seguran√ßa P√ļblica, mas voltou a lembrar que o problema √© nacional e n√£o estadual ou municipal. Segundo ele, a viol√™ncia atingiu um n√≠vel extremo, gerando a impress√£o de que as pessoas est√£o perdendo o limite de suas a√ß√Ķes. “A viol√™ncia est√° sendo combatida. Se n√£o houvesse viatura, policiais e armas poderia se dizer que a seguran√ßa p√ļblica n√£o existe. as, as pol√≠cias est√£o agindo, os bandidos est√£o sendo presos. N√£o podemos √© adivinhar onde os atos de viol√™ncia v√£o ocorrer”, explicou Coutinho, durante seu programa radiof√īnico semanal.

Ainda de acordo com Coutinho, a viol√™ncia urbana cresce assustadoramente no Brasil inteiro, fato que torna ainda mais dif√≠cil a a√ß√£o dos policiais e das for√ßas de seguran√ßa p√ļblica. Ricardo defendeu penas mais duras para crimes como latroc√≠nio como forma de combater esse crescimento. “Quem rouba e mata tem que tyer uma pena mais dura”, sustentou, insistindo tamb√©m na tese de cria√ß√£o do Minist√©rio da Seguran√ßa P√ļblica para tratar o tema de forma espec√≠fica.

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Maranh√£o garante que PMDB continuar√° unido e re√ļne deputados na pr√≥xima semana

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Como era esperado, o senador e presidente do PMDB Jos√© Maranh√£o “tomou as r√©deas” da sucess√£o no diret√≥rio municipal de Jo√£o Pessoa e deve reunir os deputados Gervasio maia (estadual) e Manoel J√ļnior (federal) at√© a pr√≥xima sexta-feira para evitar novos atritos p√ļblicos que atinjam a imagem do partido. Ao inv√©s de dar bronca, Maranh√£o elogiou os dois parlamentares e garantiu que o PMDB chegar√° unido √†s elei√ß√Ķes municipais de 2016, inclusive em Jo√£o Pessoa.

Os afagos s√£o uma esp√©cie de “preliminar” da conversa que o dirigente ter√° com Gervasio e Manoel J√ļnior. Embora n√£o tenha antecipado o teor da conversa que ter√° com os deputados, o senador deve mostrar os preju√≠zos causados ao PMDB pela troca de ataques pessoais registrada na R√°dio Arapuan, na √ļltima quinta-feira. “Epis√≥dios como aquele n√£o devem se repetir porque afetam n√£o apenas a imagem do PMDB, mas tamb√©m a dos pr√≥prios agressores”, avalia.

Gervasio quer suceder Manoel J√ļnior na presid√™ncia do PMDB em Jo√£o Pessoa e alega que houve um acordo pr√©vio nesse sentido com Manoel J√ļnior. J√° o deputado federal nega o suposto acordo e diz que o partido far√° rod√≠zio no diret√≥rio municipal, mas n√£o significa que escolher√° Gervasio presidente.

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Ronaldinho nega envolvimento com “esquema” da Turmalina Para√≠ba e diz que apenas prestou servi√ßos advocat√≠cios

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O vice-prefeito de Campina Grande Ronaldinho Cunha Lima (PSDB) esclareceu as causas da inclusão de seu nome na Operação Sete Chaves, da Polícia federal, que investiga a venda ilegal da Turmalina Paraíba. Em nota distribuída por sua assessoria de imprensa, Ronaldinho disse que compareceu espontaneamente à sede da PF para informar que prestou apenas serviços advocatícios à empresa responsável pela exploração da pedra preciosa.

Tendo em vista que os outros investigados tiveram contra si medidas coercitivas decretadas, Ronaldo Filho achou por bem impetrar um Habeas Corpus preventivo junto ao TRF-5, pois, como sua atua√ß√£o era meramente de advogado e hoje ocupa um cargo eletivo na Prefeitura de Campina Grande, evidentemente o zelo pela imagem de homem p√ļblico √© um dever que tem perante a sociedade.
O desembargador, ao indeferir o Habeas Corpus, deixou claro que n√£o vislumbrava ind√≠cios de nenhuma medida coercitiva contra a sua pessoa, o que sinaliza a veracidade do que provou durante sua visita espont√Ęnea √† autoridade policial.

Os advogados de Ronaldo Filho peticionaram ao juiz federal da Comarca de Patos, juntando a c√≥pia dos esclarecimentos prestados pelo seu cliente, como tamb√©m foi mantido contato telef√īnico com o Procurador que est√° √† frente das investiga√ß√Ķes, afirmando em s√≠ntese que o vice-prefeito est√° √† disposi√ß√£o para qualquer outro esclarecimento que se fa√ßa necess√°rio no apoio e colabora√ß√£o das investiga√ß√Ķes.

Finalmente, a nota se encerra com o advogado e vice-prefeito campinense destacando n√£o ter nada a esconder, em sua vida p√ļblica ou nas atividades privadas. E garante: lutar√° de forma veemente para fazer prevalecer suas prerrogativas de exerc√≠cio pleno da advocacia, em respeito √† institui√ß√£o a que pertence ‚Äď a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) -, pois do contr√°rio um profissional do Direito ficar√° impedido de atuar na sua √°rea, sob pena de serem mal interpretadas as suas interlocu√ß√Ķes com o cliente, esperando a corre√ß√£o dos fatos devidamente esclarecidos para garantia n√£o apenas pessoal, mas de qualquer advogado neste pa√≠s.a Lima Filho, de Campina Grande, emitiu no in√≠cio da tarde deste s√°bado, 20, a seguinte nota:

Logo que tomou conhecimento de alus√Ķes ao seu nome no inqu√©rito da Pol√≠cia Federal referente √† Opera√ß√£o Sete Chaves, Ronaldo Cunha Lima tomou as seguintes providencias:

1) Compareceu espontaneamente, com seu advogado Solon Benevides, à Superintendência da Policia Federal em João Pessoa e prestou os seguintes esclarecimentos:

1.1) Todas as cita√ß√Ķes referentes ao seu nome, seja no relat√≥rio do inqu√©rito ou nas intercepta√ß√Ķes telef√īnicas das pessoas investigadas, se referem √ļnica e exclusivamente √† sua atua√ß√£o como advogado, desde o ano de 1997, juntamente com o colega, j√° falecido, Fernando Porto.

1.2) Ronaldo Filho entregou, na ocasião, cópia dos contratos advocatícios à autoridade policial, esclarecendo que o objetivo para o qual foi contratado era o de tentar fazer uma composição com as empresas, no que tange à exploração do minério.

1.3) Disse, também, que sua atuação profissional, juntamente com Fernando Porto, abrangia a área do Direito Minerário, visando obter os melhores resultados do contrato advocatício celebrado, que é o dever de qualquer advogado militante.

1.4) Negou, peremptoriamente, ter relação comercial ou acionária com qualquer das empresas investigadas, pois, pelos contratos juntados aos autos, a sua atuação se limitava exclusivamente à advocacia empresarial.
1.5) Ronaldo Cunha Lima Filho autorizou expressamente ao delegado a quebra de seus sigilos banc√°rio, telef√īnico, fiscal e telem√°tico (e-mails) como demonstra√ß√£o clara sobre sua real atividade profissional no objeto do contrato, que anexou ao inqu√©rito.

Tendo em vista que os outros investigados tiveram contra si medidas coercitivas decretadas, Ronaldo Filho achou por bem impetrar um Habeas Corpus preventivo junto ao TRF-5, pois, como sua atua√ß√£o era meramente de advogado e hoje ocupa um cargo eletivo na Prefeitura de Campina Grande, evidentemente o zelo pela imagem de homem p√ļblico √© um dever que tem perante a sociedade.

O desembargador, ao indeferir o Habeas Corpus, deixou claro que n√£o vislumbrava ind√≠cios de nenhuma medida coercitiva contra a sua pessoa, o que sinaliza a veracidade do que provou durante sua visita espont√Ęnea √† autoridade policial.

Os advogados de Ronaldo Filho peticionaram ao juiz federal da Comarca de Patos, juntando a c√≥pia dos esclarecimentos prestados pelo seu cliente, como tamb√©m foi mantido contato telef√īnico com o Procurador que est√° √† frente das investiga√ß√Ķes, afirmando em s√≠ntese que o vice-prefeito est√° √† disposi√ß√£o para qualquer outro esclarecimento que se fa√ßa necess√°rio no apoio e colabora√ß√£o das investiga√ß√Ķes.

Finalmente, a nota se encerra com o advogado e vice-prefeito campinense destacando n√£o ter nada a esconder, em sua vida p√ļblica ou nas atividades privadas. E garante: lutar√° de forma veemente para fazer prevalecer suas prerrogativas de exerc√≠cio pleno da advocacia, em respeito √† institui√ß√£o a que pertence ‚Äď a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) -, pois do contr√°rio um profissional do Direito ficar√° impedido de atuar na sua √°rea, sob pena de serem mal interpretadas as suas interlocu√ß√Ķes com o cliente, esperando a corre√ß√£o dos fatos devidamente esclarecidos para garantia n√£o apenas pessoal, mas de qualquer advogado neste pa√≠s.

Com Assessoria

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Galdino afirma que Assembleia “cumpriu seu papel” no primeiro semestre e instala Comiss√£o de Recesso

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) entra em recesso parlamentar a partir deste sábado (20) e retorna as atividades no próximo dia seis de julho, após os festejos juninos.

O presidente da Assembleia Legislativa da Para√≠ba, deputado Adriano Galdino disse estar satisfeito com a atua√ß√£o da casa e parabenizou a todos os parlamentares pelo desempenho. “A Assembleia cumpriu o seu papel nesse primeiro semestre da 18¬į Legislatura. Encerramos os trabalhos com a pauta limpa, atuamos de forma efetiva e pr√≥xima a popula√ß√£o”, pontuou.

De acordo com o Regimento Interno da Casa, uma Comissão Representativa foi formada para atuar durante o recesso parlamentar. Composta por 12 deputados titulares e 12 na condição de suplentes, compete à Comissão cuidar pelas prerrogativas do Poder Legislativo durante o recesso.

Além do presidente Adriano Galdino, atuam como titulares desta Comissão os deputados Buba Germano, Estela Bezerra, João Bosco Carneiro, Anísio Maia, Ricardo Barbosa, Charles Camaraense, Camila Toscano, Renato Gadelha, Tovar Correia Lima, Janduhy Carneiro e Bruno Cunha Lima.

Como suplentes da Comiss√£o Parlamentar de Recesso, est√£o os deputados In√°cio Falc√£o, Branco Mendes, Herv√°zio Maia, Genival Matias, Gerv√°zio Maia, Frei Anast√°cio, Galego Souza, Dinaldinho Wanderley, Arnaldo Monteiro, Jutay Meneses, Daniella Ribeiro e Raniery Paulino.

Com ALPB

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Ricardo destaca import√Ęncia de obras em Jo√£o Pessoa e provoca C√°ssio: “N√£o fui eleito s√≥ para pagar a folha”

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A visita que fez às obras em andamento em João Pessoa, não serviram apenas para mostrar a presença do Governo do Estado no principal colégio eleitoral da Paraíba, mas também mais uma oportunidade para o governador Coutinho (PSB) provocar seu ex-aliado e principal adversário, senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Ricardo disse que o volume de obras comprova que o atual governo tem prioridades, se comparado com os anteriores.

Mesmo sem citar nomes, Ricardo citou que, no passado, servidores estaduais foram obrigados a fazer empr√©stimos para receber o 13¬ļ sal√°rio, diferente do que acontece hoje. “Acho que o Estado tem, em compara√ß√£o com os demais, uma performance diferenciada, com base nas prioridades”, afirmou.

Ap√≥s relacionar o Trevo e a Escola T√©cnica, em Mangabeira, a Central de Pol√≠cia e o viaduto, no Ernesto Geisel, entre outras obras que espera concluir nesse segundo governo, Ricardo espertamento tratou de evitar confronto com o prefeito Luciano Cartaxo, do PT, que “clama” diariamente por seu apoio para disputar a reelei√ß√£o. O socialista evitou compara√ß√Ķes, lembrando que a Prefeitura de Jo√£o Pessoa tamb√©m tem obras que independem do Governo do Estado. “N√£o vou virar manchete por causa de respostas como estas”, justificou, como quem n√£o quer briga.

Pelo menos com Cartaxo, Ricardo age assim: um dia no cravo, outro na ferradura. Já com Cássio, a situação é completamente diferente.

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Maranh√£o convoca reuni√£o para brecar ataques entre Gervasio Maia e Manoel J√ļynior

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Como era esperado, o senador Jos√© Maranh√£o, presidente do PMDB, “tomou as r√©deas” da sucess√£o no diret√≥rio municipal de Jo√£o Pessoa e convocou reuni√£o com os deputados Gervasio Maia e Manoel J√ļnior para tentar por um ponto final nos ataques entre os dois. O encontro ser√° no pr√≥ximo dia 29, Dia de S√£o Pedro, na sede do PMDB, Avenida Beira Rio.

O dirigente anunciou a reuni√£o ap√≥s entrevistas “quentes” concedidas, primeiro por Gervasio e depois por Manoel J√ļnior, na tarde de ontem, na R√°dio Arapuan. A causa dos ataques seria um suposto acordo, onde Manoel J√ļnior, atual presidente, seria substitu√≠do por Gervasio Maia no posto. O deputado estadual cobra o cumprimento do acordo que Manoel J√ļnior alega inexistir.

Caberá a Maranhão, como comandante maior do PMDB, encontrar uma saída consensual antes que as divergências sejam ampliadas. Por isso, o senador quer ouvir as partes antes de encaminhar uma decisão final sobre a disputa prévia pela presidência no diretório municipal, passo importantíssimo para quem pensa em ser indicado candidato a prefeito ou levar o partido a apoiar nome de outra legenda.

Uma sa√≠da consensual, √© tudo que Maranh√£o deseja no momento. O problema √© que nenhum dos dois – Gervasio e Manoel J√ļnior – quer abrir m√£o de suas pretens√Ķes. Religioso, o presidente do PMDB deposita sua f√© na for√ßa de S√£o Pedro para selar a paz entre os peemedebistas.

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