Jo√£o Azevedo comemora R$ 560 milh√Ķes em obras executadas pelo Governo do Estado e destaca investimentos em Jo√£o Pessoa

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Apesar da crise econ√īmica que atingiu o Brasil em 2015, o Governo do Estado comemora a entrega de mais de R$ 560 milh√Ķes em obras nas √°reas de infraestrutura, recursos h√≠dricos, educa√ß√£o, esporte e turismo, entre outras que est√£o sob responsabilidade da Superintend√™ncia de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan).

De acordo com o secret√°rio da Infraestrutura, dos Recursos H√≠dricos, do Meio Ambiente e da Ci√™ncia e Tecnologia, Jo√£o Azev√™do Lins Filho, apesar do quadro preocupante os paraibanos e o Estado t√™m muito a comemorar. ‚ÄúFoi um ano dif√≠cil em temos de repasse de recursos da Uni√£o, mas a Para√≠ba, por ter feito o dever de casa nos anos de 2013 e 2014, permitiu que esse ano ainda fosse poss√≠vel fazer a entrega desse volume de obras‚ÄĚ.

Apenas no Programa Caminhos da Para√≠ba, que recupera as rodovias estaduais, o governo restaurou 536 quil√īmetros de estradas, o que corresponde a um investimento de R$ 201 milh√Ķes. J√° na √°rea de recursos h√≠dricos, as obras abrangem adutoras nas cidades de Sum√©, Sousa, Nazarezinho, Pocinhos, al√©m da barragem de Pitombeiras, que est√° pronta para inaugurar e a adutora de Aroeiras, que devem ser entregues neste primeiro semestre.

Jo√£o Azev√™do explicou que as dificuldades enfrentadas no recebimento de recursos federais alteraram o ritmo das obras, mas o secret√°rio garantiu que n√£o houve paralisa√ß√£o. ‚ÄúCom a transfer√™ncia de recursos do Governo Federal para as grandes obras, houve, basicamente, uma altera√ß√£o do cronograma em algumas obras como, por exemplo, no canal Acau√£ Ara√ßagi, onde n√≥s t√≠nhamos cerca de 1.200 homens trabalhando e hoje temos 300 trabalhadores‚ÄĚ.

Para 2016, o governo estadual trabalha com o objetivo de suprir a escassez de recursos provenientes do Or√ßamento Geral da Uni√£o e do PAC. ‚ÄúMesmo que seja um ano novamente dif√≠cil, o Estado est√° se preparando. Recentemente, a Assembleia Legislativa aprovou um empr√©stimo de R$ 700 milh√Ķes junto ao Banco do Brasil para que o Estado possa financiar as obras de infraestrutura e manter o ritmo de trabalho a que ele se acostumou a ter desde 2011‚ÄĚ, concluiu o secret√°rio.

Comentar

Na “guerra” de n√ļmeros e acusa√ß√Ķes entre Ricardo e C√°ssio, sobrou para o senador Jos√© Maranh√£o

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Na “guerra” de n√ļmeros e acusa√ß√Ķes travada entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador C√°ssio Cunha Lima (PSDB), coube ao tamb√©m senador e ex-governador Jos√© Maranh√£o (PMDB) “pagar o pato”, como √© tratada esse tipo de situa√ß√£o no vocabul√°rio popular. Em direito de resposta √† informa√ß√£o divulgada no jornal Correio da Para√≠ba, o Governo do Estado acabou atingindo a gest√£o antecessora ao referir-se a um suposto d√©ficit de quase R$ 2 bilh√Ķes que Maranh√£o teria deixado como “heran√ßa” para o socialista.

Maranh√£o rebateu a acusa√ß√£o, atrav√©s de nota, referindo=-se a “uma afirma√ß√£o falsa, cavilosa e sem comprova√ß√£o”. Segundo o ex-governador, o pr√≥prio Tribunal de Contas do Estado comprovou a inexist√™ncia de tal d√©ficit, em relat√≥rio aprovado pela Assembleia Legislativa. “O relat√≥rio, ao contr√°rio, aponta saldos de R$ 610 milh√Ķes”, lembrou.

Abaixo, a nota de Maranhão na íntegra:

NOTA

Para contestar dados publicados na coluna da Jornalista Lena Guimar√£es, do Jornal Correio da Para√≠ba, edi√ß√£o do dia 26 de dezembro do corrente ano, em mat√©ria assinada pela Jornalista Adriana Bezerra, que substitui a titular, o Governo do Estado enviou √† reda√ß√£o do citado jornal, mat√©ria requerendo direito de resposta. A reportagem principal tinha o t√≠tulo de ‚ÄúArtilharia Pesada‚ÄĚ, sendo aquela resposta publicada na mesma coluna, na edi√ß√£o do dia 28/12/2015, com o t√≠tulo ‚ÄúA Vers√£o do Governo‚ÄĚ.

N√£o √© do meu interesse discutir o conte√ļdo, muito menos a veracidade e m√©rito dos dados ali relacionados. O que me leva a comentar o fato √© o argumento usado pelo apressado e despreparado redator da resposta oficial que afirma, entre outras justificativas, que:

‚ÄúDiferentemente do que se viu ao final de 2010, ano no qual a ilustre colunista (errou at√© a identifica√ß√£o da pessoa da Jornalista) ocupava a Secretaria de Comunica√ß√£o Institucional, quando o Estado fechou com um d√©ficit or√ßament√°rio anual de R$411 milh√Ķes, al√©m de uma heran√ßa de R$1,3 bilh√£o de reais em d√©bitos, s√≥ permitindo a recupera√ß√£o do equil√≠brio fiscal nos anos seguintes da atual gest√£o‚ÄĚ

Essa despreparada afirma√ß√£o de que meu Governo deixou um d√©bito de 1,3 bilh√£o de reais j√° foi rebatida in√ļmeras vezes, desde o in√≠cio de 2011, por mim e pelos componentes da equipe econ√īmica do meu governo. √Č uma afirma√ß√£o falsa, cavilosa e sem comprova√ß√£o.

Em uma das entrevistas publicadas por despreparados assessores governamentais, no inicio da gest√£o iniciada em 2011, foi dito que uma das parcelas do mencionado d√©bito eram as presta√ß√Ķes vincendas da ‚ÄúDivida Fundada‚ÄĚ para 2011: Afirma√ß√£o eivada de m√° f√©.

At√© hoje, embora solicitada por membros do meu governo, atrav√©s de pronunciamentos na imprensa, jamais foi divulgada a listagem desses d√©bitos sem ‚Äúcobertura financeira‚ÄĚ: Simplesmente porque eles n√£o existem.

Os ‚Äúrestos √† pagar‚ÄĚ de 2010, contabilizados oficialmente, existentes pelo simples fato de que as obras em andamento e/ou os materiais e equipamentos adquiridos e empenhados, n√£o estavam conclu√≠das e/ou entregues a ponto de serem pagos, praticamente todos eles financiados com recursos federais de conv√™nios e do contrato de empr√©stimo do BNDES, todos eles cobertos financeiramente, com recursos depositados em bancos, conforme atestado pelo balan√ßo geral do estado/2010, assinado e publicado pelo Governador do Estado da √©poca e atual, merecendo parecer favor√°vel do Tribunal de Contas do Estado e aprova√ß√£o da Assembleia Legislativa do Estado da Para√≠ba, com saldos dispon√≠veis de R$610 milh√Ķes.

Mais uma vez venho contestar as informa√ß√Ķes oficiais citadas, relativamente ao per√≠odo do meu governo, por improcedentes e sem comprova√ß√£o.

Jo√£o Pessoa, 29 de Dezembro de 2015.

JOS√Č TARGINO MARANH√ÉO
Ex-Governador da Paraíba
Senador da Rep√ļblica

Comentar

Vereador diz que “grandes obras” de Cartaxo se resumem a pintura de escolas e reforma de pra√ßas

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O vereador Raoni Mendes (PTB) criticou a forma como a Prefeitura Municipal de Jo√£o Pessoa (PMJP) tem divulgado o trabalho realizado pela gest√£o na capital. De acordo com o parlamentar, o prefeito prometeu entregar duas obras por semana e garantiu que 70 novas obras seriam inauguradas at√© o fim deste ano. Mas, o que tem acontecido √© uma clara tentativa de enganar a popula√ß√£o com pequenas interven√ß√Ķes de pr√©dios, pintura de escolas e reforma de pra√ßas, que t√™m sido divulgadas como grandes obras.

Segundo Raoni Mendes, uma an√°lise detalhada realizada pelos integrantes da bancada de oposi√ß√£o mostra que, mais de 40 obras divulgadas n√£o passam de reformas que s√£o, em sua maioria de pequeno porte. “Aquilo que √© corriqueiro da administra√ß√£o, como ilumina√ß√£o p√ļblica, revitaliza√ß√£o de ruas e pintura de escolas, a prefeitura divulga como se fosse uma obra nunca antes vista na cidade”, disse Raoni. O prefeito tamb√©m dividiu interven√ß√Ķes simples em etapas (como a mudan√ßa no tr√Ęnsito da avenida Beira-Rio) e colocou no seu ‘pacote’ de a√ß√Ķes, para justificar as 70 obras.

Raoni destaca que a prefeitura tenta ludibriar os moradores da capital quando induz, atrav√©s de divulga√ß√£o, as pessoas a acreditarem que escolas foram constru√≠das quando na verdade foram apenas pintadas e, algumas delas, climatizadas. Com as pra√ßas, a prefeitura tem dado o mesmo tratamento. “At√© o momento apenas uma pra√ßa foi constru√≠da. Mas, a atual gest√£o tem realizado e divulgado eventos de inaugura√ß√£o das reformas como se tivesse constru√≠do esses locais”, disse Raoni.

O vereador ressaltou que o prefeito ‚Äėinventa‚Äô obras e inaugura ‚Äėpintura‚Äô para cumprir a meta. ‚ÄúEle est√° repetindo obras, inclusive. Faz uma pintura e vai l√° inaugurar para dizer que cumpre uma meta de duas obras por semana. A popula√ß√£o est√° esperando por mudan√ßas que melhorem suas vidas. Mas, at√© agora, s√≥ tem visto maquiagem‚ÄĚ, destacou o parlamentar.

Com Ascom

Comentar

Ricardo passa a chamar C√°ssio de “Cunha” tentando comparar tucano a Eduardo Cunha

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Talvez o fato tenha passado despercebido – N√£o vi coment√°rios a respeito -, mas o governador Ricardo Coutinho (PSB) usou e abusou do sobrenome “Cunha” ao referir-se ao ex-aliado e hoje principal advers√°rio, senador C√°ssio Cunha Lima (PSDB). Durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunica√ß√£o, nesta ter√ßa-feira, por diversas vezes o socialista usou as express√Ķes “senador Cunha” e “senador C√°ssio Cunha”, quando normalmente utilizaria “senador C√°ssio Cunha Lima” ou “senador C√°ssio”.

A mudan√ßa pareceu proposital, diante da insist√™ncia do governador. Ricardo deixou transparecer tentativa de comparar o l√≠der do PSDB no Senado ao presidente da C√Ęmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), que responde a processo no Conselho de √Čtica sob acusa√ß√£o de ter mentido na CPI da Petrobras, quando disse que n√£o detinha contas banc√°rias na Sui√ßa.

Al√©m do suposto comparativo, Ricardo ainda usou termos como “o dito senador” para distinguir Cunha Lima.

Comentar

C√°ssio se mostra pessimista com economia, prev√™ mais desemprego e dispara: “Ano que vem ser√° pior que em 2015”

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Em entrevista ao jornalista Heron Cid, na MaisTV, canal de v√≠deo do Portal MaisPB, o senador paraibano C√°ssio Cunha Lima (l√≠der do PSDB no Senado Federal) comentou as investiga√ß√Ķes de esquemas de corrup√ß√£o no Governo Dilma Rousseff, voltou a defender novas elei√ß√Ķes para presidente j√° em outubro do ano que vem e fez proje√ß√Ķes pouco positivas para 2016 na √°rea econ√īmica: ‚ÄúSer√° pior que 2015‚ÄĚ. O senador tucano acredita que ‚Äď entre mar√ßo e abril ‚Äď haver√° mais desemprego, infla√ß√£o e taxa de juros ainda mais elevada.

‚ÄúAcho que teremos um ano ainda mais dif√≠cil. N√£o quero ser pessimista, mas o que se anuncia para o ano que vem √© um tempo de dificuldades ainda maiores. Tanto na economia, onde vamos ter o agravamento dessa crise, sobretudo entre mar√ßo e abril, com crescimento do desemprego, aumento da taxa de juros, redu√ß√£o do poder de compra do assalariado e infla√ß√£o de volta. Enfim, tudo isso que tem feito a vida do brasileiro piorar‚ÄĚ, disse C√°ssio Cunha Lima.

O l√≠der tucano destacou que o povo brasileiro sofre com uma crise sem tamanho e aponta a presidente Dilma Rousseff como culpada. ‚ÄúTudo come√ßa em 2014 quando de forma proposital Dilma mentiu e resolveu enganar o Brasil inteiro, durante a campanha, trazendo uma realidade que n√£o condizia com os fatos, para criar aquela apar√™ncia falsa de que o pa√≠s estava no rumo certo, quando na verdade o buraco j√° estava formado‚ÄĚ, disse ele.

A solu√ß√£o para o caos econ√īmico e o panorama pol√≠tico pouco amistoso √© apontada pelo senador: novas elei√ß√Ķes. Ele disse que pode at√© n√£o haver impeachment, mas o afastamento de Dilma Rousseff se dar√° de maneira leg√≠tima e como resultado de suas a√ß√Ķes irregulares.

‚ÄúAs pessoas n√£o perceberam ainda que n√≥s temos um caminho que √© indiscutivelmente o melhor, que s√£o as novas elei√ß√Ķes. Impopularidade n√£o √© raz√£o para impeachment. Precisa que caracterize crime de responsabilidade, que foi cometido por Dilma. O crime eleitoral tamb√©m foi cometido porque houve caixa 2 para a campanha. Mas, acho que √© muito melhor para garantir a legitimidade que haja novas elei√ß√Ķes, junto com as elei√ß√Ķes municipais [ano que vem]. E a√≠ nasce um governo legitimado pelo voto‚ÄĚ, declarou C√°ssio Cunha Lima.

Com Maispb

Comentar

Governador Ricardo Coutinho cita n√ļmeros e garante que Para√≠ba cresceu mesmo com crise econ√īmica

dinheiro

O governador da Para√≠ba, Ricardo Coutinho (PSB), comentou em entrevista ao programa R√°dio Verdade da Arapuan FM, nesta ter√ßa-feira (29), que em linhas gerais est√° satisfeito com a gest√£o no ano de 2015 e que √© importante medir as gest√Ķes n√£o apenas em √©pocas de ‚Äėvacas gordas ‚Äė, mas que √© fundamental analisar nas dificuldades. Al√©m disso, o governador destacou que a Para√≠ba continuou na contram√£o da retra√ß√£o no Brasil e conseguiu manter o crescimento do PIB apesar da crise.

‚ÄúEm linhas gerais estou satisfeito, mas sou ser humano e podemos sempre produzir e render mais‚ÄĚ, afirmou o governador lembrando que quando assumiu o governo do estado, o PIB do pa√≠s nos oito anos anteriores estava em torno de 5% e que nos anos conseguintes foi caindo para 3%, 2%, 1,8% at√© este ano chegar a -3% e enfatizou que ‚Äúna contram√£o disso tudo a Para√≠ba come√ßou a se destacar no Nordeste‚ÄĚ.

De acordo com Ricardo, a Para√≠ba √© o estado com maior crescimento do PIB, ICMS, com√©rcio varejista e crescimento proporcional de empregos do pa√≠s. ‚ÄúA Para√≠ba passou a ser uma das principais refer√™ncias do Nordeste, apesar de quatro anos de seca, que tamb√©m acompanhou a gest√£o, excluindo o primeiro ano. Foi uma seca terr√≠vel que tivemos que redirecionar investimentos para atender a popula√ß√£o nos 80% do territ√≥rio que √© coberto pelo semi√°rido e da conta de situa√ß√Ķes que n√£o estavam previstas anteriormente‚ÄĚ, comentou.

O governador lembrou ainda da crescente diminui√ß√£o do Fundo de Participa√ß√£o dos Estados (FPE) e afirmou que enquanto esse valor cai, a despesa apenas aumenta. ‚ÄúA folha de pessoal vegetativamente vai aumentando com promo√ß√Ķes e ao mesmo tempo as receitas ca√≠ram assustadoramente. A m√©dia salarial cresceu 18%‚ÄĚ, explicou.

‚ÄúN√£o somos uma ilha, fomos atropelados por uma situa√ß√£o de crise econ√īmica ativada por uma crise pol√≠tica‚ÄĚ, afirmou criticando a atitude que a oposi√ß√£o assumiu ao tratar deste assunto. Coutinho afirmou que ‚Äúa crise econ√īmica √© muito menor que o Brasil e que uma crise pol√≠tica n√£o permitiu que o Brasil come√ßasse 2015‚ÄĚ.

Comentar

Ricardo Coutinho afirma que Cartaxo fez apenas quatro obras em quatro anos de gest√£o

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O governador Ricardo Coutinho (PSB) desdenhou nesta ter√ßa-feira do “conjunto de obras” que o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) garante estar inaugurando em Jo√£o Pessoa. Segundo Ricardo, o atual prefeito executou apenas quatro obras nos quase quatro anos de gest√£o e algumas delas, como √© o caso da reforma da Lagoa do parque Solon de Lucena. “√Č brincadeira. O gestor passar quatro anos para inaugurar apenas quatro obras e ainda fazer propaganda do trabalho que vem executando”, ironizou Coutinho, durante entrevista no Sistema Arapuan de Comunica√ß√£o.

Ao lado do secret√°rio Jo√£o Azevedo, Ricardo citou v√°rias obras importantes que seu governo executou na Capital como o Trevo das Mangabeiras, a Esta√ß√£o Ci√™ncia, a Vila Ol√≠mpica e outras que est√£o ainda em andamento como a Perimetral Sul e o Viaduto do Geisel. “N√£o sei como um governante se d√° ao trabalho de usar o audit√≥rio da Prefeitura para entregar um simples enxoval. Se faz um estardalha√ßo publicit√°rio em cima do ato”, criticou.

Ricardo aproveitou para expor o pr√©-candidato a prefeito, Jo√£o Azevedo, nome que apoiar√° na disputa pela sucess√£o municipal do ano que vem. “Enquanto isso, temos obras importantes entregues √† popula√ß√£o e outras que ainda ser√£o inauguradas. E o condutor dessas obras √© o secret√°rio Jo~√ßao Azevedo, companheiro que vem desde a Prefeitura de Jo√£o Pessoa, onde foi secret√°rio”, citou.

Estratégia nítida de polarização.

Comentar

Presidente do PT culpa Cartaxo por não implantação dos BRTs e chama prefeito de mentiroso

Imagem da Internet

Imagem da Internet

No √ļltimo domingo, 27, o prefeito Luciano Cartaxo afirmou em um jornal de grande circula√ß√£o que a n√£o implanta√ß√£o do Bus Rapid Transit (BRT) seria culpa do Governo Federal. Atrav√©s de uma Nota, a presidente do PT de Jo√£o Pessoa, Aparecida Diniz, afirma que isso √© uma inverdade.

Confira a nota:

Sem BRT e Plano de Mobilidade, Cartaxo deixa Jo√£o Pessoa parada!

Como presidenta do Partido dos Trabalhadores de Jo√£o Pessoa, venho atrav√©s desta nota esclarecer ao publico as declara√ß√Ķes do prefeito Luciano Cartaxo que, em entrevista no √ļltimo final de semana publicada pelo Jornal da Para√≠ba, responsabilizou a presidente Dilma Roussef pela n√£o implementa√ß√£o do PAC da Mobilidade Urbana de Jo√£o Pessoa, que previa a cria√ß√£o de cinco corredores exclusivos para circula√ß√£o do Bus Rapid Transit (BRT), um sistema de transporte p√ļblico mais moderno, com maior capacidade de conduzir passageiros, com mais rapidez e acessibilidade.

Cartaxo disse que a causa do projeto não ter saído do papel teria sido o contingenciamento de recurso por parte do governo federal. A desculpa do prefeito da Capital não corresponde à verdade.

O projeto do PAC da Mobilidade Urbana de Jo√£o Pessoa foi aprovado em 2011 pelo Minist√©rio das Cidades, assegurando recursos na ordem de R$ 188 milh√Ķes.

Em agosto de 2014, a Prefeitura de João Pessoa abriu o processo licitatório para empresas interessadas em executar as obras do BRT.

Em setembro do mesmo ano, o Tribunal de Contas do Estado suspendeu a concorrência, através de medida cautelar tomada pelo conselheiro Fernando Catão.

A decis√£o do relator foi tomada ap√≥s uma inspe√ß√£o especial de licita√ß√£o e contratos, para que n√£o houvesse preju√≠zo aos cofres p√ļblicos.

Como a prefeitura n√£o saneou as falhas do edital, a decis√£o foi mantida pela 1¬™ C√Ęmara do TCE em outubro do mesmo ano e o processo licitat√≥rio foi definitivamente suspenso em mar√ßo de 2015.

Portanto, com dinheiro dispon√≠vel na Caixa Econ√īmica Federal ‚Äď CEF para pagamento da obra, a PMJP n√£o conseguiu realizar a licita√ß√£o e n√£o abriu outra, causando preju√≠zos √† popula√ß√£o da capital, que carece de transporte coletivo de melhor qualidade e sofre com constantes engarrafamentos e obst√°culos √† mobilidade urbana.
O Ministério das Cidades nega o contingenciamento de recursos e afirma que o dinheiro não foi liberado porque a prefeitura não solicitou pagamentos.

Não o fez porque não houve processo licitatório. Enquanto a PMJP não consegue implementar o BRT, em cidades vizinhas como Recife, Olinda e Natal os projetos já saíram do papel.

Para confirmar o descaso com a temática da mobilidade, a gestão municipal também perdeu todos os prazos para elaborar e apresentar ao Governo Federal o Plano Municipal de Mobilidade Urbana, fundamental para o planejamento da capital e pré-condição para a liberação de novas transferências federais voluntárias para a área.

Por iniciativa de entidades da sociedade civil, a 2¬™ Promotoria do Meio Ambiente e Patrim√īnio Social de Jo√£o Pessoa ajuizou a√ß√£o civil p√ļblica requerendo a imediata elabora√ß√£o do plano, na forma prevista na Lei n¬ļ 12.587/2012.
Portanto, três anos depois, os grandes projetos de mobilidade urbana em João Pessoa ainda são promessas de campanha. Falta visão estratégica e capacidade de execução na gestão.

Ao tentar culpar o governo Dilma pelo fracasso do projeto do BRT o prefeito Cartaxo tenta transferir responsabilidades.

O governo federal do PT trabalha e sempre trabalhou por João Pessoa. Só os ingratos e os incompetentes não conseguem reconhecer isso.

Jo√£o Pessoa, 28 de dezembro de 2015.

Maria Aparecida Diniz
Presidenta do PT de Jo√£o Pessoa

Com Assessoria

Comentar

Ricardo Coutinho presta contas, cita investimentos de R$ 105 milh√Ķes na Educa√ß√£o e projeta mais obras para 2016

RC no programa Fala

O governador Ricardo Coutinho participou nesta segunda-feira (28) da √ļltima edi√ß√£o do programa semanal Fala Governador, transmitido a partir do meio dia pela R√°dio Tabajara, quando falou sobre algumas obras e a√ß√Ķes do Governo do Estado durante o ano de 2015. Entre os temas que foram abordados est√£o: educa√ß√£o, sa√ļde, estradas e desenvolvimento humano.

Ricardo destacou que, em 2015, foram realizadas obras em 60 escolas da rede estadual de ensino, com investimentos de mais de R$ 105 milh√Ķes. E ainda enfatizou o papel das Escolas Cidad√£s Integrais T√©cnicas Estaduais da Para√≠ba e das Escolas Profissionais T√©cnicas. ‚ÄúElas v√™m para dar aos estudantes um projeto de vida. Estamos melhorando a estrutura das escolas, que s√£o o presente e o futuro desses alunos. As escolas t√©cnicas promovem a profissionaliza√ß√£o para que eles tenham condi√ß√Ķes de qualificar o aprendizado que est√£o recebendo,‚ÄĚ disse.

O governador falou tamb√©m sobre estradas e abastecimento de √°gua, dois pontos que s√£o considerados fundamentais para o desenvolvimento do Estado. ‚ÄúAs estradas n√£o s√£o apenas asfalto, mas vias que levam ao crescimento das cidades. Com as estradas o local renasce. Em janeiro, pretendemos inaugurar mais tr√™s estradas, al√©m das in√ļmeras que j√° entregamos em 2015‚ÄĚ, anunciou.

Quanto ao abastecimento de √°gua, Ricardo Coutinho ressaltou a conquista dos R$ 35,7 milh√Ķes para serem investidos nesta √°rea na Para√≠ba, beneficiando mais de 12 mil habitantes. ‚ÄúSeremos o Estado do Nordeste mais preparado na distribui√ß√£o de √°guas. A Para√≠ba tem 800 quil√īmetros de adutoras que estar√£o √† disposi√ß√£o da popula√ß√£o e estamos buscando mais recursos com a presidente Dilma Rousseff. Em breve, as √°guas do Rio S√£o Francisco v√£o chegar √† Para√≠ba e ajudar a vida de moradores de v√°rios munic√≠pios‚ÄĚ, disse.

Ainda durante o programa Fala Governador, Ricardo abordou as a√ß√Ķes relacionadas ao desenvolvimento humano, destacando o compromisso que mais uma vez foi cumprido com o pagamento do Abono Natalino para fam√≠lias carentes cadastradas em todo o Estado. Para o governador, ‚Äúo valor pode parecer pouco aos olhos de quem n√£o precisa, mas para quem realmente necessita faz diferen√ßa e, por isso, fizemos quest√£o de mant√™-lo‚ÄĚ. Ele ainda destacou entre as a√ß√Ķes o projeto Cidade Madura, destacando que ‚Äú√© um orgulho para a Para√≠ba fazer habita√ß√Ķes especificamente voltadas para pessoas da terceira idade, os quais merecem todo o respeito‚ÄĚ.

Na √°rea de sa√ļde, o governador enfatizou, entre as obras, o papel fundamental do Hospital de Oncologia de Patos, que vai oferecer tratamento espec√≠fico para diversos tipos de c√Ęncer. ‚ÄúCome√ßamos um di√°logo com o Minist√©rio da Sa√ļde para unirmos for√ßas neste in√≠cio de 2016, alavancando recursos para que o Hospital de Oncologia de Patos possa funcionar o quanto antes, levando cuidados espec√≠ficos para pessoas com c√Ęncer‚ÄĚ, comentou.

Ricardo ainda falou sobre projetos na √°rea da sa√ļde em 2016. Ele focou a cria√ß√£o do ‚ÄúAl√ī M√£e‚ÄĚ, que vai fazer o acompanhamento das gestantes, monitorando a qualidade do pr√©-natal feito e buscando diminuir a mortalidade materno-infantil.

O governador encerrou o programa agradecendo a todos que acompanham o Fala Governador e a confian√ßa dos paraibanos. ‚ÄúFoi muito bom poder levar, durante todo o ano, informa√ß√Ķes sobre as a√ß√Ķes do Governo para a popula√ß√£o paraibana. Quero agradecer ao povo da Para√≠ba por confiar em n√≥s e que em 2016 tenhamos esperan√ßa coletiva, pensando no interesse de todos. Vamos celebrar no ano que est√° chegando a continuidade do desenvolvimento da Para√≠ba. Que Deus esteja presente no cora√ß√£o de cada um‚ÄĚ, concluiu Ricardo.

Com Secom

Comentar

Presidente do PT reconhece “frustra√ß√£o popular” com Dilma e pede fim das altas de juros e de cortes em investimentos

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O presidente nacional do PT, Rui Falc√£o, afirmou nesta segunda-feira (28), em um editorial de cinco par√°grafos publicados no site do partido, que o governo Dilma Rousseff tem de se concentrar nos pr√≥ximos meses na constru√ß√£o de uma nova pauta econ√īmica que, segundo ele, ‚Äúdevolva √† popula√ß√£o a confian√ßa perdida ap√≥s a frustra√ß√£o dos primeiros atos de governo‚ÄĚ. Falc√£o tamb√©m pediu o fim das altas de juros e dos cortes em investimentos federais.

O dirigente petista n√£o mencionou no texto a sa√≠da de Joaquim Levy do comando do Minist√©rio da Fazenda, mas elogiou Nelson Barbosa e Valdir Sim√£o, os novos titulares da √°rea econ√īmica. Na nota, Falc√£o chegou a dizer que o PT confia no potencial dos novos ministros da Fazenda e do Planejamento.

Em outubro, uma resolu√ß√£o aprovada pelo PT cobrava mudan√ßas na pol√≠tica econ√īmica da gest√£o Dilma, ent√£o capitaneada por Levy.

‚ÄúEntre o final de 2015 e o in√≠cio de 2016, o governo da presidenta Dilma Rousseff precisa se concentrar na constru√ß√£o de uma pauta econ√īmica que devolva √† popula√ß√£o a confian√ßa perdida ap√≥s a frustra√ß√£o dos primeiros atos de governo. [‚Ķ] Chega de altas de juros e de cortes em investimentos‚ÄĚ, escreveu o presidente do PT no artigo.

Intitulado ‚ÄúUma nova e ousada pol√≠tica econ√īmica para 2016‚ÄĚ, o editorial de Falc√£o faz ataques √† oposi√ß√£o, dizendo que o cen√°rio pol√≠tico se agravou devido √† insist√™ncia de grupos oposicionistas com suas ‚Äútentativas de golpes‚ÄĚ. Segundo ele, a oposi√ß√£o investiu ao longo do ano na estrat√©gia do ‚Äúquanto pior melhor‚ÄĚ e acabou agravando os problemas do pa√≠s.

“Claro que a oposição partidária do quanto pior melhor também contribuiu para agravar os problemas (muitos deles decorrentes da crise global do capitalismo), insistindo o ano todo com suas tentativas golpistas que desembocaram numa crise política.

Rui Falc√£o ainda citou no texto que, para ele, o governo deveria aproveitar que ‚Äúo risco do impeachment arrefeceu‚ÄĚ, para apresentar propostas para reaquecer a economia brasileira.

Leia a íntegra do editorial divulgado pelo presidente do PT:

Entre o final de 2015 e o in√≠cio de 2016, o governo da presidenta Dilma Rousseff precisa se concentrar na constru√ß√£o de uma pauta econ√īmica que devolva √† popula√ß√£o a confian√ßa perdida ap√≥s a frustra√ß√£o dos primeiros atos de governo.

Claro que a oposição partidária do quanto pior melhor também contribuiu para agravar os problemas (muitos deles decorrentes da crise global do capitalismo), insistindo o ano todo com suas tentativas golpistas que desembocaram numa crise política.

Agora que o risco do impeachment arrefeceu, mas sem que as amea√ßas de direita tenham cessado, √© hora de apresentar propostas capazes de retomar o crescimento econ√īmico, de garantir o emprego, preservar a renda e os sal√°rios, controlar a infla√ß√£o, investir, assegurar os direitos duramente conquistados pelo povo.

Chega de altas de juros e de cortes em investimentos. Nas propostas da Fundação Perseu Abramo e entidades parceiras, nos projetos da nossa Bancada, da Frente Brasil Popular, da CUT, do MST, entre outras, há subsídios à vontade para serem analisados e adotados.

Sabemos da compet√™ncia, habilidade e capacidade de di√°logo dos novos ministros Nelson Barbosa e Valdir Sim√£o. Confiamos em que eles deem conta da tarefa, mudando com responsabilidade e ousadia a pol√≠tica econ√īmica.

Com G1

Comentar