João Azevedo comemora R$ 560 milhões em obras executadas pelo Governo do Estado e destaca investimentos em João Pessoa

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Apesar da crise econômica que atingiu o Brasil em 2015, o Governo do Estado comemora a entrega de mais de R$ 560 milhões em obras nas áreas de infraestrutura, recursos hídricos, educação, esporte e turismo, entre outras que estão sob responsabilidade da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan).

De acordo com o secretário da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, João Azevêdo Lins Filho, apesar do quadro preocupante os paraibanos e o Estado têm muito a comemorar. “Foi um ano difícil em temos de repasse de recursos da União, mas a Paraíba, por ter feito o dever de casa nos anos de 2013 e 2014, permitiu que esse ano ainda fosse possível fazer a entrega desse volume de obras”.

Apenas no Programa Caminhos da Paraíba, que recupera as rodovias estaduais, o governo restaurou 536 quilômetros de estradas, o que corresponde a um investimento de R$ 201 milhões. Já na área de recursos hídricos, as obras abrangem adutoras nas cidades de Sumé, Sousa, Nazarezinho, Pocinhos, além da barragem de Pitombeiras, que está pronta para inaugurar e a adutora de Aroeiras, que devem ser entregues neste primeiro semestre.

João Azevêdo explicou que as dificuldades enfrentadas no recebimento de recursos federais alteraram o ritmo das obras, mas o secretário garantiu que não houve paralisação. “Com a transferência de recursos do Governo Federal para as grandes obras, houve, basicamente, uma alteração do cronograma em algumas obras como, por exemplo, no canal Acauã Araçagi, onde nós tínhamos cerca de 1.200 homens trabalhando e hoje temos 300 trabalhadores”.

Para 2016, o governo estadual trabalha com o objetivo de suprir a escassez de recursos provenientes do Orçamento Geral da União e do PAC. “Mesmo que seja um ano novamente difícil, o Estado está se preparando. Recentemente, a Assembleia Legislativa aprovou um empréstimo de R$ 700 milhões junto ao Banco do Brasil para que o Estado possa financiar as obras de infraestrutura e manter o ritmo de trabalho a que ele se acostumou a ter desde 2011”, concluiu o secretário.

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Na “guerra” de números e acusações entre Ricardo e Cássio, sobrou para o senador José Maranhão

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Na “guerra” de números e acusações travada entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), coube ao também senador e ex-governador José Maranhão (PMDB) “pagar o pato”, como é tratada esse tipo de situação no vocabulário popular. Em direito de resposta à informação divulgada no jornal Correio da Paraíba, o Governo do Estado acabou atingindo a gestão antecessora ao referir-se a um suposto déficit de quase R$ 2 bilhões que Maranhão teria deixado como “herança” para o socialista.

Maranhão rebateu a acusação, através de nota, referindo=-se a “uma afirmação falsa, cavilosa e sem comprovação”. Segundo o ex-governador, o próprio Tribunal de Contas do Estado comprovou a inexistência de tal déficit, em relatório aprovado pela Assembleia Legislativa. “O relatório, ao contrário, aponta saldos de R$ 610 milhões”, lembrou.

Abaixo, a nota de Maranhão na íntegra:

NOTA

Para contestar dados publicados na coluna da Jornalista Lena Guimarães, do Jornal Correio da Paraíba, edição do dia 26 de dezembro do corrente ano, em matéria assinada pela Jornalista Adriana Bezerra, que substitui a titular, o Governo do Estado enviou à redação do citado jornal, matéria requerendo direito de resposta. A reportagem principal tinha o título de “Artilharia Pesada”, sendo aquela resposta publicada na mesma coluna, na edição do dia 28/12/2015, com o título “A Versão do Governo”.

Não é do meu interesse discutir o conteúdo, muito menos a veracidade e mérito dos dados ali relacionados. O que me leva a comentar o fato é o argumento usado pelo apressado e despreparado redator da resposta oficial que afirma, entre outras justificativas, que:

“Diferentemente do que se viu ao final de 2010, ano no qual a ilustre colunista (errou até a identificação da pessoa da Jornalista) ocupava a Secretaria de Comunicação Institucional, quando o Estado fechou com um déficit orçamentário anual de R$411 milhões, além de uma herança de R$1,3 bilhão de reais em débitos, só permitindo a recuperação do equilíbrio fiscal nos anos seguintes da atual gestão”

Essa despreparada afirmação de que meu Governo deixou um débito de 1,3 bilhão de reais já foi rebatida inúmeras vezes, desde o início de 2011, por mim e pelos componentes da equipe econômica do meu governo. É uma afirmação falsa, cavilosa e sem comprovação.

Em uma das entrevistas publicadas por despreparados assessores governamentais, no inicio da gestão iniciada em 2011, foi dito que uma das parcelas do mencionado débito eram as prestações vincendas da “Divida Fundada” para 2011: Afirmação eivada de má fé.

Até hoje, embora solicitada por membros do meu governo, através de pronunciamentos na imprensa, jamais foi divulgada a listagem desses débitos sem “cobertura financeira”: Simplesmente porque eles não existem.

Os “restos à pagar” de 2010, contabilizados oficialmente, existentes pelo simples fato de que as obras em andamento e/ou os materiais e equipamentos adquiridos e empenhados, não estavam concluídas e/ou entregues a ponto de serem pagos, praticamente todos eles financiados com recursos federais de convênios e do contrato de empréstimo do BNDES, todos eles cobertos financeiramente, com recursos depositados em bancos, conforme atestado pelo balanço geral do estado/2010, assinado e publicado pelo Governador do Estado da época e atual, merecendo parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado e aprovação da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, com saldos disponíveis de R$610 milhões.

Mais uma vez venho contestar as informações oficiais citadas, relativamente ao período do meu governo, por improcedentes e sem comprovação.

João Pessoa, 29 de Dezembro de 2015.

JOSÉ TARGINO MARANHÃO
Ex-Governador da Paraíba
Senador da República

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Vereador diz que “grandes obras” de Cartaxo se resumem a pintura de escolas e reforma de praças

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O vereador Raoni Mendes (PTB) criticou a forma como a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) tem divulgado o trabalho realizado pela gestão na capital. De acordo com o parlamentar, o prefeito prometeu entregar duas obras por semana e garantiu que 70 novas obras seriam inauguradas até o fim deste ano. Mas, o que tem acontecido é uma clara tentativa de enganar a população com pequenas intervenções de prédios, pintura de escolas e reforma de praças, que têm sido divulgadas como grandes obras.

Segundo Raoni Mendes, uma análise detalhada realizada pelos integrantes da bancada de oposição mostra que, mais de 40 obras divulgadas não passam de reformas que são, em sua maioria de pequeno porte. “Aquilo que é corriqueiro da administração, como iluminação pública, revitalização de ruas e pintura de escolas, a prefeitura divulga como se fosse uma obra nunca antes vista na cidade”, disse Raoni. O prefeito também dividiu intervenções simples em etapas (como a mudança no trânsito da avenida Beira-Rio) e colocou no seu ‘pacote’ de ações, para justificar as 70 obras.

Raoni destaca que a prefeitura tenta ludibriar os moradores da capital quando induz, através de divulgação, as pessoas a acreditarem que escolas foram construídas quando na verdade foram apenas pintadas e, algumas delas, climatizadas. Com as praças, a prefeitura tem dado o mesmo tratamento. “Até o momento apenas uma praça foi construída. Mas, a atual gestão tem realizado e divulgado eventos de inauguração das reformas como se tivesse construído esses locais”, disse Raoni.

O vereador ressaltou que o prefeito ‘inventa’ obras e inaugura ‘pintura’ para cumprir a meta. “Ele está repetindo obras, inclusive. Faz uma pintura e vai lá inaugurar para dizer que cumpre uma meta de duas obras por semana. A população está esperando por mudanças que melhorem suas vidas. Mas, até agora, só tem visto maquiagem”, destacou o parlamentar.

Com Ascom

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Ricardo passa a chamar Cássio de “Cunha” tentando comparar tucano a Eduardo Cunha

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Talvez o fato tenha passado despercebido – Não vi comentários a respeito -, mas o governador Ricardo Coutinho (PSB) usou e abusou do sobrenome “Cunha” ao referir-se ao ex-aliado e hoje principal adversário, senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta terça-feira, por diversas vezes o socialista usou as expressões “senador Cunha” e “senador Cássio Cunha”, quando normalmente utilizaria “senador Cássio Cunha Lima” ou “senador Cássio”.

A mudança pareceu proposital, diante da insistência do governador. Ricardo deixou transparecer tentativa de comparar o líder do PSDB no Senado ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), que responde a processo no Conselho de Ética sob acusação de ter mentido na CPI da Petrobras, quando disse que não detinha contas bancárias na Suiça.

Além do suposto comparativo, Ricardo ainda usou termos como “o dito senador” para distinguir Cunha Lima.

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Cássio se mostra pessimista com economia, prevê mais desemprego e dispara: “Ano que vem será pior que em 2015”

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Em entrevista ao jornalista Heron Cid, na MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB, o senador paraibano Cássio Cunha Lima (líder do PSDB no Senado Federal) comentou as investigações de esquemas de corrupção no Governo Dilma Rousseff, voltou a defender novas eleições para presidente já em outubro do ano que vem e fez projeções pouco positivas para 2016 na área econômica: “Será pior que 2015”. O senador tucano acredita que – entre março e abril – haverá mais desemprego, inflação e taxa de juros ainda mais elevada.

“Acho que teremos um ano ainda mais difícil. Não quero ser pessimista, mas o que se anuncia para o ano que vem é um tempo de dificuldades ainda maiores. Tanto na economia, onde vamos ter o agravamento dessa crise, sobretudo entre março e abril, com crescimento do desemprego, aumento da taxa de juros, redução do poder de compra do assalariado e inflação de volta. Enfim, tudo isso que tem feito a vida do brasileiro piorar”, disse Cássio Cunha Lima.

O líder tucano destacou que o povo brasileiro sofre com uma crise sem tamanho e aponta a presidente Dilma Rousseff como culpada. “Tudo começa em 2014 quando de forma proposital Dilma mentiu e resolveu enganar o Brasil inteiro, durante a campanha, trazendo uma realidade que não condizia com os fatos, para criar aquela aparência falsa de que o país estava no rumo certo, quando na verdade o buraco já estava formado”, disse ele.

A solução para o caos econômico e o panorama político pouco amistoso é apontada pelo senador: novas eleições. Ele disse que pode até não haver impeachment, mas o afastamento de Dilma Rousseff se dará de maneira legítima e como resultado de suas ações irregulares.

“As pessoas não perceberam ainda que nós temos um caminho que é indiscutivelmente o melhor, que são as novas eleições. Impopularidade não é razão para impeachment. Precisa que caracterize crime de responsabilidade, que foi cometido por Dilma. O crime eleitoral também foi cometido porque houve caixa 2 para a campanha. Mas, acho que é muito melhor para garantir a legitimidade que haja novas eleições, junto com as eleições municipais [ano que vem]. E aí nasce um governo legitimado pelo voto”, declarou Cássio Cunha Lima.

Com Maispb

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Governador Ricardo Coutinho cita números e garante que Paraíba cresceu mesmo com crise econômica

dinheiro

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), comentou em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM, nesta terça-feira (29), que em linhas gerais está satisfeito com a gestão no ano de 2015 e que é importante medir as gestões não apenas em épocas de ‘vacas gordas ‘, mas que é fundamental analisar nas dificuldades. Além disso, o governador destacou que a Paraíba continuou na contramão da retração no Brasil e conseguiu manter o crescimento do PIB apesar da crise.

“Em linhas gerais estou satisfeito, mas sou ser humano e podemos sempre produzir e render mais”, afirmou o governador lembrando que quando assumiu o governo do estado, o PIB do país nos oito anos anteriores estava em torno de 5% e que nos anos conseguintes foi caindo para 3%, 2%, 1,8% até este ano chegar a -3% e enfatizou que “na contramão disso tudo a Paraíba começou a se destacar no Nordeste”.

De acordo com Ricardo, a Paraíba é o estado com maior crescimento do PIB, ICMS, comércio varejista e crescimento proporcional de empregos do país. “A Paraíba passou a ser uma das principais referências do Nordeste, apesar de quatro anos de seca, que também acompanhou a gestão, excluindo o primeiro ano. Foi uma seca terrível que tivemos que redirecionar investimentos para atender a população nos 80% do território que é coberto pelo semiárido e da conta de situações que não estavam previstas anteriormente”, comentou.

O governador lembrou ainda da crescente diminuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e afirmou que enquanto esse valor cai, a despesa apenas aumenta. “A folha de pessoal vegetativamente vai aumentando com promoções e ao mesmo tempo as receitas caíram assustadoramente. A média salarial cresceu 18%”, explicou.

“Não somos uma ilha, fomos atropelados por uma situação de crise econômica ativada por uma crise política”, afirmou criticando a atitude que a oposição assumiu ao tratar deste assunto. Coutinho afirmou que “a crise econômica é muito menor que o Brasil e que uma crise política não permitiu que o Brasil começasse 2015”.

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Ricardo Coutinho afirma que Cartaxo fez apenas quatro obras em quatro anos de gestão

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) desdenhou nesta terça-feira do “conjunto de obras” que o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) garante estar inaugurando em João Pessoa. Segundo Ricardo, o atual prefeito executou apenas quatro obras nos quase quatro anos de gestão e algumas delas, como é o caso da reforma da Lagoa do parque Solon de Lucena. “É brincadeira. O gestor passar quatro anos para inaugurar apenas quatro obras e ainda fazer propaganda do trabalho que vem executando”, ironizou Coutinho, durante entrevista no Sistema Arapuan de Comunicação.

Ao lado do secretário João Azevedo, Ricardo citou várias obras importantes que seu governo executou na Capital como o Trevo das Mangabeiras, a Estação Ciência, a Vila Olímpica e outras que estão ainda em andamento como a Perimetral Sul e o Viaduto do Geisel. “Não sei como um governante se dá ao trabalho de usar o auditório da Prefeitura para entregar um simples enxoval. Se faz um estardalhaço publicitário em cima do ato”, criticou.

Ricardo aproveitou para expor o pré-candidato a prefeito, João Azevedo, nome que apoiará na disputa pela sucessão municipal do ano que vem. “Enquanto isso, temos obras importantes entregues à população e outras que ainda serão inauguradas. E o condutor dessas obras é o secretário Jo~çao Azevedo, companheiro que vem desde a Prefeitura de João Pessoa, onde foi secretário”, citou.

Estratégia nítida de polarização.

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Presidente do PT culpa Cartaxo por não implantação dos BRTs e chama prefeito de mentiroso

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No último domingo, 27, o prefeito Luciano Cartaxo afirmou em um jornal de grande circulação que a não implantação do Bus Rapid Transit (BRT) seria culpa do Governo Federal. Através de uma Nota, a presidente do PT de João Pessoa, Aparecida Diniz, afirma que isso é uma inverdade.

Confira a nota:

Sem BRT e Plano de Mobilidade, Cartaxo deixa João Pessoa parada!

Como presidenta do Partido dos Trabalhadores de João Pessoa, venho através desta nota esclarecer ao publico as declarações do prefeito Luciano Cartaxo que, em entrevista no último final de semana publicada pelo Jornal da Paraíba, responsabilizou a presidente Dilma Roussef pela não implementação do PAC da Mobilidade Urbana de João Pessoa, que previa a criação de cinco corredores exclusivos para circulação do Bus Rapid Transit (BRT), um sistema de transporte público mais moderno, com maior capacidade de conduzir passageiros, com mais rapidez e acessibilidade.

Cartaxo disse que a causa do projeto não ter saído do papel teria sido o contingenciamento de recurso por parte do governo federal. A desculpa do prefeito da Capital não corresponde à verdade.

O projeto do PAC da Mobilidade Urbana de João Pessoa foi aprovado em 2011 pelo Ministério das Cidades, assegurando recursos na ordem de R$ 188 milhões.

Em agosto de 2014, a Prefeitura de João Pessoa abriu o processo licitatório para empresas interessadas em executar as obras do BRT.

Em setembro do mesmo ano, o Tribunal de Contas do Estado suspendeu a concorrência, através de medida cautelar tomada pelo conselheiro Fernando Catão.

A decisão do relator foi tomada após uma inspeção especial de licitação e contratos, para que não houvesse prejuízo aos cofres públicos.

Como a prefeitura não saneou as falhas do edital, a decisão foi mantida pela 1ª Câmara do TCE em outubro do mesmo ano e o processo licitatório foi definitivamente suspenso em março de 2015.

Portanto, com dinheiro disponível na Caixa Econômica Federal – CEF para pagamento da obra, a PMJP não conseguiu realizar a licitação e não abriu outra, causando prejuízos à população da capital, que carece de transporte coletivo de melhor qualidade e sofre com constantes engarrafamentos e obstáculos à mobilidade urbana.
O Ministério das Cidades nega o contingenciamento de recursos e afirma que o dinheiro não foi liberado porque a prefeitura não solicitou pagamentos.

Não o fez porque não houve processo licitatório. Enquanto a PMJP não consegue implementar o BRT, em cidades vizinhas como Recife, Olinda e Natal os projetos já saíram do papel.

Para confirmar o descaso com a temática da mobilidade, a gestão municipal também perdeu todos os prazos para elaborar e apresentar ao Governo Federal o Plano Municipal de Mobilidade Urbana, fundamental para o planejamento da capital e pré-condição para a liberação de novas transferências federais voluntárias para a área.

Por iniciativa de entidades da sociedade civil, a 2ª Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social de João Pessoa ajuizou ação civil pública requerendo a imediata elaboração do plano, na forma prevista na Lei nº 12.587/2012.
Portanto, três anos depois, os grandes projetos de mobilidade urbana em João Pessoa ainda são promessas de campanha. Falta visão estratégica e capacidade de execução na gestão.

Ao tentar culpar o governo Dilma pelo fracasso do projeto do BRT o prefeito Cartaxo tenta transferir responsabilidades.

O governo federal do PT trabalha e sempre trabalhou por João Pessoa. Só os ingratos e os incompetentes não conseguem reconhecer isso.

João Pessoa, 28 de dezembro de 2015.

Maria Aparecida Diniz
Presidenta do PT de João Pessoa

Com Assessoria

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Ricardo Coutinho presta contas, cita investimentos de R$ 105 milhões na Educação e projeta mais obras para 2016

RC no programa Fala

O governador Ricardo Coutinho participou nesta segunda-feira (28) da última edição do programa semanal Fala Governador, transmitido a partir do meio dia pela Rádio Tabajara, quando falou sobre algumas obras e ações do Governo do Estado durante o ano de 2015. Entre os temas que foram abordados estão: educação, saúde, estradas e desenvolvimento humano.

Ricardo destacou que, em 2015, foram realizadas obras em 60 escolas da rede estadual de ensino, com investimentos de mais de R$ 105 milhões. E ainda enfatizou o papel das Escolas Cidadãs Integrais Técnicas Estaduais da Paraíba e das Escolas Profissionais Técnicas. “Elas vêm para dar aos estudantes um projeto de vida. Estamos melhorando a estrutura das escolas, que são o presente e o futuro desses alunos. As escolas técnicas promovem a profissionalização para que eles tenham condições de qualificar o aprendizado que estão recebendo,” disse.

O governador falou também sobre estradas e abastecimento de água, dois pontos que são considerados fundamentais para o desenvolvimento do Estado. “As estradas não são apenas asfalto, mas vias que levam ao crescimento das cidades. Com as estradas o local renasce. Em janeiro, pretendemos inaugurar mais três estradas, além das inúmeras que já entregamos em 2015”, anunciou.

Quanto ao abastecimento de água, Ricardo Coutinho ressaltou a conquista dos R$ 35,7 milhões para serem investidos nesta área na Paraíba, beneficiando mais de 12 mil habitantes. “Seremos o Estado do Nordeste mais preparado na distribuição de águas. A Paraíba tem 800 quilômetros de adutoras que estarão à disposição da população e estamos buscando mais recursos com a presidente Dilma Rousseff. Em breve, as águas do Rio São Francisco vão chegar à Paraíba e ajudar a vida de moradores de vários municípios”, disse.

Ainda durante o programa Fala Governador, Ricardo abordou as ações relacionadas ao desenvolvimento humano, destacando o compromisso que mais uma vez foi cumprido com o pagamento do Abono Natalino para famílias carentes cadastradas em todo o Estado. Para o governador, “o valor pode parecer pouco aos olhos de quem não precisa, mas para quem realmente necessita faz diferença e, por isso, fizemos questão de mantê-lo”. Ele ainda destacou entre as ações o projeto Cidade Madura, destacando que “é um orgulho para a Paraíba fazer habitações especificamente voltadas para pessoas da terceira idade, os quais merecem todo o respeito”.

Na área de saúde, o governador enfatizou, entre as obras, o papel fundamental do Hospital de Oncologia de Patos, que vai oferecer tratamento específico para diversos tipos de câncer. “Começamos um diálogo com o Ministério da Saúde para unirmos forças neste início de 2016, alavancando recursos para que o Hospital de Oncologia de Patos possa funcionar o quanto antes, levando cuidados específicos para pessoas com câncer”, comentou.

Ricardo ainda falou sobre projetos na área da saúde em 2016. Ele focou a criação do “Alô Mãe”, que vai fazer o acompanhamento das gestantes, monitorando a qualidade do pré-natal feito e buscando diminuir a mortalidade materno-infantil.

O governador encerrou o programa agradecendo a todos que acompanham o Fala Governador e a confiança dos paraibanos. “Foi muito bom poder levar, durante todo o ano, informações sobre as ações do Governo para a população paraibana. Quero agradecer ao povo da Paraíba por confiar em nós e que em 2016 tenhamos esperança coletiva, pensando no interesse de todos. Vamos celebrar no ano que está chegando a continuidade do desenvolvimento da Paraíba. Que Deus esteja presente no coração de cada um”, concluiu Ricardo.

Com Secom

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Presidente do PT reconhece “frustração popular” com Dilma e pede fim das altas de juros e de cortes em investimentos

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O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou nesta segunda-feira (28), em um editorial de cinco parágrafos publicados no site do partido, que o governo Dilma Rousseff tem de se concentrar nos próximos meses na construção de uma nova pauta econômica que, segundo ele, “devolva à população a confiança perdida após a frustração dos primeiros atos de governo”. Falcão também pediu o fim das altas de juros e dos cortes em investimentos federais.

O dirigente petista não mencionou no texto a saída de Joaquim Levy do comando do Ministério da Fazenda, mas elogiou Nelson Barbosa e Valdir Simão, os novos titulares da área econômica. Na nota, Falcão chegou a dizer que o PT confia no potencial dos novos ministros da Fazenda e do Planejamento.

Em outubro, uma resolução aprovada pelo PT cobrava mudanças na política econômica da gestão Dilma, então capitaneada por Levy.

“Entre o final de 2015 e o início de 2016, o governo da presidenta Dilma Rousseff precisa se concentrar na construção de uma pauta econômica que devolva à população a confiança perdida após a frustração dos primeiros atos de governo. […] Chega de altas de juros e de cortes em investimentos”, escreveu o presidente do PT no artigo.

Intitulado “Uma nova e ousada política econômica para 2016”, o editorial de Falcão faz ataques à oposição, dizendo que o cenário político se agravou devido à insistência de grupos oposicionistas com suas “tentativas de golpes”. Segundo ele, a oposição investiu ao longo do ano na estratégia do “quanto pior melhor” e acabou agravando os problemas do país.

“Claro que a oposição partidária do quanto pior melhor também contribuiu para agravar os problemas (muitos deles decorrentes da crise global do capitalismo), insistindo o ano todo com suas tentativas golpistas que desembocaram numa crise política.

Rui Falcão ainda citou no texto que, para ele, o governo deveria aproveitar que “o risco do impeachment arrefeceu”, para apresentar propostas para reaquecer a economia brasileira.

Leia a íntegra do editorial divulgado pelo presidente do PT:

Entre o final de 2015 e o início de 2016, o governo da presidenta Dilma Rousseff precisa se concentrar na construção de uma pauta econômica que devolva à população a confiança perdida após a frustração dos primeiros atos de governo.

Claro que a oposição partidária do quanto pior melhor também contribuiu para agravar os problemas (muitos deles decorrentes da crise global do capitalismo), insistindo o ano todo com suas tentativas golpistas que desembocaram numa crise política.

Agora que o risco do impeachment arrefeceu, mas sem que as ameaças de direita tenham cessado, é hora de apresentar propostas capazes de retomar o crescimento econômico, de garantir o emprego, preservar a renda e os salários, controlar a inflação, investir, assegurar os direitos duramente conquistados pelo povo.

Chega de altas de juros e de cortes em investimentos. Nas propostas da Fundação Perseu Abramo e entidades parceiras, nos projetos da nossa Bancada, da Frente Brasil Popular, da CUT, do MST, entre outras, há subsídios à vontade para serem analisados e adotados.

Sabemos da competência, habilidade e capacidade de diálogo dos novos ministros Nelson Barbosa e Valdir Simão. Confiamos em que eles deem conta da tarefa, mudando com responsabilidade e ousadia a política econômica.

Com G1

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