Ricardo sobre aliança entre Cássio e Cartaxo: “Do ponto de vista de projetos políticos, eles são bastante parecidos”

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) tratou de forma irônica a possibilidade de aliança entre o senador Cássio Cunha Lima, do PSDB, e o atual prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, do PSD. Durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, Ricardo disse o que acha das supostas negociações: “Do ponto de vista de projetos políticos, eles são bastante parecidos”.

Ricardo não entrou em detalhes sobre a declaração, mas em entrevistas anteriores acusou seu adversários de priorizarem projetos políticos individuais em detrimento dos interesses da população. O governador também deixou claro que prefere trabalhar pela Paraíba ao invés de aderir a “alianças eleitoreiras”.

Sobre a desistência do presidente do PSDB de disputar a Prefeitura de João Pessoa, Coutinho disse que o tucano na verdade nunca foi candidato e lembrou que já derrotou Ruy Carneiro nas urnas.

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PSDB assume papel de “noiva” e vai negociar vaga de vice e coligações para “salvar” mandatos de vereadores

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A reunião do PSDB deu em nada. De concreto mesmo, só a já anunciada decisão de não lançar candidato a prefeito. Mas, foram definidos os próximos procedimentos. O partido assumiu de vez o papel de “noiva” e agora vai negociar os “dotes” do casamento. Só que, ao contrário das uniões tradicionais, os tucanos querem receber e não ofertar. Ficou estabelecido no encontro que os interessados terão que disponibilizar a vaga de vice na chapa majoritária e ainda coligações que facilitem pelo menos a reeleição dos três vereadores – Marcus Vinicius, Luiz Flávio e Eliza Virgínia.

Os “noivos” são, até agora, Manoel Júnior (pré-candidato do PMDB) e Luciano Cartaxo (candidato a reeleição pelo PSD). João Azevedo (pré-candidato do PSB) já rejeitou antecipadamente qualquer tipo de negociação por sofrer oposição sistemática do PSDB e vice-versa.

Ao contrário do que muita gente pensava, o PSDB não fechou portas e deixou transparecer que está dividido. Os três vereadores, por exemplo, temem perder a eleição numa coligação com o PSD de Cartaxo. O caminho menos árduo para renovação dos mandatos seria a composição com o PMDB, de Manoel Júnior, que apresenta uma chapa proporcional menos competitiva.

As negociações, a partir de agora, serão feitas pelo senador Cássio Cunha Lima porque a aliança municipal celebrada terá, necessariamente, desdobramentos nas eleições estaduais de 2018, outro ponto acertado na reunião desta segunda-feira.

Enfim, o processo segue em frente. Só que com menos um protagonista e mais um coadjuvante.

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Ricardo Coutinho defende MP 242 e lembra que suspensão de reajustes salariais é temporária

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) explicou nesta segunda-feira que não tinha outra alternativa a não ser encaminhas à Assembleia Legislativa a Medida Provisória 242/15, que suspende a concessão de reajustes salariais ao funcionalismo público estadual. Ricardo disse que não poderia dar aumento sem poder pagar, uma vez que o Estado passa por dificuldades financeiras por conta da crise econômica que afeta o País inteiro.

Segundo o governador, o quadro atual não recomenda aumentar salários e a MP 242 é o instrumento legal indicado para suspender a data-base do servidor, estabelecida para janeiro. “Mas, essa suspensão será momentânea, temporária. Assim que tivermos condições, voltaremos a conceder os reajustes”, garantiu.

A Assembleia Legislativa debate, em audiência pública na tarde desta segunda-feira, os efeitos da MP 242.

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Ruy Carneiro acaba com “farsa”, nega candidatura e entrega de bandeja PSDB a Luciano Cartaxo

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O ex-deputado Ruy Carneiro, enfim, acabou com a “farsa” da candidatura própria do PSDB. Em nota, Ruy afirmou que não será candidato a prefeito de João Pessoa e defende a “unidade de forças” para lutar contra o adversário comum que, embora não cite nome, seria o governador Ricardo Coutinho (PSB). Na verdade, Ruy nunca foi candidato. ele apenas ganhou tempo para acelerar as negociações com Cartaxo, resultado de acerto feito quando o prefeito migrou do PT para o PSD, de Rômulo Gouveia, com a chancela do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

Muito se falou, naquela ocasião, sobre um suposto acordo entre Cássio e Cartaxo onde o PSDB apoiaria a reeleição do atual prefeito. O anúncio de Ruy mostra que, quem arriscou palpite nesse sentido estava certo. Os tucanos sequer levaram em consideração o apoio “incondicional” que o deputado federal e pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Manoel Júnior, também interessado no apoio do PSDB, deu a Cássio nas eleições de 2014. Aliás, o próprio presidente Ruy Carneiro tratou de avisar logo que ninguém esperasse retribuição em 2016.

Com o fim dessa “farsa”, somente um “levante” comandado pelo ex-senador Cícero Lucena impediria a ida do PSDB para os braços de Cartaxo. Aí sim, os tucanos teriam um candidato de verdade.

Abaixo, a nota de Ruy Carneiro na íntegra:

A hora é de união

Entrei na política não para continuar uma história familiar, que começou com o senador Ruy Carneiro, meu tio-avô. Entrei por fé e dever. Como ele, creio que “Forte é o povo!” e que todos os cidadãos têm a obrigação de contribuir para uma sociedade que ofereça paz e prosperidade. No exercício dos mandatos de vereador, deputado estadual, secretário de estado e de município, deputado federal e dirigente partidário, não tive problemas para manter o foco no único propósito aceitável para um mandatário: o bem estar do seu povo.

Por opção, não disputei a reeleição em 2014, o que seria politicamente mais fácil. Lutei pelo sonho do meu partido, e do líder e amigo Cássio Cunha Lima, apoiado por outros 13 partidos, de implantar na Paraíba um projeto que contemplava não apenas soluções para problemas imediatos, mas a construção de um futuro com as marcas da superação e da ousadia.

O estelionato eleitoral marcou 2014 no Brasil e na Paraíba. O “paraíso” retratado nos guias eleitorais da presidente Dilma Rousseff e de seu aliado, Ricardo Coutinho revelou-se “pesadelo”. Fizeram tudo o que garantiram não fazer: mexeram em direitos dos trabalhadores, aumentaram contas de água, luz, gasolina e gás de cozinha, elevaram impostos, comprometeram obras, mas não demitiram a quantidade dos apadrinhados políticos nas gestões.

Nesse momento em que o País atravessa uma grave crise política, ética e econômica, impõe-se ao político compromissado privilegiar projetos coletivos ao invés dos individuais, para tentar devolver aos eleitores a confiança e obter deles a credibilidade necessária para mostrar que é possível fazer diferente. É possível governar voltado para o interesse público.

As pesquisas eleitorais divulgadas pela imprensa têm me apontado em segundo lugar na disputa pela Prefeitura de João Pessoa, mesmo sem que eu tenha me apresentado como pré-candidato. Fico honrado e agradeço àqueles que me apontaram, mas penso que não é hora para individualismo. Por isso, nesta segunda-feira quando o PSDB se reunir para definir os rumos que o partido tomará nas eleições deste ano, estarei abrindo mão da minha pré-candidatura a prefeito de João Pessoa, para que possamos discutir um projeto único, capaz de unir esforços com outros partidos e marchar numa mesma direção.

Não abrirei mão de ser candidato para aderir à candidatura A ou B, mas terei o desprendimento necessário para abrir mão por uma causa maior: o fortalecimento de uma candidatura que possa representar as propostas que tenho para João Pessoa, e, sobretudo, que façam parte de um projeto maior, um projeto que passa pelo resgate da Paraíba, sofrida, maltratada por uma gestão tirana que buscar controlar também os rumos da Capital.

É um gesto que acredito, será acompanhado por todos os tucanos de João Pessoa, tenham ou não mandatos. Precisamos dar uma oportunidade ao diálogo e avançar nas boas práticas. Nossos adversários são aqueles que acham que podem controlar o povo com um populismo que está sendo desmascarado em todo o País. Os que querem trabalhar pelo povo podem conversar e planejar o futuro. Como presidente do PSDB, essa será minha posição e contribuição para abrir a porta do diálogo. Esse será o primeiro passo. Muitos outros virão até que possamos convergir para um consenso dentro da perspectiva de buscar o melhor para João Pessoa e o melhor para a Paraíba.

Juntos seremos capazes de fazer mais e melhor.

Ruy Carneiro

Presidente do PSDB (PB)

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Veneziano começa a se incomodar com candidatura de Galdino. “Foi um erro estratégico do PSB”

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No início, o ex-prefeito Veneziano Vital do Rego (PMDB) pouco se importou com o lançamento da candidatura do deputado Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa, a prefeito de Campina Grande. Chegou a sugerir acordo de apoio mútuo num eventual segundo turno. Agora, a coisa é diferente. Vené começa a dar sinais de incômodo com a presença do aliado na Rainha da Borborema, em plena campanha eleitoral.

Em entrevista a uma emissora do Brejo, na cidade de Guarabira, o Cabeludo mostrou-se insatisfeito com a decisão do PSB de lançar candidatura própria ao invés de compor com o PMDB, indicando o vice. Segundo ele, a situação atual pode atrapalhar a continuidade do projeto iniciado em 2014, com a aliança entre PSB e PMDB, que reelegeu o governador Ricardo Coutinho.

“Vejo um prejuízo e acho que, estrategicamente, é um erro. Um erro que pode custar tanto para projetos do PSB em médio e longo prazos como para projetos do PMDB em médio e longo prazos”, afirmou o ex-prefeito peemedebista, também candidato a sucessão campinense.

Veneziano queixou-se ainda da falta de um diálogo mais amplo do PSB com o PMDB antes da decisão dos socialistas de lançarem candidatura própria.

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Manoel Júnior visita feirantes e denuncia abandono do mercado público de Mangabeira

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O deputado federal e pré-candidato a prefeito de João Pessoa nas eleições municipais de outubro, Manoel Junior (PMDB), visitou, na manhã desta sábado (27), o mercado público do bairro de Mangabeira, região sul da Capital, para conversar com feirantes, populares e artesões e discutir melhorias para o local, que sofre com problemas de infraestrutura, principalmente alagamentos.

“Estamos conversando com feirantes, usuários e artesãos para intensificar as reformas necessárias ao mercado, que tem problemas de infraestrutura, a exemplo de alagamentos e banheiros e dependências precárias. Falta manutenção e cuidados diários do governo municipal para o mercado”, afirmou.

Manoel Júnior lembrou que o atual prefeito Luciano Cartaxo (PSD) anunciou reforma no mercado, no início de sua gestão, mas passados quase quatro anos nada foi feito. “Inclusive, a placa da Prefeitura sinalizando a obra foi retirada do local”, lamentou.

O deputado acrescenta que as visitas aos bairros e seus equipamentos públicos servirão para reforçar seu plano de governo.

Com Paraibaja.com.br

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Maranhão afirma que PMDB cansou de ser coadjuvante e quer voltar a protagonista na política paraibana

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O senador José Maranhão foi destaque na convenção do PMDB em Cabedelo, na noite desta sexta-feira. Diante do candidato do partido a prefeito da cidade portuária, vereador Lucas Santino, Maranhão disse que o PMDB cansou de ser coadjuvante e quer voltar a ser protagonista no cenário político paraibano. No discurso, Maranhão ainda cobrou apoio do PSB, do governador Ricardo Coutinho, para compensar os votos que o peemedebista recebeu em 2014.

“Nós ajudamos a eleger o governador Ricardo Coutinho, fomos decisivos no segundo turno. Chegou a hora de cobrar a contrapartida, o retorno. O PMDB não quer mais ser coadjuvante nas eleições na Paraíba”, afirmou p senador e dirigente, sob aplausos de lideranças peemedebistas e aliados.

Além de mandar recado ao PSB e ao palácio da Redenção, Maranhão deixou claro novamente que a candidatura de Manoel Júnior em João Pessoa é pra valer, n ão havendo portanto possibilidade de mudança no quadro até a data das eleições.

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DATAFOLHA: Governo Dilma Roussef tem aprovação de apenas 11% da população brasileira

Dilma2

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (27) no jornal “Folha de S.Paulo” indica os seguintes percentuais sobre como os eleitores avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT):
– Ótimo/bom: 11%
– Regular: 25%
– Ruim/péssimo: 64%

O Datafolha realizou o levantamento nos dias 24 e 25 de fevereiro. As somas podem passar ou ficar abaixo dos 100% por conta de arredondamentos, informou o instituto.
Segundo o instituto, Dilma atingiu o pico de desaprovação em agosto, quando tinha 71% de desaprovação. A avaliação negativa recuou nas últimas pesquisas – em dezembro, a reprovação era de 65%.
Na última pesquisa, realizada em dezembro, o governo Dilma recebeu a aprovação de 12%, que consideravam sua gestão ótima ou boa.

Impeachment

Os entrevistados também foram questionados se consideravam que, com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff aceito pela Câmara, se os deputados devem votar pelo seu afastamento. Para que o processo siga para o Senado, onde o caso será julgado, é preciso que dois terços dos 513 deputados votem pela abertura do impeachment. Os resultados foram:
– Sim: 60%
– Não: 33%
– Indiferente: 4%
– Não sabe: 3%

A pesquisa quis ainda saber se os entrevistados entendem que Dilma deveria renunciar. Os resultados foram:
– Sim: 58%
– Não: 37%
– Não sabe: 4%

Situação da economia

O instituto também questionou os entrevistados sobre se, na opinião deles, a situação econômica do país melhorou, piorou ou ficou como estava nos últimos meses. Para 80% dos entrevistados, a economia piorou e apenas 5% consideram que houve melhoria na situação econômica do país.
– Melhorou: 5%
– Piorou: 80%
– Ficou como estava: 14%
– Não sabe: 1%

Os entrevistados também responderam se a própria situação econômica melhorou, piorou ou ficou como estava, se comparado aos últimos meses. 38% avaliam que a situação ficou como estava e 49% consideram que houve piora.
– Melhorou: 12%
– Piorou: 49%
– Ficou como estava: 38%
– Não sabe: 1%

Com G1

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EXCLUSIVO: Anísio Maia se recusa a fazer campanha para Charliton e defende “depuração” no PT da Paraíba

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O deputado Anísio Maia há tempos vem demonstrando insatisfação com os rumos do PT na Paraíba. Chegou inclusive a entregar uma lista ao presidente do diretório estadual, Charliton Machado, citando nomes que estariam “negociando” apoio do PT com outros partidos. Cobrou providências que até agora não foram adotadas. A direção sequer se pronunciou sobre o assunto.

Cansado de esperar, Anísio resolveu “botar a boca no trombone” novamente, anunciando que não tem qualquer estímulo para pedir votos e fazer campanha em João Pessoa, onde o próprio Charliton foi indicado candidato do PT a prefeito nas eleições de outubro próximo. “O partido continua com as mesmas pessoas, os mesmos erros do passado. Não muda em nada e isso nos deixa sem vontade de trabalhar. Não vou entrar nessa do jeito que o PT está”, avisou.

Anísio não quer apenas uma resposta do partido sobre as graves denúncias que fez contra companheiros. Quer também providências para sanar as irregularidades. Uma delas seria um imediato processo de “depuração” para expulsar do PT os responsáveis por ações que contariam o estatuto e a forma de atuação do partido. “É preciso sim fazer essa depuração antes que o partido se acabe”, sustentou.

A bronca é grande.

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Luiz Flávio garante que melhor opção para PSDB é apoiar candidatura de Manoel Júnior em João Pessoa

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Nem tudo é o que a gente vê ou acredita ser. Muita gente apostava que o PSDB estava fechado com o prefeito Luciano Cartaxo. Afinal de contas, os três vereadores do partido – Elisa Virgínia, Marcus Vinicius e Luiz Flávio – sugeriram ao presidente do partido na Paraíba, Ruy Carneiro, a manutenção da aliança com o PSD e o apoio ao projeto de reeleição de Cartaxo.

Como na política tudo é efêmero, as coisas tomaram outro rumo na tarde desta quinta-feira. Num restaurante no bairro de Jaguaribe, o vereador Luiz Flávio falou sobre outra hipótese, narrando o drama vivido pela bancada tucana na câmara Municipal de João Pessoa. Segundo ele, a melhor alternativa para o PSDB (ou para a bancada), seria uma aliança com o PMDB do deputado federal Manoel Júnior.

Luiz Flávio seguiu o raciocínio lógico para expor sua opinião. Lógico do ponto de vista da chapa proporcional, vale lembrar. Numa aliança com o PSD, de Cartaxo, os tucanos teriam que enfrentar nas urnas os vereadores Benilton Lucena e outros fortes candidatos à vagas na Câmara Municipal. No caso do PMDB, a situação seria bem diferente, já que o partido não tem candidato com mandato.

Se os aliados de Cartaxo pensam assim, imagine os adversários?

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