Por que será que o prefeito Berg Lima continua pagando à uma empresa que acusava de superfaturar o lixo de Bayeux na gestão de Expedito Pereira?

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√Č p√ļblico e not√≥rio que o prefeito Berg Lima encontrou Bayeux coberta de lixo. Tanto que uma de suas principais promessas de campanha foi deixar a cidade limpa, a come√ßar com a remo√ß√£o da empresa respons√°vel pela coleta e destina√ß√£o dos entulhos na gest√£o do antecessor, Expedito Pereira. Mais que uma p√©ssima presta√ß√£o de servi√ßo, o ent√£o presidente do PTN, ainda quando almejava o mandato de prefeito, enxergava no sistema de limpeza urbana um fedor que beirava √† ilegalidade.

N√£o por acaso, Berg Lima chegou a protocolar na C√Ęmara Municipal pedido de instala√ß√£o de uma Comiss√£o Parlamentar de Inqu√©rito para investigar den√ļncia de superfaturamento, de sua autoria, na coleta do lixo. Berg entendia, na √©poca, que a empresa M. Constru√ß√Ķes e Servi√ßos Ltda estaria cobrando acima do pre√ßo de mercado para fazer o trabalho, com anu√™ncia da Prefeitura Municipal.

Quando assumiu o mandato, a expectativa das medidas enérgicas, especialmente na área de limpeza urbana, aumentou. E a frustração veio logo em seguida. A CPI? Foi para debaixo do tapete junto com o lixo que cerca a atual administração. Mais estranho inda é que o atual prefeito continuou pagando à empresa que acusava de superfaturar o lixo retirado das ruas na gestão do seu adversário.

Sim, extrato do Sagres do Tribunal de Contas do Estado mostram que a M. Constru√ß√Ķes e Servi√ßos foi paga por servi√ßos prestados entre os dias 01 e 31 de janeiro de 2017, quando Berg j√° era prefeito. Documento semelhante, do sagres, aponta que a mesma empresa recebeu da Prefeitura de Bayeux, no per√≠odo entre 04 a 25 de abril de 2016, ainda na gest√£o de Expedito Pereira.

Por que ser√° que Berg manteve contrato com a empresa que seria alvo de uma CPI sob a acusa√ß√£o de superfaturamento dos servi√ßos que prestava na gest√£o anterior? A resposta, s√≥ o atual prefeito pode dar. Se mudou de ideia em rela√ß√£o ao que disse, Berg deve no m√≠nimo pedido de desculpas √† empresa. Se continua pensando da mesma forma, o prefeito deve explica√ß√Ķes √† popula√ß√£o.

Sob pena de deixar no ar algo muito podre na relação com a empreiteira e até mesmo com Expedito Pereira.

Com informa√ß√Ķes do politika.com.br

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C√°ssio cobra solu√ß√£o para problema de abastecimento d’√°gua de S√£o Bento

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O senador Cássio Cunha Lima esteve com o ministro Hélder Barbalho, da Integração Nacional, no começo da noite desta quarta-feira (28), para reforçar o pedido de ajuda emergencial à Prefeitura de São Bento, município paraibano cuja crise hídrica é responsável por um colapso no abastecimento d’água na cidade.

Cássio disse que o prefeito de São Bento, Dr. Jacques, já havia encaminhado ofício pedindo ajuda ao ministério.

‚ÄúA Para√≠ba tem, hoje, 196 munic√≠pios em estado de emerg√™ncia. Mas a situa√ß√£o de S√£o Bento √© muito grave. O que se reivindica e se pede, nesta hora, √© a libera√ß√£o de ajuda emergencial que possibilite a perfura√ß√£o de po√ßos e a amplia√ß√£o do Programa Carro-Pipa‚ÄĚ ‚Äď explicou o senador.

O ministro Hélder Barbalho prometeu a Cássio que a ação emergencial será agilizada.

EIXO NORTE РNo encontro, também ficou acertada para a próxima sexta-feira, 7 de julho, a visita técnica do ministro da Integração, e comitiva, às obras do Eixo Norte da Transposição.

 Com Assessoria

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Comiss√£o Especial avan√ßa nos estudos do Regimento Interno da C√Ęmara Municipal de Jo√£o Pessoa

 

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A Comiss√£o Especial de Revis√£o do Regimento Interno da C√Ęmara Municipal de Jo√£o Pessoa (CMJP) se reuniu na manh√£ desta quarta-feira (28) para mais uma reuni√£o durante o recesso parlamentar da Casa. Na ocasi√£o, foram discutidos temas como: atas, direitos e deveres do vereador e discuss√Ķes plen√°rias.

Segundo o presidente da comissão, vereador João Corujinha (PSDC), a equipe está trabalhando arduamente para alcançar o prazo de entrega do projeto, que é dia 16 de agosto. Ele ainda destacou que, no término dos estudos, vai abrir prazo para propostas dos demais parlamentares ao documento.

‚ÄúAvan√ßamos muito hoje, analisamos as quest√Ķes das atas, dos direitos e deveres do vereador e das discuss√Ķes plen√°rias. Estamos trabalhando internamente durante a semana para que a reuni√£o seja o mais produtiva poss√≠vel e consigamos entregar o projeto no prazo‚ÄĚ, garantiu Corujinha. A pr√≥xima reuni√£o est√° marcada para quarta-feira (2).

Com Assessoria

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DIA DO FICO: Confira detalhes da conversa entre o governador Ricardo Coutinho e a vice Lígia Feliciano

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O clima parecia ameno, dentro e fora da Granja Santana, residência oficial do governador da Paraíba. Mas, antes mesmo de se dirigir ao local da conversa decisiva que teriam com Ricardo Coutinho, semana passada, Lígia Feliciano e seu marido, deputado federal Damião Feliciano, já recebiam sinais de que não sairiam com o resultado esperado.

Emiss√°rios dos dois lados j√° cuidavam, por telefone, de preparar o terreno para evitar desdobramentos inoportunos. Na presen√ßa de pouqu√≠ssimas testemunhas, Ricardo lembrou ao casal Feliciano a import√Ęncia para o Estado da continuidade do projeto socialista, uma prioridade da qual n√£o abriria m√£o, em hip√≥tese alguma.

Em seguida, citou a honra que seria, para qualquer pol√≠tico, exercer o mandato de senador da Rep√ļblica, cargo que disputaria em outubro de 2018, se assim quisesse. Mas, deixou clara sua op√ß√£o e pediu a compreens√£o de Dami√£o e L√≠gia, alegando que n√£o poderia deixar de concluir o que come√ßou. O governador tamb√©m fez quest√£o de agradecer ao casal pela colabora√ß√£o que deu ao projeto, pedindo que mantenha a mesma postura.

L√≠gia e Dami√£o, visivelmente contrariados, disseram que entendiam a decis√£o do governador. E garantiram que continuar√£o seguindo sua orienta√ß√£o, mantendo apoio ao atual governo. Ap√≥s os cumprimentos formais, os dois deixaram a Granja com a certeza de que Ricardo n√£o deixar√° o cargo em abril do ano que vem para concorrer √†s elei√ß√Ķes, frustrando o sonho de L√≠gia assumir o Pal√°cio da Reden√ß√£o.

O di√°logo foi narrado por uma fonte muito pr√≥xima √†s partes. Mas, circulam ainda vers√Ķes complementares. N√£o da conversa, mas das causas da decis√£o do governador. Uma delas seria a decep√ß√£o de Ricardo com o desgaste da classe pol√≠tica, principalmente em Bras√≠lia, onde teria que conviver com mensalistas, petrolistas e envolvidos na Lava Jato, alvos constantes de protestos populares.

A outra, mais pessoal, seria a situa√ß√£o familiar. Ricardo enfrenta uma disputa judicial ¬†pela guarda do filho com a ex, P√Ęmela B√≥rio, e sua movimentada vida pol√≠tica mais em Bras√≠lia do que em Jo√£o Pessoa, caso eleito senador, poderia prejudicar a conviv√™ncia com o filho.

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Novos documentos apresentados pela Oposi√ß√£o apontam tr√°fico de influ√™ncia e transformam secret√°rio em “homem bomba” da gest√£o Cartaxo

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A bancada de Oposição vem fazendo sua parte para esclarecer o suposto desvio milionário nas obras de revitalização da Lagoa, no Parque Solon de Lucena, apontado pela CGU e pela Polícia Federal. Durante coletiva nesta quarta-feira, os vereadores apresentaram nova documentação que comprovaria o tráfico de influência do secretário da Infraestrutura, Cássio Andrade, e seus familiares para facilitar a vida da Compecc, empresa contratada pela Prefeitura de João Pessoa para execução da obra.

A novidade transforma o secret√°rio no “homem bomba” da gest√£o de Luciano Cartaxo. A situa√ß√£o talvez justifique a “prote√ß√£o” dada pelo prefeito ao auxiliar. Apesar de todas as den√ļncias envolvendo o secret√°rio, Cartaxo nem admite a possibilidade de substitu√≠-lo. Uma mudan√ßa agora seria como abandonar um amigo no meio do precip√≠cio e poderia custar caro ao prefeito, caso C√°ssio resolvesse colocar a boca no trombone.

O l√≠der da Oposi√ß√£o, Bruno Farias (PPS) n√£o tem d√ļvidas em rela√ß√£o ao tr√°fico de influ√™ncia na obra da Lagoa, principalmente porque a esposa de C√°ssio Andrade √© funcion√°ria da Caixa Econ√īmica Federal, respons√°vel pela libera√ß√£o de recursos referentes √†s medi√ß√Ķes. “Essa rela√ß√£o fere o princ√≠pio da impessoalidade, considerado essencial na administra√ß√£o p√ļblica”, explicou Farias.

C√≥pias de empenhos apresentados pelos vereadores provam a libera√ß√£o de recursos para a obra da Lagoa, autorizada pela esposa de C√°ssio Andrade, Luciana Maroja, do DIGOV, respons√°vel pelo pagamentos. Al√©m do desbloqueio de recursos para pagamento de medi√ß√Ķes, os documentos mostram pagamentos “estranhos” feitos √† Compecc √†s v√©speras das elei√ß√Ķes de 2016 feitos com recursos da Prefeitura de Jo√£o Pessoa, em valores superiores aos da contrapartida do conv√™nio celebrado com o Governo Federal.

Segundo a bancada de Oposi√ß√£o, os documentos mostram ainda que a obra foi supervisionada por auxiliares diretos do prefeito, que a teriam visitado pelo menos vinte. “Isso desmonta mais uma vez o argumento de Cartaxo de que a Prefeitura n√£o tem envolvimento com as den√ļncias investigadas. Quem l√™ os relat√≥rios n√£o t√™m d√ļvidas de que houve superfaturamento”, afirmou Bruno Farias.

Mais uma vez, com a palavra o prefeito Luciano Cartaxo.

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Vinte anos ap√≥s pol√™mica em Jo√£o Pessoa, “Dia do Orgulho Gay” se torna lei na cidade de Conde

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A prefeita M√°rcia Lucena vai homologar a lei que estabelece o dia 28 de junho como Dia do Orgulho LGBT e Combate a Homofobia do Munic√≠pio de Conde. A data foi uma reivindica√ß√£o do Movimento LGBT Irakitan de Conde que conseguiu, junto √† C√Ęmara de Vereadores, a sua aprova√ß√£o atrav√©s de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, que contou com um abaixo-assinado promovido pelo Movimento, e foi apresentado em plen√°rio pelo vereador Fernando Ara√ļjo (PTdoB) e subscrito pelo Presidente da Casa, Ednaldo Barbosa (Naldo Cell – PT).
O evento acontecer√° neste dia 28, √†s 9h, na Secretaria de Educa√ß√£o – sala da UAB, Centro de Conde. Na ocasi√£o tamb√©m ser√° iniciado o Curso de Sa√ļde LGBT na Aten√ß√£o B√°sica: Porta de entrada para efetiva√ß√£o da equidade em Sa√ļde com o objetivo de capacitar os/as profissionais do SUS que atuam na aten√ß√£o b√°sica para realizarem a√ß√Ķes de promo√ß√£o e preven√ß√£o, focados na popula√ß√£o LGBT. O evento √© uma parceria da prefeitura de Conde com a UFPB.
A data, instituída pela ONU, faz alusão ao episódio que ficou conhecido como Stonewall Inn, nome de um bar frequentado por grupos das comunidades lésbica, gay, bissexual, transexual e travesti (LGBT) de Nova Iorque, e que, na noite de 28 de junho de 1969, teve seus frequentadores presos pela polícia, culminando com vários dias de protestos pela cidade norte-americana. De acordo com dados da ONU, em 76 países do mundo, ter um parceiro do mesmo sexo ainda é considerado crime.
POLÊMICA EM JOÃO PESSOA
Na d√©cada de 90, um requerimento semelhante acabou causando grande pol√™mica na C√Ęmara Municipal de Jo√£o Pessoa. O ent√£o vereador e hoje governador Ricardo Coutinho (PSB) prop√īs Voto de Solidariedade ao Dia Mundial do Orgulho Gay, data dedicada √† comunidade homossexual em todo o planeta. A proposta foi recha√ßada de imediato por quase todos os 19 vereadores e o caso acabou na justi√ßa, ap√≥s insinua√ß√Ķes do ent√£o presidente Genivaldo Fausto de que pelo menos quatro colegas eram homossexuais.
Os quatro citados foram o pr√≥prio Ricardo Coutinho (PSB), o deputado Tr√≥colli J√ļnior (PROS), o ex-deputado Ruy Carneiro (PSDB), e o ex-vereador Marco Antonio Queiroga. Os acusados se sentiram ofendidos e recorreram √†s vias judiciais. Sem provas das acusa√ß√Ķes, Fausto teve que se retratar em ju√≠zo, diante da amea√ßa de processos.
Com informa√ß√Ķes da Prefeitura de Conde
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Manoel J√ļnior nega cita√ß√£o em relat√≥rio de Janot e at√© brinca com especula√ß√Ķes: “Meu nome n√£o consta em nenhuma das 64 p√°ginas”

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O vice-prefeito de Jo√£o Pessoa, Manoel J√ļnior (PMDB), negou nesta ter√ßa-feira ter sido citado em relat√≥rio do procurador geral da Rep√ļblica, Rodrigo Janot, que denunciou o presidente Michel Temer ao STF como suposto integrante de uma organiza√ß√£o criminosa. “Meu nome n√£o consta em nenhuma das 64 p√°ginas”, garantiu J√ļnior.

O nome de Manoel J√ļnior teria sido citado em um anexo do relat√≥rio de Janot por ter convocado, atrav√©s de requerimentos, Minist√©rio P√ļblico Federal, Pol√≠cia federal e o BMG, adquirente do Grupo Schahin. “Os requerimentos foram apresentados h√° dois anos atr√°s e esse banco, o BMG, foi respons√°vel por um grande golpe no sistema financeiro nacional”,

J√ļnior lembrou que jamais foi alvo das investiga√ß√Ķes da Lava Jato ou do STF e mostrou-se tranquilo em rela√ß√£o √†s especula√ß√Ķes envolvendo seu nome. “Fui prefeito tr√™s vezes, deputado estadual e vice-prefeito. Nunca tive contas desaprovadas, nunca fui denunciado e nem me envolvi em qualquer tipo de dela√ß√£o”, sustentou.

 

Essa Lava Jato √†s vezes √© uma verdadeira “metralhadora girat√≥ria”.

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Líder da bancada de Oposição convoca coletiva nesta quara-feira para revelar novas irregularidades nas obras da Lagoa

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O vereador Bruno Farias (PPS) convocou coletiva de imprensa para esta ter√ßa-feira, quando promete apresentar novas den√ļncias e documenta√ß√£o indicando irregularidades nas obras de revitaliza√ß√£o da Lagoa do Parque Solon de Lucena. Em nome dos outros sete vereadores que integram a bancada oposicionista, Farias distribuiu material sobre a coletiva, prevista para as 10h30, no audit√≥rio anexo da C√Ęmara Municipal de Jo√£o Pessoa.

A mais recente movimenta√ß√£o no caso das obras da Lagoa partiu do Poder Executivo. O prefeito Luciano Cartaxo (PSD) criou uma Comiss√£o Especial para apurar poss√≠veis responsabilidades de servidores municipais nas irregularidades apontadas pela CGU (superfaturamento acima fe R$ 10 milh√Ķes) e pela Pol√≠cia Federal (superfaturamento de R$ 4,6 milh√Ķes).

A Oposi√ß√£o considerou o ato como tentativa do prefeito de fugir das “garras” da Pol√≠cia Federal, que avan√ßa na conclus√£o do inqu√©rito sobre as den√ļncias onde provavelmente agentes p√ļblicos ser√£o indiciados.

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Ex-prefeito Domiciano Cabral afirma que Berg Lima “inchou” folha de pessoal em Bayeux

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Filiado ao Democrata da Paraíba, o ex-deputado estadual Domiciano Cabral, que já exerceu o cargo de vice prefeito do município de Bayeux, evitou atacar, mas fez um breve diagnóstico sobre os primeiros meses de gestão Berg Lima (PTN), nesta terça-feira (27) e lamentou, sobretudo, a falta de experiência do novo prefeito da cidade.

Para Cabral, Berg ainda falta acertar os passos, já que, como todo novo gestor, acredita que vai resolver os problemas assim que assumir, mas se depara com a burocracia e com a falta de recursos. E ele ainda piora isso com o inchaço da folha de pessoal.

‚ÄúEm Bayeux e em qualquer outra cidade o maior problema √© a sa√ļde. Muita gente pensa que resolve, mais n√£o resolve. Tudo √© custo. Bayeux √© uma cidade que os recursos dela est√£o estacionados h√° muitos anos. √Č uma cidade de governar sem muitos gastos. N√£o quero culp√°-lo, mas Bayeux requer uma administra√ß√£o totalmente enxuta. A m√°quina est√° pesada, tem que diminuir, enxugar pessoal‚ÄĚ, disse.

Nesses primeiros seis meses, Berg, para Cabral, tem deixado a desejar, mas merece um desconto por ser um novo gestor. A primeira an√°lise sobre o mandato tem que ser feita ap√≥s um ano de administra√ß√£o. S√≥ depois disso dar√° para perceber ‚Äúa cara‚ÄĚ do novo governo.

‚ÄúEu acho o seguinte, ele ainda est√° deixando a desejar, mas como ele √© um gestor novo eu acho que a gente tem que d√° a ele um prazo pelo menos de 1 ano para ver se o camarada adapta administra√ß√£o p√ļblica, porque √†s vezes a teoria n√£o se aplica na pr√°tica algumas vezes. Na minha opini√£o ainda falta ele acertar os passos. O erro dele da maioria quando se elege √© que cria muita expectativa de que vai resolver os problemas e quando come√ßa a trabalhar os problemas n√£o s√£o resolvidos com uma varinha m√°gica n√£o. Os problemas s√£o enfrentados de acordo com a dificuldade que se apresentam‚ÄĚ, disse.

J√° sobre o pres√≠dio federal, que estava prestes a ser constru√≠do em Bayeux, Cabral lembrou que desde o in√≠cio foi contra e sugeriu que novas casas de deten√ß√£o fossem instaladas no cora√ß√£o da Amaz√īnia, da√≠ quando os presos fugissem, se deparariam com as on√ßas e seriam facilmente eliminados sem a interven√ß√£o humana.

Com PBAgora

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OBRAS DA LAGOA: Cartaxo cria comiss√£o especial para apurar responsabilidades e Oposi√ß√£o v√™ tentativa de fuga das “garras” da Pol√≠cia Federal

 

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Ap√≥s ignorar relat√≥rio da Corregedoria Geral de Justi√ßa, apontando superfaturamento superior a R$ 10 milh√Ķes, e laudos periciais da Pol√≠cia Federal constatando o sobrepre√ßo de R$ 6,4 milh√Ķes nas obras de revitaliza√ß√£o da Lagoa, do Parque Solon de Lucena, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) resolveu criar uma Comiss√£o Especial para investigar poss√≠veis responsabilidades de servidores municipais sobre as irregularidades.

A decis√£o foi publicada no Seman√°rio Oficial da Prefeitura de Jo√£o Pessoa, edi√ß√£o entre 18 e 24 de junho, e mostra que Cartaxo come√ßou a reconhecer que os √≥rg√£os de investiga√ß√£o (MPF e PF) n√£o est√£o brincando em servi√ßo. A Oposi√ß√£o, por sua vez, entendeu a resposta do prefeito como uma tentativa de fugir das “garras” da PF que, a cada dia, se aproxima da conclus√£o do inqu√©rito sobre as obras da Lagoa, com o poss√≠vel indiciamento de agentes p√ļblicos envolvidos no processo.

O ato do prefeito tamb√©m coloca em “saia justa” a C√Ęmara Municipal, onde ele conta com folgada maioria. Os vereadores governistas se negam a apoiar a cria√ß√£o e instala√ß√£o de uma Comiss√£o Parlamentar de Inqu√©rito, proposta pela Oposi√ß√£o, alegando que as investiga√ß√Ķes sobre as obras da Lagoa j√° est√£o em andamento, sob o comando do MPF e da PF.

Pelo jeito, Cartaxo não pensa mais assim. O líder da Oposição, Bruno Farias (PPS), cobra posicionamento dos aliados do prefeito, agora que a Prefeitura de João Pessoa, através da Comissão Especial criada, também fará a devida apuração do caso. A investigação do caso, segundo farias, caberia ao Legislativo Municipal, responsável pela fiscalização dos atos do Poder Executivo.

 

 

 

 

 

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