Gervasio Maia também declara apoio à retomadada aliança PSB/PMDB para eleições de 2018

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O deputado Gervásio Maia, presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, declarou em entrevista nesta quinta-feira (31) ser favorável à formalização de aliança entre o seu partido, o PSB, e seu antigo partido, o PMDB. Gervásio ressaltou que seu posicionamento é similar ao de muitos companheiros do PSB. Além disso, o deputado recordou que alguns peemedebistas já são aliados ao governador Ricardo Coutinho (PSB), como o senador Raimundo Lira (PMDB).

“Todos aqueles que vierem a somar a esse projeto serão indiscutivelmente bem vindos. Uma ala do PMDB já vem aliada do PSB desde 2014”, destacou o presidente da Assembleia. De acordo com Gervásio, o PSB está aberto para a celebração e alianças daqueles que tenham o interesse de fortalecer esse projeto que vem sendo concretizado na Paraíba, sob a condução do governador Ricardo Coutinho.

Além de Raimundo Lira, Gervásio ainda lembrou que os deputados federais Veneziano Vital do Rêgo e Hugo Motta também seguem na linha do PSB. Também integram esse arco de alianças o deputado federal André Amaral, e os estaduais Jullys Roberto e Nabor Wanderley.

Sobre o senador Raimundo Lira, o deputado estadual ainda destacou sua boa atuação e afirmou que “eu digo que ele não é só um aliado do governador, mas do Estado. Ele tem dado contribuições importantes aos paraibanos, pois sempre que nós o procuramos, Lira tem sido muito receptivo às causas da Paraíba”.

Com Clickpb

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Projeto de Cássio que estimula produção e consumo de leite é aprovado em Comissão do Senado

Foi aprovado, nesta quarta-feira (30), por unanimidade, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, o projeto do senador Cássio Cunha Lima, (já aprovado no Senado como PLS 186/2015 e que tramita na Câmara como PL 6901/2017). A proposta determina que o limite de aquisição da modalidade Incentivo à Produção e ao Consumo de Leite (PAA-Leite) garanta a compra de ao menos cento e cinquenta litros de leite diários de cada agricultor familiar.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) foi criado em 2003, com o objetivo de promover o acesso à alimentação e o incentivo à agricultura familiar. O PAA autorizou a compra direta aos agricultores familiares, dispensando o procedimento licitatório, estimulando os pequenos produtores e promovendo a inclusão econômica e social. A mesma Lei, inclusive, criou o Grupo Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos (GGPAA) que, dentre outras atribuições, possui a competência para definir o limite de compras, por produtor, na modalidade PAA-Leite.

Leite na Paraíba – Desde 2012 o limite para a compra do leite é de R$ 4 mil por semestre. Para Cássio, esse limite desestimula o produtor porque inviabiliza a ampliação da capacidade produtiva. Durante o seu período de governo, 120 mil litros de leite produzidos na Paraíba eram distribuídos diariamente em todos os 223 municípios do Estado para as famílias mais carentes.

“Essa restrição reduziu – e reduz – o número de fornecedores de leite para o PAA na Paraíba, o que impacta negativamente para a geração de emprego no meio rural. Além disso, há ainda um efeito perverso para o produtor. Como os valores não são corrigidos desde julho de 2012, quando o Decreto nº 7.775 foi publicado, a inflação corrói a rentabilidade e acaba por diminuir a quantidade de leite que pode ser comercializada pelo PAA”. – argumenta o senador.

O projeto, agora, segue para a Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara, onde será votado em caráter terminativo.

Assessoria do senador Cássio Cunha Lima

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Raíssa confirma discriminação na bancada e desabafa: “Melhor ser a calda do que a cabeça do camarão”

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A vereadora Raíssa Lacerda confirmou, nesta quarta-feira, que integrantes da bancada governista foram discriminados nas eleições de 2016 pelo prefeito Luciano Cartaxo. Segundo ela, havia interesse de Cartaxo em reeleger alguns vereadores, entre eles Benilton Lucena, Marco Antonio e Bira Pereira. Foi quando surgiu a chamada “bancada da calda”, formada por ela, Marmuth Cavalcanti e Professor Gabriel, entregue à própria sorte durante a campanha eleitoral. Dos três, todos do PSD de Cartaxo, apenas Raíssa se reelegeu.

Professor Gabriel reassumiu o mandato com a morte de Pedro Alberto Coutinho e Marmuth teve que aguardar a convocação de Hélton Renê, do PC do B, para o Procom para retornar à Câmara Municipal. “Melhor ser a calda do que a cabeça do camarão, onde só tem coisa que não presta”, comparou a vereadora.

Raíssa afirmou ainda que, por enquanto, não pretende deixar o PSD, mesmo tendo passado por momentos difíceis para renovar o mandato. “Estou no PSD”, resumiu, sem projetar o futuro.

Ela explicou também que não afirmou, em momento algum, que votaria em Raimundo Lira ou José Maranhão, ambos do PMDB, em 2018. “Os dois são amigos e merecedores dos elogios que fiz. Só isso, até o momento”, sustentou.

Até o momento.

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Governador Ricardo Coutinho entrega mais duas escolas reformadas em João Pessoa

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O governador Ricardo Coutinho entrega, nesta quarta-feira (30), as obras de reforma de mais duas escolas de João Pessoa, ambas localizadas no bairro de Mangabeira. As inaugurações integram a programação elaborada pelo Governo do Estado em comemoração ao aniversário de 432 anos de João Pessoa.

Data: 30/08/2017 (quarta-feira)

– Entrega da Reforma da E.E.E.F.M Professora Maria Bronzeado Machado.
Hora: 9h
Local: Rua Adauto Dantas, s/n, Bairro Mangabeira – João Pessoa/PB.

– Entrega da Reforma da E.E.E.M Cônego Luiz Gonzaga de Oliveira.
Hora: 10h
Local: Rua Janduy Dantas do Nascimento, s/n, Bairro Mangabeira – João Pessoa/PB.

Com Secom

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RACHOU GERAL: PSD de Cartaxo defende reeleição do senador Raimundo Lira, aliado de Ricardo Coutinho

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A vereadora Raíssa Lacerda parece disposta a “melar” o projeto político do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, para as eleições do ano que vem. Depois de praticamente acertar sua filiação ao PMDB, do senador José Maranhão, ela anda defendendo publicamente a reeleição do senador Raimundo Lira, do mesmo partido, contrariando a lógica que seria votar no senador Cássio Cunha Lima (PSDB), aliado do prefeito e das oposições.

Em entrevista ao portal PBAgora, a presidente do PSD em João Pessoa disse que sua família, incluindo o patriarca e ex-vice-governador José Lacerda Neto, está de malas prontas para apoiar a reeleição de Lira. Raíssa já havia revelado desejo de votar em Maranhão para o Governo do Estado, renegando a pré-candidatura de Cartaxo, a quem segue (ou seguia) politicamente na Câmara Municipal. Mesmo assim, continua comandando o partido do prefeito na Capital com aval do deputado federal Rômulo Gouveia, presidente do diretório estadual.

A vereadora ainda adiantou que oferecerá um jantar a Lira no início de setembro, quando pretende afunilar os entendimentos para garantir apoio ao senador. Segundo ela, além do “trabalho brilhante” que vem fazendo em Brasília, Lira é amigo pessoal de sua família, fato que estimula a decisão dos Lacerda.

Se até o PSD defende os adversários, fica difícil saber quem serão os aliados de Cartaxo em 2018.

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Fim da aliança entre PSD, PMDB e PSDB emperra candidatura de Romero e pode forçar PP a reavaliar cenário político

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O Partido Progressista é um dos mais preocupados com o provável fim da aliança entre PSD, PMDB e PSDB para as eleições de 2018 na Paraíba. O “racha” na aliança, definido com a decisão do PMDB de negociar com o PSB do governador Ricardo Coutinho, deve emperrar a pré-candidatura ao Governo do Estado do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, abrindo espaço para o senador Cássio Cunha Lima, seu primo e também tucano, que já administrou o Estado por duas vezes. A mudança prejudica os planos do PP e pode levar o partido a reavaliar o novo cenário político.

O PP integra o bloco de oposição, mas está de olho na Prefeitura de Campina Grande. Os pepistas torcem para que Romero renuncie ao mandato para disputar a sucessão estadual, garantindo espaço para o ex-deputado e atual vice-prefeito Enivaldo, patriarca da família Ribeiro e presidente do partido, comandar os destinos da cidade. A permanência de Romero frustra tais pretensões.

Enivaldo e os filhos, Aguinaldo e Daniella, tem evitado falar sobre o assunto, mas nos bastidores já se comenta a inquietação do grupo com a possibilidade de mudança de rota das oposições. Não é de hoje, também, que se especula sobre uma possível candidatura à vice-governadora de Daniella, para compensar a perda em Campina.

A essa altura do campeonato, não se sabe, entretanto, se seria na chapa oposicionista ou na governista.

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Deputado defende fim do Fundo Partidário e do horário eleitoral gratuito para “enxugar” gastos com sistema político

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O vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Bosco Carneiro Júnior (PSL), defendeu nesta terça-feira a extinção do Fundo Partidário e do horário eleitoral gratuito para “enxugar” gastos e fortalecer o sistema político brasileiro. Segundo ele, a medida seria um passo importante para reduzir as despesas e democratizar o processo eleitoral. “Se fala tanto em redução de gastos de campanhas eleitorais, mas se esquece do alo custo do Fundo Partidário e do horário gratuito. Bem que os cortes poderiam começar por ai”, sugeriu Júnior.

De acordo com Bosco Carneiro, somente o Fundo Partidário deve custar aos cofres públicos pouco mais de R$ 800 milhões em 2017, dinheiro que poderia ser aplicado, por exemplo, numa restruturação da Justiça Eleitoral para evitar a extinção de Zonas Eleitorais, determinada pelo TSE. “A desativação de várias zonas eleitorais no País inteiro vai prejudicar a população”, reclamou.

No horário eleitoral gratuito, segundo o deputado do PSL, são investidos cerca de R$ 500 milhões por ano, recursos que também poderiam ser revertidos para fortalecimento das finanças da Justiça Eleitoral. “Esse dinheiro vem da isenção no pagamento de impostos das empresas que patrocinam o horário eleitoral, mas isso não seria impedimento para ser utilizado em outras ações que visem fortalecer a Justiça Eleitoral”, prevê.

Bosco tem toda razão.

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Deputado do PT diz que vai lutar contra aliança PSB/PMDB: “Ricardo não precisa de golpistas”

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O deputado estadual Anísio Maia já avisou que não sobe no mesmo palanque de “golpistas”. Isso inclui PMDB, PSDB e DEM, entre outros partidos que apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef (PT) e dão sustentação ao governo de Michel Temer. Maia disse que vai lutar até o fim contra a retomada da aliança PSB/PMDB, que vem sendo pregada pelas principais lideranças dos dois partidos para as eleições de 2018.

“Não precisamos desses golpistas. Ricardo vem pregando a união das esquerdas em nível nacional contra o desgoverno Temer. Esse é o caminho também na Paraíba. Vamos lutar para que isso ocorra”, afirmou Maia.

O petista afirmou ainda que o grupo comandado pelo governador Ricardo Coutinho não precisa “importar” nomes para disputar a sucessão estadual e citou o secretário João Azevedo como alternativa viável para encabeçar a chapa socialista. “É um técnico experiente, um homem capacitado para governar a Paraíba. Com as últimas declarações e entrevistas que deu, João Azevedo me convenceu ainda mais como candidato”, avaliou.

O PT também quer vaga na majoritária.

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Estela também defende aliança PSB/PMDB e deixa para Ricardo e Maranhão decidirem sobre nomes

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A deputada Estela Bezerra também defende a retomada da aliança PSB/PMDB na Paraíba para as eleições de 2018, levando em conta as parcerias feitas anteriormente. Ele lembrou que Manoel Júnior foi vice de Ricardo Coutinho na Prefeitura de João Pessoa, tendo o PMDB participado efetivamente da gestão municipal ocupando cargos e dividindo as ações executadas. “Fizemos parcerias que deram certo e não há nada que impeça a retomada da aliança. Só depende dos dois partidos”, afirmou nesta terça-feira, na Assembleia Legislativa.

Estela disse ainda que, em princípio, defende que uma eventual chapa majoritária dessa coligação seja encabeçada por alguém do PSB, a exemplo do secretário João Azevedo, nome mais cotado hoje para ser o candidato apoiado pelo governador Ricardo Coutinho. No entanto, ela preferiu deixar a escolha para o governador e o senador José Maranhão. “Essa pergunta tem que ser feita a Ricardo e maranhão”, sugeriu, ao ser questionada sobre o assunto.

Além de Estela, Ricardo Barbosa, Hervásio Bezerra e Adriano Galdino pregam a aliança, do lado do PSB. Pelo PMDB, são favoráveis os deputados federais Hugo Motta, Veneziano Vital e André Amaral, além do senador Raimundo Lira, do deputado Raniery Paulino e do próprio Maranhão.

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Mineral afirma que governador “não viu direito o que assinou” e pede a colegas derrubada de veto

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O deputado Antonio Mineral (PSDB), da bancada governista, disse agora a pouco que o governador Ricardo Coutinho (PSB) “não viu direito o que assinou”, quando vetou projeto de sua autoria que proibia a presença de lixões e aterros sanitários a menos de 40 quilômetros da zona urbana das cidades paraibanas. O líder do governo, Hervázio Bezerra (PSB), ainda tentou justificar o veto alegando que o Governo do Estado constatou que existem várias decisões do Supremo Tribunal Federal contrárias à proposta.

“Eu votei a favor do projeto, mas nada nos impede de mudar de opinião. O Governo do Estado apresentou informação de que o uso do solo é de competência restrita dos Municípios. Então, mesmo que o veto fosse derrubado, a matéria seria inconstitucional”, explicou Bezerra.

Mineral não se convenceu e manteve o “assédio” aos colegas, inclusive de bancada, em favor da derrubada do veto. Mas, não foi bem sucedido. O veto foi mantido por maioria.

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