Ricardo Marcelo segue Maranhão e defende PMDB como “protagonista” das eleições de 2018

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Marcelo, disse nesta terça-feira que seguirá a orientação do senador José Maranhão em relação às eleições de 2018, pregando que o PMDB deixe de ser coadjuvante e volte a ser protagonista na Paraíba. Marcelo entende que Maranhão, como presidente do PMDB, age de forma correta ao procurar alianças que viabilizem o projeto partidário.

“Não tenho dúvidas que seguirei a decisão e o entendimento do presidente e amigo José Maranhão. O PMDB precisa deixar de ser coadjuvante e voltar a ser protagonista no processo eleitoral. esse trabalho que Maranhão tem feito é importante para fortalecer nosso projeto”, sustentou Marcelo.

Perguntado sobre a possível aliança com o PSB, do governador Ricardo Coutinho, Marcelo garantiu que não faz restrições a nenhum partido, desde que seja uma decisão do PMDB. “O presidente José Maranhão saberá encaminhar o processo de alianças de modo a beneficiar o partido e a população paraibana”, concluiu.

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Tião Gomes critica gestão de Cássio e garante que em Campina Grande ex-governador deixou apenas uma “pinguela”

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O deputado Tião Gomes, presidente do PSL na Paraíba, criticou nesta terça-feira a “falta de gestão” do ex-governador e atual senador Cássio Cunha Lima (PSDB), cobrando aos colegas de oposição que apontem uma só obra executada pelo tucano durante o período em que esteve à frente do Governo do Estado. Segundo Gomes, em Campina Grande mesmo, seu maior reduto eleitoral, Cássio deixou apenas “uma pinguela”.

A declaração gerou gargalhada de deputados, pessoal das galerias e dos profissionais de imprensa. De acordo com o Aurélio, “pinguela” é um substantivo feminino que significa “pequeno pau com auxílio do qual se arma laço para pegar aves; pinguelo” ou ainda “gancho usado na armação de ratoeiras”.

Na linguagem popular, entretanto, “pinguela” significa uma pequena ponte e Tião Gomes referiu-se ao viaduto construído por Cássio no centro da Rainha da Borborema.

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Deputado sugere que Romero pague os R$ 200 milhões à Cagepa para investimentos em Campina Grande

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O deputado Anísio Maia (PT) fez, na manhã desta terça-feira, um desafio ao prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB). Ele disse que se a Prefeitura Municipal pagar os R$ 200 milhões que deve à Cagepa o Governo do Estado se compromete a investir o dinheiro em obras e ações na cidade. “Não tenho dúvidas que todos querem o melhor para Campina Grande. Então, que o prefeito pague os R$ 200 milhões para beneficiar a população”, sustentou.

O suposto débito de R$ 200 milhões, da Prefeitura de Campina com a Cagepa, foi revelado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta segunda-feira, em resposta à críticas do prefeito ao trabalho da Cagepa. “Se quer dizer que a Cagepa não faz, então pague o que deve”, afirmou Coutinho, referindo-se a Romero.

Com a palavra, o prefeito de Campina.

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Galdino recebe convite do governador para ser secretário e Raoni Mendes deve voltar à Assembleia Legislativa

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), foi convidado na noite desta segunda-feira pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) para assumir novamente uma secretaria estadual. A pasta não foi ainda definida, mas tudo indica que será a Articulação Política. Com a operação, o suplente de deputado Raoni Mendes (DEM) deve voltar à Casa de Epitácio Pessoa.

Galdino, que já foi chefe da Casa Civil do atual governo, não decidiu ainda se aceitará o convite. Deve dar resposta até o final do dia. Mas, já é tratado pelos colegas como secretário. E Raoni reúne papelada para reforçar a bancada do governo e ampliar oposição ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD).

São preparativos para 2018.

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ESCÂNDALO DA LAGOA: PF aponta desvios de R$ 2 milhões somente na construção de galerias e compra de tubos coletores

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Apenas na construção da galeria e compra de tubos coletores na obra do Parque da Lagoa, executada pela Prefeitura de João Pessoa, o inquérito da Polícia Federal apontou desvios de recursos públicos na ordem de R$ 2 milhões. Também foi constatado superfaturamento de 65% na construção do dique.

O superfaturamento na obra aconteceu em função de sobrepreço identificado, de acordo com o relatório do inquérito, destacando “que oneraram em duplicidade à composição de custo, tendo em vista as características do contrato”.

Segundo o inquérito, “o confronto do valor pago para execução da obra em questão, que importou R$ 8,210 milhões, com o valor considerado pela perícia como aplicado de fato na execução do serviço, que totalizou R$ 6,308 milhões, revelou que houve um superfaturamento de 30,14% na contratação e execução deste item, que representa um dano ao Erário de R$ 1,901 milhão, a preço de fevereiro de 2014”.

Dique superfaturado

O superfaturamento constatado na construção do dique da Lagoa foi considerado acima do normal pelos técnicos da Polícia Federal. “O confronto entre o valor total medido e pago pela PMJP pelos serviços de execução do dique de contenção e o valor dos serviços considerados pela perícia como efetivamente executados, mostra que foram pagos pela Prefeitura 65% a mais que os valores dos serviços constatados pela perícia, o que implica em um prejuízo ao Erário no montante de R$ 76.554,30”, aponta o inquérito.

Além disso, existem inconsistências nas respostas fornecidas pela Prefeitura de João Pessoa aos questionamentos dos auditores fiscais da Controladoria Geral da União (CGU) e dos peritos criminais federais. O dique, que foi construído com dimensões menores do que foi planejado, teria uma espécie de “fundação”, ou seja, um alicerce, de acordo com a resposta do secretário de Infraestrutura, Cássio Andrade, que não teria sido levado em consideração pelas investigações. A suposta fundação também é citada em um dos relatórios da Caixa Econômica Federal.

No entanto, os peritos solicitaram ao secretário, durante uma reunião em novembro de 2016, a “apresentação de exames geotécnicos eventualmente realizados, a exemplo de sondagem, de forma a comprovar a existência da suposta fundação, haja vista que a mesma não consta em nenhum dos croquis existentes do dique”, croquis, inclusive, disponibilizados pela PMJP aos peritos. Mas a PMJP ainda não apresentou o estudo que comprovaria a existência do alicerce que justificaria o superfaturamento de 65% nesta etapa da obra.

Outro fato que chamou a atenção dos peritos é que após os questionamentos da Controladoria Geral da União (CGU), a PMJP realizou furos no interior do dique, em uma tentativa de comprovar sua defesa diante das constatações de superfaturamento. Os furos estão descritos em dois relatórios elaborados pela PMJP e pela Caixa.

Empresa fantasma

A Polícia Federal ainda identificou que uma empresa fantasma foi utilizada para fornecer a certificação técnica de engenharia à Compecc, que foi a empresa responsável pelo desassoreamento, demolição de muro, construção de galeria e túnel que compuseram toda a obra. Os peritos ainda encontraram irregularidades em todo o processo de licitação, que aconteceu entre os anos de 2013 e 2014 e foi realizado pela Secretaria de Planejamento (Seplan) de João Pessoa.

Segundo constatou a Polícia Federal, a Compecc não possuía capacidade técnica-operacional para executar o sistema de drenagem através de um método não destrutivo. Como comprovante de capacidade, a empresa apresentou um atestado emitido pela empresa Fortaleza – Peixes e Crustáceos Ltda, sediada em Santa Rita. A empresa Fortaleza – Peixes e Crustáceos possuía em seu quadro societário os empresários Eduardo Ribeiro Victor e Márcia Maul de Souza. Eduardo, atualmente, figura como sócio administrador da Compecc. Já Márcia foi quem assinou o atestado irregular para ser entregue à PMJP.

Irregularidades na licitação

O laudo pericial da Polícia Federal ainda constata a existência de várias irregularidades no processo de licitação da obra da Lagoa. Foi confirmada a denúncia do relatório da CGU de que a Comissão Especial instituída através de decreto pela PMJP não possuía maioria de membros efetivos do quadro de servidores municipais. A comissão era formada por sete membros, sendo cinco titulares e dois suplentes, sendo que apenas dois eram servidores efetivos pertencentes aos quadros da PMJP e os demais prestadores de serviço ou ocupantes de cargos comissionados.

No entendimento da CGU e da PF, a ausência de maioria de servidores efetivos na composição da comissão pode configurar a tentativa de “burlar o regramento jurídico”.

Ainda no processo licitatório, 15 empresas se cadastraram para disputar a concorrência pública. Sendo que apenas a Compecc compareceu no dia em que foi realizada a escolha da empresa vencedora da licitação.

Com Clickpb

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Câmara Municipal comemora 27 anos da Guarda Civil Municipal de João Pessoa

Os 27 anos da Guarda Civil Municipal de João Pessoa (GCMJP) foram celebrados, na tarde desta segunda-feira (28), em uma sessão especial realizada no Plenário da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). Na ocasião, o vereador Dinho (PMN), que propôs a solenidade, entregou o Diploma de Honra ao Mérito ao comandante da guarnição José Severino Figueiredo.

Além de Dinho e dos homenageados, compuseram a mesa o vereador Lucas de Brito (PSL), que secretariou os trabalhos, bem como o secretário adjunto da Segurança Urbana e Cidadania, Assis Freire, o comandante da GCMJP, Coronel Lívio; o presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal, José Luís Arruda; o representante do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Jocélio de Oliveira; o representante do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) – 13ª Região, Valter Azevedo; e o gestor da Secretaria de Segurança Urbana de Bayeux, Paulo Coelho.

De acordo com Dinho, a sessão foi proposta em alusão aos 27 anos de existência da GCMJP a fim de agradecer os trabalhos prestados pela corporação em favor da segurança e da cidadania da capital paraibana, além de homenagear os servidores que compõem a corporação, na pessoa do seu líder, o comandante José Severino Figueiredo. O parlamentar fez um breve relato sobre a história da instituição e da carreira do homenageado que faz parte dos quadros da Guarda desde o início da constituição dela.

“A Guarda Civil Municipal de João Pessoa, tem proporcionando diariamente, desde da sua fundação, segurança em órgãos públicos municipais o que garante a execução dos serviços em hospitais, parques, praça, bairros, escolas e outros departamentos da administração”, destacou.

O vereador Lucas de Brito lembrou que contribuiu como advogado em representações dos agentes em ações ajuizadas por reajustes salariais e na criação da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb) aprovada na Câmara e da qual a Guarda Municipal faz parte.

O homenageado agradeceu a Deus, a sua família e a todos os colaboradores na sua trajetória profissional e apresentou os avanços mais recentes da corporação a exemplo da renovação da frota e a compra de coletes balísticos, além do curso de Pilotagem Tática Avançada e a atualização profissional dos agentes. “Esta tarde é um momento ímpar na minha vida. É imensa a satisfação na alma por esse marco na minha existência. Com grande emoção divido este momento com todos aqui presentes”, falou.

A vereadora Helena Holanda (PP) também prestigiou a solenidade, assim como diversos servidores da Guarda e da Prefeitura. Durante a solenidade foi exibido um vídeo sobre as atividades da Guarda Municipal e a Banda de Música Cinco de Agosto, sob a regência do maestro Adelson Machado, executou o Hino Nacional.

Breve Histórico

A Guarda Municipal de João Pessoa foi criada no dia 29 de junho de 1990, através da Lei. 6.394. O contingente de servidores que prestava serviço de vigilância nas Secretarias, vinculado ao Departamento de Vigilância da Prefeitura (DEVIP). Atualmente a Superintendência da Guarda Municipal está vinculada a Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb).

Com Assessoria

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Cássio também entra no páreo e Paraíba já tem cinco pré-candidatos ao Governo do Estado em 2018

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) sempre deixou claro que sua prioridade é disputar a reeleição em 2018. Mas, parece ter mudado de ideia depois do início de contatos para uma eventual reaproximação entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e seu colega José Maranhão, presidente do PMDB na Paraíba. Nesta segunda-feira, Cássio informou ao portal Paraibaja.com.br que aceita o desafio de concorrer novamente ao Governo do Estado desde que seu nome seja escolhido de forma consensual.

A declaração colocou mais “lenha na fogueira” da sucessão estadual. Maranhão também reafirmou o desejo de ser candidato, condicionando a decisão ao apoio popular, e os prefeitos Romero Rodrigues (PSDB) e Luciano Cartaxo (PSD) já estão em plena campanha pelo Palácio da Redenção. Isso, sem contar com o secretário João Azevedo, pré-candidato do governador Ricardo Coutinho.

A preço de hoje, a Paraíba já conta com cinco possíveis candidatos ao Governo do Estado, restando ainda um ano e dois meses para as eleições. Lembrando que Cássio e Romero são do mesmo partido e, portanto, um dos dois teria que se filiar a outra legenda para que ambos disputem o mesmo cargo.

A mudança de Cássio também reforça a tese de esfacelamento das oposições, constatada a partir da decisão de Maranhão de admitir candidatura e procurar Ricardo para discutir aliança em 2018.

Em 2010, Cássio se uniu a Ricardo para derrotar Maranhão. Em 2014, Maranhão se uniu a Ricardo, no segundo turno, para derrotar Cássio, aliança que pode se repetir em 2018.

Como diria o ex-deputado Manoel Gaudêncio, a política é mesmo dinâmica.

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Maranhão confirma candidatura e manda recado ao prefeito Luciano Cartaxo: “Não há aliança perpétua”

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Mas do que admitir candidatura, o senador José Maranhão decidiu por “as cartas na mesa” e deixar clara, de uma vez por todas, a posição do PMDB em relação à sucessão estadual de 2018 na Paraíba. Maranhão confirmou entendimentos com o governador Ricardo Coutinho (PSB) e mandou um duro e definitivo recado a Luciano Cartaxo (PSD). Ele disse que o PMDB já deu sua parcela de contribuição na aliança com o atual prefeito de João Pessoa, quando indicou Manoel Júnior para vice, e não tem mais nenhuma obrigação com o ex-petista. “Não existe aliança perpétua”, afirmou Maranhão em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação.

O presidente do PMDB revelou que foi convidado por Ricardo Coutinho para conversar sobre as eleições de 2018 e não vê nenhum problema nisso. Ele aguarda apenas o agendamento do encontro para seguir em frente com os entendimentos.

Sobre sua eventual candidatura ao Governo do Estado, Maranhão afirmou que depende apenas do apelo popular e do PMDB, embora não tenha dúvidas de que terá o aval partidário para concorrer. “Estou pronto para o desafio”, garantiu.

Quem conhece maranhão, sabe que o homem está decidido.

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Ricardo rebate críticas de Romero e cobra publicamente dívida de R$ 200 milhões da PMCG com a Cagepa

O governador Ricardo Coutinho (PSB) concentrou discurso feito em Campina Grande, durante ato público com Lula, na questão do fim do racionamento de água na cidade. Ele rebateu críticas de Romero Rodrigues (PSDB) e cobrou publicamente uma dívida de R$ 200 milhões que a Prefeitura de Campina Grande teria com a Cagepa. “É fácil dizer que a Cagepa não funciona quando ele (Romero) mesmo não paga”, disparou.

Ricardo lamentou que seus adversários insistam em criticar sem apontar qualquer tipo de solução para os problemas da Paraíba e prometeu derrotá-los novamente nas urnas em 2018. “Aqui não é tribuna do senado quando conspiraram contra democracia, derrubaram um governo sem crime de responsabilidade”, alfinetou.


Com Maispb

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Lígia Feliciano destaca obras do Governo Lula e agradece a ex-presidente pela Transposição do São Francisco

Ao participar da Caravana do Lula, em atividade neste domingo, 27 de agosto, no Parque de Bodocongó, em Campina Grande, a vice-governadora do Estado da Paraíba, Lígia Feliciano, ressaltou a importância das obras da transposição das águas do Rio São Francisco, pois o principal açude da região estava operando em volume morto, deixando a população de Campina Grande e Região aflita, por quase três anos.

Lígia fala que mesmo no caos hídrico, ainda havia políticos que levantavam calúnias contra o Governo do Estado, aterrorizando a população, afirmando que a água estava contaminada, numa tentativa de colocar a opinião pública contra o Governo.

“Uma turma ainda perturbando dizendo que a água estava ruim. Nós sofremos”, ressaltou a pedetista.

Ela, que afirmou que estava ao lado de Lula na primeira eleição dele para presidente, como candidata a senadora, disse que graças ao povo Lula foi eleito, tendo a coragem de liderar a maior obra hídrica da história.
“O povo elegeu um presidente nordestino, filho de dona Lindu, que sofreu na pele, teve coragem de fazer essa obra”, lembrou.

Para finalizar, Lígia disse que para atender a população, o Governo do Estado, através de Ricardo Coutinho, construiu mais de 1.300 metros de adutora, levando água para as torneiras dos paraibanos.


Vídeo (Paraibaonline)

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