Patoense dirige entidade nacional que promove palestras e seminários sobre educação no trânsito no Sertão

Ilverdânio cercado de crianças após mais um evento

Agente de Trânsito da Prefeitura Municipal de Patos, no Sertão paraibano, Ilverdânio Morais de Lucena decidiu investir na carreira e logo tornou-se especialista em educação no trânsito, participando de vários eventos locais e nacionais sobre o tema. Ciente das dificuldades e limitações para expandir seus conhecimentos, Ilverdânio decidiu criar uma entidade capaz de conduzir um trabalho voltado à população.

Foi então que surgiu a Associação Nacional dos Profissionais e Voluntários Educacionais em Segurança de Trânsito (Anpvest). Embora ainda não tenha longo alcance em território brasileiro, a iniciativa pioneira já promoveu diversos cursos, palestras e seminários sobre educação no trânsito em Patos, outras cidades vizinhas e até em outros Estados. “Nosso objetivo é ampliar o quanto possível for esse trabalho, mas são muitas as dificuldades”, explicou ilverdânio, que também é diretor-presidente da entidade.

Essas dificuldades passam, é claro, pela questão financeira. A Anpvest é uma entidade sem fins lucrativos. Não recebe pagamentos ou doações, exceto destinadas à crianças e totalmente documentadas. São as mesmas crianças e jovens que têm acesso gratuito ao aprendizado sobre o trânsito nos eventos promovidos pela entidade. “Sabemos o quanto o trânsito mata no Brasil e, parte desses óbitos, ocorre após discussões muitas vezes fúteis. Um de nossos objetivos é orientar motoristas e futuros motoristas no sentido de que essas brigas sejam evitadas”, afirmou Ilverdânio.

O projeto social desenvolvido pela Anpvest mistura os ensinamentos sobre o trânsito com brincadeiras, para atrair a atenção de crianças e jovens. Distribuição de pipoca, brinquedos e a presença de palhaços fazem parte dos eventos que podem ser promovidos em escolas públicas e privadas, seja na zona rural ou urbana, tudo com acompanhamento dos pais. “Quando criança, sofri acidente de trânsito e resolvi trabalhar em função do tema”, recorda o dirigente da Anpvest.

O trabalho da entidade mostra que, mesmo com pouco, é possível ajudar e muito às futuras gerações, principalmente diante de um tema tão relevante como o trânsito.

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Se não pode ser o candidato do governador, Maranhão será candidato contra o governador

Imagem: Reprodução paraiba.com.br

Como o blog bem frisou desde o início, quando o PMDB aprovou a tese de candidatura própria, o senador José Maranhão é candidatíssimo à sucessão estadual de 2018, segundo relato da colega Lena Guimarães em sua conceituada coluna do jornal Correio da Paraíba, deste sábado, penúltimo dia do ano. Um problema familiar me impediu de prestigiar o jantar de confraternização do presidente do MDB, na noite da última quinta-feira. Mas, Lena estava lá e pode constatar, após conversa transformada em entrevista, que Maranhão sequer admite discutir a possibilidade de recuo.

E o senador já tem até discurso pronto para quando iniciar o período de campanha eleitoral. Vai lembrar à população paraibana o acervo de obras que deixou, nas três vezes que governou o Estado, e tentar convencê-la de que um gestor experiente pode fazer ainda mais. A reação incisiva de Maranhão, diante dos questionamentos provocativos de Lena, faz jus às peregrinações que tem feito pelo interior da Paraíba, visitando lideranças políticas e expondo projetos como candidato de “prego batido e ponta virada”, como se costuma rotular situações completamente definidas.

Além do lema de campanha, Maranhão já tem em mente outra decisão: se não pode ser candidato do governador, será candidato contra o governador. Não por acaso, o emedebista continua “de mãos dadas” com o PSD, do prefeito Luciano Cartaxo, e o PSDB, do senador Cássio Cunha Lima. Aliás o “sonho de consumo” de Maranhão é ter o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, como vice. Os dois já marcaram, inclusive, um novo jantar para conversas políticas após o a passagem de ano. Mas, o tucano avisou que quer a cabeça de chapa e não aceita ser vice de ninguém.

De qualquer forma, Maranhão já deixou claro de que lado está. Depois de inúmeras tentativas de acordo com o PSB, parece que o senador está disposto a disputar, com o candidato do PSB e do governador, João Azevedo, a segunda vaga para um eventual segundo turno.

A primeira, em tese, já teria dono. Não precisa nem citar nome.

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Presidente do PPS avalia resultado de pesquisa em João Pessoa e não vê motivos para euforia de aliados de Cartaxo

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O presidente estadual do PPS, Nonato Bandeira, estranhou a euforia de aliados do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) com o resultado de uma pesquisa em João Pessoa sobre a sucessão estadual de 2018. Nonato não vê motivos para comemoração e entende que os números apontam para uma queda do prefeito em seu principal reduto, que vem a se somar com a previsão de derrota fragorosa no interior do Estado demonstrada em outras consultas.

Abaixo, a avaliação do dirigente na íntegra:

Em 2004, Recife fez uma grande festa para comemorar os 350 anos da expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro. O embaixador da terra de Mauricio de Nassau, que tanto marcou a história pernambucana, foi o convidado de honra da solenidade.

Em meio aos discursos das autoridades presentes, o embaixador holandês teria cochichado no ouvido do prefeito recifense:
– Vem cá, depois que vocês expulsaram os holandeses aqui do Recife, e do restante do nordeste brasileiro, eles foram pra onde mesmo?
– Ah, eles foram pra América do Norte e fundaram Nova Iorque.
– E vocês estão comemorando o quê mesmo? – indagou o perplexo embaixador.

Recordei de imediato desse suposto diálogo ao me espantar, neste final de ano, com os partidários do prefeito Luciano Cartaxo comemorando os números de uma certa pesquisa em que ele aparece com 40% das intenções de voto. Realizada apenas em João Pessoa. Embora o pleito que ele poderá disputar seja estadual. Lembrando apenas que há pouco mais de um ano, o mesmo Cartaxo foi reeleito logo no primeiro turno para o cargo de prefeito com 60% dos votos.

Um ano depois, com toda a mídia e a exposição diária de seu nome como virtual candidato ao Governo, Cartaxo tem, na cidade em que administra, menos 20 pontos do que tinha quando foi reeleito. E tal qual as autoridades recifenses, seus partidários comemoram.

Se em Campina e a Borborema ele tem dificuldades e precisa ser amparado, no interior a coisa é muito pior. Nas diversas regiões do Estado, Cartaxo perde em praticamente todas as cidades para João Azevedo e José Maranhão. Assim vem ocorrendo no Vale do Mamanguape, Vale do Paraíba, Curimataú, no Brejo, Seridó, Agreste, Cariri, Médio Piranhas, Alto Sertão e região de Princesa Isabel.

Diante deste quadro restou ao prefeito comemorar pesquisa na cidade em que ele mesmo governa para mostrar, aos aliados, que é competitivo. Esqueceu, apenas, de que a sua Nova Iorque ocorreu no passado e não no futuro. Precisamente, em outubro de 2016.

*
Nonato Bandeira
Jornalista
Atualmente é Chefe de Gabinete do Governo e presidente do PPS/PB.

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Berg Lima comemora absolvição pela Câmara Municipal e agora quer reassumir mandato em Bayeux

O placar foi apertado (10 a 07), mas suficiente para livrar o prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima (Podemos), da cassação. Berg comemorou a decisão da Câmara Municipal, após 14 horas de julgamento, e agora segue em busca de reassumir o cargo. Votaram contra a cassação, os vereadores Jeferson Kita, França, Adriano do Táxi, Lico, Netinho, Guedes, Zé Baixinho, tenente Ricardo que votou no lugar de Adriano Martins, autor do pedido de cassação, Uedson Orelha e Noquinha. Se posicionaram a favor da cassação, a vereadora Dedeta, Luciene de Fofinho, Cabo Rubens, Inaldo Andrade, Rony Alencar e Josauro.

Berg Lima teve um vídeo divulgado em que ele estaria supostamente, cobrando propina a um empresário da cidade em troca da liberação de pagamentos atrasados da gestão passada.

A sessão na Câmara teve protesto, manifestação de apoio para Berg e para o atual prefeito que é o vice, Luis Antônio e durou mais de 14 horas, terminando na madrugada deste sábado (30).

O vice, que assumiu como prefeito interino, também está sendo acusado e deve ser julgado logo no inicio

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Cássio já admite mais de uma candidatura ao Governo do Estado no campo das oposições: “Não será o fim do mundo”

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O senador Cássio Cunha Lima já trabalha com a possibilidade de lançamento de mais de um candidato ao Governo do Estado pelo campo das oposições nas eleições de 2018. Cássio disse que vai continuar lutando pela unidade das oposições a partir do primeiro turno, cenário que considera melhor, mas não teme prejuízos caso seja lançada mais de uma candidatura.

“Não será nada de outro mundo. não será o fim do mundo se a oposição tiver mais de uma candidatura. Vamos aguardar o início do ano que vem para que as decisões comecem a ser tomadas”, ponderou Cunha Lima.

Cássio quer aguardar, principalmente, a decisão do prefeito Romero Rodrigues, de Campina Grande, que deseja ser candidato a governador. O senador já deixou claro que o primo terá apoio integral do PSDB se mantiver a disposição de enfrentar as urnas. Cássio chegou a admitir não disputar as eleições de 2018 se for para colaborar com a candidatura do prefeito campinense.

“O PSDB só se manifestará (sobre as eleições de 2018 na Paraíba) a partir de uma decisão de Romero”, avisou.

Além de Romero e do próprio Cássio, as oposições contam com o senador José Maranhão, do PMDB, e com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, do PSD, como alternativas para a sucessão estadual.

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Ex-prefeito do Sertão pode perder direitos políticos e ter que devolver meio milhão de reais por emitir 83 cheques sem fundo

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A Promotoria do Patrimônio Público de Patos ajuizou, no último dia 19, uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Cacimba de Areia, Inácio Roberto de Lira Campos, mais conhecido por Betinho, e contra o ex-secretário de finanças e tesoureiro do Município, Paulo Rodrigues Lima, pela emissão de cheques sem fundos e despesas sem licitação

Segundo o promotor Alberto Vinícius Cartaxo da Cunha, foi constatado pelo Tribunal de Contas do Estado que o ex-prefeito e o ex-secretário emitiram 83 cheques sem fundos em nome da Prefeitura Municipal de Cacimba de Areia, causando, além do prejuízo moral, a necessidade de pagamento R$ 2.077,59 em tarifas bancárias, o que resultou em dano ao erário.

Além disso, foram realizadas despesas no valor de R$ 486.434,29 sem licitação, com nove fornecedores diferentes para aquisição de material permanente, o que impediu que o Município economizasse seus gastos por meio da competitividade entre diversos fornecedores.

“Por tais razões, a conduta dos promovidos também encontra adequação no disposto no artigo 11, caput, da Lei nº 8.429/92, configurando, ao mesmo tempo, ato de improbidade administrativa que causou dano ao erário e que também violou importantes princípios administrativos”, destaca o promotor.

A ação sugere, com base nos autos, o ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais.

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Romero se irrita com declaração de Cássio e sugere “sorteio” para escolha do nome do PSDB na chapa majoritária das oposições

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Quem conhece Romero Rodrigues, prefeito de Campina Grande, sabe que ele “engole um boi, mas se engasga com um mosquito”, como prega a sabedoria popular. Romero não gostou nada de recente declaração do primo senador, que admitiu “sacrificar” seu projeto político para apoiá-lo em 2018. Evitando “bater de frente”, como já fez em outras ocasiões, o “Vaqueirinho de Galante” preferiu recorrer à ironia para responder ao que considerou uma provocação.

“Porque não faz por sorteio?u Não vou chamar para mim essa responsabilidade. Eu acho que a mesma pretensão que eu tenho hoje ele (Cássio) teve no passado e se consolidou e se concretizou”, comparou Romero, durante entrevista ao Sistema Correio de Comunicação.

O tucano referiu-se à decisão de Cássio de renunciar à Prefeitura de Campina Grande, em 2002, para disputar o Governo do Estado, permitindo à ascensão de Cozete Barbosa, então vice-prefeita, ao Palácio do Bispo. “Também não quero jogar essa responsabilidade para cima de Cássio. O que não quero para mim, também não quero para os outros. Não é nada agradável voce ter que decidir o futuro dos outros”, justificou.

Ao contrário de Cássio e do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), outro pré-candidato à sucessão estadual, Romero não tem pressa para definir seu futuro político e pretende seguir os prazos determinados pelo calendário eleitoral. “Quem tem prazo, não tem pressa. Tenho até o dia 6 ou dia 7 de abril, se quiser, para sair ou não da prefeitura”, lembrou.

Romero parece determinado, como bom Rodrigues.

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Servidores municipais de Sapé prometem manter protestos até prefeito atender reivindicações

Servidores de Sapé devem fazer mais um protesto contra a Prefeitura Municipal nesta quinta-feira(28/12), em resposta ao desrespeito do Prefeito Roberto Feliciano às reivindicações da categoria e ainda a retirada de direitos trabalhistas conquistados legalmente. Alegam que, apesar de cumprirem sua carga horária normalmente, a Prefeitura vem ignorando alguns direitos e ainda retirando outros.

Os trabalhadores citam como exemplos o não pagamento integral do 13º salário; pagamento do mês de dezembro fora da data legal (segundo nota da Prefeitura, este se estenderá até 10 de fevereiro); e a não revogação da portaria que retira direitos do Magistério; não retirada do projeto de terceirização (PL 32/2017), que precariza serviços e acaba com os concursos públicos, prejudicando servidores efetivos.

O não pagamento de diversos direitos e a não implantação de inúmeros outros, garantidos nos PCCR’s, também são reclamados. Vários protestos foram realizados e, segundo a direção do SINDSERVS, só irão terminar quando tudo for regularizado.

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Líder da Oposição chama secretário de “truculento” e não quer mais sua presença na Câmara Municipal

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O líder da oposição, vereador Bruno Farias (PPS) disse que a bancada oposicionista não vai mais “tolerar a presença de Zênnedy Bezerra (Articulação Política da prefeitura de João Pessoa) na Câmara Municipal da Capital, como preposto da prefeitura, mandando no Poder Legislativo.

“A Casa é composta por representantes do povo eleitos, de maneira democrática, não iremos aqui admitir parlamentares postiços”, disse Bruno Farias.

A oposição apontou a interferência de auxiliares do Poder Executivo na Câmara Municipal, depois que o secretário de Articulação Política do prefeito Luciano Cartaxo, Zênnedy Bezerra, interferiu nas discussões entre os parlamentares. Segundo Bruno, ele agiu com “truculência”. “Zênnedy Bezerra não se retratou, não pediu desculpa, disse que a orientação da prefeitura era tratorar a oposição, e nesses termos não tem diálogo”, disse Bruno.

Bruno contou que o secretário chegou à Câmara Municipal, nesta quarta-feira (27), “chutando a porta” e, por birra, quis que a votação ocorresse conforme sua conveniência, derrubando emenda da oposição à Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2018. A emenda buscava limitar em 7% da receita corrente líquida o limite do saldo devedor das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária.

“No alto de uma arrogância e prepotência sem tamanho, ele disse que ia ensinar a oposição a fazer acordos. Na realidade, quem quebrou o acordo foi a Prefeitura de João Pessoa e a palavra do secretário de Articulação Política Zênnedy Bezerra não valem um risco n’água”, disse o vereador.

Apesar da presença na Câmara desde as primeiras horas da amanhã de hoje, Zênnedy Bezerra negou interferência e ingerência no Legislativo. “Se o Executivo tem uma bancada de situação e tem leis de interesse do Executivo, é natural que o Executivo dialogue com sua bancada”, justificou, comemorando que a LOA e outras matérias do governo que estavam pendentes foram todas “votadas e aprovadas por unanimidade”.

Com Clickpb

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Bancada de Cartaxo supera manobras da Oposição e aprova Lei Orçamentária de 2018

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A bancada de Oposição bem que tentou, mas não conseguiu evitar a aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2018, com previsão de receitas da ordem de R$ 2,7 bilhões. Por duas vezes, os vereadores oposicionistas ocuparam as cadeiras da Mesa Diretora dos trabalhos para comprometer a votação da matéria. Na primeira vez, conseguiram. Na segunda, a bancada de Situação foi mais experta e abortou a manobra.

A votação foi transferida para o prédio anexo da Casa, onde a LOA foi aprovada sem problemas. Até mesmo uma emenda do vereador Léo Bezerra (PSB), que reduzia de 10% para 7% da receita corrente líquida o limite do saldo devedor das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária, foi rejeitada.

Os vereadores oposicionistas acusam o secretário de Articulação Política, Zenedh Bezerra, de interferir no processo de votação. Segundo eles, até seus assessores foram barrados no local onde a LOA foi aprovada. O auxiliar do prefeito nega.

Na disputa entre Oposição e Situação, desta vez o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) saiu vencedor. Mas, os oposicionistas não desistiram e não será surpresa se o resultado da votação for questionado na Justiça. A proposta está sendo analisada e, até o final de semana, a Oposição deve se pronunciar.

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