Bolsonaro diz porque não reage às provocações do ex-ministro Ciro Gomes: “Não sou psiquiatra”

Cumprindo agenda em Fortaleza, o pré-candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, respondeu às provocações feitas nos últimos meses pelo também pré-candidato Ciro Gomes (PDT). Bolsonaro foi direto ao dizer que não respondeu o ex-ministro por “não ser psiquiatra”.

“Você tem que dar risadas. Vai debater o quê com um cara desses”, pontuou. A resposta, proferida de forma direta e sem rodeios, causou risadas e aplausos dos apoiadores do militar da reserva. “A gente vai conversar com doido? Ele está falando palavrões a meu respeito, diz que vai me ‘desnudar’, ‘me colocar no chão’. É uma disputa política ou um vestibular?”, questionou o pré-candidato.

Tentando desconstruir a lógica do ex-governador do Ceará, Bolsonaro afirmou que a disputa nas eleições será política e não “um vestibular para presidente”.

Com O Povo

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CALENDÁRIO ELEITORAL: Pré-candidatos não podem mais apresentar programas de rádio e televisão

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A partir de hoje (30), as emissoras de rádio e televisão não poderão transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições gerais deste ano. A data está prevista no calendário eleitoral, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo a Lei nº 9.504/1997, Artigo 45, Parágrafo 1º, a partir desta data, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura.

O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 7 de outubro e o segundo turno, para 28 de outubro. Os eleitores vão às urnas para escolher presidente, governador, senador, deputados federais e estaduais/distritais.

Com Agência Brasil

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De olho na vice de Azevedo, Damião recorre à “bravatas” para manter nome de Lígia em evidência

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Não foi por falta de aviso. O deputado federal Damião Feliciano e sua esposa, a vice-governadora Lígia Feliciano, sabiam que o governador Ricardo Coutinho (PSB) tinha candidato à sucessão estadual e o nome escolhido não era do PDT. Por diversas vezes, Damião e Lígia foram aconselhados por pessoas próximas a desistirem da disputa eleitoral. Em troca, ganhariam dez meses à frente do Governo do Estado, no caso de Lígia, e a reeleição garantida, no caso do deputado federal. De quebra, com a estrutura governamental em mãos, poderiam até ajudar a eleger deputados estaduais aliados, se assim desejassem.

As inúmeras sugestões foram todas rejeitadas. Após a decisão de Ricardo em concluir o mandato, ao invés de recuar Damião “deu gás” na pré-candidatura de Lígia, vinculando-a ao projeto nacional do PDT, de eleger Ciro Gomes presidente da República. A medida foi vista como um “desafio” ao governador, ao PSB e ao pré-candidato governista, João Azevedo.

Não demorou e veio a reação. Ricardo, Azevedo e o PSB passaram a desqualificar Lígia publicamente, alegando que ela não era candidata do governo. De maneira “sutil”, candidatos governistas à Câmara Federal passaram a “invadir” as bases eleitorais de Damião, comprometendo seu projeto de reeleição.

Sem ter o que fazer nem o que falar, Damião recorreu à “bravatas”, tentado convencer a opinião pública de que Azevedo seria o candidato de Ricardo e Lígia a do governo, por ter participado da gestão socialista. Como se as duas coisas pudessem caminhar separadas. Se for por participação, João Azevedo foi secretário de Estado até a data em que se desincompatibilizou para disputar a sucessão estadual. A ele foi entregue, deliberadamente, a condução de todo conjunto de obras e ações executadas por Ricardo Coutinho. Portanto, ninguém teria mais “direito” de ser o candidato governista.

Apesar da “resistência”, a impressão que passa é de arrependimento. Muitos acham que Damião estaria de olho apenas na vice de Azevedo, uma espécie de “prêmio de consolação” para Lígia, diante da inglória batalha por espaços no grupo que ainda integra para concorrer ao Palácio da Redenção. Até porque o quadro nacional aponta para apoio do PSB e de Ricardo Coutinho a Ciro Gomes, presidenciável do PDT. Nada mais natural, nesse caso, que a reintegração de Damião e Lígia ao projeto girassol.

Se ainda há tempo para o PDT ocupar a vice, só Ricardo pode responder. O certo é que insistir numa candidatura sem espaços e sem apoios é chover no molhado. E arriscar perder o pouco que ainda resta.

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Ministro do STF nega novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu há pouco negar pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro também rejeitou outro pedido para que o recurso seja julgado pela Segunda Turma da Corte, e não pelo plenário.

A defesa de Lula recorreu da decisão do relator do pedido de liberdade, ministro Edson Fachin, que, na sexta-feira (22), enviou pedido de liberdade ou prisão domiciliar do ex-presidente para julgamento pelo plenário, e não na turma, como queria a defesa.

No colegiado, há maioria de três votos a favor de mudar o entendimento que autoriza prisão após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça. A turma é formada pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, além de Fachin e Celso de Mello.

Ao justificar o envio, Fachin disse que a questão deve ser tratada pela Corte por exigir análise do trecho da Lei da Ficha Limpa que prevê a suspensão da inelegibilidade “sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal”.

Ontem (29), a defesa de Lula, em novo recurso ao próprio Fachin, afirmou que análise da questão não foi solicitada, e Fachin deve rever sua justificativa.

Lula foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP) e teve a pena executada pelo juiz federal Sergio Moro após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça, conforme definiu o STF.

Com a confirmação da condenação na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pelos órgãos colegiados da Justiça. No entanto, Lula ainda pode ser beneficiado por uma liminar e disputar as eleições.

Com Agência Brasil

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Terceira cota do FPM de junho deve injetar R$ 78,7 milhões nos cofres das prefeituras paraibanas

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As prefeituras da Paraíba irão receber R$ 78.706.370,78 referentes ao terceiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de junho. A quantia é 7,25% superior ao mesmo período do ano passado quando o repasse foi de R$ 73.388.614,02.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Prefeitura de João Pessoa receberá o montante de R$ 8.633.379,22 . A Prefeitura de Campina Grande terá depositado em seus cofres a quantia de R$ 2.378.110,58.

Das 223 prefeituras, 135 terão seus cofres abastecidos em R$ 214.677,21 e três terão um reforço de R$ 858.708,85.

De acordo com a CNM, apesar de o segundo decêndio do FPM ter sido menor que o valor repassado ano anterior, o acumulado do mês e do ano tem demostrado resultado positivo.

Do início do ano até agora, o fundo apresentou aumento de 9,13%, em termos nominais e em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo quando se considera o impacto inflacionário, o acumulado do FPM em 2018 registra crescimento de 6,09% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda que o resultado seja favorável, a CNM alerta que a tendência do Fundo é reduzir no início do segundo semestre.

Com paraiba.com.br

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Após tomar posse, novo presidente da FPF afirma que apenas 25% dos escândalos na entidade foram apurados

Nosman Barreto, novo presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), tomou posse nesta quinta-feira (28) e já promete mudanças estruturais no órgão. Ele ressaltou em entrevista ao ClickPB que foi o precursor das denúncias que culminaram no afastamento de Amadeu Rodrigues da presidência.

“O que foi apurado até agora, creio que chegue a 25% de tudo o que existe. Vai continuar todo esse trabalho, a Federação vai estar com as portas abertas nesse sentido”, destacou o novo presidente da FPF referindo-se às investigações policiais. Nosman aponta que 75% de todas as fraudes da FPF ainda serão evidenciadas.

Dentre as irregularidades constatadas na Federação, Nosman aponta que a principal é a manipulação dos resultados de partidas de futebol envolvendo até mesmo a compra de resultados e combinação com árbitros. “Ninguém sabe quem é campeão, quem não foi, quem sobe pra Série C. Essa prejudicou muito o paraibano”, comentou o presidente.

Além disso, ele enumera ainda alguns prejuízos à própria Federação Paraibana de Futebol levados pela antiga gestão. Nosman afirmou que tem denunciado desde o começo o “desvio de recursos, de verbas, falsificação de borderôs. Tem muita coisa que a polícia, juntamente com o Ministério Público está sendo investigado e acredito que vá aparecer mais coisas”.

Após tomar posse na presidência da Federação Paraibana de Futebol, Nosman promete as primeiras providências. Uma delas é a renovação dos funcionários. Ele acredita que irá substituir mais de 80% dos funcionários que trabalham atualmente na FPF. “A Federação hoje tem o seu corpo efetivo de funcionários, tem os cargos comissionados, tem as comissões. Então, naturalmente, se houve toda essa problemática com a administração anterior, naturalmente a gente vai fazer uma mudança até certo ponto radical”, defendeu.

Como tentativa de moralizar o órgão, Nosman pretende, além da realização de uma auditoria, abrir as portas para o Ministério Público e para a Polícia Civil. Ele destacou que “pra semana estamos indo à CBF pra chamar a CBF também pra essa parceria de moralização”.

Com clickpb

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EM JOÃO PESSOA: Eleição é o que interessa, o resto não tem pressa! Inclusive, a Saúde

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Fato registrado por volta das 13h30 desta quinta-feira (28) mostra bem o quadro do Sistema Público de Saúde em João Pessoa. Um homem chegou ao Posto de Atendimento da Prefeitura Municipal, no Bessa, bairro nobre da Capital, com a filha de seis anos, que já havia vomitado várias vezes e se queixava de dores na garganta. O diagnóstico familiar foi passado à atendente, após alguns minutos de espera.

A moça informou que, no posto, não havia pediatra, apenas clínico geral. Até ai tudo bem, os Postos de Saúde da Família são preparados apenas para a atenção básica de saúde, encaminhando os casos mais graves, que registrem estado febril, por exemplo, aos especialistas nos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Rede Municipal de Saúde. O que aconteceu depois é que deve ser alvo de avaliações, no mínimo.

A moça pediu que pai e filha aguardassem ser chamados para verificação de temperatura da paciente. “O clínico geral não pode vê-la”, questionou o cidadão. Não, respondeu a recepcionista, justificando que a lista de pacientes para atendimento já estava completa. Ela sugeriu ao cidadão voltar no dia seguinte para tentar uma vaga. Vendo que mais de uma dezena de pessoas esperavam por atendimento, o homem pegou a filha nos braços e foi embora, à procura de ajuda em outro local.

Esta é apenas uma das muitas situações lamentáveis enfrentadas pelos pessoenses nos PSFs. A falta de médicos, funcionários e medicamentos é queixa comum, segundo levantamento de uma comissão especial criada pela Câmara Municipal para fiscalizar a gestão atual. Enquanto isso, o prefeito Luciano Cartaxo faz o que pode e o que não pode em busca de apoios e votos para eleger o irmão governador.

Eleição é o que interesa, o resto não tem pressa.

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Assembleia Legislativa define Comissão Especial que trabalhará durante recesso parlamentar

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) publicou, na edição desta quinta-feira (28), do Diário do Poder Legislativo (DPL), a Comissão de Representativa para atuar durante o período de recesso da Casa de Epitácio, que começa a partir do dia 1° de julho e deverão ser retomadas no dia 31 de julho.

Ao todo, a Comissão de Recesso é formada por 24 parlamentares, sendo 12 titulares e 12 suplentes. Entre os titulares estão o presidente da Assembleia, Gervásio Maia, e os deputados Estela Bezerra, Buba Germano, Frei Anastácio e Raniery Paulino.

Já entre os suplentes estão os deputados Anísio Maia, João Gonçalves, Jullys Roberto, Janduy Carneiro e Bruno Cunha Lima.

O presidente Gervásio Maia falou da importância da Comissão de Recesso. “Essa Comissão, amparada no Regimento Interno da Casa, tem como principal objetivo assegurar o ritmo de trabalho da Assembleia Legislativa, em benefício do povo paraibano”, disse.

Confira a lista completa da Comissão:

Titulares: Gervásio Maia, presidente; Lindolfo Pires; Branco Mendes; Ricardo Barbosa; Estela Bezerra; Frei Anastácio; Buba Germano; Raniery Paulino; Camila Toscano; Tovar Correio Lima; Renato Gadelha e Nabor Wanderley.

Suplentes: João Gonçalves; Hervázio Bezerra; Anísio Maia; Jeová Campos; Edmilson Soares; Artur Filho; Aníbal Marcolino; Jullys Roberto; Jutay Menezes; Bruno Cunha Lima; Galego Souza.

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Nosman Barreiro assume presidência da FPF nesta quinta-feira e avisa que gestão de Amadeu passará por auditoria

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O novo presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Nosman Barreiro, assume o cargo na tarde desta quinta-feira (28), após decisão da 4ª Vara Criminal de João Pessoa para afastar Amadeu Rodrigues da presidência. A posse vai acontecer às 14h, na FPF. Apesar de ter sido eleito vice-presidente na chapa de Amadeu, os dois são rompidos. Ao Portal ClickPB, Nosman afirmou que vai fazer auditoria na Federação.

“Ele é o vice-presidente eleito, é natural. Quando cassa um presidente quem assume é o vice. O afastamento foi somente no presidente, e não se questiona a eleição, foram atos de gestão do presidente”, disse o advogado de Nosman, Diego Lima.

Nosman não assumiu ontem, segundo o advogado, porque a FPF estava fechada, em função do jogo do Brasil.

Amadeu Rodrigues é acusado de envolvimento nos crimes investigados pela Operação Cartola, que apontou a manipulação de resultados de jogos na Paraíba.

A defesa de Amadeu Rodrigues informou que ainda não foi notificada da decisão e sequer tomou conhecimento do inteiro teor da denúncia formulada na semana passada pelo Ministério Público da Paraíba. O Ministério Público da Paraíba denunciou 17 suspeitos de envolvimento no esquema pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e crimes contra o futebol (Estatuto do Torcedor). Segundo a defesa de Amadeu, após tomar conhecimento do inteiro teor da decisão, deve haver recurso ao Tribunal de Justiça da Paraíba.

A juíza da 4ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa, Shirley Abrantes Moreira Régis, determinou nessa quarta-feira (27) o afastamento de Amadeu Rodrigues do cargo de presidente da Federal Paraibana de Futebol (FPF); de Lionaldo Santos e Marinaldo Barros do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba (TJDF-PB); de José Renato e Severino Lemos da Comissão Estadual de Árbitros de Futebol da Paraíba (CEAF-PB), além de Genildo Januário do Sindicato dos Árbitros da Paraíba.

A juíza Shirley Abrantes determinou medidas cautelares a Breno Morais, Adeilson Carmo Sales de Souza, Antônio Carlos da Rocha (Mineiro), Antônio Umbelino, Eder Caxias, Francisco Santiago (Galeguinho), João Bosco Sátiro, José Maria Netto, Tarcísio José, Josiel Ferreira da Silva e José Araújo, que vão ter que comparecer à Vara Criminal uma vez por mês para informar e justificar atividades.

Eles também estão proibidos de se ausentar da Comarca onde residem sem autorização judicial; estão obrigados a se recolher em casa das 21h às 5h; estão proibidos de acessar as entidades desportivas paraibanas (FPF, TJDF e CEAF) e eventos esportivos atrelados ao futebol paraibano, devendo manter uma distância mínima de 400 metros; não podem manter contato com as testemunhas e investigados no caso, a não ser que sejam parentes; e devem entregar o passaporte à Justiça em um prazo de até 24 horas.

Com clickpb

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PSD caminha para rompimento com Cartaxo e anúncio de apoio à pré-candidatura de José Maranhão

Eva retirou candidatura a deputada federal (Imagem da Internet)

Após o rompimento do ex-vice-governador, José Lacerda Neto, e sua filha Raíssa Lacerda com Luciano Cartaxo (PV), teve início no PSD um movimento para retirada de apoio ao pré-candidato Lucélio Cartaxo (PV), irmão do prefeito da Capital, e debandada em direção ao palanque do senador José Maranhão, pré-candidato do MDB ao Governo do Estado. O clima de insatisfação com os irmãos Cartaxo se ampliou com a desistência do senador Raimundo Lira de disputar a reeleição e abandonar a vida pública.

Diante dos problemas internos e da “invasão” de redutos que pertenciam ao marido, Rômulo Gouveia, pelos próprios aliados, a presidente do PSD decidiu retirar sua pré-candidatura a deputada federal temendo o fracasso nas urnas. Eva Gouveia, no entanto, resistiu – e continua resistindo – ao rompimento com os irmãos gêmeos. Ela não quer nem ouvir falar em subir no palanque do pré-candidato João Azevedo, apoiado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), como querem alguns companheiros de partido. Mas, já admite conversar com Maranhão.

O vice-presidente estadual, deputado Manoel Ludgero, o mais votado nas eleições de 2014, entende que o PSD não pode ser “renegado”, como vem acontecendo na relação com o PV. O partido esperava ficar com a vaga de Lira na chapa de Lucélio, mas não obteve garantia disso. Por outro lado, a vice de Maranhão estaria “reservada” para Eva Gouveia, caso o PSD apoie o pré-candidato do MDB ao Governo do Estado.

Pelo que dizem alguns filiados “de peso”, o PSD estaria aguardando apenas o anúncio do novo integrante da chapa majoritária para definir seu futuro político. Se continuar de fora, o partido deve procurar outro aliado que “valorize” o seu tamanho e correção.

É a lei da política.

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