Cássio assume articulação política de Lucélio, atrai adesões e implode de vez ideia de união das oposições

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi duramente criticado por ter se ausentado da Paraíba por muitos dias, mesmo no período de pré-campanha eleitoral. Cássio tinha motivos de sobra para isso. Afinal de contas, estava com um sério problema de saúde e chegou a se submeter a uma cirurgia. Ele voltou num momento difícil para seu principal aliado. Lucélio Cartaxo, pré-candidato a governador pelo PV, enfrentava uma boataria tremenda, bancada pelos adversários, de que estaria prestes a desistir da disputa.

O tucano pegou Lucélio pelo braço, levou também à tiracolo o deputado Manoel Ludgero, do PSD, insatisfeito e “na mira” do senador José Maranhão, pré-candidato do MDB, e danou-se a visitar lideranças políticas em várias regiões do Estado. A iniciativa não só afastou os “fantasmas” da desistência e da insatisfação, como também rendeu novas adesões ao postulante do Partido Verde.

Cássio achou pouco e assumiu o papel de articulador político, função que exerce como poucos, da campanha de Lucélio. Sua primeira grande conquista foi justamente num reduto onde os adversários menos esperavam. Todos tinham como certa a aliança do grupo Gadelha, que comanda o PSC, com Maranhão. Até o senador tucano entrar em cena. Cássio repetiu estratégia de 2014, atraindo o ex-prefeito de Sousa, André Gadelha. Depois, foi a vez do tio, Renato Gadelha. Não precisa dizer que o deputado federal Marcondes Gadelha e seu filho, Leonardo Gadelha, pularam de pés juntos logo em seguida para o barco do irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa.

Para quem cobrava a presença de Cássio, ele chegou. E, pelo jeito, chegou para ficar.

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