Escolha de Torres para a Secom já era “pedra cantada” antes mesmo da nomeação de Estela Bezerra

torres

Para mim, não foi surpresa. A escolha do jornalista Luis Torres para comandar a Secretaria de Comunicação do Governo do Estado era “pedra cantada”, como se diz quando algo está prestes a acontecer, antes mesmo da convocação de Estela Bezerra. Faltava apenas o momento certo. Na visão do governador Ricardo Coutinho (PSB), não falta mais.

Digo que já era “pedra cantada” porque Torres e o radialista Fabiano Gomes disputaram palmo a palmo o terreno das especulações até o governador anunciar o nome de Estela para a pasta. Este sim, de certa forma, foi considerada uma surpresa.

Torres teve uma ascensão meteórica no jornalismo paraibano. Diretor de Jornalismo do  Sistema Arapuan, ele ainda encontra tempo para assinar um dos blogs mais acessados do Estado. Pode-se discutir – e até contestar – suas preferências políticas, mas jamais sua competência profissional.

A presença de Torres no comando da Secom certamente dará o suporte midiático que o governador espera para as obras que vem executando. Aliás, Ricardo Coutinho não se cansa de lamentar a falta de visibilidade do aparato de ações estruturais decisivas para o desenvolvimento do Estado que sua gestão vem executando.

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