Assembleia Legislativa promove primeira sessão no plenário da Câmara Municipal de João Pessoa

A Assembleia Legislativa da Paraíba deu início, ontem(20), a 4ª Sessão Legislativa da 18ª Legislatura. Devido as obras que estão sendo realizadas na Casa de Epitácio Pessoa, a 1ª Sessão Ordinária foi realizada no plenário da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

O presidente da Assembleia, deputado Gervásio Maia, agradeceu ao presidente da Câmara Municipal de João Pessoa por ceder o espaço à Assembleia e acrescentou que o gesto fará com que a Casa do Povo não prejudique a dinâmica de seus trabalhos. “Deixo aqui os meus agradecimentos ao presidente Marcos Vinícius, que ao lado dos que integram a Casa Napoleão Laureano, tiveram esse gesto conosco e a Assembleia não vai parar, funcionará normalmente no período da tarde, ou seja, as sessões irão transcorrer dentro da normalidade”, garantiu o presidente.

O deputado Raniery Paulino afirmou que existe uma preocupação por parte do legislativo paraibano em intensificar os trabalhos para que seja mantida a produtividade durante este ano eleitoral. “Manter a produtividade durante este ano eleitoral é uma preocupação da mesa diretora, do presidente Gervásio, e minha enquanto líder de bancada. Trabalharemos para que não ocorra queda na produtividade, para que não se represe matérias do interesse da Paraíba. Temos que cumprir a nossa função aqui, especialmente, a apreciação das matérias”, declarou.

De acordo com o líder do governo, deputado Hervázio Bezerra, será feita uma reunião de chamamento, conduzida pelo presidente Gervásio Maia, para que os líderes reafirmem o seu comprometimento em manter a produtividade durante o ano. “Todos têm a consciência da responsabilidade aqui no Plenário para votar matérias que interessam à Paraíba. A resposta da Assembleia é importante para a continuidade das obras e de novos projetos que virão a esta Casa, do Executivo principalmente”, explicou.

No dia de hoje, ainda de acordo com o presidente Gervásio, foi possível enxugar a pauta e também definir o horário das sessões. A 1ª Sessão Ordinária também marcou o retorno à Assembleia dos deputados Carlos Batinga, Emano Santos, Jullys Roberto e Jutay Meneses.

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Absolvição de Luiz Antonio complica projeto de Berg Lima de reassumir Prefeitura de Bayeux

A Câmara de Vereadores de Bayeux absolveu o prefeito interino, Luiz Antônio (PSDB), da cassação. Em sessão que acontecia desde as 10h desta terça-feira (20), os parlamentares-mirins optaram, por maioria, inocentar o tucano da acusação de usar a máquina pública para benefício próprio.

Votaram contra a cassação de Luiz Antônio oito vereadores: Rony Alencar, Adriano Martins, Josauro, Inaldo Andrade e Dedeta, Cabo Rubens, Betinho RS e Luciene de Fofinho; a favor, Baixinho, Kita, França, Urelha e Lico, além de Uedson e Lico, componentes da comissão processante que investigou o prefeito interino e recomendou a cassação.

Para que a cassação ocorresse, necessário 12 votos a favor do relatório da comissão.

Entenda

Luiz Antônio é acusado de usar a máquina pública em causa própria após vazamento de áudio no qual supostamente orientava funcionários da comunicação do município a atacarem o deputado federal André Amaral (MDB) – hoje seu aliado.

O resultado da votação na Câmara Municipal prejudica projeto do prefeito Berg Lima de reassumir o mandato.

Com paraibaja.com.br

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Prefeito de Juazeirinho, irmão de Genival Mathias, é cassado por improbidade administrativa

O prefeito Bevilacqua Matias Maracajá (PTdoB) do município de Juazeirinho, a 216 km de João Pessoa, foi cassado na tarde desta terça-feira (20) por improbidade administrativa.

O Ministério Público Federal (MPF) moveu uma Ação Civil Pública que constatou a ausência de prestação de contas de R$ 14 mil do Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação (FNDE).

De acordo com a sentença, feita em novembro de 2017, Bevilacqua Matias Maracajá será submetido à suspensão dos direitos políticos e perda da função pública, porém, o processo foi só foi transitado em julgado no início de fevereiro deste ano.

O presidente da Câmara Municipal de Juazeirinho já recebeu a decisão e deverá dar posse imediata à vice-prefeita, Anna Virgínia.

Com clickpb

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Usando o plenário da Câmara Municipal de João Pessoa, Assembleia “enxuga” pauta da sessão desta terça-feira

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, do PSB, retomou os trabalhos legislativos, na tarde desta terça-feira (20) já enxugando toda a pauta prevista para o dia de hoje.

“Nós já conseguimos enxugar a pauta no dia de hoje, definimos os horários de funcionamento das sessões. Ela será dividida em três instantes, pequeno expediente, ordem do dia e grande expediente, isso tudo já foi pactuado e combinamos também a questão do acesso ao prédio sede, em virtude da reforma da grande obra, nós estamos definindo um horário de acesso para garantir segurança aos servidores, então tudo isso foi pactuado no dia de hoje”, destacou.

O parlamentar fez questão de agradecer ao presidente da Câmara de João Pessoa, vereador Marcos Vinícius (PSDB) pela cessão do plenário da Casa para dar andamento aos trabalhos legislativos do parlamento estadual.

“Se a Câmara Municipal não tivesse tido esse gesto com a Assembleia, realmente teria ficado muito complicado. Mas eu deixo aqui os meus agradecimentos ao presidente Marcos Vinícius, que ao lado dos que integram a Casa Napoleão Laureano, tiveram esse gesto conosco, e a Assembleia graças a Deus não vai parar, funcionará normalmente no período da tarde, toda terça, quarta e quinta, ou seja, as sessões transcorrendo dentro da normalidade, mesmo com duas obras e a partir da semana que vem com a terceira sendo iniciada na Assembleia”, ressaltou.

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Cartaxo afirma que relação com Maranhão agora é apenas institucional: “Ele é senador e eu sou prefeito”

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O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), deixou escapar durante entrevista na Câmara Municipal, que sua relação com o senador José Maranhão, presidente do MDB, não é mais a mesma. Segundo cartaxo, a relação entre os dois é apenas institucional. “Maranhão é senador e u sou prefeito. É uma relação institucional como deveria ser”, avaliou.

Cartaxo também deixou claro que não conta mais com a possibilidade de Maranhão integrar o bloco das oposições, que disputará as eleições de outubro.

O problema entre os dois começou quando o presidente do MDB decidiu ser candidato ao Governo do Estado, mesma pretensão de Cartaxo. O prefeito da Capital acusa o ex-governador de estar “á serviço” do governador Ricardo Coutinho (PSB). Já Maranhão admite se compor com as oposições, mas não abre mão da cabeça de chapa.

Por causa do rompimento, os emedebistas deixaram a gestão de Cartaxo.

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Cartaxo faz prestação de contas, cita parceria com Manoel Júnior e prega manutenção de apoio da Câmara Municipal

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O prefeito Luciano Cartaxo (PSD) conseguiu “driblar” os profissionais de imprensa que aguardavam ansiosos por respostas sobre questionamentos em relação à sucessão estadual, principalmente no que diz respeito à sua permanência ou não no cargo. Mas, mesmo prevenido, Cartaxo deu dicas do que pretenda fazer. Voltou a defender a unidade das oposições e alertou os partidos quanto ao futuro da Paraíba.

Para “tirar de tempo” os mais ousados, deixou claro que o momento continua a exigir muito diálogo entre os partidos de oposição e que a composição de chapa não está sendo discutida, pelo menos por enquanto. “O que estamos tratando é da necessidade de unidade das oposições e da escolha do candidato a governador. A composição de chapa será definida depois”, avisou.

Ao prestar contas de sua gestão, nos seis anos em dois mandatos, Cartaxo deu a entender que estaria fazendo um discurso de despedida, mas logo retomou o lado misterioso lembrando que está preocupado com o futuro de João Pessoa e, por isso, fez questão de expor o que sua gestão vem fazendo nesse sentido.

O prefeito citou investimentos de mais de R$ 300 milhões que pretende fazer na Capital paraibana, lembrou a parceria com o vice, Manoel Júnior, e disse que espera manter o apoio que vem recebendo da Câmara Municipal. Um discurso administrativo regado à pretensões políticas. Tudo na medida certa.

A postura do prefeito agradou aos aliados. Pelo menos aos que presenciaram a retomada dos trabalhos na Câmara Municipal.

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Couto vota contra intervenção federal no Rio e “mancha” biografia de combate ao crime organizado

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Admiro o trabalho do deputado Luiz Couto (PT), um dos mais atuantes paraibanos no Congresso Nacional. Ele sempre defendeu grandes causas. A luta contra a prostituição infantojuvenil, combate ao trabalho escravo, ao tráfico de pessoas e, principalmente, ao crime organizado sempre foram pautados pelo mandato do petista dentro e fora da Câmara dos Deputados.

Por isso, fiquei sem entender o voto contra o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro. Couto foi o único da bancada paraibana, entre os presentes à sessão de ontem, a se posicionar contra a decisão do presidente Michel Temer (MDB).

Terá sido porque o padre faz oposição ao atual presidente da República, a quem chama de “golpista”? Se foi, Couto cometeu um grande erro. Não se deve votar matérias simplesmente por sua origem. Como representante do povo e da sociedade, todo parlamentar tem que se posicionar de acordo com o conteúdo das propostas. Pelo menos é isso que se espera.

Por outro lado, se Couto votou contra por discordar do ato da intervenção está “remando contra a maré” e pondo em risco sua própria história. O caso do Rio de Janeiro virou uma “doença crônica” que só será combatida com um “remédio amargo”.

Não se trata de ser a favor ou contra a intervenção militar, mas de recorrer ou não à única medida disponível para combater o mal em questão. E Luiz Couto sabe disso. Defensor intransigente dos direitos humanos, o petista conhece mais que ninguém a realidade dos cariocas e não deveria ignorá-la para apoiar regalias de bandidos.

Couto deveria, sim, manter o foco no combate à violência e às ações do crime organizado, dando aval ao trabalho do aparato militar. Ou então, apresentar outra alternativa. Não se trata de ditadura, mas sim de uso da força em última instância.

Nada mais que isso.

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INTERVENÇÃO: Na ânsia de agradar as oposições, Benjamin Maranhão esqueceu de defender a Paraíba

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O Rio de Janeiro não sofreu intervenção federal por ser uma medida atrativa aos olhos da população. Não houve escolha. Foi o último e único recurso encontrado para tentar barrar o avanço do crime organizado.

A ocupação de praças e vias públicas por militares não atende aos anseios de ninguém com o mínimo de bom senso, mas serve de alento aos moradores e turistas que dividem espaços com a bandidagem e tentam conviver pacificamente, priorizando o trabalho e as belezas cariocas.

Talvez o único brasileiro que discorde dessa lógica seja o deputado federal Benjamin Maranhão. Acostumado às benesses do Congresso Nacional, o presidente do SDD na Paraíba vive à margem da violência. Tem direito a seguranças, por exemplo, coisa que o cidadão comum não tem.

Desinformado, Benjamin parece nem ter tomado conhecimento de um levantamento divulgado no conceituado portal de notícias UOL, que aponta os dez estados mais violentos do Brasil. A Paraíba está fora, mas mesmo assim “Benjinha” escolheu sua terra natal para sugerir intervenção federal, com base nos índices de violência.

Se não bastasse o atestado do site de notícias de circulação nacional, números oficiais mostram que a Paraíba vem reduzindo o número de homicídios a cada ano. Não é, nem nunca será um paraíso, mas também está distante de ser um Rio de Janeiro, onde o crime organizado manda e desmanda.

Não fosse a ação dos direitos humanos e outros, que defendem bandidos e esquecem os policiais, certamente a situação seria bem mais cômoda ou menos desesperadora, como diriam os mais céticos.

Benjamin lembrou de ser oposição e esqueceu de ser paraibano, de defender o seu estado. Deveria, antes de qualquer coisa, se informar. Se assim o fizesse, certamente teria pedido intervenção no Ceará, onde uma força-tarefa já se encontra para combater o crime organizado, no Rio Grande do Norte, onde rebelião em presídios virou febre, e nos demais estados citados na “lista negra” da violência pela imprensa nacional. Não, na Paraíba, pelo menos por enquanto.

Pisou na bola. E feio.

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Deputados e vereadores de João Pessoa retomam trabalhos nesta terça-feira

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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) retoma nesta terça-feira (20), os trabalhos legislativos em plenário. O grande desafio do Presidente da Casa, vereador Marcos Vinicius (PSDB), é de tentar manter o bom funcionamento dos demais parlamentares em um ano eleitoral.

Marcos Vinicius se reuniu, na manhã desta segunda-feira (19), com os líderes de bancada da Casa, vereadores Leo Bezerra (PSB), líder da oposição, e Milanez Neto (PTB), líder da bancada governista, para garantir o bom andamento das atividades parlamentares.

Na oportunidade, ficou acordado a continuidade do projeto ‘Câmara no seu bairro’ e a realização de reuniões semanais – nas segundas-feiras, às 14h – para tratar sobre a pauta de votações. Ainda garantiram que vão se empenhar em manter o bom relacionamento entre as bancadas para que os debates políticos não interfiram na tramitação das matérias legislativas de interesse da população pessoense.

Neste primeiro semestre legislativo, a Casa Napoleão Laureano vai dividir os trabalhos em plenário com a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), por conta de uma reforma que o prédio do parlamento estadual está passando. As sessões serão realizadas no período da tarde.

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Aliado de Manoel Júnior chama PT de “baixo clero” do governo Ricardo Coutinho e sugere desistência de Maranhão

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Suplente do MDB e aliado do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, Abraão Cavalcante rebateu críticas do presidente do PT na Paraíba, Jackson Macedo, ao partido de Michel Temer. Macedo sugeriu que o PSB, do governador Ricardo Coutinho, não se alie aos “golpistas”, citando MDB e DEM como exemplos, nas eleições de outubro próximo. Segundo Abraão, a reação do petista não passa de “dor de cotovelo” pelo fato de o PT integrar apenas o “baixo clero” da gestão socialista.

“Não há nenhum cunho ideológico nessa reação do PT. É somente dor de cotovelo. Enquanto o ex-senador Efraim Morais ocupa lugar de destaque na gestão do governador Ricardo Coutinho, o PT não passa do baixo clero. Daí a ira dos petistas”, sustentou o emedebista.

Abraão Cavalcante disse ainda que o caminho do MDB é manter distância do Palácio da Redenção, diferente do PT que não passa de um “apêndice agudo” do governo de Ricardo Coutinho. O emedebista sugeriu que o senador José Maranhão, presidente do partido, desista dessa “aventura alucinante” de disputar a sucessão estadual em faixa própria e retome o projeto de unidade das oposições.

“Essa história de ser candidato de si mesmo vai acabar prejudicando o MDB, desgastando a imagem do partido e comprometendo o nosso PIB eleitoral. O caminho é marchar com as oposições, apoiando a candidatura de Luciano Cartaxo e a gestão futura de Manoel Júnior em João Pessoa”, afirmou Abraão, que deve assumir vaga na Câmara Municipal com a provável nomeação do vereador Ronivon Mangueira, também da “linha de frente” do vice-prefeito, para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedurb).

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