PSDB da Paraíba se reúne na próxima sexta-feira para debater sobre definição do candidato das oposições

Imagem da Internet

O impasse continua: enquanto o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), mantém janeiro como prazo final para escolha do candidato das oposições, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), quer empurrar para abril a decisão. Diante de mais uma divergência no campo oposicionista, o senador Cássio Cunha Lima, que apoia a tese de Romero, convocou reunião do PSDB para tratar do assunto, na próxima sexta-feira.

O encontro deve ocorrer na residência de veraneio da deputada Camila Toscano, filha do prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano, na praia de Camboinha, em Cabedelo. Devem participar da discussão, alem da executiva estadual, o prefeito Romero Rodrigues, deputados e lideranças tucanas. “A ideia é construir um discurso consensual sobre tudo que envolve a sucessão estadual”, adiantou um integrante do clã Cunha Lima.

Do encontro, pode sair “fumaça branca” ou mais labareda.

Comentar

Rômulo tenta fazer Romero desistir e acaba convencido de que a pré-candidatura do PSDB “é pra valer”

Imagem da Internet

Amigo de longas datas do atual prefeito de Campina Grande, o deputado federal Rômulo Gouveia foi “escalado” para tentar convencer Romero Rodrigues a desistir de sua pré-candidatura ao Governo do Estado pelo PSDB. Gouveia conversou com Romero e expôs a necessidade de unidade das oposições para enfrentar o pré-candidato do governador Ricardo Coutinho, João Azevedo (PSB). E mesmo com o respeito mútuo cultivado entre ambos, ouviu do tucano um sonoro não.

Rômulo preside na Paraíba o PSD, que abriga o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, outro pré-candidato à sucessão estadual pelas oposições. Mas, foi sincero na resposta sobre a abordagem feita ao tucano: “A pré-candidatura de Romero é realmente pra valer. Senti que ele tem disposição de concorrer às eleições de outubro”, sentenciou o aliado de Cartaxo.

Segundo o presidente do PSD, Romero vem fazendo o mesmo que Cartaxo: conversando com lideranças políticas em todo o Estado, expondo seus projetos e divulgando a pré-candidatura.

Até o “Gordinho” parece convencido de que as oposições terão mais de uma candidatura em outubro.

Com informações da Rádio Arapuan FM

Comentar

Câmara Municipal de Sapé determina exoneração de parentes de vereadores para combater nepotismo

A Câmara Municipal de Sapé/PB, sob a presidência do vereador Johni Rocha (PSDB), tem procurado realizar uma gestão inovadora. Por determinação da presidência, recentemente foi enviado um ofício a todos os vereadores notificando-os para que em caso de cargos que tenham a prática do nepotismo, sejam de imediato exonerados. Segundo Rocha, esse procedimento já era para ter ocorrido. “Na realidade esse procedimento administrativo já era para ter sido feito, mas estávamos gerenciando e otimizando outras áreas”, declarou o presidente, afirmando que não tem como fugir dessa questão, pois é lei. “Não tem como fugir, é lei, foi essa casa que aprovou em tempos passados e temos que cumprir”, disse.

Para o presidente da Câmara de Sapé, atualmente a casa legislativa “Poeta Augusto dos Anjos” dar exemplo a outras instituições que continuam a praticar o nepotismo. “A câmara de Sapé hoje dar exemplo a outros órgãos que continuam a fazer o nepotismo. Essa foi uma proposta minha de campanha, que hoje coloco em prática, mas ressalto que quando cheguei na Câmara Municipal, como vereador, a lei já existia. Então vamos cumpri-la na prática, pois muitas leis neste país não são cumpridas e precisamos mostrar exemplo”, destacou Rocha (PSDB).

Segundo John Rocha (PSDB), esse ano será de vários projetos em defesa do servidor público, para protegê-los das maldades do executivo municipal. “Esse será um ano de vários projetos para proteger os servidores das maldades desta gestão municipal. Tenho um projeto que prioriza o pagamento dos servidores municipais, obrigando o prefeito a primeiro ágar os servidores na ativa e aposentados, e só depois disso, os salários do prefeito, vice-prefeito,secretários, secretários adjuntos e assessores”, afirmou Rocha.

Com o farolpb

Comentar

Desafio lançado por João Azevedo estimula ainda mais o “racha” nas forças de Oposição

Imagem da Internet

Só um cego não vê que a estratégia do grupo comandado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) é assegurar que as forças de Oposição estejam divididas nas eleições de outubro próximo. O secretário João Azevedo, pré-candidato da Situação, lançou nesta terça-feira mais um desafio com o objetivo único de estimular a cizânia entre os adversários.

Azevedo garantiu que até o dia 7 de abril, prazo final para desincompatibilização de candidatos às eleições de outubro, deixará a pasta da Infraestrutura do Governo do Estado para ser candidato à sucessão de Ricardo Coutinho e desafiou os prefeitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), e de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), a fazerem o mesmo. “Não sei se os outros pretensos candidatos terão condições e até coragem de dizer a mesma coisa hoje sobre suas prefeituras”, ironizou.

O pré-candidato do PSB só excetuou o senador José Maranhão, presidente do PSD e também pré-candidato a governador. Por um simples motivo: Maranhão não precisa renunciar ao mandato e tem mais quatro anos pela frente no Senado Federal, mesmo que perca a disputa nas urnas. Não é o caso dos dois prefeitos. A renúncia significará a perda dos mandatos para sue vices, Manoel Júnior e Enivaldo Ribeiro, respectivamente.

Mesmo assim, Cartaxo já assegurou a interlocutores – um deles o presidente do seu partido, deputado Rômulo Gouveia – que será candidato de todo jeito, com ou sem MDB e PSDB, seus aliados em 2016. Romero continua avaliando a decisão de renunciar, embora tenha acelerado as visitas pelo interior do Estado.

Comentar

Enquanto Cartaxo dá prazo para Oposição escolher nome, Romero visita cidades e faz carreata no Cariri

Imagem da Internet

O prefeito Luciano Cartaxo (PSD) continua pressionando MDB e PSDB para que escolham o candidato das oposições ao Governo do Estado, nas eleições de outubro próximo. Fixou até prazo de quinze dias, a contar desta segunda-feira (15). Cartaxo entende que a definição é fundamental para que o candidato possa traçar metas de campanha e buscar a ampliação da aliança.

Do ponto de vista eleitoral, o prefeito está correto, mesmo estando disposto a seguir em frente em qualquer cenário, seja com ou sem apoio dos dois principais partidos da coligação que o reelegeu em 2016.

Mas, o novo recado parece ter surtido pouco efeito. Pelo menos no âmbito do PSDB. O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, intensificou visitas ao interior do Estado em busca de novos apoios. Fez até carreata na região do Cariri.

Romero sabe que sua candidatura pode comprometer a reeleição do primo, senador Cássio Cunha Lima, e a unidade das oposições. Mesmo assim, mantém sua “pré-campanha” em ritmo acelerado. Quer convencer ao menos o MDB de que é a melhor alternativa.

E o MDB de José Maranhão? Esse, nem se fala. O senador está acordando cada vez mais cedo para o “trabalho de campo”. E para quem insiste na tese de desistência de sua candidatura ele repete: “Não abro nem para um trem!”.

Eis o cenário atual.

Comentar

Rodrigo Maia pede apoio de governadores para agenda de reformas no Congresso Nacional

Imagem da Internet

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (15), em viagem oficial a Nova York, que pedirá o apoio de governadores para trabalhar uma agenda de reformas no Congresso. Entre os assuntos da pauta proposta por Maia está a reforma da Previdência, prevista para ser discutida na Câmara a partir do dia 19 de fevereiro.

“Confio muito nos 27 governadores do Brasil para que a gente possa pactuar uma agenda de reformas. O que aconteceu nos últimos anos: todo ano o Congresso vai e consegue uma receita de curto prazo para prefeitos e governadores. Eles recebem a receita, fecham seus caixas e vão embora e fica o Congresso sozinho sobrecarregado na necessidade de fazer as reformas”, disse. “Defendo que a gente pare tudo e faça um debate de uma agenda junto com os governos da oposição. Tem que parar com essa questão de governo e oposição nesses temas. Tem que pactuar algo que possa beneficiar a sociedade brasileira”, argumentou.

Economia

Maia disse ainda que o Congresso irá rever “benefícios desnecessários” ao retomar a agenda legislativa e deve votar a reoneração de incentivos fiscais logo após o fim do recesso. A perspectiva, segundo ele, é fazer um pente fino nesses incentivos para ampliar a arrecadação.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou hoje (15), em viagem oficial a Nova York, que pedirá o apoio de governadores para trabalhar uma agenda de reformas no Congresso. Entre os assuntos da pauta proposta por Maia está a reforma da Previdência, prevista para ser discutida na Câmara a partir do dia 19 de fevereiro.

“Confio muito nos 27 governadores do Brasil para que a gente possa pactuar uma agenda de reformas. O que aconteceu nos últimos anos: todo ano o Congresso vai e consegue uma receita de curto prazo para prefeitos e governadores. Eles recebem a receita, fecham seus caixas e vão embora e fica o Congresso sozinho sobrecarregado na necessidade de fazer as reformas”, disse. “Defendo que a gente pare tudo e faça um debate de uma agenda junto com os governos da oposição. Tem que parar com essa questão de governo e oposição nesses temas. Tem que pactuar algo que possa beneficiar a sociedade brasileira”, argumentou.

Economia

Maia disse ainda que o Congresso irá rever “benefícios desnecessários” ao retomar a agenda legislativa e deve votar a reoneração de incentivos fiscais logo após o fim do recesso. A perspectiva, segundo ele, é fazer um pente fino nesses incentivos para ampliar a arrecadação.

Com Agência Brasil

Comentar

Lucas de Brito anuncia desfiliação do PSL e detona novo dirigente: “Foi condenado por estelionato”

O vereador Lucas de Brito usou seu perfil oficial no Instagram, no final desta manhã de segunda-feira (15), para criticar a superveniência do Partido Social Liberal (PSL) ao presidenciável Jair Bolsonaro. Lucas foi destituído da presidência do PSL, que agora é comandado na Paraíba pelo “homem de confiança” de Bolsonaro no Nordeste, Julian Lemos, que segundo o vereador, não tem reputação ilibada porque já foi condenado por estelionato.

Lucas de Brito também anuncia, em sua postagem, sua saída do PSL, mas afirma que permanece no movimento Livres. “Eu me NEGO a celebrar alianças que violentem meus princípios, meus valores ou minha crença na LIBERDADE. Permaneço integrando o LIVRES, que também deixa o PSL”.

Confira a postagem na íntegra:

O Partido Social Liberal rendeu-se ao pragmatismo político. Para ter um presidenciável em suas fileiras, sacrificou a pauta liberal. A prioridade do PSL não é mais uma ideia (a defesa da liberdade), e sim uma pessoa: Jair Bolsonaro.

Neste novo PSL, o grau de subserviência a Bolsonaro tornou-se mais importante do que uma reputação ilibada. Aqui na Paraíba, o representante de Bolsonaro já foi condenado por estelionato (CP, art. 171), o que levou os fundadores da legenda a anunciarem desfiliação, lembrando que “as más companhias corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33).

Diante dessa nova realidade, decido sair do PSL. Eu me NEGO a celebrar alianças que violentem meus princípios, meus valores ou minha crença na LIBERDADE. Permaneço integrando o LIVRES, que também deixa o PSL.

Essa decisão em nada muda o planejamento que fiz para 2018. Minha história política não depende de apadrinhamentos, de siglas partidárias, de presidenciáveis. Eu sou LIVRES!

Com Clickpb

Comentar

TCE alerta prefeitos paraibanos sobre gastos com festividades em detrimento de compromissos financeiros

Imagem da Internet

Os prefeitos paraibanos devem adequar os gastos públicos com festividades a cronogramas mensais de desembolso a fim de não comprometerem o pagamento de salários nem obrigações financeiras atinentes, entre outras, à educação, saúde, previdência e fornecedores.

A recomendação está no ofício circular nº 01/18 expedido, nesta sexta-feira (12), a cada prefeito municipal pelo presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro André Carlo Torres Pontes.

O mesmo documento adverte a todos quanto aos prazos de informação ao TCE sobre essas despesas, na forma e conteúdo descritos em três Resoluções Normativas da Corte, a primeira de 2009, a segunda de 2013 e a última de 2015, matérias, portanto, de pleno conhecimento das Prefeituras.

Com data de 18 de fevereiro de 2009, a primeira dessas Resoluções dispõe sobre a regulamentação dos procedimentos a serem adotados para a contratação de bandas, grupos musicais, profissionais ou empresas do setor artístico.

A RN 01/2013, publicada em 05 de março do respectivo exercício, trata de documentos relacionados a esses gastos (demonstrativos de despesas com data, valor e credor de todos os empenhos, convênios, parcerias, contratos, concessões ou patrocínios) e, ainda, de suas remessas ao exame do TCE “no prazo de até 30 dias contados do último dia do mês da festividade”.

Com Ascom

Comentar

Prefeita confirma troca do PSDB pelo PSB e apoio às candidaturas de Gervasio e João Azevedo

A prefeita de Pilõeszinhos, Mônica Cristina (PSDB), confirmou que vai deixar o PSDB e se filiar ao PSB. O anúncio aconteceu na noite de quinta-feira (11), durante a abertura da festa de São Sebastião, e contou com as presenças do presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia; do secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo; do deputado Tião Gomes, entre outros.

O ex-prefeito de Pilõeszinhos, Sandro Mendes, que recepcionou o secretário e os deputados durante a festa, destacou que o apoio do grupo político da cidade ao projeto do governador Ricardo Coutinho se dá em virtude do modo administrativo do Governo, que realizou obras e ações em todas as regiões do Estado. O grupo político da Prefeita Mônica Cristina vai deixar a legenda tucana após mais de duas décadas. Vereadores, ex-vereadores, lideranças locais também acompanharam a visita a festa de São Sebastião, que será encerrada no próximo dia 20.

Comentar

Rachado em três “bandas”, PMDB corre risco de “nadar e morrer na praia” nas eleições da Paraíba

Imagem da Internet

O PMDB governou a Paraíba por quase uma década, nos últimos 30 anos, e não ampliou esse tempo, em parte, por falta de sensibilidade de seus dirigentes. Em 2002, no auge de sua popularidade, o então governador José Maranhão renunciou ao mandato para se eleger senador da República, deixando para o vice, Roberto Paulino (PMDB), a missão de enfrentar o favoritismo do tucano Cássio Cunha Lima, registrado nas pesquisas de opinião pública.

Paulino até que foi bem. Apesar de desacreditado por alguns companheiros, conseguiu levar a disputa para o segundo turno, situação até então pouco provável. E não venceu a eleição por excesso de confiança e má vontade na hora das negociações, comandadas por Maranhão. Muitos foram os casos de adesões recusadas pelo PMDB. Deu no que deu.

Depois disso, o partido só amargou derrotas para o Governo do Estado. Maranhão perdeu para Cássio em 2006, apesar de reverter o resultado no “tapetão”. Depois, foi derrotado em 2010 por Ricardo Coutinho (PSB), que teve apoio do tucano. E em 2014 a disputa foi entre Ricardo e Cássio, quando o governador socialista foi reeleito e Maranhão voltou ao Senado Federal.

Apesar da determinação do atual senador, o cenário para o PMDB em 2018 não parece muito animador. O partido enfrenta dificuldades para se unir. Hoje, está “rachado” em três bandas: uma está com o pré-candidato do PSB, João Azevedo, a outra prega manutenção da candidatura própria, com Maranhão encabeçando a chapa majoritária, e a terceira quer defende apoio ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), para que o vice-prefeito, Manoel Júnior, assuma o comando na Capital.

Aliás, Júnior conseguiu um feito importante em favor de Cartaxo, ao comandar reunião em que o diretório do PMDB em João Pessoa decidiu ficar com o pré-candidato do PSD.

Se mantiver o cenário atual, o PMDB corre sério risco de comprometer até mesmo os mandatos proporcionais que hoje contabiliza. Pode “nadar demais e morrer na praia”, como ensina a sabedoria popular.

Comentar