Números da Consult mostram porque os adversários apostaram tanto na desistência de Maranhão

(Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

Embora seja apenas o resultado da primeira pesquisa avalizada pela Justiça Eleitoral, os números divulgados pelo instituto Consult permitem algumas avaliações. Uma delas, de que os adversários tinham razões de sobra para tentar “implodir” o projeto de candidatura própria do MDB no período de pré-campanha.

Apesar de todo bombardeio e boatos de desistência a que foi submetido, o senador José Maranhão mostrou porque não pode ser conaiderado “carta fora do baralho” na corrida sucessória estadual.

Na pesquisa espontânea, Maranhão lidera a preferência do eleitorado paraibano. A diferença é pequena, em relação a João Azevedo (PSB), e pode ser interpretada como empate técnico. Mas, em relação a Lucélio Cartaxo (PV) a situação é diferente. O candidato do MDB tem 22,50% das intenções de voto, Azevedo tem 21,35% e Cartaxo 16,20%.

Vejam que pouco mais de 1% separam o primeiro do segundo colocado, enquanto que a distância para o terceiro, no caso Lucélio, pula para mais de 6%.

Claro que há muito tempo ainda para reversåo do quadro. A campanha está apenas começando. Mas, surpreende Maranhão suplantar duas grandes estruturas, uma apoiada pelo governador Ricardo Coutinho e seus aliados, a outra pelo senador Cássio Cunha Lima e o prefeito Luciano Cartaxo. Maranhão tem apenas o PR, de Wellington Roberto, e sequer conseguiu fechar a chapa, lançando Roberto Paulino candidato único ao Senado Federal.

O “Velhinho” já mostrou que é forte, quando ae elegeu senador pela segunda vez em 2014, numa chapa aue poucos apostariam. Derrotou, inclusive, o próprio Lucélio que tinha Ricardo e Luciano como “padrinhos”.

Quem insistir em ignorar seu potencial pode quebrar a cara novamentw.

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CIDADE LUZ: Tribunal de Justiça da Paraíba manda afastar prefeito de Patos

Dinaldinho perdeu mais uma (Imagem da Internet)

O juiz Carlos Eduardo Leite Lisboa substituto do desembargador Carlos Martins Beltrão Filho, deferiu o pedido feito pelo Ministério Público estadual de suspensão das funções públicas do prefeito do Município de Patos, Dinaldo Medeiros Wanderley Filho (Dinaldinho); do secretário Jardelson Pereira Medeiros e de Alysson dos Santos Gomes, devendo os mesmos deixar os cargos que ocupam e o prédio da Prefeitura, imediatamente após as notificações e pelo prazo da instrução processual. Conforme a denúncia, eles são acusados de compor uma organização criminosa especializada na fraude de licitações e desvio de dinheiro público. A decisão ocorreu na tarde desta terça-feira (14).

O pedido foi feito por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, representada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), com base no Procedimento Investigatório nº 010/2017, que originou a o relatório.

Tendo em vista a natureza dos delitos supostamente praticados pelos denunciados afastados dos cargos, o juiz determinou, também, as seguintes medidas cautelares: comparecimento a todos os atos processuais para os quais forem convocados; proibição de acesso ou frequência à sede da Prefeitura de Patos, secretarias e à Comissão Permanente de Licitação; e proibição de se ausentarem do Estado sem autorização do juiz-relator. O descumprimento das medidas impostas podem ensejar a decretação da prisão preventiva.

Quanto aos denunciados Jardelson Medeiros e Alysson Gomes, foi determinado que o afastamento deve ser de toda e qualquer função pública relacionada ao manuseio de licitações e fiscalização de obras e serviços.

Conforme a investigação do MP, o encarte processual traz uma série de pagamentos feitos aos denunciados (13, no total) e menciona participação ativa no falseamento de licitações, já planejada no período eleitoral. Também aponta utilização do dinheiro público para a promoção da defesa do grupo familiar de Dinaldo quanto a atos ilícitos praticados por sua família em outra geração.

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Pesquisa Consult aponta José Maranhão na liderança da corrida pelo Governo do Estado

Se as eleições fossem hoje, o candidato ao Governo do Estado José Maranhão (MDB) teria 22,50% das intenções de voto; João Azevêdo (PSB) teria 21,35%; Lucélio Cartaxo (PV), 16,20%; Tárcio Teixeira (PSOL), 1,75%; e Rama Dantas (PSTU), 0,10%. Os dados foram divulgados pelo instituto Consult Pesquisa, no final da tarde desta terça-feira (14).

instituto questionou, na pergunta estimulada, “Se os futuros candidatos a Governador da Paraíba, forem esses citados, e que estão nesse cartão, em qual deles o(a) sr.(a) (você) votaria?”

A pesquisa foi registrada sob os números PB-03853/2018 e BR-02689/2018.

De acordo com os dados da pesquisa, foi utilizada uma amostra probabilística casual simples de 2000 entrevistas, distribuída nas 07 regiões do estado.

Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro máximo permissível de 2.0%, com confiabilidade de 95%.

Com clickpb

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Presidenciável declara ter apenas um carro como patrimônio no valor de R$ 15 mil

Imagem da Internet

Seis candidatos à Presidência da República já registraram suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral até a manhã desta terça-feira (14). Entre os presidenciáveis, o engenheiro e administrador João Amôedo, do Partido Novo, foi o que declarou o maior patrimônio.

O candidato informou ao TSE que possui R$ 425 milhões em bens. Em sua declaração, Amôedo afirmou possuir R$ 380 milhões em investimentos e aplicações, seis apartamentos, quatro salas, dois terrenos e uma casa, além de cinco veículos e um barco. O segundo maior patrimônio declarado pertence a Ciro Gomes, do PDT, no valor de R$ 1,6 milhão.

Geraldo Alckmin, candidato ao Planalto pelo PSDB, informou o terceiro maior valor. O tucano declarou um patrimônio de R$ 1,3 milhão. Em seguida aparece a candidata pelo PSTU, Vera Lúcia, que informou ter um terreno avaliado em R$ 20 mil. Guilherme Boulos, do PSOL, informou ter apenas um carro em seu nome no valor de R$ 15 mil. Cabo Daciolo, do Patriota, foi o único que não apresentou declaração de bens ao TSE.

Os partidos têm até as 19h desta quarta-feira para protocolar os candidatos e as coligações da corrida presidencial no TSE. Pelo calendário eleitoral, o tribunal tem até 17 de setembro para julgar os pedidos de registro.

Com Agência Rádio

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Gervasio Maia visita obras do estacionamento e anuncia novos investimentos na Assembleia Legislativa

imagem de Assessoria

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Gervásio Maia, anunciou, nesta terça-feira (14), uma série de investimentos para o Poder Legislativo. Entre eles, estão a compra de quatro elevadores e um equipamento para arquivo das sessões do Parlamento paraibano.

Na ocasião, Gervásio destacou que dois elevadores serão destinados ao prédio-sede da Assembleia, o terceiro para o Centro Administrativo e o quarto para o edifício garagem. “Após essa grande reforma no prédio-sede da Assembleia, sepultando de vez a ideia da retirada da Casa de Epitácio Pessoa na Praça dos Três Poderes, estamos fazendo os ajustes necessários para melhorar ainda mais a qualidade de vida dos nossos servidores”, prosseguiu o presidente da Assembleia.

Outra medida anunciada por Gervásio Maia foi o levantamento para a aquisição de um gerador. “O setor responsável já está estudando a compra desse equipamento, que atenderá ao Centro de Saúde e a própria Assembleia”, completou, lembrando que recentemente também foi efetuada a compra de um ônibus para auxiliar nas atividades parlamentares e duas motocicletas.

Nesses novos investimentos, a TV Assembleia também será contemplada com um equipamento que será usado no armazenamento de arquivos, principalmente as sessões da Casa. O equipamento tem capacidade de armazenamento para os próximos 50 anos.

Com Assessoria

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Hervázio lamenta “despreparo” de candidato do PV e diz que Lucélio sequer conhece regiões da Paraíba

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O líder do governo, Hervázio Bezerra (PSB), ironizou a participação de Lucélio Cartaxo no debate promovido pela TV Arapuan, na noite desta segunda-feira (13). Segundo ele, “fizeram uma maldade” com o candidato do Partido Verde, obrigando-o a decorar textos para não passar vergonha.

“Ficou claro que Lucélio decorou o texto porque ele não conhece sequer as regiões do Estado, nem a de sua terra natal. Isso é uma maldade que estão fazendo com o candidato que não se preparou e não tem mais tempo para isso”, afirmou Bezerra, em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa na manhã desta terça-feira (14).

foi na jugular.

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Candidatos cassados terão que custear gastos da Justiça com a realização de eleições suplementares

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou hoje (13) um acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) para viabilizar a cobrança dos gastos da Justiça Eleitoral com a realização de novas eleições após a cassação do mandato dos eleitos. O acordo foi assinado neste tarde pelo presidente do TSE, ministro Luiz Fux, que será sucedido amanhã (14) pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Webe. A ministra permanecerá no cargo até 2020.

Segundo Fux, todas as verbas que forem gastas pela Justiça Eleitoral para custear as eleições suplementares deverão ser ressarcidas. A cobrança deve ocorrer por meio de uma ação movida pela AGU na Justiça. “O próprio Supremo Tribunal Federal entendeu que quem concorre a qualquer tipo de cargo ou concurso, com base em liminar, fica sujeito, como dizia o saudoso Barbosa Moreira [jurista], a chuvas e trovoadas”, disse o ministro Fux.

Desde as eleições de 2014, a AGU recorre à Justiça para recuperar os custos de novas eleições. Em março, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Tocantins gastou cerca de R$ 15 milhões para organizar o novo pleito para o governo do estado em função da cassação do ex-governador Marcelo Miranda.

Com Agência Brasil

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Debate da TV Arapuan indicará “tom” da campanha dos principais candidatos ao Governo do Estado

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Por ser o primeiro, o debate do Sistema Arapuan de Comunicação, logo mais a noite, deve servir como “ponto de largada” dos principais candidatos na corrida pelo Governo do Estado. Mas, também trará à público o “tom” da campanha de cada postulante.

João Azevedo (PSB), José Maranhão (MDB), Lucélio Cartaxo e Tárcio Teixeira (PSOL) devem “marcar território”, como fazem os predadores no reino animal, e apresentar seu instrumento principal de campanha: o discurso.

De forma geral, é previsível que Azevedo, por representar o atual governo, seja escolhido como “vidraça” pelos outros trës postulantes, que se postam como opositores e,portanto, estariam mais para “estilingue”.

Mas, é provável também que, em outros debates no decorrer da campanha, a situação não seja exatamente esta. Lucélio exerceu cargos públicos e o irmão, Luciano Cartaxo (PV), é prefeito da Capital. Os dois certamente terão sua fase de “alvos”.

É o caso também de Maranhão, que governou a Paraíba por três vezes. Se, por um lado o emedebista poderá usar o curriculo de bom gestor para ostentar sua experiência administrativa, por outro estará sujeito à críticas pelas supostas falhas.

E Tárcio Teixeira? Sem referência administrativa, estará livre para exercitar o papel de “franco atirador”, típico do PSTU.

Esse deve ser o “tom” da campanha.

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Projeto de Cássio proíbe retenção de salários pelos bancos para pagamento de empréstimos de servidores

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Está na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado, projeto de Cássio Cunha Lima que proíbe o confisco dos salários para o pagamento de dívidas. O PLS 236/2018, apresentado dia 16 de maio deste ano, transforma em lei a súmula 603 do Superior Tribunal de Justiça, que confirmou a proibição da retenção por qualquer banco do salário do trabalhador, privado ou estatal, para pagar dívida ou empréstimo. A única exceção é o crédito consignado.

Proteção ao trabalhador O senador explica que o objetivo da proposta é conferir proteção ao salário do trabalhador.

-Salário tem que ser sagrado. É dele que advém a sobrevivência do trabalhador” – argumenta Cássio.

Segundo o senador , o projeto vai evitar que os bancos, ao invés de procurarem soluções amigáveis ou judiciais para receberem um empréstimo, sequestrem diretamente o valor da conta do empregado. “Ao transformar em lei a súmula do STJ, vamos consolidar na legislação o entendimento da Justiça” – explica.

Sendo aprovado na CCJ, o projeto de Cássio seguirá para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde sua votação terá caráter terminativo.

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Maranhão reforça “populismo” e “ressuscita” slogan de campanha usado por Burity em 1986

A simplicidade sempre marcou as campanhas eleitorais de José Targino Maranhão, pelo menos em diaputas majoritárias. Tanto que o presidente do MDB preferiu priorizar o “Zé”, ao invés do “Maranhão”, por ser um nome mais “povão”.

A estratégia tem dado certo, embora criticada pelos adversários devido a conotação populista. Foram três mandatos de governador e mais dois de senador.

Aos críticos, Maranhão lembra que não é o único. Luiz Inácio Lula da Silva, maior liderança politica brasileira, utiliza o apelido “Lula” da mesma forma e ninguém diz nada. Até anexou-o ao nome para que não pairem dúvidas de sua preferência.

Como vem dando certo, o MDB resolveu acrescer à opcão um componente ainda mais “apelativo”. Os marqueteiros do candidato “ressuscitaram” o slogan de campanha utilizado pelo ex-governador Tarcísio de Miranda Burity na campanha de 1986 quando, embalado pelo “Plano Cruzado”, trocou o PFL pelo então PMDB e venceu Marcondes Gadelha “de lapada”, como diria o governador Ricardo Coutinho.

Embora reprisado, “por que o povo quer” caiu “como uma luva” na campanha de Zé, candidato sem a estrutura suntuosa dos concorrentes e com poucos apoios partidários, situação bem diferente de João Azevedo (PSB) e Lucélio Cartaxo (PV).

Se o emedebista vencer a eleição, provavelmente não haverá outra justificativa a não ser a vontade popular, mesmo instrumento que colocou Burity pela segunda vez no Palácio da Redenção a 30 anos atrás.

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