QUEBRA DE SIGILOS: Vereador afirma que dinheiro de corrupção não transita em contas bancárias

Imagem da Internet

O vereador Bruno Farias (PPS), líder da bancada de Oposição na Câmara Municipal de João Pessoa, encarou com naturalidade a decisão do secretário de Infraestrutura da Prefeitura de João Pessoa, Cássio Andrade, e sua esposa, Isabela Maroja, de abrirem mão dos sigilos bancário e fiscal. Mas, explicou que o fato não muda em nada o direcionamento das investigações do Ministério Público e da Polícia Federal, que apontaram desvio superior a R$ 6 milhões nas obras de revitalização da Lagoa do parque Solon de Lucena.

“Dinheiro de superfaturamento, de propina e de corrupção não deixa recibo, nem transita pelas contas bancárias”, lembrou Farias.

Bruno deixou claro que jamais desconfiou que o casal, embora tenha participação no processo de tramitação burocrática das obras, tenha recebido dinheiro resultante do superfaturamento da obras da Lagoa, apontado pela PF e pela CGU. Para o vereador, Cássio Andrade foi apenas “um cumpridor de ordens” do prefeito Luciano Cartaxo.

“Sinceramente, apesar de ser o responsável técnico pela obra e ter parentes em postos-chaves na PMJP, na Gigov-JP (setor da Caixa Econômica que viabilizou a liberação de recursos para a obra da Lagoa) e da empresa Compecc, eu nunca acreditei que os R$ 6 milhões foram parar no bolso do secretário Cássio Andrade”, afirmou o líder oposicionista.

Farias disse ainda que a população de João Pessoa está bem próxima de conhecer os verdadeiros responsáveis pelo desvio dos recursos públicos que deveriam ser empregados em benefícios para a sociedade. “A conclusão do inquérito da Polícia Federal trará essa resposta”, sustentou.

O fim está próximo.

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