Romero se irrita com declaração de Cássio e sugere “sorteio” para escolha do nome do PSDB na chapa majoritária das oposições

Imagem da Internet

Quem conhece Romero Rodrigues, prefeito de Campina Grande, sabe que ele “engole um boi, mas se engasga com um mosquito”, como prega a sabedoria popular. Romero não gostou nada de recente declaração do primo senador, que admitiu “sacrificar” seu projeto político para apoiá-lo em 2018. Evitando “bater de frente”, como já fez em outras ocasiões, o “Vaqueirinho de Galante” preferiu recorrer à ironia para responder ao que considerou uma provocação.

“Porque não faz por sorteio?u Não vou chamar para mim essa responsabilidade. Eu acho que a mesma pretensão que eu tenho hoje ele (Cássio) teve no passado e se consolidou e se concretizou”, comparou Romero, durante entrevista ao Sistema Correio de Comunicação.

O tucano referiu-se à decisão de Cássio de renunciar à Prefeitura de Campina Grande, em 2002, para disputar o Governo do Estado, permitindo à ascensão de Cozete Barbosa, então vice-prefeita, ao Palácio do Bispo. “Também não quero jogar essa responsabilidade para cima de Cássio. O que não quero para mim, também não quero para os outros. Não é nada agradável voce ter que decidir o futuro dos outros”, justificou.

Ao contrário de Cássio e do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), outro pré-candidato à sucessão estadual, Romero não tem pressa para definir seu futuro político e pretende seguir os prazos determinados pelo calendário eleitoral. “Quem tem prazo, não tem pressa. Tenho até o dia 6 ou dia 7 de abril, se quiser, para sair ou não da prefeitura”, lembrou.

Romero parece determinado, como bom Rodrigues.

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