Cássio reafirma candidatura à reeleição, diz que “nem todo político é desonesto” e cita o pai como exemplo

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) sugeriu que o eleitor paraibano analise a “vida pregressa” dos candidatos às eleições de outubro, anates de escolher seus representantes. Ele se recusa a aceitar o rótulo popular de que “todo político é desonesto” e citou o pai, ex-governador Ronaldo Cunha Lima, como prova de que é possível ter uma vida pública limpa.

“Meu pai foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador e senador. Foi tudo que se pode ser na política, menos presidente da República. a herança que ele deixou para minha mãe foi um apartamento em João Pessoa, uma casa em Campina Grande e um automóvel usado”, lembrou o tucano.

Cássio reafirmou a pretensão de disputar a reeleição e fez questão de expor também sua situação no que se refere à honestidade: “Em mais de trinta anos de vida pública, não tenho uma condenação. Tem um inquérito no Supremo que já dura doze anos. Se em doze anos nada foi encontrado, é porque realmente não existe nada contra voce”, avaliou.

O senador foi entrevistado na Rádio Princesa Isabel FM.

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Romero quer esticar para agosto prazo de escolha de candidato e dificulta ainda mais acordo das oposições

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O acordo entre as oposições para escolha de um candidato consensual ao Governo do Estado está cada dia mais distante. A reunião do PSDB, nesta sexta-feira, provou isso. Os tucanos recusaram a proposta do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), para definição do nome ainda em janeiro. Cartaxo pretendia chegar a 7 de abril, prazo final de desincompatibilização, com essa resposta, mas Romero não aceitou. E obteve apoio integral do seu partido.

O PSDB deve fazer outras reuniões semelhantes, antes de partir para composição de chapa. Inclusive, com a participação de Cartaxo e José Maranhão. Foi isso o que deixou transparecer o presidente Ruy Carneiro, ao cobrar maior participação do emedebista nos debates das oposições.

Mas, polêmica mesmo foi a declaração dr Romero Rodrigues após a reunião de Camboinha, no Rádio Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação. O prefeito disse que a definição de candidaturas deve ficar para agosto. Nesse caso, ele e Cartaxo teriam que renunciar ao mandato “no escuro”, ou seja, sem a certeza de serem escolhidos para disputar a sucessão estadual. É tudo que o prefeito de João Pessoa não quer.

Diante da situação, Cartaxo só tem uma saída: deixar a prefeitura em abril, esquecer PSDB e MDB no primeiro turno e trabalhar pela unidade das oposições na etapa decisiva, caso esteja entre os dois “finalistas”.

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Marcus Vinicius quer mais diálogo e pesquisa para escolha do candidato das oposições e PSDB discute sucessão estadual nesta sexta-feira

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O vereador Marcus Vinicius, presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, sugeriu mais conversas entre os partidos que integram as oposições na Paraíba antes da definição do candidato ao Governo do Estado. Segundo ele, é preciso esgotar todas as tentativas de garantir a unidade do grupo. “Temos que conversar mais, dialogar, buscar soluções. E quando estiver tudo pronto, tudo redondinho, aí sim poderemos escolher o candidato”, afirmou.

Vinicius reconhece que, a preço de hoje, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), é o favorito para encabeçar a chapa oposicionista, mas lembrou outras alternativas como os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB), além do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB). E sugeriu a realização de pesquisa eleitoral para escolha do nome.

O PSDB se reúne nesta sexta-feira, na residência da deputada Camila Toscano, para discutir a sucessão estadual e a possibilidade de lançamento da candidatura de Romero Rodrigues ao Governo do Estado. O encontro foi convocado pelo senador Cássio Cunha Lima. O prefeito campinense já se manifestou sobre o encontro. Ele disse que “é preciso ouvir todos antes da escolha do candidato das oposições”.

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Ricardo Coutinho inaugura pavimentação de rodovia que liga Pilar a Juripiranga nesta sexta-feira

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O governador Ricardo Coutinho inaugurar, nesta sexta-feira (19), às 10h, a 151ª obra do Programa Caminhos da Paraíba. Trata-se da pavimentação da rodovia PB-048 – trecho Pilar/Juripiranga, 50 km da Capital. A solenidade contará com as presenças do secretário dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, João Azevedo; do superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado (DER), Carlos Pereira de Carvalho e Silva; além de diversas lideranças da região.

Com uma extensão total de 13 km e investimento superior a R$ 7 milhões, a pavimentação da rodovia PB-048 beneficia diretamente os municípios de Pilar e Juripiranga, contemplando uma população de 21.428 habitantes, além de centenas de usuários que trafegam pela rodovia diariamente. O tráfego médio diário na PB-048 é de 596 veículos entre automóveis, utilitários, ônibus, caminhões e motos.

Com a pavimentação, o Governo do Estado visa promover o crescimento das atividades econômicas com a integração dos municípios da região, inclusive com o vizinho estado de Pernambuco; facilitar o escoamento da produção agrícola; modernizar e ampliar a infraestrutura rodoviária estadual a partir da BR-230, além de oferecer melhores condições de vida e segurança aos seus habitantes e usuários em geral.

Serviços – A obra contempla a execução de serviços de terraplenagem em cortes e aterros, sistema de drenagem para águas pluviais e subterrâneas, pavimentação asfáltica, cercas delimitadoras da faixa de domínio; gramagem e paisagismo; bem como sinalização horizontal e vertical. As obras foram executadas pela construtora Rocha Cavalcante Ltda, sob a coordenação geral do DER.

O diretor superintendente do DER, o engenheiro Carlos Pereira de Carvalho e Silva, lembra que a pavimentação da PB-048 foi reivindicada pela população dos dois municípios, que há muito tempo esperava pela obra, prometida por outros governantes. “Mas só quem concretizou a obra foi o governador Ricardo Coutinho, com o decisivo apoio do secretário João Azevedo”, finalizou o superintendente.

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MP e TCE fecham cerco contra contratações ilegais e acumulação de cargos em ano pré-eleitoral

O Tribunal de Contas do Estado voltou a se reunir com os membros do Ministério Público da Paraíba, na manhã desta quinta-feira (18), visando ampliar as estratégias para o acompanhamento e investigação de contratações precárias de pessoal e acumulação de cargos no serviço público no período pré-eleitoral. O MPE, numa atuação conjunta com o Tribunal, terá mais acesso às informações sobre contratações, a partir de dados fornecidos pelas ferramentas do TCE-PB.

O presidente do TCE-PB, conselheiro André Carlo Torres, abriu o encontro enaltecendo o bom relacionamento institucional entre os dois órgãos de controle externo e demonstrando aos três promotores presentes – Leonardo Quintans, Rodrigo Pires de Sá e Eduardo de Freitas Torres – o rico acervo de dados e as ferramentas tecnológicas disponíveis para as ações conjuntas.

O trabalho, conforme explicou, terá como suporte as informações trabalhadas nos painéis de acompanhamento da gestão disponibilizados publicamente pelo tribunal. Subsidiado, também, pelos relatórios produzidos pelo Departamento Especial de Auditoria e pelo Grupo de Gestão da Informação, mais os alertas emitidos pela Corte aos gestores.

“O trabalho do TCE está em constante evolução, por isto nossa ideia é que iniciativas como esta se tornem ações permanentes, não só com o Ministério Público, mas com os mais diversos órgãos de controle. Compartilhar conhecimento e uso de novas tecnologias contribui com a transparência da gestão e ajuda a promover a boa aplicação dos recursos públicos”, observou o conselheiro presidente.

O promotor Leonardo Quintans, que coordena o Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público, por sua vez destacou ao término do encontro a importância do “trabalho integrado dos órgãos de controle na busca por coibir a evolução de contratos temporários e acumulações ilícitas de cargos, principalmente neste período eleitoral”. Opinião compartilhada pelo secretário de Planejamento e Gestão do MP, Rodrigo Pires de Sá, e por Eduardo de Freitas Torres, que coordena a Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa.

Da reunião técnica nesta quinta-feira (18) participaram ainda os auditores Willo Herbert Pontes e Josedilton Alves Diniz, da área de gestão da informação do TCE, e a auditora Luízi Moreira Gonçalves, do Departamento Especial de Auditoria.

Os acertos preliminares dessa atuação conjunta foram discutidos na manhã da última terça-feira (16), entre os chefes do TCE-PB e MPPB, André Carlo Torres Pontes e Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho.

Com Assessoria

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Com dificuldades para se reeleger, Lira não define posição e gera desconfiança para todos os lados

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Raimundo Lira é líder do PMDB no Senado. José Maranhão é presidente do MDB na Paraíba e pré-candidato ao Governo do Estado. Então, Lira está fechado com Maranhão, certo? Errado. Com dificuldades para se reeleger, o parlamentar de Cajazeiras está com Maranhão e com também os outros pré-candidatos. Em sua mais recente entrevista, publicada nesta quinta-feira, Lira disse que não nega apoio a Maranhão, mas “não fecha a porta para ninguém”.

A declaração é típica de quem está “em cima do muro” e disposto a votar e pedir votos para quem lhe garantir melhores condições de se reeleger. Lira já defendeu aliança do MDB com o PSB, do governador Ricardo Coutinho,que tem o secretário João Azevedo como pré-candidato ao Governo do Estado, declarou apoio publicamente ao senador José Maranhão e já posou para fotos ao lado do presidente do PSD, de Luciano cartaxo, Rômulo Gouveia. Só não flertou com Romero Rodrigues (PSDB) devido à indecisão do prefeito em relação à disputa eleitoral de outubro próximo.

A postura do senador pode até lhe trazer uma aparente tranquilidade, uma vez que também é “cortejado” pelos três pré-candidatos à sucessão estadual. Mas, pode também se transformar em desconfiança generalizada entre os possíveis companheiros de chapa e o próprio eleitorado. Lira pode estar construindo uma imagem de “aproveitador”, ao procurar impor sua candidatura de qualquer jeito e ao lado de qualquer um. Disso, ninguém gosta.

Em seu favor, o senador carrega uma bagagem de homem operoso, liberando recursos para obras importantes do Governo do Estado e de várias prefeituras paraibanas. Isso, ninguém pode negar. Mas, por outro lado, o “fantasma” da falta de votos ainda o cerca. Lira não foi eleito em 2010. Ele assumiu o mandato de Vital do Rego Filho, nomeado conselheiro do Tribunal de Contas da União, de quem era suplente. Talvez esteja aí seu grande “temor” de enfrentar as urnas.

Agindo dessa forma, Lira talvez esteja apenas aumentando essa deficiência.

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Emerson “Mofi” ignora críticas de adversários, reafirma candidatura e mantém o “pé na estrada” em busca de votos

O radialista Emerson Machado decidiu intensificar as visitas a municípios paraibanos, principalmente no interior do Estado, em busca de votos para conquistar um mandato de deputado federal nas eleições de outubro próximo. Ignorando críticas dos adversários, que não acreditam no seu projeto político, “Mofi”, como é conhecido, está convicto de que a renovação na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas será “surpreendente” e trabalha para convencer o eleitor de que lutará por benefícios ao Estado.

“É impressionante a receptividade que temos encontrado, não só em João Pessoa, como em vários municípios do interior do Estado. O povo quer mudar, quer renovar e é essa a nossa proposta”, afirmou Machado.

Na noite desta quinta-feira, “Mofi” foi à Piloesinhos, no Brejo paraibano, participar dos festejos de São Sebastião, padroeiro da cidade. Nesta sexta, o destino é Dona Inês, na mesma região. O pré-candidato tem procurado conciliar a agenda política com o trabalho, tarefa que não é fácil.

“Mofi” é filiado ao Avante, do deputado Genival Mathias.

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Câmara Municipal de Bayeux acata denúncia contra Luiz Antonio, mas o mantém no cargo

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Em sessão na manhã desta quinta-feira (18), a Câmara Municipal de Bayeux acatou, por 10 x 6, o pedido de cassação do prefeito interino da cidade, Luiz Antônio (PSDB), mas, rejeitou o pedido de afastamento dele do cargo.

O pedido de cassação é baseado em um vídeo onde Luiz Antonio foi flagrado pedindo valores a um empresário do município, supostamente, para articular um golpe contra o prefeito Berg Lima (sem partido).

Os membros da Comissão Processante, que vai investigar a denúncia, já foram escolhidos. A Comissão terá um prazo de 90 dias para ouvir as testemunhas e emitir um parecer pelo arquivamento ou prosseguimento da denúncia. Em seguida, Logo após, o relatório final será julgado pelos vereadores, que podem acatar ou rejeitar o parecer.

Luiz Antônio já é investigado em pedido de cassação, onde é acusado de usar a máquina pública para denegrir a imagem do deputado federal, André Amaral (MDB). O presidente é o vereador Uedson Orelha, o relator é o vereador cabo Rubens é o relator e Adriano Martins, membro da comissão.

A denúncia, acatada na sessão desta quinta-feira, já havia sido apresentada, mas foi arquivada porque os autores da denúncias que protocolaram o pedido foram os presidentes de dois partidos políticos aliados do prefeito afastado. O presidente da sessão destacou que o pedido poderia ser reaberto, já que não se chegou a julgar o mérito.

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Ricardo abre Feira do Artesanato e diz que seu governo nunca deixou de investir e acreditar na produção local

O governador Ricardo Coutinho participou da abertura do 27º Salão do Artesanato da Paraíba, que este ano tem como tema “A tradição, a sustentabilidade e a evolução do artesanato paraibano”. O evento, que ocorreu na noite desta quarta-feira (17), no Espaço Cultural, contou com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento Social, que acompanhou o desfile do grupo Ondinas de Cabedelo, com a coleção Flores Astrais, do estilista Léo Mendonça.

Para Ricardo, apesar do momento de crise, a cada edição do Salão do Artesanato, realizado pelo Governo do Estado, por meio do Programa do Artesanato da Paraíba (PAP), nunca se deixou de investir, acreditar e evoluir a produção local. “Destas 27 edições, 15 foram feitas na gestão comandada por mim. A cada edição, invariavelmente, cresceu a qualidade. Hoje os espaços são muito mais apropriados e se tem uma lógica de comercialização muito mais forte. Isso casa muito com uma questão essencial para a humanidade, que é a evolução. As políticas que o nosso governo desenvolve têm essa proposta”, declarou.

Artesanato indígena, algodão colorido, produtos da agricultura familiar, couro, renda renascença, crochê, cerâmica, peças em madeira, metal, aço e outros produtos são encontrados no 27º Salão do Artesanato da Paraíba, que acontece de 17 de janeiro a 6 de fevereiro. O evento conta com 370 artesãos presentes e no total 3.320 envolvidos, somando os componentes de associações e cooperativas de 78 cidades paraibanas.

A gestora do PAP, Lu Maia, afirmou que esse é o momento dos artesãos paraibanos garantirem destaque para seus produtos, o que valoriza a cultura popular e fomenta a economia. “Nós incentivamos o artesanato paraibano, que possui qualidade estética rica e cultural, além da sustentabilidade na forma de elaborar o nosso artesanato, com atitudes que visam o desenvolvimento de um país com sustentabilidade econômica, social e ambiental”, pontuou.

O secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Lindolfo Pires, declarou que o 27º Salão do Artesanato é uma das iniciativas do Governo do Estado que estabelece um elo entre turistas e a arte produzida na Paraíba. “A Paraíba não olha atrás dos outros Estados. São os outros que estão olhando para gente. Nós já somos inspiração e modelo para que eles venham nos visitar e perceber o que há de bom. Um programa como esse ajuda a contribuir para diminuir as desigualdades sociais”, disse.

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Alterações no Orçamento sem autorização do Legislativo podem ser “mais uma pedra” no caminho de Cartaxo

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A ex-presidente Dilma Roussef pagou caro pelas pedaladas fiscais que cometeu. Perdeu apoio político e o mandato. O prefeito de João Pessoa, Luciano cartaxo (PSD), por enquanto só enfrenta aborrecimentos por ter alterado o Orçamento de 2017 sem autorização da Câmara Municipal. Mas, a situação de Cartaxo pode mudar, diferente da petista que já foi devidamente punida.

É que a Oposição anda comparando os casos e vê semelhança nas atitudes de Dilma e de Cartaxo. O líder da bancada, vereador Bruno Farias (PPS), já fala na possibilidade de impeachment do prefeito alegando que as pedaladas fiscais de Cartaxo constatadas pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado são as mesmas de Dilma. “Ao meu ver, as duas situações tratam de crime de responsabilidade e cabem o impeachment”, avalia Farias.

O posicionamento, por enquanto, é restrito ao líder, mas a bancada de Oposição deve se reunir na próxima semana para decidir se entra ou não com o pedido de afastamento do prefeito. “Vamos analisar a peça (representação) do Ministério Público e decidir o que faremos”, adiantou Farias.

Pode ser mais uma pedra no caminho de Cartaxo.

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