Hervazio Bezerra prevê ampliação da bancada governista

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No inicio do segundo mandato de Ricardo Coutinho (PSB), o líder do governo, Hervasio Bezerra (PSB), previu a ampliação da bancada de Situação, naquela época já majoritária. A “profecia” se cumpriu e o governador contou e ainda conta com.maioria folgada para aprovar matérias de seu interesse na Assembleia Legislativa.

Como “acertou na mosca” na primeira tentativa, Hervasio resolveu repetir a dose com o governador eleito, João Azevedo (PSB). O deputado reeleito afirmou, antes mesmo da posse, que Azevedo deve ampliar sua bancada dos 22 eleitos para 27 integrantes.

Segundo Hervasio, a “premonição” é basaeada em “acenos” de deputados que farão parte da futura bancada de Oposição. Ele não citou nomes para não atrapalhar as negociações, mas assegurou que pelo.m2nos cinco oposicionistas manitñfestaram desejo.de mudar de lado.

“A aprovação de 80% do governo de Ricardo Coutinho e a vitória acachapante de João são atrativos para qualquer parlamentar que pense no futuro da Paraíba”, justificou Bezerra.

 

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Polícia Federal deve concluir inquéritos sobre “Escândalo da Lagoa” até final do ano

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Com o término das eleições para governador na Paraíba, os inquéritos que apuram supostos desvios de recursos federais das obras de revitalização do Parque Solon de Lucena (Lagoa) devem ser concluídos até o final do ano pela Polícia Federal. A informação foi repassada ao Portal ClickPB pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB), que revelou essa perspectiva com base em informações do próprio delegado da PF, José Juvêncio.

“O gabinete aguarda o envio do inquérito que está com o delegado. Há uma perspectiva do inquérito ser concluído até o final do ano, de acordo com informações do próprio delegado”, afirmou o gabinete do procurador da República responsável pela investigação, Yordan Delgado.

A investigação teve início no MPF a partir de relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que apontou desvio de aproximadamente R$ 10 milhões nas obras do parque.

A Polícia Federal deflagrou no dia 2 de junho de 2017 a Operação Irerês, visando investigar  irregularidades na licitação e na execução nas obras realizadas pela Prefeitura de João Pessoa na Lagoa.

Laudos técnicos produzidos pela PF apontaram prejuízo aos cofres públicos estimado em R$ 6,4 milhões. Foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão em João Pessoa, expedidos pela 16ª Vara da Justiça Federal em João Pessoa.

Com clickpb

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Disputa pelo Senado registrou 20% dos candidatos com 1% ou menos dos votos

Desde domingo (8), os vencedores nas bancadas para Senado e Câmara dos Deputados ganharam destaque no noticiário. Mas, por outro lado, a votação também mostra quem não conseguiu convencer o eleitor: candidatos que tiveram a menor votação nestas eleições.

A Agência Brasil conferiu estado a estado os candidatos que somaram 1% dos votos nas disputas ao Senado e 0,1% no pleito para um lugar na Câmara, considerados percentuais de baixo desempenho nas urnas.

Dos 8.588 candidatos a deputado federal, 2.998 tiveram 0,1% ou menos dos votos, o equivalente a 34,9% do total. Dos 358 candidatos a senadores, 20% (75) conseguiram apenas 1% ou menos dos votos.

Estados

Entre os estados, o com maior número de candidatos à Câmara que não ultrapassaram 0,1% foi São Paulo: com 1.010 concorrentes. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (542), Minas Gerais (436), Bahia (228) e Pernambuco (159).

Partidos
Em relação aos partidos, os candidatos mais mal colocados concorreram por legendas como PRTB, PRP, PMB, PPL, Rede e PROS. Agremiações menores de esquerda, como PSTU, DC, PCO e PCB, também estão na lista.

Sudeste

O estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi o campeão em candidatos à Câmara dos Deputados, com 1.010 concorrentes ficaram na casa do 0,1%. A menor votação foi de Rosicleide Oliveira (PRTB), que recebeu apenas 10 votos. Na corrida ao Senado, quatro participantes fizeram menos do que 1%, dois do Rede e dois do PSTU.

Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, foi também o segundo estado com mais concorrentes à Câmara Federal na margem de 0,1% dos votos, com 436. Nas últimas colocações, três integrantes do PPL, como Paloma Pereira que obteve nove votos. Em relação ao Senado, cinco postulantes tiveram baixo desempenho.

O Rio de Janeiro teve quatro concorrentes ao Senado abaixo do 1% e 542 candidatos a deputado abaixo de 0,1%. No Espírito Santo, quatro postulantes ao Senado não foram além de 1%, e 15 candidatos a deputado ficaram com 0,1%.

Sul
No Rio Grande do Sul, cinco candidatos a senador ficaram com menos de 1%. Do total, 126 candidatos ficaram com menos de 0,01%.

Em Santa Catarina, foram quatro aspirantes ao Senado abaixo da marca de 1%. Entre os que miraram a Câmara Federal, 41 ficaram na casa dos 0,1%. Margarete Charão (PRTB) foi a menos votada, com 16 votos.

No Paraná, o Senado teve cinco candidatos que tiveram menos de 1% dos votos. Entre os concorrentes a deputado federal, foram 151 com 0,1%. O último foi Valdir Januário dos Santos (PRTB), com 12 votos.

Nordeste

A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

O Piauí foi o campeão de candidatos ao Senado com baixa votação, com nove pessoas nesta situação. Na disputa para Câmara, 16 não superaram 0,1%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal.

Norte

No Tocantins, apenas um candidato ao Senado teve menos de 1%: Melk Aires (PSOL), com 0,97%. Para deputado federal, foram dois com menos de 0,1% dos votos, ambos do PRTB.

No Pará, três candidatos ao Senado e 16 para Câmara ficaram entre os piores colocados. No Amapá, foram dois para senadores e nenhum candidato à Câmara fez 0,1%. As menores votações foram de Larissa do PSOL (PSOL), com 68, Ilka Pereira (PV), com 128, e Acenildo Costa (PV), com 163 votos.

No Amazonas, dois candidatos ao Senado ficaram com menos de 1% e 17 candidatos a deputado federal tiveram 0,1%. Em Roraima, apenas o aspirante a senador Lourival (PSTU) ficou abaixo do corte, com 0,38%. Na disputa por uma vaga na Câmara, dez ficaram com as piores colocações, sendo três do PHS.

No Acre, nenhum candidato ao Senado ficou abaixo do 1%. Na última colocação ficou Pedrazza (PSL), com 2,55%. Entre os aspirantes ao cargo de deputado, oito não atingiram 0,1%. Em Rondônia, apenas Ted Wilson (PRTB) ficou abaixo do corte, com 0,97%. No pleito à Câmara Federal, cinco não saíram da marca do 0,1%.

Centro-Oeste

Em Goiás, dois aspirantes a senador ficaram nas últimas colocações. O estado teve 48 candidatos a uma vaga na Câmara na casa do 0,1%.

No Distrito Federal, Chico Sant´anna (PSOL) e Robson (PSTU) foram os concorrentes a senador com votação abaixo de 0,1%, obtendo, respectivamente, 0,65% e 0,20%. Do total, dez candidatos a deputado federal ficaram no corte do 0,1%.

Em Mato Grosso, dois não chegaram ao 1% na corrida ao Senado. Na disputa pela Câmara, sete concorrentes não foram além do 0,1%. Em Mato Grosso do Sul, Betini (PMB) foi o concorrente ao Senado com pior desempenho, com 0,62%. Entre os postulantes a uma cadeira de deputado, oito não ultrapassaram 0,1%.

Candidatos a deputado federal que tiveram até dez votos:
Pati Vanzin (PROS-BA) – 3 votos

Ana Luiza (PHS-AM) – 5 votos

Paulinha (Avante–AC) – 6 votos

Paloma Pereira (PPL-MG) -9 votos

Nélia Carvalho (PPL-BA) – 9 votos

Marcia de Carcia (PROS-PE) – 9 votos

Osmar Silva (PRTB-SP) – 10 votos

Matias Morais (Avante-AC) – 10 votos

Binha Shalom (PROS-BA) – 10 votos

Rosicleide Oliveira (PRTB-SP) – 10 votos

Com Agência Brasil 

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Bolsonaro topa debater com Haddad, mas impõe condições

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (13) que concorda em ir a debates “sem interferência externa”, referindo-se à suposta influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Fernando Haddad (PT). Ele afirmou ainda que num governo Haddad quem escolheria os ministros.

“Se for debate só eu e ele (Haddad), sem Cinterferência externa (de Lula), eu topo comparecer. Estou pronto para debater; tem de ser sem participação de terceiros”, disse, em meio a uma gravação de programas eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim botânico, bairro da zona sul do Rio.

“(Se Haddad vencer), quem vai escalar time de ministros será o Lula. Não adianta (ele) ter boas propostas se vai ter indicação política”, continuou. “O mais importante é ter independência para escalar um time de ministros componentes.”

Ao ser questionado sobre projetos para a saúde, Bolsonaro declarou que o mais importante para que a população tenha saúde é que tenha, antes de tudo, emprego. Disse ainda que é preciso “combater a corrupção para aplicar os recursos” e que o ministro da pasta tem que ter “amor” pela área.

Perguntado sobre sua maior preocupação neste segundo turno, afirmou serem as supostas “falhas” ocorridas no primeiro turno no processo eleitoral. “Teve uma enxurrada de reclamações. O Tribunal Superior Eleitoral tem que tomar providências”.

Com Uol

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MPF emite parecer contra volta do prefeito Dinaldinho

Na última terça-feira, 09 de outubro, a Procuradoria Geral da República em Brasília emitiu parecer contrário ao retorno de Dinaldinho Wanderley ao cargo de prefeito de Patos.

Em agosto de 2018 o prefeito Dinaldo Filho (PSDB) foi afastado do cargo de prefeito de Patos em decorrência dos desdobramentos da Operação Cidade Luz e na tentativa de retornar ao cargos impetrou Habeas Corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça.

Após a autuação do Habeas Corpus, o relator do processo em Brasília, ministro Feliz Fisher, determinou a intimação do Tribunal de Justiça da Paraíba para prestar informações sobre o caso. Recebida a manifestação do TJPB, o Ministro Felix Fisher abriu vistas ao Ministério Público federal que deu parecer pelo não conhecimento do Habeas Corpus e pela manutenção das medidas cautelares aplicadas ao prefeito afastado.

Desde o afastamento o prefeito afastado não pode se aproximar de prédios públicos do município de Patos e nem se ausentar do Estado da Paraíba sem autorização do TJPB. Com a manifestação do Ministério Público, o Superior Tribunal de Justiça poderá julgar o Habeas Corpus nos próximos dias e decidir se Dinaldinho volta ou não ao comando da Prefeitura Municipal de Patos.

Esse processo de Habeas Corpus que tramita em Brasília é diferente do recurso apresentado por Dinaldinho no próprio Tribunal de Justiça da Paraíba (que é um agravo) e está previsto para ser julgado no próximo dia 24 de outubro pelo próprio TJPB.

Com Folha Patoense

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Azevedo diz que vai priorizar harmonia com outros Poderes e descarta interferir na eleição da Mesa da Assembleia Legislativa

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Declaração do governador eleito, João Azevedo (PSB), movimentou os bastidores da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba, prevista para o início de fevereiro de 2019. Durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta sexta-feira (12), João mandou recado aos deputados: não vai interferir no processo de escolha dos dirigentes do Legislativo.

A justificativa para tal decisão não poderia ser melhor. João disse que vai priorizar a harmonia com os demais Poderes para garantir a governabilidade. A Assembleia Legislativa não é somente outro Poder. É também o canal para viabilizar os principais projetos de qualquer governo. Por isso, o governador eleito espera, no mínimo, manter a unidade de sua bancada que conta com 22 dos deputados da próxima legislatura.

A decisão anunciada pelo governador eleito causou preocupação entre aliados, que esperavam apoio para eleger a futura Mesa Diretora. O PSB, por exemplo, seu partido, que tem a maior bancada, quer manter a hegemonia e indicar o presidente da Casa. O PSL, segunda maior bancada, deseja o mesmo. Sem contar com o Podemos.

Na outra ponta, a bancada de Oposição comemorou, mesmo sabendo que, até hoje, não se viu uma única eleição da Mesa Diretora sem registrasse interferência do governador de plantão em favor de seus candidatos. Em minoria, os oposicionistas apenas torcem para que, dessa vez, a coisa seja diferente.

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Bolsonaro conta com apoio de 15 candidatos a governador e Haddad tem apenas três

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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem a preferência de candidatos a governos estaduais em quase todas as regiões, perdendo para Fernando Haddad (PT) apenas no Nordeste, tradicional reduto petista. Tal mapa de apoios segue o mesmo padrão dos resultados dos dois candidatos à Presidência nas urnas no primeiro turno.

Não se trata de mera coincidência, mas sim de estratégia eleitoral. Em alguns casos, os políticos regionais contrariam a direção nacional do próprio partido para aproveitar o bom momento de Bolsonaro, que ficou com 46,03% dos votos no primeiro turno, contra 29,28% de Haddad.

Dos 28 palanques disponíveis nos 14 estados que terão segundo turno para governo, o candidato do PSL já conta com o apoio de 15 candidatos, sendo que três são do mesmo partido. Por enquanto, Haddad conseguiu apenas três manifestações públicas de apoio para este turno, incluindo a da única candidata do PT. São dez candidatos que ainda não definiram apoio ou se declararam neutros.

Entre os candidatos aos governos estaduais, há uma tendência a seguir o discurso do presidenciável que obteve mais votos na região, aponta Eduardo Grin, cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Como no segundo turno muitos candidatos estaduais não possuem integrantes da sua legenda na disputa à Presidência, os diretórios nacionais dos partidos acabam liberando o apoio. Em muitos casos, há uma tendência de determinados candidatos apoiarem o presidenciável que representa algo parecido ao que ele defende”, afirma.

“Por exemplo, João Doria (PSDB) representa um antipetismo e, então, apoia o Bolsonaro. Até o seu discurso ficou mais agressivo para se aproximar do discurso do candidato do PSL”, diz o professor.

O PSDB, que disputou o primeiro turno com Geraldo Alckmin, disse aos eleitores do partido para decidirem o voto “de acordo com a sua consciência” e “convicção”. Enquanto Doria declarou apoio ao capitão reformado, a esquerda do partido optou publicamente por Haddad.

Grin se refere a declarações feitas pelo candidato tucano, que disputa o governo de São Paulo com Márcio França (PSB), em entrevista à Rádio Bandeirantes no dia 2 de outubro. “Não façam enfrentamento com a Polícia Militar nem a Civil. Porque, a partir de 1º de janeiro, ou se rendem ou vão para o chão”, disse Doria.

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde Bolsonaro obteve ampla vantagem sobre Haddad, todos os candidatos que disputam segundo turno declararam apoio ao capitão reformado. Bolsonaro também recebeu o apoio dos dois candidatos a governo em Mato Grosso do Sul, em Rondônia e no Amazonas.

Para David Fleischer, professor e cientista político da Universidade de Brasília (UnB), essas aproximações políticas buscam votos diretos. “O candidato a governo quer ganhar a eleição, então, se um presidenciável teve muitos votos na sua região, é natural que ele busque esse público. Isso ocorre em todas as eleições”, diz.

Na tentativa de embarcar na onda bolsonarista, três candidatos do PDT contrariaram o posicionamento nacional do partido. Carlos Eduardo (RN), Amazonino Mendes (AM) e Juiz Odilon (MS) declararam apoio a Bolsonaro mesmo após o partido anunciar um “apoio crítico” a Haddad.

Grin ressalta que às vezes há diferenças entre as legendas nos estados e seus núcleos nacionais e que é comum não haver um diálogo entre as lideranças.

“O Brasil não permite que se criem partido estaduais, então sempre haverá arranjos diferentes. Há casos inclusive de partidos que mudam de perfil em cada região. O PSB no Nordeste é um partido mais reconhecido pela atuação de esquerda, mas no Sul e Sudeste é mais conservador”, exemplifica.

Para os presidenciáveis, o apoio de candidatos a governador acaba sendo mais relevante que o apoio daqueles que concorreram à Presidência no primeiro turno, considera o especialista.

“Esse apoio regional é mais eficaz para a obtenção de votos pelos candidatos à Presidência do que o de presidenciáveis que não passaram para o segundo turno. Então, ele é bem relevante e disputado”, diz o professor da FGV.

Como se posicionaram os candidatos a governador nos 14 estados que terão segundo turno:
SUDESTE
São Paulo: João Dória (PSDB) declarou apoio a Bolsonaro. Márcio França (PSB) disse que ficará neutro.

Rio de Janeiro: Wilson Witzel (PSC) vai apoiar Bolsonaro. Eduardo Paes (DEM) se mantém neutro.

Minas Gerais: Romeu Zema (Novo) declarou apoio a Bolsonaro. Antônio Anastasia (PSDB) se mantém neutro.

NORDESTE
Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT) apoia o Haddad. Carlos Eduardo (PDT) anunciou apoio a Bolsonaro.

Sergipe: Belivaldo Chagas (PSD) apoia Haddad. Valadares Filho (PSB) ficou neutro.

SUL
Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) declararam apoio para Bolsonaro.

Santa Catarina: Gelson Merísio (PSD) e Comandante Moisés (PSL) vão apoiar Bolsonaro.

NORTE
Amapá: Waldez Góes (PDT) não definiu apoio. Capi 40 (PSB) vai apoiar Haddad.

Amazonas: Wilson Lima (PSC) e Amazonino Mendes (PDT) vão apoiar Bolsonaro no segundo turno.

Pará: Helder Barbalho (MDB) e Márcio Miranda (PSDB) se declararam neutros.

Rondônia: Expedito Júnior (PSDB) e Coronel Marcos Rocha (PSL) vão apoiar Bolsonaro.

Roraima: Antônio Denarium (PSL) apoia Bolsonaro. Anchieta (PSDB) é neutro.

CENTRO-OESTE
Distrito Federal: Ibaneis (MDB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) são neutros.

Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PSDB) e Juiz Odilon (PDT) declararam apoio a Bolsonaro.

Com Jornal Floripa

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João demonstra gratidão a Ricardo e dá sinais de que não pretende se afastar do grupo político que o elegeu

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Após a derrota acachapante nas urnas, restaram duas alternativas à oposição na Paraíba: torcer para que João Azevedo não mantenha o ritmo acelerado da gestão de Ricardo Coutinho ou apelar por uma briga entre os dois. Os mais céticos apostam na fusão das duas hipóteses, alegando que um fracasso do governador eleito poderia afetar a expansão da “imagem positiva” de Ricardo, considerado como liderança regional emergente do Nordeste.

A primeira hipótese, João só poderá enfrentar a partir de janeiro de 2019, quando toma posse no Palácio da Redenção. Os primeiros seis meses formam uma espécie de “período probatório” de toda gestão, seja federal, estadual ou municipal. Durante esse tempo, o gestor é pouco cobrado, seja pela população ou mesmo por seus opositores. Diante de todo governo novo, isso é regra.

Mas, a administração que vai suceder Ricardo Coutinho não é tão nova. João tornou-se, ao longo dos tempos, uma espécie de “gerente” conceituado do atual governador. E fez questão de assumir a pecha de durante a campanha eleitoral, quando seguiu “à reboque” da popularidade do amigo socialista. Portanto, pode ser que essa regra seja quebrada e as cobranças surjam já no primeiro semestre, cabendo ao futuro governador combatê-las com obras e ações prometidas em campanha.

No caso da segunda hipótese, João começou a agir antes mesmo de empossado. A composição do secretariado é sempre um trauma para qualquer gestor, mais ainda quando o governo é de continuidade. Mas, com uma única declaração, o governador eleito engatou solução para mais da metade do problema. Em entrevista, João disse que pretende aproveitar parte da equipe de Ricardo Coutinho, jogando um “balde de água fria” nos que esperavam uma postura diferente, mais “independente”, digamos assim.

O ex-secretário pode até ter desagradado aos troianos, mas com certeza causou euforia entre ps gregos, seu foco principal. Embora João não tenha citado nomes, Nonato Bandeira, Luiz Torres, Waldson Souza, Cel. Euler Chaves e Livânia Farias, entre outros, “vestiram a camisa” de Ricardo e seu sucessor. Merecem uma nova chance. Além disso, a presença de “gente de confiança” de Ricardo na equipe de João garantiria, em tese, a tranquilidade que o novo gestor necessita para tocar o barco.

De besta, João não tem nada.

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CONTINUIDADE: João admite aproveitar parte do secretariado de Ricardo Coutinho

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O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), garantiu, na tarde desta quinta-feira (11), que manterá parte do atual secretariado do Estado na sua gestão.

Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM, o socialista afirmou conhecer todos os secretários, saber que alguns deles têm interesse em se manter no governo enquanto outros acham que já deram sua contribuição e pretendem seguir projetos pessoais.

“Alguns serão aproveitados. Existem secretários que têm outros projetos pessoais de vida e não querem mais, já deram suas contribuições. Outros querem participar, mas isso é um projeto de construção”, pontuou.

O socialista salientou que gostaria de ter o governador Ricardo Coutinho (PSB) compondo sua gestão, mas defendeu para o seu mentor político uma missão em nível nacional.

“Ele já disse claramente que não quer e nem aceitaria essa condição. Ricardo tem outras missões, pela sua responsabilidade e compromissos, atribuições muito maiores que ser secretário. Espero que Fernando Haddad (PT) chegando a Presidência da República, Ricardo possa contribuir com esse país em um Ministério ou em outra função para qual seja designado”, destacou.

Sobre o processo para escolha do novo presidente da Assembleia Legislativa, Azevêdo sustentou que o governo não orá interferir na eleição, que cabe aos 36 parlamentares eleitos. Para ele, o que o governo precisa é de um líder que o defenda em busca da governabilidade.

Ainda durante a entrevista, João Azevêdo garantiu implantar propostas apresentadas durante a campanha eleitoral, como o VLT em Campina Grande, baixar o valor da conta de energia para quem consome até 90 kwats, além de 50 novas escolas em tempo integral.

Para ele, haverá uma transição de governo tranquila. “Não haverá ruptura ou susto nenhum. Conheço o estado e o que há de fazer. Teremos acesso a todas as informações. Isso é uma grande vantagem”, destacou.

Roberto Targino
Com maispb

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Deputada eleita defende criação de Frente Parlamentar em defesa do Sertão paraibano

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A candidata a deputada estadual eleita Pollyanna Dutra (PSB) vai propor na Assembleia Legislativa da Paraíba a criação da Frente Parlamentar de Desenvolvimento do Sertão, com o intuito de promover discussões visando o crescimento sustentável daquela região do Estado. A socialista recebeu 28.868 no pleito deste mês e vem se consolidando como a porta-voz da população sertaneja. “Ainda existe fome e sede no Sertão e precisamos debater alternativas para mudar essa realidade”, disse.

“O foco dessa frente é a geração de oportunidades, de emprego e renda e a capacitação profissional, mas também propor ações integradas para conciliar a convivência do sertanejo com a seca e com a escassez de água; a interiorização dos serviços de saúde e educação e a promoção de ações que fomentem o turismo, a cultura e espaços para prática esportiva”, defendeu.

Pollyanna se propõe a fazer um elo entre o Sertão e João Pessoa, no tocante as questões de interesse ao povo sertanejo. “Eu sinto a responsabilidade de representar toda a Paraíba, mas especialmente o Sertão do Estado, por entender que essa região necessita de alguém que seja a porta-voz de seus anseios e necessidades”, afirmou.

Perfil – Yasnaia Pollyana Werton Dutra é médica veterinária e ex-prefeita da cidade sertaneja de Pombal. Casada, mãe de três filhos, ela tem 41 anos, e disputou pela primeira vez uma vaga na Assembleia Legislativa. Foi secretária Executiva de Desenvolvimento e da Articulação Municipal na gestão do governador Ricardo Coutinho.

Quando prefeita de Pombal, Pollyanna desenvolveu uma gestão voltada para a melhoria dos indicativos sociais no município e ganhou destaque nacional e internacional por conseguir reduzir índices como mortalidade materna, mortalidade infantil e taxa de analfabetismo.

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