Aproximação entre Dinaldinho e Ricardo Coutinho irrita PSDB e provoca ciúmes na família Motta

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O deputado Antonio Mineral tem provocado irritação na cúpula do PSDB da Paraíba. Primeiro, por ter reafirmado apoio a Ricardo Coutinho logo que assumiu o mandato em definitivo, substituindo Dinaldinho Wanderley. Mineral já se declarava integrante da bancada governista enquanto suplente no exercício do mandato. Mas, o PSDB fazia “vista grossa” achando que, ao assumir a titularidade em definitivo, o deputado adotaria postura de oposição. Ledo engano.

Mineral não só manteve-se ao lado do governador, como trabalha incansavelmente para aproximar o novo prefeito de Patos do Palácio da Redenção. Através do deputado, Dinaldinho conseguiu efetivar várias parcerias com o Governo do Estado, como a que propiciou a retirada de toneladas de lixo acumuladas nos canais da cidade após a última enxurrada. Ajuda reconhecida publicamente pelo prefeito, que tem procurado separar ações administrativas de suas posições políticas.

Mas, Mineral parece “escalado” para convencer Dinaldinho do contrário. E não perde tempo. Sempre que pode, age em favor da aproximação política. Por enquanto, não obteve avanços, mas já conseguiu pelo menos duas coisas: aumentar a ira do comando do seu partido e causar ciúmes à família Motta, principal aliada do governador na “Morada do Sol”.

Nos quatro cantos da cidade, comenta-se que, apesar do suculento bacalhau apreciado semana passada em João Pessoa pela prefeita afastada, Francisca Motta, e sua filha Ilana, presa na Operação Veiculação, a dedicada família ao serviço público não estaria nada satisfeita com essa “paquera” entre Dinaldinho e Ricardo. E a insatisfação já teria chegado aos ouvidos do governador que, ao seu estilo, teria reagido: “Tô nem aí”.

Além da queda, o coice.

Oposição suspeita de planilhas e quer ter acesso aos estudos da Semob para aumento da passagem em João Pessoa

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A bancada de Oposição se reúne neste sábado (21) para definir posicionamento sobre o aumento da tarifa de transportes coletivos em João Pessoa, que passou de R$ 3,00 para R$ 3,20, valor fixado pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Os vereadores desconfiam da planilha utilizada como base para o reajuste e querem ter acesso aos estudos feitos pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) para elaboração da planilha.

O resultado da reunião servirá de base para posicionamento da bancada oposicionista durante audiência pública solicitada pelo vereador Marcos Henriques (PT). O líder da bancada, Bruno Farias (PPS), considerou importante o encontro para discussão de encaminhamentos em relação ao tema, que será discutido de forma mais ampla na Câmara Municipal, com todos os parlamentares e autoridades convidadas para a audiência pública.

“A presença do secretário Carlos Batinga (Semob) com certeza nos dará oportunidade de muitos questionamentos. Temos que discutir a forma de abordagem do assunto pela bancada”, explicou Farias.

Em duas planilhas examinadas pelo Conselho Tarifário havia previsão de aumento da passagem para R$ 3,33 e R$ 3,45. Mas, Cartaxo decidiu fixar o valor em R$ 3,20. mesmo assim, a Oposição considera o aumento de 20 centavos significativo eem época de crise como esta.

Maranhão encerra dúvidas e assume de vez desejo de disputar Governo do Estado em 2018

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Para quem ainda duvidava, coube ao colega Walter Santos esclarecer de vez as pretensões do senador José Maranhão em relação às eleições de 2018. Na entrevista que concedeu ao comandante do Wscom, Maranhão assumiu dez vez o desejo de disputar o governo do \estado novamente pelo PMDB, de preferência com apoio das forças de Oposição que elegeram o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD).

o senador deixou claro também que não teme enfrentar uma disputa interna com o colega Raimundo Lira por desacreditar nas pretensões do cajazeirense. “Se ele (Lira) quiser ser candidato a governador, terá que provar a viabilidade eleitoral de sua candidatura”, avisou.

Maranhão lembrou que Lira morava nos Estados Unidos, quando foi escolhido suplente pelo então senador Vital do Rego Filho, assumindo o mandato com investida do irmão de Veneziano no Tribunal de Contas da União. Disse também que o atual senador “morcegou no veículo chamado PMDB e Burity” para se eleger em 1986″ e, depois que perdeu, desapareceu da política paraibana.

Sobre uma possível candidatura de Cássio Cunha Lima a governador, Maranhão afirmou que tem ouvido do senado o desejo de disputar a reeleição, fato que pode facilitar ainda mais uma aliança com o PMDB visando as eleições de 2018. “Sendo assim, a Oposição tem uma vaga de governador a preencher…. Meu nome está à disposição do meu partido e do meu Estado”, garantiu.

Mais claro, impossível.

Desconfiança de desembargador sobre morte de Teori Zavascki é a mesma de quase 100% dos brasileiros

A morte do ministro Teori Zawascki, do STF, provocou reação em todos os setores da sociedade brasileira. Não apenas porque ele integrava a Suprema Corte do País, mas porque era relator de processos envolvendo o maior escândalo de corrupção do planeta. Na Paraíba, a repercussão não foi diferente. O desembargador José Ricardo Porto, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, lamentou o fato, mas fez questão de cobrar uma investigação rigorosa para esclarecer justamente as inúmeras interrogações levantadas sobre o caso.

Porto manteve a cautela que recomenda o cargo que ocupa, mas falou em nome de milhões de brasileiros que não engoliram, até hoje, mortes misteriosas de autoridades como o ex-deputado Ulisses Guimarães e o ex-governador pernambucano Eduardo Campos, ambos vítimas de acidentes aéreos quando ocupavam posições de destaque na política brasileira.

“Foi (o acidente) às vésperas da homologação das delações da Odebrecht”, lembrou o desembargador, acrescentando que há necessidade de esclarecimentos para que não pairem dúvidas da população brasileira sobre o episódio.

Quem não deve, não teme.

VERGONHA: Câmara Municipal de Campina Grande busca aval do TCE para pagar aumento e 13º salário dos vereadores

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Quem pensa que os vereadores de Campina Grande desistiram de receber o aumento e o 13º salário, em plena crise econômica e política que o Brasil atravessa, está redondamente enganado. Mesmo após a Câmara Municipal ser destaque na mídia nacional, de forma negativa, a presidente Ivonete Ludgério (PSD) decidiu correr atrás do aval do Tribunal de Contas do Estado para pagar o valor “devido”.

Ivonete, esposa do deputado licenciado e secretário municipal, Manoel Ludgério (PSD), revelou que fez pessoalmente uma consulta ao TCE sobre a legalidade do reajuste e do 13º salário. Prova de que cuida bem dos colegas e do próprio bolso. A vereadora garantiu que só se pronunciará sobre o assunto depois que receber a resposta do TCE. Ou seja, mesmo que o parecer seja contrário, o pagamento não está descartado.

“Sabemos que a Câmara de João Pessoa já paga o décimo terceiro há um bom tempo e vamos esperar o resultado, que deve entrar na pauta de votação após a volta do recesso do Tribunal de Contas. Dependendo da resposta, positiva ou não, é que vamos tomar um direcionamento em relação a essa questão”, declarou a presidente da Câmara Municipal, m entrevista à TV Itararé.

Vontade de pagar (e receber), pelo jeito, não falta.

Ricardo admite que Paraíba pode ter rebeliões envolvendo “guerra de facções” e culpa Governo Temer por crise

O governador Ricardo Coutinho (PSB) partiu para o ataque e criticou o governo federal por omissão e falta de planejamento diante da crise no sistema penitenciário. Em entrevista ao Portal MaisPB, o governador afirmou que a Paraíba não está isenta de uma possível rebelião provocada pela guerra entre facções.

“Eu governo um Estado que está no epicentro dessa crise, onde no estado se fugiu em um dia o que se fugiu em um ano na Paraíba. E vem todo mundo para cá”, afirmou. Coutinho ainda criticou opositores ao seu governo que, segundo ele, “torcem” para que a crise no sistema penitenciário atinja a Paraíba. “Essa é a realidade da política local”.

Ricardo Coutinho assumiu que a Paraíba tem problemas relacionados à superlotação nos presídios e afirmou que rebeliões podem ocorrer no estado. “Mas nós estamos enfrentando isso. Temos problemas de superlotação, o Brasil inteiro tem facções organizadas”, afirmou ao Portal MaisPB.

De acordo com o governador, a oposição “manipula e mente” sobre dados relativos à violência. Ele votou a defender a criação do Ministério da Segurança Pública e a federalização do sistema penitenciário. “O que está acontecendo é uma crônica de uma crise anunciada há muito tempo”, pontuou.

O governador destacou que o país não se estruturou para enfrentar o crime organizado. “A federação brasileira está completamente destroçada e joga para os estados, completamente desestruturados, a responsabilidade”, frisou.
Coutinho foi convocado para um reunião com o presidente da República, Michel Temer, na quarta-feira (19), mas o encontro foi adiado.

Veja a entrevista:

https://youtu.be/VhdxmEJNRw0

Com Maispb

Lígia Feliciano busca em Hong Kong experiência que converte água do mar para uso doméstico

A vice-governadora Lígia Feliciano esteve, nesta quarta-feira (18), no Departamento de Água de Hong Kong onde conheceu a técnica de captação de água do mar para uso doméstico e industrial e discutiu a possível aplicação na Paraíba. Em conversa com o diretor assistente do Departamento, Ir Chau Sai Wai, Lígia discutiu as vantagens do sistema como uma forma sustentável de contornar o problema da falta de recursos hídricos. Do total da água utilizada na ilha chinesa, 22% vêm de reuso do mar.

Hong Kong, assim como os estados nordestinos, sofre com a falta de recursos hídricos: a maior parte da água é trazida, por meio de tubulações, de uma cidade vizinha e um percentual mínimo vem da chuva. “A população não paga taxa pela água captada do mar, que é usada nos vasos sanitários e indústrias. Visitamos todo o sistema que é relativamente simples: ele faz a captação, uma filtragem e apenas um tratamento químico básico para matar as bactérias. Então a água é canalizada, num sistema independente, que vai servir para os vasos sanitários. Cerca de 88% dos domicílios e empresas utilizam esse sistema”, explanou.

Com a direção do Departamento e os técnicos chineses, Lígia discutiu a possibilidade de implantação de um sistema similar na Paraíba. “Estamos passando por uma grande seca, são mais de cinco anos sem chover o suficiente para encher os nossos reservatórios. Conhecer a experiência dessa cidade é extremamente importante para ver a sua aplicabilidade na Paraíba. É um projeto que precisamos tirar do papel e que vai beneficiar muita gente. Por isso, convidei os técnicos para uma visita a Paraíba para eles conhecerem a nossa realidade e analisar uma possível aplicação no nosso Estado”, adiantou.

Com Secom-PB

Mortes do ministro Teori Zawascki e do presidenciável Eduardo Campos: Muitas coincidências e nenhuma certeza

o ex-governador e pré-candidato do PSB a presidente da República, Eduardo Campos (PSB), faleceu vítima de acidente de avião. o ministro, Teori Zawascki, do Supremo Tribunal Federal, também. Político de esquerda, mas moderado, Campos ameaçava a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, que não tinha sucessor e não confiava no ex-governador de Pernambuco.

Até hoje, o acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos deixa dúvidas. Alguns preferem chamá-lo de incidente. Outros chegam a falar em assassinato. Mas, oficialmente, Eduardo morreu após o avião em que viajava cair, deixando corpos irreconhecíveis e restos da fuselagem e da casa atingida pela aeronave.

Campos era aliado de Lula, mas cedeu aos apelos dos amigos para se candidatar à sucessão presidencial. Lula era contra. Era contra porque não queria ninguém fazendo “sombra” a ele mesmo.

E o resto da história ainda precisa ser esclarecido

Lira joga mais “gasolina” na fogueira do PMDB e defende substituição de Maranhão na presidência do partido

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Quem estava trabalhando de “bombeiro” para apagar as chamas no PMDB da Paraíba certamente sentiu-se desestimulado após a entrevista do senador Raimundo Lira na tarde desta quinta-feira, no Sistema Arapuan de Comunicação. Lira assumiu publicamente a condição de adversário interno de José Maranhão e defendeu a substituição do senador no comando do PMDB da Paraíba.

Apesar de elogiar a habilidade política de Maranhão, Lira lembrou que o colega de Senado está há 25 anos presidindo o PMDB e, segundo ele, há dentro do partido um pensamento consensual de que chegou a hora de renovar a direção, elegendo outro presidente o diretório estadual. “Maranhão é um dos políticos mais habilidosos que eu já vi e por isso está a 25 anos à frente do partido. Há um consenso que é necessária uma renovação, mas de maneira democrática, no tempo certo”, sustentou.

Talvez para evitar ser chamado de “golpista”, Lira disse que a mudança, apesar de necessária, deve o orrer no seu devido tempo, obedecendo ao estatuto partidário. “Temos que ter uma expectativa de poder. Temos um grande número de filiados, mas não temos uma grande militância. O PMDB é o maior partido do país, precisa ser revitalizado, oxigenado, mas de forma mais pacífica possível, respeitando o estatuto, assim como respeitamos a constituição nacional”, justificou.

Resta saber se a mudança pregada por Lira visa mesmo fortalecer o PMDB ou o governador Ricardo Coutinho.

Manoel Júnior prevê superação de crise e crescimento do PMDB para eleições de 2018

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Da ‘ala’ que apoia as decisões de José Maranhão à frente do PMDB da Paraíba, o vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, minimizou a dissidência criada no seu partido depois que os deputados federais Veneziano Vital do Rêgo, Hugo Motta e André Amaral, além do estadual Nabor Wanderley, realizarem uma reunião na última quinta. Para ele, não há crise no PMDB.

“Nós não temos nenhuma crise, vamos superar tudo isso e essa reunião foi adiada a pedido de Roberto Paulino”, disse Manoel Junior destacando ainda que não tem como avaliar a postura atual do Senador Raimundo Lira de ser contrário a aliança do PSDB com o PMDB.

“Eu tenho ajudado a procurar que o PMDB cresça e vamos fazê-lo mais forte no próximo ano”, disse.

Em entrevista recente ao Sistema Arapuan de Comunicação, Manoel contou acreditar que os companheiros que estão ao seu lado tomaram a melhor decisão ao deixar projeto do governador. Para o ex-deputado federal, os peemedebistas que estão apoiando Coutinho, estão sendo usados para causar cizânia.

“Tem que ver quem está certo, quem está errado e eu acho que estamos no caminho certo por conta das humilhações que passamos como apoiador de Ricardo”, asseverou.