Aliados do governador Ricardo Coutinho j tratam Cssio Cunha Lima como adversrio

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Mesmo no havendo ainda deciso oficial do PSDB, aliados do governador Ricardo Coutinho (PSB) no tm mais dvidas de que o senador Cssio Cunha Lima ser candidato ao Governo do Estado em outubro prximo e comeam a trat-lo como futuro adversrio. As crticas de bastidores vo, aos poucos, se tornando pblicas.

Fiel escudeiro do governador, o deputado Tio Gomes (PSL) foi o primeiro a expor o clima de disputa que toma conta da aliana entre as duas principais lideranas polticas paraibanas. Ao ser entrevistado na rdio Arapuan FM, na tarde de hoje, Gomes foi direto ao assunto. “A Paraba quer um governo que trabalhe. Me mostre uma obra de Cssio”, provocou.

A declarao antecipa o discurso que o atual governador deve usar contra o futuro adversrio. Ricardo, Tio e companhia sabem que as obras fsicas no foram o ponto forte da gesto de Cssio, nos dois mandatos. O tucano priorizou aes administrativas como mais de uma dezena de Planos de Cargos e Salrios que beneficiaram diversas categorias do funcionalismo pblico estadual.

Alis, em 2002, Cssio venceu a eleio argumentando que “no se faz um governo apenas de cal e pedra”. Foi o contraponto encontrado para enfrentar o aparato de obras do ex-governador Jos Maranho (PMDB), na poca apoiando o candidato Roberto Paulino (PMDB).

Tio Gomes disse ainda que Cssio teve dez anos de gesto, incluindo os quatro do pai, Ronaldo Cunha Lima, para trabalhar pela Paraba e no conseguiu deixar nenhuma obra significativa. “Ao contrrio de Ricardo, que foi quem mais fez pela Paraba. Por isso que ele ter nosso apoio e ser candidato com ou sem Cssio. S no votaramos em Cssio jamais”, disparou.

O presidente do PSL ainda mandou um recado aos colegas que estariam de malas prontas para romper com o governador e apoiar o provvel candidato tucano: “Nunca trai um governo. Quando deixei uma bancada, o fiz de cabea erguida. No sou como certas pessoas que esto pensando em trair”.

No citou nomes, mas pelos comentrios que circulam na Assembleia Legislativa…

 

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Vereadores da situao e da oposio acusam Ricardo e Cartaxo de prejudicarem a sade da Capital

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Os vereadores Chico do Sindicato (PT) e Lucas Brito (DEM) denunciaram hoje na Cmara Municipal que o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o prefeito Luciano Cartaxo (PT) cancelaram convnios com duas importantes unidades de sade da Capital, prejudicando os usurios.

Segundo o petista, o Governo do Estado deixou de repassar recursos para o Hospital 13 de Maio, de propriedade da famlia do vereador Marco Antonio Cartaxo (PPS), aliado do atual prefeito da Capital. “Foi cancelado o convnio por pura politicagem e o vereador no pode sequer honrar com as dvidas trabalhistas dos funcionrios”, reclamou Chico.

J Lucas Brito acusou a Prefeitura de Joo Pessoa de suspender convnio com a Ecoterapia, instituio que trata de autistas e crianas especiais no Altiplano Cabo Branco. “Isso sim imoral. Quero ver aqui os que se autodenominam defensores dos autistas protestarem contra essa medida”, provocou.

A guerra de bancadas acabou arrastando a sesso at meio dia.

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Vereadora chama lder da oposio de “mesquinho e ingrato” por denncia contra Agra

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A vereadora Raissa Lacerda (PSD) repudiou nesta quarta-feira (5) a denuncia sobre uma suposta irregularidade envolvendo o ex-prefeito Luciano Agra (PEN). O lder da bancada de oposio, Lucas de Brito (DEM), disse que um motorista, pago pela Prefeitura de Joo Pessoa, estaria servindo exclusivamente ao ex-prefeito. Raissa chamou Lucas de mesquinho e ingrato.

A parlamentar no gostou da acusao do oposicionista e lembrou que, na gesto do ex-prefeito, Lucas era procurador do municpio, exercendo um cargo de extrema confiana de Luciano Agra.

Foi mesquinho e ingrato por parte do vereador, disse a vereadora sobre a repercusso da suposta irregularidade. Raissa condenou a divulgao do contracheque do servidor municipal pelo vereador.

Com MaisPB

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Deputados do PMDB desistem da indicao de Vital do Rego e ameaam romper com Dilma

Vital cada vez mais do Ministrio (Imagem da Internet)

Vital cada vez mais longe do to sonhado Ministrio (Imagem da Internet)

A bancada do PMDB na Cmara dos Deputados decidiu no comeo da noite da quarta-feira abrir mo de indicar nomes para o gabinete da presidente Dilma Rousseff, em uma clara demonstrao da insatisfao do partido com os rumos da reforma ministerial. Apesar do abandono na Cmara Federal, o PMDB no Senado no desistiu do 6 ministrio indicado pelos lderes do partido para o senador paraibano Vital do Rgo.

A deciso no implica um rompimento com o governo “independentemente da ocupao de qualquer cargo, em funo da responsabilidade que temos para com o pas, principalmente em relao ao desempenho da economia”, segundo uma nota aprovada por unanimidade pelos deputados peemedebistas. A promessa foi reforada pelo lderda bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ), aps a reunio.

“Eu assinei o pacto que foi feito pelos lderes da base aliada e os presidentes dos partidos que ns no votaramos matrias que impliquem aumento de despesa. No h nenhuma alterao e no haver da parte do PMDB sobre esse aspecto”, disse Cunha a jornalistas.

Ele se referia ao pacto assinado no ano passado a pedido de Dilma para demonstrar o compromisso do governo com a austeridade fiscal. A reao ocorreu depois que a presidente disse em uma reunio na segunda-feira com o vice-presidente, Michel Temer, que o partido no ampliaria seu espao na Esplanada dos Ministrios, disse Reuters uma fonte do Palcio do Planalto. Dilma teria sugerido ainda que a bancada na Cmara teria que abrir mo de uma de suas indicaes para que o senador Euncio Oliveira (CE) ocupasse a pasta da Integrao Nacional, segundo a fonte.

O pedido de Dilma irritou ainda mais os deputados, que viram neste movimento uma manobra para atender aos interessesdo PT no Cear, que quer Oliveira fora da disputa para construir uma aliana com o nome indicado pelo governador cearense, Cid Gomes.

Atualmente, o PMDB comanda os ministrios da Previdncia, da AviaoCivil, de Minas e Energia, do Turismo e da Agricultura, esses dois ltimos com indicaes dos deputados.

“A razo desta deciso deve-se a disputas polticas pblicas por cargos, em que preferimos deixar a presidente vontade para contemplar outros partidos em funo das suas convenincias polticas e/ou eleitorais”, segundo a nota. Cunha disse que melhor no estar representado do que subrepresentado. “Nesse momento o que ns decidimos que a bancada do PMDB na Cmara cansou desse processo de cargos que tem que indicar, que no tem que indicar”, disse. Ele afirmou, porm, que se houver uma nova rodada de negociaes com a presidente, a bancada pode discutir o tema novamente.

O clima da reunio foi bastante tenso e parte dos parlamentares chegou a sugerir que o partido rompesse com Dilma e entregasse todos os cargos que ocupa no governo.

O deputado Danilo Forte (CE) afirmou durante a discusso que ser aliado atualmente “traz prejuzo para a imagem do PMDB”. Fora da reunio, questionado pelos jornalistas se a bancada deixaria a base aliada, ele respondeu: “O PMDB continua no governo, ningum pode enforcar o Michel Temer.”

O presidente em exerccio do partido, senador Valdir Raupp (RO), disse Reuters que a nota e a posio da bancada ficaram mais brandas aps vrias reunies que ocorreram desde segunda-feira.

“J era esperada (no partido essa deciso da bancada). Conversamos bastante (antes), por isso saiu uma nota mais branda”, afirmou.

Raupp disse que conversou com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que pediu que ele dissesse aos deputados que a presidente no havia fechado nenhuma deciso sobre a reforma e que ainda haveria mais negociao com o partido.

“O que o pas menos precisa nesse momento de uma crise poltica”, disse. A Reuters procurou o Palcio do Planalto para comentar a deciso dos peemedebistas, mas no obteve resposta. NOVELA DA REFORMA

As conversas entre Dilma e o PMDB sobre a reforma ministerial j duram meses. No ano passado, assim que o PSB deixou o governo e as duas pastas que comandava (Portos e Integrao Nacional), os peemedebistas pressionaram pela nomeao do senador Vital do Rgo (PB) para a Integrao Nacional, mas o pedido foi rejeitado pela presidente.

poca, ela argumentou que aguardaria para fazer as mudanas no primeiro escalo no comeo de 2014.

O PMDB aceitou o argumento, mas continuou com a esperana de herdar uma das pastas que eram comandadas pelos socialistas e que conseguiria fazer Vital ministro.

Desde dezembro, porm, Dilma oscila nas negociaes que mantm com o maior partido da sua base aliada no Congresso, ora indicando que dar mais uma pasta ao PMDB, ora sugerindo que no poder atender ao pedido porque precisa incluir mais legendas aliadas para formar uma aliana eleitoral mais forte para a reeleio.

No comeo do ano, Dilma deu duas informaes contraditrias na mesma semana a Temer. Na primeira reunio, disse que no teria como acatar a vontade do PMDB. Dois dias depois, com a reao negativa dos parlamentares do partido, indicou que poderia ampliar de cinco para seis o nmero de ministrios sob o comando peemedebista, mas no daria a Integrao Nacional.

No novo captulo da novela nesta semana, Dilma surpreendeu os peemedebistas novamente. Ofereceu o comando da pasta de Integrao Nacional, mas pediu que o partido indicasse o lder da bancada no Senado, Euncio Oliveira (CE).

Redao com globo.com

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Raoni denuncia atraso no repasse de recursos da PMJP para o Hospital Padre Z

Raoni volta a atacar gesto de Cartaxo (imagem da Internet)

Raoni volta a atacar gesto de Cartaxo (imagem da Internet)

O vereador Raoni Mendes (PDT) voltou a atacar a gesto do prefeito Luciano Cartaxo (PT), de quem j foi aliado. Na manh de hoje, Raoni denunciou, na Cmara Municipal, que a Prefeitura de Joo Pessoa estaria atrasando o repasse de recursos federais para o Hospital Padre Z. Segundo ele, que afirma ter recebido informaes de servidores do hospital, o dinheiro est sendo repassado somente no dia 14 do ms seguinte e no dentro do ms trabalhado, como deveria.

“Isso imoral porque dinheiro do SUS e o repasse no ms trabalhado foi pactuado com a Prefeitura. No sei porque esto atrasando, mas os funcionrios esto sendo prejudicados porque no recebem seus salrios em dia. Isso tambm prejudica o atendimento dos usurios”, afirmou Mendes.

O valor pactuado a ser repassado ao Hospital Padre Z seria de R$ 140 mil mensais, sendo R$ 100 mil de AIHs e R$ 40 mil de Atendimentos Ambulatoriais. O Padre Z uma instituio filantrpica.

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Queixas de vereadores e servidores ameaam derrubar “Dama de Ferro” da Cmara Municipal de Joo Pessoa

Vaneide,  esquerda, enfrenta presso na Cmara Municipal (Imagem da Internet)

Vaneide, esquerda, enfrenta presso na Cmara Municipal (Imagem da Internet)

De contadora diretora-geral da Cmara Municipal de Joo Pessoa foi um pulo. Pouca gente sabe os “atributos” que a levaram ascenso meterica. E quem sabe, no comenta. Mas, outra mobilizao silenciosa, envolvendo vereadores, servidores da Casa e at profissionais de imprensa ameaa derrubar Vaneide Arajo, considerada a “Dama de Ferro” da Casa de Napoleo Laureano durante a gesto do presidente Durval Ferreira (PP).

O apelido uma analogia Margareth Tatcher, ex-primeira-ministra da Inglaterra que mandava mais que o presidente (Sistema Parlamentarista) e chegou a ser considerada a mulher mais poderosa do mundo.

As queixas so muitas, mas os autores evitam assumir publicamente para no entrar em rota de coliso com o presidente, protetor e avalista da “manda-chuva”. Vaneide no atende telefonemas, no aceita sugestes e no encaminha os pleitos dos vereadores endereados a Durval Ferreira. “s vezes ela quer mandar mais que o presidente. Isso inadmissvel. J disse a Durval que no aceito ser tratado dessa forma por uma funcionria”, afirmou um vereador, que no quis se identificar.

Vaneide tambm bateu de frente com servidores da Casa. Alguns reclamam que ela estaria de olho em cargos comissionados para indicar seus apadrinhados. “Pode perguntar a qualquer um que a resposta vai ser a mesma. Ela (Vaneide) pisa no cho porque o jeito”, criticou um funcionrio de carreira.

O blog aguarda receber informaes sobre supostos privilgios que a “Dama de Ferro” acumularia no Legislativo, incluindo indicaes de comissionados.

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Paraba “agachada” permite que Dilma humilhe lideranas polticas e os prprios cidados

Imagem da Internet

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A presidente Dilma Roussef e o governo do PT podem at se gabar de promoverem a distribuio de renda, com o programa Bolsa Famlia, o controle (mesmo que fictcio) da inflao e a suposta estabilidade econmica, mesmo custa do sacrifcio dos brasileiros e da Nao.

S no podem exigir em troca mais que a Paraba tem feito. Um Estado “agachado”, que permite a humilhao e o constrangimento de suas lideranas polticas e de seu povo em troca de migalhas. Digo em troca de migalhas porque os investimentos feitos em quase todos os Estados do Nordeste, a partir de 2003, superam os que foram feitos em territrio paraibano.

O deputado federal Ruy Carneiro apresentou novos dados, atravs de sua assessoria, que provocam mais indignao aos paraibanos. Segundo ele,enquanto o governo petista investiu mais de R$ 2 bilhes na construo de um porto emCuba, para vangloriar o “comandante” Fidel Castro, a Paraba foi contemplada com apenas R$ 352 milhes no Oramento de 2013. Includos os restos a pagar, o valor pouco superior a R$ 500 milhes.

No s isso. Enquanto a Paraba recebeu apenas 25% do que o Brasil empregou na ilha de Fidel, Dilma ainda prometeu aos cubanosmais US$ 290 milhes de dlares para financiar a implantao da Zona de Desenvolvimento Especial do Porto de Mariel.Dinheiro do BNDES que poderia ser empregado em obras que garantissem a convivncia dos nordestinos e paraibanos com a seca. “A deciso da presidente no da Paraba, que convive com a seca e com a fome”, protestou.

Tem razo, Ruy Carneiro. E j passou a hora da classe poltica paraibana reagir. No de forma eleitoreira, mas institucional mesmo. A Paraba no pode continuar sendo humilhada e massacrada. Est na hora de honrar o NEGO de nossa bandeira.

 

 

Segundo o parlamentar, na comparao com Cuba, a Paraba recebeu em 2013 apenas 25% do que foi gasto na Ilha. “A presidente prefere gastar l fora ao invs de investir na Paraba, no Brasil. Faltam investimentos para melhorar a vida dos paraibanos, mas sobram para gastar no Porto de Cuba”, questionou Ruy.

Ele lembrou ainda que durante a visita que realizou no dia 27 de janeiro, em Havana, Dilma anunciou que o Brasil financiar mais US$ 290 milhes de dlares ao governo cubano para a implantao da Zona de Desenvolvimento Especial do Porto de Mariel. “Isso quer dizer que o Brasil vai mandar mais R$ 696 milhes de reais para financiar Cuba. Ns, polticos e sociedade organizada no podemos permitir mais esse absurdo com nosso dinheiro. Essa deciso da presidente no ns representa. Essa deciso da presidente no representa a Paraba que sofre com a seca e a falta de infraestrutura”, afirmou Rui.

O deputado concluiu dizendo que sua voz no calar enquanto a Paraba e o Brasil no forem contemplados com os investimentos que precisam e merecem.

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TCE aprecia nesta quarta-feira prestaes de contas de seis Cmaras e seis Prefeituras

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O Tribunal de Contas da Paraba vai se reunir nesta quarta-feira (5), a partir das 9 horas, para o exame, entre outros, de processos decorrentes das prestaes de contas anuais oriundas de seis Prefeituras e seis Cmaras de Vereadores.

Tero suas contas averiguadas os atuais prefeitos de Aguiar (Manoel Batista Guedes Filho, exerccio de 2011), So Jos do Sabugi (Iracema Nelis de Arajo Dantas, 2012) e Congo (Romualdo Antonio Quirino de Sousa, 2012), alm dos ex-prefeitos de Patos (Nabor Wanderley, 2008), So Joo do Rio do Peixe (Jos Lavoisier Gomes Dantas, 2011) e Arara (Jos Ernesto dos Santos Sobrinho, 2012).

As Cmaras Municipais com prestaes de contas submetidas ao exame do Tribunal so as de Santo Andr e Juripiranga (exerccio de 2011), Monte Horebe, Parari, Alagoa Nova e Catingueira (2012).

Na mesma sesso, ocorrer a anlise das contas de 2009 da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura. As sesses plenrias da Corte de Contas ocorrem s quartas-feiras, com acesso pblico permitido e transmisso ao vivo pela internet, mediante acesso ao Portal do TCE (www.tce.pb.gov.br).

Ascom do TCE/PB

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Hervzio afirma que governador “j ps as cartas na mesa” e joga responsabilidade para Cssio

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O lder do governo, Hervzio Bezerra (PSB), disse hoje que o governador Ricardo Coutinho (PSB) no pode fazer mais nada, em relao aliana que mantm com o PSDB, a no ser esperar pela deciso do senador Cssio Cunha Lima, que pode ser lanado candidato do partido ao Governo do Estado.

“As cartas esto na mesa. O governador j disse que deseja manter a aliana. A responsabilidade agora somente dele (de Cssio)”, sustentou Bezerra.

Segundo Hervzio, o governador continuar trabalhando normalmente pelo futuro da Paraba e vai aguardar que Cssio e o PSDB decidam se querem continuar como aliados ou passar para a oposio. “Ricardo ser candidato de todo jeito”, adiantou.

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PMDB muda estratgia e agora desdenha de um eventual rompimento entre Ricardo e Cssio

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Ano passado, escrevi aqui mesmo neste espao que o PMDB corria um srio risco de perder espaos no cenrio poltico paraibano ao estimular, acreditar e esperar por um rompimento entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cssio Cunha Lima (PSDB). No deu outra.

De l para c, no se fala em outra coisa a no ser em Ricardo e Cssio. Vez por outra, no PT de Cartaxo. Sobre o PMDB, s a humilhao a que o senador Vital Filho vem se submetendo para assumir um cargo no governo Dilma e as divergncias na famlia Maranho.

Mas, parece que o PMDB acusou o golpe. Viu o erro que cometeu e agora tenta recuperar o prejuzo. Tanto que o ex-governador Jos Maranho, presidente do partido, e o pr-candidato a governador, Veneziano Vital do Rego, agora desdenham da suposta briga entre o governador e o senador tucano. Mais que isso, os peemedebistas tentam passar a imagem de que o rompimento jamais acontecer e que a oposio est pronta para enfrentar os dois, seja no mesmo palanque ou separados.

Antes tarde do que nunca. O PMDB ainda o maior partido da Paraba e ficar dependendo de decises dos adversrios reconhecer que no est pronto para a vitria.

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