Hervzio desafia oposio a comparar e garante que nenhum governador fez mais estradas que Ricardo Coutinho

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O deputado Hervzio Bezerra (PSB) citou,a na manh de hoje, diversas obras executadas pela atual gesto e garantiu que nenhum governo na Paraba fez mais estradas que o de Ricardo Coutinho. Lder do governo, Hervzio desafiou a oposio a comparar a gesto atual com as anteriores para constatar suas declaraes.

“Temos que reconhecer que, em matria de gua, o governo de Wilson Braga foi insupervel. Alguns fizeram propaganda, mas o ex-governador executou obras que at hoje servem Paraba. Agora, se for falar de estradas nenhum governo fez mais que o de Ricardo Coutinho. Desafio os colegas compararem”, afirmou Bezerra, da tribuna da Casa.

O lder explicou que nenhum governo tem culpa da desistncia de empresas vencedoras de licitaes, fato que tem prejudicado o andamento de obras na Paraba, e deixou claro que se algumas estradas esto ou estavam esburacadas “a culpa foi de governos anteriores e no do atual, que j encontrou a situao assim”.

 

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Maranho reage aos ataques do PT e pede impugnao da candidatura de Luclio Cartaxo

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O ex-governador Jos Maranho (PMDB) reagiu aos ataques e provocaes do PT pedindo a impugnao da candidatura de Luclio Cartaxo, irmo do prefeito Luciano Cartaxo e seu concorrente na corrida pelo Senado Federal. Com base na deciso da direo nacional do PT, que determinou aliana com o PMDB na Paraba, Maranho solicitou que a Justia Eleitoral vete a candidatura do petista por descumprimento de determinao partidria.

A informao foi publicada com exclusividade pelo portal Maispb.com.br e coloca mais lenha na volumosa fogueira que queimou por completo a histrica relao entre PT e PMDB na Paraba, em pleno perodo junino.

Ainda de acordo com o site, a Luclio tambm enfrenta outro pedido de impugnao da coligao Renovao da Verdade, representada pela advogada Tain de Freitas.

O que, at pouco tempo, era uma briga poltica, passou a ser tratado tambm na esfera judicial.

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Deputado denuncia “enxurrada” de ordens de servio na Paraba com interesse eleitoreiro

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O deputado Francisco de Assis Quintans (DEM) denunciou hoje, na Assembleia Legislativa, a emisso de uma “enxurrada” de ordens de servio apenas com “interesse eleitoreiro” promovidas pelo Governo do Estado.

Quintans lembrou que, na gesto anterior, o ento governador Jos Maranho (PMDB) tambm assinou diversas ordens de servio para execuo de obras de saneamento bsico, beneficiando dezenas de municpios paraibanos. “A diferena que, naquela ocasio, todas as obras foram iniciadas e agora no vemos nada disso”, explicou.

Quintans lamentou a inteno do atual governador de “enganar o eleitor” em busca de votos, assinando ordens de servio para obras que no saem do papel. “Peo ao governador que faa nova peregrinao, novo carnaval com as ordens de servio, desde que as obras sejam iniciadas”, sustentou.

 

 

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Ministrio Pblico da Paraba fecha semestre com 70 aes contra gestores por improbidade administrativa

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O Ministrio Pblico da Paraba (MPPB) fecha o primeiro semestre de 2014 registrando o ajuizamento de 70 aes civis pblicas (ACPs) por atos de improbidade administrativa cometidos por gestores pblicos municipais e estaduais. O ltimo relatrio do Caop do Patrimnio Pblico da instituio, relativo aos meses de maio e junho, aponta 16 ACPs promovidas por sete Promotorias de Justia.

Dessas 16 ltimas aes, quatro foram pela Promotoria de Justia de Teixeira, com atuao do promotor de Justia Dennys Carneiro Rocha dos Santos, tendo objetos das aes desvio de verbas pblicas (realizao de despesas fictcias, efetivao de empenhos e pagamento por servios no realizados); negativa do poder pblico quanto concesso de medicamentos essenciais; nepotismo; e irregularidades quanto ao fornecimento de medicamentos.

Ainda segundo o levantamento das aes ajuizadas pelo Centro de Apoio Operacional s Promotorias de Justia de Defesa do Patrimnio Pblico, da Fazenda Pblica e do Terceiro Setor (Caop do Patrimnio Pblico), coordenado pelo promotor de Justia Clstenes Bezerra de Holanda, a segunda Promotoria de Justia que mais mais ajuizou aes de improbidade nos ltimos dois meses (maio e junho) foi de Gurinhm, num total de trs.

Sob a atuao da promotora de Justia Jaine Aretakis Didier, as aes de improbidade administrativa em Gurinhm tiveram como objetos a nomeao para cargos em comisso em nmero superior ao previsto em lei, nepotismo; e desvio de recursos pblicos. Na Promotoria de Justia de Caapor, que tem frente a promotora de Justia Cassiana Mendes de S, foram duas ACPs: uma por abandono de bem pblico e outra por irregularidades e inexigibilidade de licitao pblica.

O promotor de Justia Antnio Barroso Pontes Neto, em Campina Grande, ajuizou uma ao apontando irregularidades na execuo de convnio com a Secretaria de Estado da Sade. J o promotor de Justia Marinho Mendes Manchado, na Promotoria de Jacara, registrou duas aes de improbidade. Uma relativa a contratao de servidores temporrios sem vnculo com o municpio e violao de regras de uso dos recursos do Fundef (Fundo de Manuteno e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorizao do Magistrio); e outra de irregularidades na gesto dos recursos destinados aquisio de combustvel e pagamento de despesas de gratificao aos servidores com recursos do Fundeb (Fundo de Manuteno e Desenvolvimento da Educao Bsica e de Valorizao dos Profissionais da Educao).

Com a atuao do promotor de Justia Elmar Thiago Pereira de Alencar na Promotoria de Justia de Pianc, foram registradas duas aes: realizao de despesas sem licitao, reteno e no recolhimento de ISS e de contribuies previdencirias; e outra de despesas previdencirias no comprovadas, ausncias injustificadas s sesses legislativas, liberao de verba pblica sem a estrita observncia da norma pertinente.

Os promotores de Justia Leonardo Quintans Coutinho, Stoessel Wanderley de Sousa Neto e Mariana Neves Pedrosa Bezerra, da Promotoria de Sousa, atuaram na ao cautelar inominada que aponta fraude em procedimento licitatrio e gastos desproporcionais em relao s necessidades bsicas da populao. Ainda em Sousa, o promotor Leonardo Quintans foi o responsvel pela ACP sobre enriquecimento ilcito de dois gestores.

Com Assessoria

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Deputado Carlos Batinga afirma que desinteresse de eleitor deve dificultar eleio proporcional

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O PSC, do deputado Carlos Batinga, paquerou com o PT, flertou com o PMDB, namorou com o PSDB, mas acabou casando mesmo com o PSD, do vice-governador Rmulo Gouveia, na proporcional. Ao todo, os dois partidos somam sete deputados, nmero que dificulta at as projees mais otimistas da coligao.

Batinga prev a eleio de pelo menos cinco parlamentares e trabalha para fazer parte dessa prestigiada relao.Mesmo assim, no esse o principal obstculo dos sete parlamentares. O representante do Cariri acredita que o desinteresse do eleitor, fruto do desgaste da classe poltica no geral, um entrave bem mais difcil de ultrapassar.

“Nossa coligao difcil, mas bem mais complicada o bloco do PSDB com o PEN, por exemplo. Dos sete deputados, acredito que poderemos eleger pelo menos cinco. O problema a rejeio do eleitor classe poltica que dificulta a vida de qualquer um”, afirmou Batinga.

A classe poltica colhe o que plantou.

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Cartaxo manda mais um duro recado ao PMDB e garante que ningum vai obrigar o PT a votar em Vital do Rego

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O prefeito Luciano Cartaxo decididamente comprou a briga com o PMDB. Depois de afirmar que o partido comandado por Jos Maranho, por trs vezes governador, “no existe”, Cartaxo mandou mais um duro recado aos peemedebistas. Em entrevista ao portal Maispb.com.br, O prefeito bateu o p e garantiu que no h quem force o PT a votar em Vital do Rego Filho, candidato a governador pelo PMDB.

E a declarao de Cartaxo, pelo jeito, no se refere apenas direo nacional do PT, que formulou documento determinando que os petistas se aliem ao PMDB. Inclui tambm a Justia Eleitoral. Ou seja, se a deciso do TRE for favorvel direo nacional, os petistas da Paraba estariam prontos para contest-la, mantendo a aliana celebrada com o PSB, do governador Ricardo Coutinho, mesmo que informalmente.

A aliana com o PSB rendeu ao PT a indicao de Luclio Cartaxo, irmo do prefeito, para disputar o Senado Federal na chapa de Ricardo Coutinho. Como o PMDB lanou chapa “puro sangue”, com Vital do Rego (governador), Roberto Paulino (vice) e Jos Maranho (senador), o PT adiaria mais uma vez o sonho de eleger seu primeiro senador pela Paraba, caso reconsiderasse a composio com os socialistas.

Coisa que a famlia Cartaxo – e a maioria do PT – no quer nem ouvir falar.

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Fabiano Lucena rejeita convite para ser secretrio de Esportes e sinaliza que Ccero no vai apoiar Ricardo Coutinho

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O ex-deputado estadual Fabiano Lucena (PSDB) recusou convite do governador Ricardo Coutinho (PSB) para assumir a Secretaria Estadual de Esportes, sinalizando que seu tio, o senador Ccero Lucena (PSDB), no deve romper com o colega Cssio Cunha Lima, candidato a governador pelo partido, e se aliar ao socialista.

Em entrevista Rdio Arapuan, hoje, Fabiano falou sobre a conversa que teve com o governador, a quem explicou que, nesse momento, no poderia aceitar o convite, embora tenha agradecido a lembrana. Antes do encontro, Fabiano esteve com Ccero, que teria concordado com seus argumentos para recusar a oferta.

“No momento, no tenho como conciliar os meus negcios com as atribuies da secretaria e a Paraba no merece me ver de manh na secretaria e tarde cuidando das outras coisas pessoais. No futuro, quem sabe, se aparecer outra oportunidade, posso pensar. Ccero tambm pensa assim”, afirmou Fabiano.

A deciso jogou uma “ducha fria” nas pretenses dos aliados do governador que esperavam ver Ccero e seu grupo poltico no palanque do socialista, caso Fabiano Lucena aceitasse a proposta.

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Deputado Frei Anastcio assume dissidncia, se nega a pedir votos para Ricardo e apia interveno da direo nacional no PT

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O deputado estadual Frei Anastcio, lder do PT na Assembleia Legislativa da Paraba, usou a tribuna na reabertura dos trabalhos para externar o seu posicionamento em relao poltica de alianas no estado. “O projeto que eu defendo no meu, no de minha famlia, no de meus assessores. O projeto que eu defendo dos trabalhadores e trabalhadoras deste estado que sonham com dias melhores. Eu sou apenas um instrumento desse trabalho”, disse Frei Anastcio.

De acordo com o deputado, quanto postura que manter em relao poltica de alianas, “gostaria de informar aos mais desavisados que no me considero, dissidente de quaisquer decises polticas tomadas pelo PT aqui na Paraba. De maneira contundente, presto o devido apoio s posies assumidas pela direo nacional do PT, na pessoa do meu presidente, Ruy Falco, que sempre me manteve orientado e informado”, disse o deputado.

O parlamentar disse ainda que enquanto lder do PT e membro da bancada de oposio ao governo do estado, na Assembleia, reafirma a disposio de se manter atento ao processo de fiscalizao das aes da gesto socialista.

“Denunciarei sempre, de forma responsvel, as irregularidades, os desmandos e as perseguies cometidas pelo governador estadual. No cenrio nacional, continuarei a defender de maneira entusiasmada o projeto poltico inaugurado pelo ex-presidente Lula em 2002”, afirmou.

O deputado afirmou ainda que a reeleio da presidente Dilma encarada por ele, como o nico instrumento capaz de assegurar os avanos sociais e econmicos registrados em benefcio do Brasil.

Direo nacional j decidiu

“Hoje, vemos a posio da direo nacional do partido que determinou o fim da aliana com o PSB, com um novo documento dado entrada no Tribunal Regional Eleitoral, no dia de ontem. A posio nacional est tomada. E a minha linha de coerncia e trabalho a mesma, independente de todo esse furaco que se instalou em nosso estado”, garantiu o deputado.

Frei Anastcio acredita que at o dia 5 de agosto a Justia Eleitoral, dentro do prazo descrito em Lei, se posicionar e ento se saber qual ser o final dessa novela da vida real. “Minhas preocupaes no momento, alm de minha reeleio, contribuir para a reeleio da Presidente Dilma”, afirmou.

“Sinto-me preparado para enfrentar os desafios que ora se apresentam para essa segunda metade deste ano. Reafirmo ao eleitor e a eleitora que me colocaram aqui na Assembleia, o compromisso com o trabalho que desenvolvo h 41 anos, por uma sociedade mais justa em nosso estado. Quero ressaltar, que sobrevivi aos embates e perseguies da ditadura militar e nunca parei de lutar. Com mandato, ou sem mandato sempre estive ao lado dos que mais precisam em nosso estado”, concluiu o deputado.

Com Assessoria

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Justia Eleitoral rene partidos para decidir se carreatas sero permitidas na campanha

Juiz Ricardo da Costa Freitas

Juiz Ricardo da Costa Freitas

O juiz coordenador da propaganda eleitoral em Joo Pessoa, Ricardo da Costa Freitas, se reunir nesta quarta-feira (16), s 14h30, com os representantes dos partidos polticos e coligaes partidrias para definir alguns pontos relativos propaganda eleitoral de rua na Capital do Estado.

Entre os assuntos em pauta, ser discutido se haver ou no a realizao de carreatas e passeatas e como se dar a propaganda com carros de som.

Segundo o juiz, o objetivo da reunio que os temas sejam debatidos at que haja um consenso entre os partidos. O encontro ser no Frum Eleitoral da Capital e deve ter a participao ainda de representantes dos rgos responsveis pelo trnsito e pelo meio ambiente, na esfera municipal e estadual.

Com Assessoria

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Coordenador jurdico da campanha de Cssio mantm convico sobre elegibilidade do candidato tucano

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Coordenador Jurdico da Coligao A Vontade do Povo, que tem o senador Cssio Cunha Lima (PSDB) como candidato a Governador, o advogado Harrison Targino recebeu a informao sobre o pedido de impugnao da candidatura do ex-governador tucano por parte do Ministrio Pblico Eleitoral com serenidade.

– Respeitamos a posio do MPE, mas temos a mais absoluta convico de que, no devido tempo, a Justia demonstrar que a tese da douta Procuradoria no se sustenta em relao essa controvrsia relacionada ao primeiro e segundo turnos de uma eleio – destacou Harrison Targino.

Para o coordenador jurdico da Coligao A Vontade do Povo, perfeitamente normal que, no processo democrtico, as instncias se comportem de acordo suas naturezas formais e exatamente por isso que ele no tem dvidas sobre a vitria, no mbito da Justia, da legitimidade da candidatura de Cssio.

Primeiro e segundo turnos

Segundo Harrison Targino, a convico do setor jurdico da campanha de Cssio se assenta no entendimento de que as condies de elegibilidade e inelegibilidade so aferidas para o primeiro turno, porque nele que comea o processo da eleio. Que, a rigor, se d em alguns casos para garantia do princpio majoritrio. “Ningum candidato ao segundo turno, tendo este um carter meramente suplementar das eleies. Ou seja, ocorre s em alguns casos”, observa o advogado e professor de Direito, lembrando que o segundo turno s pode acontecer nos estados, alm dos municpios com mais de 200 mil eleitores.

Para o professor Harrison Targino, a referncia das eleies em toda a Lei sempre o primeiro turno como se percebe no artigo 1 da Lei 9.504 que estabelece o primeiro domingo de outubro como o dia das eleies. Portanto, no h duas eleies. a votao do segundo turno apenas complementa o processo iniciado no primeiro turno, tanto que no existe novo registro de candidaturas e fica restrita apenas aos cargos executivos e limitados aos primeiros e segundo colocados do primeiro turno. um complemento, e como tal, no seria a referncia.

Fica claro, portanto, de acordo com Targino, que a regra uniforme s pode se averiguar a elegibilidade no primeiro turno, sob pena de permitir-se julgar diferentemente situaes similares. Traduzindo, segundo ele: algum considerado inelegvel poderia ser eleito no primeiro turno e outra pessoa, com a mesma situao, no poderia ser eleita por ter segundo turno.

Caso Paraba

Harrison Targino refora que o segundo turno no se trata de uma nova eleio, mas de uma mesma eleio que comeou no primeiro turno. E para isso recorre ao prprio processo de cassao do ex-governador Cssio Cunha Lima. Ele lembra que foi assim que julgou o Supremo Tribunal Federal (STF) ao analisar a Arguio de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 155-PB, que questionava a posse do segundo colocado como governador, apesar de a maioria dos votos ter sido anulada pela cassao do ento governador.

O Supremo, ento, decidiu que analisaria os votos tidos no primeiro turno, no anulando a eleio e mandando assumir o segundo colocado, Jos Maranho.

Com Assessoria

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