Prefeitos paraibanos discutem projetos e liberação de recursos com presidente do FNDE

Prefeitos paraibanos participam nesta segunda-feira (4) de uma reunião com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Antonio Idilvan de Lima Alencar. O encontro acontece no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, em João Pessoa, às 9 horas.

Durante o encontro, Antonio Idilvan, vai falar sobre construção de creches, escolas, quadras de esportes e diversos outros assuntos ligados a educação e que são de interesse dos municípios.

No encontro, os gestores paraibanos poderão apresentarem suas demandas e tirarem suas dúvidas em relação a projetos e liberação de verbas.

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Ricardo volta a defender o Empreender, entrega mais R$ 300 mil em créditos e nega uso político do programa

O governador Ricardo Coutinho (PSB) não é de levar desaforo pra casa. Também não é de abandonar uma causa quando tem convicção de seus princípios. Talvez sejam essas características que levaram o socialista mais uma vez a defender o Empreender Paraíba, durante entrega de mais R$ 300 mil em créditos do programa na cidade de Bananeiras, Brejo paraibano, no sábado passado.

Ricardo não apenas defendeu o programa, como também descartou por completo o uso político do Empreender Paraíba em seu governo, como bradam deputados de oposição. Como sempre faz, o governador usou o termo republicano para destacar a importância do Empreender, citando os benefícios ao cidadão comum que não dispõe de recursos para montar o negócio, além dos efeitos econômico e social.

“Vocês sabem que isso (uso político do programa) não é verdade”, reagiu, invocando testemunho da platéia que acompanhava a solenidade.

Segundo o governador, uma das principais virtudes do programa é permitir aos pequenos empreendedores “dinamizarem a economia de baixo para cima”.

O discurso de Ricardo foi mais uma resposta à oposição, que quer a instalação de uma CPI na Assembleia Legislativa para apurar denuncias de irregularidades na execução do Empreender Paraíba, incluindo uso eleitoral do programa na campanha de 2014.

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Cássio lamenta morte de Mário Araújo e lembra amizade de ex-vereador com Ronaldo Cunha Lima

Imagem da Internet

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Faleceu neste domingo 03, em Campina Grande, o ex-presidente da Câmara Municipal da cidade Mário de Sousa Araújo. Marujo, como os amigos carinhosamente o chamavam tinha 90 anos de idade e estava internado num dos hospitais da cidade.

O senador Cássio Cunha Lima prestou a sua homenagem ao amigo através das redes sociais: “Minha homenagem a Mário Araújo, o querido Marujo. Servidor público, vereador por muitos mandatos, secretário municipal e Presidente da CMCG. Homem público exemplar, íntegro como poucos. Digno, honrado, probo, leal e coerente. Amigo do meu pai por toda a vida. Minhas condolências a toda a família”.

O corpo de Mário Araújo está sendo velado na Câmara Municipal de Campina Grande, cujo patrono, Félix Araújo, era seu irmão e será sepultado nesta segunda-feira.

Com Assessoria

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Porta-voz de Cartaxo já admite votar contra orientação do governador Ricardo Coutinho e “incendeia” crise com socialistas

Anisio Maia

Não são só as assinaturas postadas no requerimento da oposição solicitando uma CPI para investigar o Empreender Paraíba que vêm afastando o PT do Palácio da Redenção. Os dois deputados do partido, Anísio Maia e Frei Anastácio, parecem dispostos a bem mais que isso para contribuir com a crise política envolvendo o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT).

Primeiro, Anastácio descartou novamente realinhamento com o governador, a quem o PT apoia. Agora, Anísio avisou, sem meias palavras, que votará contra a orientação de Ricardo, se julgar necessário. Anastácio até que tem suas razões. Foi dissidente da aliança entre PT e PSB desde as eleições de 2014 e se mantém coerente. Mas, Anísio…

Anísio Maia não só pregou a aliança, como fez vários discursos defendendo o governo e o governador Ricardo Coutinho. Justificou sua postura alegando ser um homem “partidário” e, portanto, sem motivos para não seguir as decisões do PT. Até ai tudo bem. Estranho mesmo é o deputado lembrar somente agora que tem “consciência” e bradar que vai votar de acordo com ela, mesmo sendo da bancada governista.

Votar de acordo com a consciência faz sentido. O que deixa qualquer socialista “com a pulga atrás da orelha” é o fato de, justamente agora, quando Ricardo e Cartaxo estão se estranhando por causa das eleições de 2016, o deputado petista, considerado o porta-voz do prefeito na Assembleia Legislativa, externar publicamente essa intenção. Em tese, todo e qualquer parlamentar deveria votar de acordo com sua consciência e em favor dos interesses coletivos. Só em tese, infelizmente.

Mas, esse é apenas mais um capítulo dessa rumorosa novela que está apenas começando.

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Fusão do PSB com PPS pode levar Nonato Bandeira ao comando da oposição a Cartaxo

Imagem da Internet

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Perece mentira, mas é verdade. O processo de fusão entre PSB e PPS, deslanchado em nível nacional, pode levar o vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, a integrar o comando da oposição ao prefeito Luciano Cartaxo (PT), de quem ainda é aliado. Cartaxo e Bandeira mantém uma relação política comparada à de um casal que divide o mesmo teto, mas dorme em camas separadas. Apesar de presidente do PPS na Paraíba, Nonato não tem na gestão municipal qualquer atribuição além das inerentes ao cargo que ocupa. Ou seja, manda menos que qualquer secretário municipal.

Além da conturbada relação entre os dois, a direção nacional já decidiu que o PSB terá candidatos a prefeito em todas as capitais brasileiras nas eleições de 2016, com ou sem fusão. Isso significa que provavelmente os socialistas estarão longe do palanque de Cartaxo e, em caso de fusão com o PPS, Nonato também. Não por acaso, o vice-prefeito já não faz tantas restrições ao governador Ricardo Coutinho, comandante maior do PSB no Estado. Ao contrário, tem dito que aceitará com naturalidade e não será problema para a junção dos dois partidos, mesmo que tenha que conviver com o ex-aliado. O mesmo não se pode dizer em relação a Cartaxo, de quem o vice-prefeito não faz tanta questão de uma convivência amigável. Nonato parece a cada dia mais decepcionado com o petista.

Bandeira já demonstrou que não tem apego a cargos. Caso contrário, jamais teria rompido com o governador Ricardo Coutinho (PSB) e abandonado o posto de seu principal secretário para comandar o PPS e levá-lo para a oposição. Ele, na ocasião, trocou a “causa própria” pela “causa coletiva”, ajudando seu partido a eleger três vereadores (Marco Antonio, Bruno Farias e Djanilson da Fonseca) e o vice-prefeito (ele próprio), numa aliança até então pouco provável com o PT do prefeito Luciano Cartaxo.

Se nonato abriu mão da situação privilegiada que tinha para se aventurar na oposição, por que teria dificuldade para fazer o caminho inverso? “Os interesses coletivos devem estar acima de quaisquer interesses locais e paroquiais”, respondeu Nonato, ao ser perguntado se teria problema em conviver com Ricardo Coutinho no futuro partido, resultado da fusão entre PSB e PPS.

Nonato tem razão em não impor obstáculos. Até porque, a fusão é uma iniciativa nacional dos dois partidos que querem evitar restrições localizadas para garantir a unidade da nova legenda. Depois, Cartaxo já deixou claro que não há espaço para o vice em sua chapa quando ofertou a vaga ao PSB, antes mesmo da ideia de fusão tomar corpo. Não que ele tenha garantias de disputar a reeleição com apoio de Ricardo. Mas, pelo menos terá espaço para fazer o que mais gosta: articulação política.

Na volta ninguém se perde.

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