Justia manda Cagepa “cortar” gua da Prefeitura de Joo Pessoa por falta de pagamento

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A Justia estadual suspendeu efeitos de deciso da 1 Vara da Fazenda Pblica da Comarca da Capital e determinou que a Companhia de gua e Esgoto da Paraba (Cagepa) suspenda o fornecimento de gua Prefeitura de Joo Pessoa, em razo de inadimplncia. Conforme a deciso, ser mantido O fornecimento de gua apenas aos prdios pblicos onde se desempenham atividades essenciais populao, como escolas, creches, hospitais, PSF e outras unidades de sade, assim como outros servios imprescindveis.

A deciso foi proferida pelo desembargador Leandro dos Santos, no ltimo dia 13 de novembro. A dvida do Municpio para com a Cagepa, segundo os autos do processo, chega a R$ 11,3 milhes.

Conforme sustentou a Cagepa no recurso impetrado no Tribunal de Justia contra a deciso do primeiro grau, “desobrigar a municipalidade do pagamento pelos servios de gua incentiva a inadimplncia generalizada, rompendo o princpio da reciprocidade das obrigaes”.

O desembargador, no entanto, ressaltou em sua deciso que “o corte em comento no poder ser determinado de forma geral, porquanto h situaes especficas que precisam ser tuteladas, tais como hospitais ou quaisquer outras unidades de sade do municpio, inclusive, PSF, postos de sade e similares; creches; instituies de ensino do municpio para crianas e adolescentes”, diz o despacho do magistrado.

Com Clickpb

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Assembleia Legislativa debate situao do Hospital Regional de Belm nesta segunda-feira

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A Assembleia Legislativa da Paraba (ALPB) realiza, nesta segunda-feira (16), as 15h00, no Plenrio Jos Mariz, uma sesso especial de autoria da deputada, Camila Toscano (PSDB), para debater a situao do Hospital Regional de Belm. A unidade suspendeu atendimentos populao e o caso foi denunciado pela parlamentar na tribuna da Casa.

Camila lamentou o suposto descaso por parte da Secretaria Estadual de Sade que, at o momento, no explicou o corte em servios essenciais no Hospital.

A deputada disse que a sesso especial necessria para que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Sade, explique a suspenso de cirurgias no Hospital Regional, bem como outros atendimentos.

A populao foi surpreendida pela notcia de 23 leitos desativados, internaes suspensas e cirurgias canceladas sem qualquer tipo de justificativa por parte da direo da unidade de sade. Por conta disso, os moradores chegaram a fechar o acesso ao municpio por duas vezes como forma de protesto. um absurdo o que esto fazendo com os paraibanos, destacou Camila.

De acordo com a deputada, cerca de 500 mil pessoas ficaram prejudicadas com essa atitude da Secretaria de Sade do Estado. A populao est apavorada sem ter atendimento e nem informaes de onde ser atendida. Por isso, propomos essa sesso especial porque essa Casa no pode ficar omissa a uma situao to grave, frisou.

De acordo com Camila Toscano, o Hospital atende a populao de cerca de nove cidades prximas a Belm. A Secretaria de Sade no pode apenas suspender do dia para a noite o servio sem uma explicao e sem apresentar uma alternativa para as pessoas daquela regio. Espero contar com a presena da secretria Roberta Abath na sesso especial para justificar, se existe justificativa, para uma medida to drstica como foi essa, disse.

Com MaisPB

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Padre Severino anuncia “aposentadoria” da poltica e declara apoio candidata do PSB no municpio doConde

O PSB do Municpio de Conde, litoral sul da Paraba, indicou nesta quarta-feira, em reunio de sua direo, a professora Mrcia Lucena, ex-secretria de educao do Estado da Paraba, como sua pr-candidata prefeita de Conde, nas eleies de 2016.

Mrcia, que filha do Prof. Everaldo Lucena, tem uma trajetria de vida e identidade com o municpio de Conde, tendo articulado diversas aes culturais e pedaggicas em prol das comunidades daquele municpio, como a aquisio de nibus escolares, implementao de projetos educacionais e apoio pedaggico s escolas pblicas daquela cidade litornea.

A Professora Mrcia Lucena, que do mesmo partido do governador Ricardo Coutinho, tem hoje tambm como importante incentivador de sua pr-candidatura, o apoio do Padre Severino, maior liderana poltica do municpio que, com esse gesto, reafirma a parceria iniciada em 2014, quando venceu toda a mquina da prefeitura e garantiu uma expressiva vitria ao Governador Ricardo Coutinho.

Padre Severino, que tambm foi candidato Prefeito em 2012, declarou seu irrestrito apoio pr-candidatura de Mrcia Lucena, conclamando todas as lideranas de Conde a engrossarem fileiras pela reconstruo do Municpio.

Mrcia Lucena se articula na cidade mantendo reunies com lideranas polticas todos os dias. Nesta segunda-feira (09), ela teve uma reunio produtiva com o Padre Severino, onde na ocasio ficou fechado o apoio do religioso ao projeto poltico do PSB. Ou seja, as benos foram dadas!

De acordo com informaes, Mrcia Lucena teria oferecido a vaga de vice em sua chapa ao Padre, que ficou de analisar a proposta junto com seus familiares presentes no encontro, porm, o apoio do padre na campanha de 2016 ficou confirmado. Para ser candidato na chapa socialista, ao lado de Mrcia Lucena, Severino Melo teria que abrir mo de comandar a parquia de Mamanguape e ficaria proibido de celebrar missas, fatos que o impediram de se posicionar sobre o convite da socialista. Ainda na ocasio, o padre falou por telefone com o governador Ricardo Coutinho, e um encontro entre Mrcia, o padre e RC foi agendado.

Como Todos sabem, o padre ficou em segundo lugar nas eleies de 2012, perdendo para a atual prefeita Tatiana Corra. E considerado um forte nome de oposio no Conde.

Em video, Padre Severino diz que abandonou a politica e indica Mrcia Lucena como sua candidata no Conde

O Padre Severino Melo gravou um vdeo afirmando que abandonou a vida poltica, para se dedicar definitivamente a vida religiosa. Porm, ele destaca que seu apoio nas eleies do ano que vem, ser para a pr-candidata a prefeita de Conde pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Professora Mrcia Lucena, ex-secretria de Educao do Estado da Paraba.

No vdeo de pouco mais de um minuto, o sacerdote explica que fez a opo em seguir como proco em Mamanguape e apresentou Mrcia Lucena como uma pessoa de sua confiana, por conhecer toda sua famlia que do Conde.

No sou mais candidato ao pleito eleitoral de 2016. Quais as razes? Razo pela qual eu fao opo de prosseguir meu caminho de sacerdote, que algo especial pra mim. Mas, tenho a alegria de apresentar algum em quem posso confiar, dado o conhecimento que tenho do trabalho da famlia, como professor Everaldo e sua esposa Iracema Lucena, com quem convivi aqui no Conde. E por isso a filha deles, nossa amiga Mrcia Lucena, a minha candidata. Os que ento, querem caminhar comigo, ou tem comigo um relacionamento de esperana, convido para nos juntarmos em prol deste nome, Mrcia Lucena. Meu abrao a todos e fiquem com Deus, disse o Padre na gravao.

Outra informao, que o fator determinante pela troca do nome de Waldson Sousa, por Mrcia Lucena como a pr-candidata oficial a prefeita pelo PSB no Conde, foi exatamente esse apoio do Padre, que anteriormente no foi conquistado por Waldson, mas, por conhecer a famlia condense de Mrcia Lucena, o padre aceitou apoia-la.

A partir do ms que vem, Mrcia e Severino Melo, estaro visitando assentamentos e comunidades, no intuito de apresentar a pr-candidata como a pessoa que assumir os compromissos firmados pelo padre na campanha de 2012.

Com PBAgora

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Nominando Diniz alerta para custo do TCM em perodo de crise: “Sero necessrios mais de R$ 5 milhes por ms”

 

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Durante o perodo em que presidiu o Tribunal de Contas do Estado, o conselheiro Nominando Diniz Filho enfrentou a mais pesada investida pela criao do TCM, o Tribunal de Contas dos Municpios. Alm dos aspectos legais, pesou a favor de Nominando o argumento financeiro e ainda o apoio de todos os setores do TCE para “arquivamento” da proposta de instalao do novo rgo de fiscalizao.

A volta do debate, provocada pela vontade de alguns deputados interessados no salrio, na vitaliciedade e nos demais benefcios vinculados ao cargo de conselheiro, provocou novamente reao de Nominando, mais uma vez contestando a necessidade e os gastos que o TCM provocaria.

Segundo Diniz, o TCM necessitaria de investimentos da ordem de R$ 5 milhes mensais ou R$ 60 milhes anuais, recursos que poderiam faltar em reas essenciais do Estado caso empregados no novo rgo. “Nesse momento, no h espao de forma racional, consciente e tcnica para o TCM”, avaliou.

Uma avaliao sensata, mas que dificilmente convencer os defensores do TCM.

 

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Petista compara Cartaxo a Odorico Paraguau e afirma que prefeito vive de “pintar praas, escolas e meio fio”

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Militante ativo e tambm dirigente do PT na Paraba, Joaci Tavares de Araujo Jnior comparou Luciano Cartaxo (PSD) a Odorico Paraguau, da famosa novela global O Bem Amado. Segundo Joaci, Cartaxo conseguiu transformar Joo Pessoa numa Sucupira, onde o prefeito engana a populao diariamente e no executa uma s obra importante na cidade.

“Cartaxo inventou uma histria de 200 toneladas de lixo (da Lagoa) e sumiu com isso. Depois, sua gesto se resume a pintura de escolas, praas e meio fios. Acho que Sucupira vive em Joo Pessoa”, ironizou o petista.

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Para Joaci, Cartaxo engana muito ,mais a populao de Joo Pessoa do que Odorico fazia com os habitantes da mitolgica Sucupira porque foi eleito de verdade e deveria estar produzindo obras de verdade para beneficiar os pessoenses. “ natural a arte imitar a vida real, mas aqui, em Joo Pessoa, temos o inverso. A realidade, que essa gesto medocre que vemos, parece copiar a arte, no caso, a novela”, afirmou Joaci.

Para quem no lembra, Odorico era um homem vingativo e que no gostava de ser criticado.

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Cssio volta a cobrar medidas urgentes dos governos federal e estadual para combater efeitos da estiagem na Paraba

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Centenas de cidades na Paraba com dificuldades extremas sendo que dezenas delas em colapso absoluto com populaes urbanas e rurais abastecidas pelo programa de caminhes-pipa que, tem um apoio modesto do Governo Federal. Esta realidade est entre as principais preocupaes do senador Cssio Cunha Lima (PSDB/PB) que ocupou mais uma vez a tribuna nesta quinta-feira (12), para chamar ateno dos governos Federal e Estadual que no conseguem compreender a dimenso do problema do suprimento de gua nas cidades e nas comunidades rurais da Paraba, e tambm de todo o Nordeste.

O senador disse que grande parte das cidades esto sendo abastecidas pelo esforo e pelo sacrifcio das prefeituras municipais, que no dispem de um volume de recursos suficientes para tarefas bsicas e tm que suprir essa que uma necessidade essencialssima.

Campina Grande, por exemplo, a segunda cidade da Paraba, vive a ameaa de um colapso completo. Eu refiro-me a um perodo em que meu pai, Ronaldo Cunha Lima, foi Governador, quando a cidade tinha a necessidade de uma nova adutora. E foi feita uma nova adutora do aude de Boqueiro, e normalizou todo o problema de abastecimento que a cidade possua no final dos anos 1980 para a dcada de 1990, lembrou o senador.

Ele alertou que a grave crise hdrica atinge praticamente todas as regies da Paraba e as gestes estadual e federal no tomam providncias drsticas que a situao exige. Para Cssio, a transposio deveria ser uma obra com prioridade absoluta para todo o semirido, mas as autoridades continuam se esquivando desta resoluo que deveria ter atuao permanente de todo o poder executivo.

A soluo para Campina – O projeto da transposio do So Francisco, o Eixo Leste que atende exclusivamente a Paraba exatamente para reforar o Aude Boqueiro, o Aude Acau que foi construdo pelo Governador e atual Senador, Jos Maranho (PMDB) que tambm cobrou uma ao mais efetiva do Governo na concluso da Transposio Esta questo, de to sria, extrapola o limite da poltica partidria, disse Maranho que cobrou uma unio suprapartidria para tratar do assunto.

O lder do PSDB no Senado, disse que o Plano A para a soluo definitiva do problema de abastecimento de Campina Grande seria, naturalmente, a transposio do So Francisco e uma adutora que comecei como Governador e que no pude concluir a obra, que era mais uma adutora do Aude Boqueiro e que iria dar a estabilidade da cidade.

A preocupao de Cssio porque as obras de transposio do So Francisco esto atrasadas. Queremos que o Governo Federal adote providncias, inclusive com a contratao de um terceiro turno de trabalho. Da mesma forma que o Pas teve capacidade de concluir os estdios da Copa do Mundo em uma necessidade de calendrio para o evento, no possvel que o Governo Federal no tenha a dimenso da gravidade do problema da Paraba e de outros Estados nordestinos.

Omisso do Governo do Estado - Alm do atraso das obras do So Francisco, tambm tem o atraso das obras que compete ao governo estadual. um atraso completo. Se tivssemos, por um milagre, a gua do So Francisco chegando hoje Paraba, essa gua no poderia ser aproveitada, porque o Governo do Estado no fez a sua parte, denuncia.

Foi feito um planejamento no passado, com a adutora que foi construda no governo de Ronaldo Cunha Lima, em seguida na gesto de Cssio, a adutora So Jos teve a sua obra foi iniciada. Volto a ocupar a tribuna do Senado, para chamar a ateno das autoridades do Governo Federal, da ANA, do Governo Estadual, do Governador Ricardo Coutinho, da AESA, para que a Campina Grande receba uma resposta do que ser feito caso no tenhamos a ocorrncia de chuvas, que infelizmente existe uma grande possibilidade dessa ocorrncia, em decorrncia da formao do El Nio, alertou.

Com Assessoria do senador Cssio Cunha Lima (PSDB-PB)

 

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Ricardo desabafa: “Apesar da crise e das dificuldades financeiras, estamos conseguindo pagar servidores em dia”

Ricardo coutinho 3

O governador Ricardo Coutinho (PSB) desabafou sobre a dificuldade que est tendo para pagar aos servidores e demais contas do Estado. Para o socialista, a arrecadao vem caindo e os gastos aumentam e o Governo Federal no ajuda e ainda no modifica a poltica econmica para que o pas consiga sair da crise.

“Estamos lutando para pagar a folha de pessoal, uma luta muito grande. O Brasil tambm est lutando para que os compromissos permaneam sendo pagos, mas a luta grande. A arrecadao est caindo e cada vez mais consideravelmente e ns precisamos ter um alerta do Governo Federal para esta situao. Ns no podemoscontinuar na situao que estamos vivenciando. No possvel! Pagando por algo que est fora da nossa governabilidade. De cima para baixo. preciso mudar a poltica econmica do pas porque seno vamos ter mais demisses crescendo e falta de equilbrio fiscal”, explicou Ricardo Coutinho.

Com PBAgora

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OPERAO SALINAS: MPPB investiga licitaes fraudulentas e desvio de recursos na Prefeitura de Gado Bravo

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No inicio da manh desta quinta-feira (12) foi deflagrada pelo Ministrio Pblico da Paraba (MPPB) a operao denominada Salinas, com a finalidade de buscar e apreender elementos de provas na sede do Poder Executivo municipal de Grado Bravo e nas residncias de familiares do prefeito, situadas nos Stios Salinas e Pedra Alta, alm de alvos residentes nos municpios de Aroeiras e Campina Grande.

A Operao Salinas est sendo comandada pelo MPPB, por meio da Promotoria de Justia Cumulativa de Aroeiras e do Grupo de Atuao Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), e executada com o apoio do Batalho de Operaes Especiais da Policia Militar (Bope) e equipes do Resgate do Batalho do Corpo de Bombeiros Militar da Paraba.

Participam das diligncias nove promotores de Justia, treze policiais militares e civis lotados no Gaeco-MPPB, quarenta policiais militares do Bope e oito bombeiros militares para o cumprimento de sete mandados de buscas domiciliares, trs mandados de prises temporrias e trs mandados de condues coercitivas, obtidos junto ao Juzo de Direito da Comarca de Aroeiras.

As investigaes foram desencadeadas no inicio deste ano, quando a Promotoria de Justia de Aroeiras colheu fortes indcios de que uma organizao criminosa, sob o comando do secretrio das Finanas do municpio de Gado Bravo, filho do atual prefeito, havia se estruturado naquele rgo com o objetivo de desviar e dilapidar recursos pblicos atravs de fraudulentos processos licitatrios, falsificao de documentos pblicos e particulares, entre outras condutas ilcitas, contando com a participao ou conivncia daqueles que, por mandamento legal, deveriam zelar e proteger o patrimnio pblico.

A fraude consistia na utilizao indevida de dados de diversas pessoas fsicas que figuravam em empenhos como credores de valores despendidos pelo municpio de Gado Bravo, mas relativos a servios que jamais foram executados, bem como a confeco de empenhos e pagamentos em valores superiores aos servios realizados, com ntido desvio de recursos pblicos, beneficiando ilicitamente familiares do prefeito, em prejuzo de toda uma coletividade vida, carente de servios bsicos de sade e educao.

O esquema criminoso logo foi percebido ou descortinado mediante cruzamento de informaes, junto ao Sistema de Acompanhamento da Gesto dos Recursos da Sociedade (Sagres), mantido pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraba (TCE-PB), dos empenhos realizados por inmeras secretarias, destacando-se a Secretaria das Finanas municipal, contabilizando um desvio superficialmente constatado, no perodo investigado, no valor de R$ 357.830,07, a exemplo do vaqueiro da famlia que, supostamente, teria recebido no referenciado perodo a importncia de R$ 160.000,00.

O prejuzo total aos cofres pblicos ainda est sendo levantado. Contudo, estima-se que o esquema criminoso pode ter desviado acima de R$ 1 milho. A operao foi batizada de Salinas porque o esquema criminoso era administrado a partir do Stio Salinas, no municpio de Gado Bravo, onde residiam os principais investigados, o irmo e filhos do prefeito daquela comunidade. O balano parcial da operao ser divulgado em entrevista coletiva, s 10h30, na sede do Ministrio Pblico em Campina Grande.

O Grupo de Atuao Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministrio Pblico da Paraba (MPPB) realiza nesta quinta-feira (12), s 10h30, na sede do MPPB em Campina Grande, uma entrevista coletiva para dar mais detalhes sobre a ‘Operao Salinas’, que tem como alvo a prefeitura do municpio de Gado Bravo, no Agreste paraibano.

Com Ascom

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Cssio critica MP de Dilma para encerrar greve dos caminhoneiros e lembra benevolncia com MST

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O lder do PSDB no Senado, Cssio Cunha Lima (PB), ocupou a tribuna nesta quarta-feira (11), para criticar a atitude do governo ao editar a medida provisria 699/2015 que tem o objetivo de pr fim ao movimento dos caminhoneiros em vrios estados do Brasil.

A MP altera o Cdigo de Trnsito, tornando infrao gravssima usar veculo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulao em vias. Entre as mudanas est o aumento da multa para quem fizer o bloqueio, que passa de R$ 1.915 para R$ 5.746. J os organizadores de manifestaes com bloqueio de vias tero que pagar multa de R$ 19.154. Alm disso, tero o direito de dirigir suspenso por 12 meses e os veculos sero apreendidos.

Para Cssio, a medida fere os princpios constitucionais e revela a face autoritria do governo do PT.

O PT no sabe conviver com a crtica, com o contraditrio. Para eles, a manifestao s vale quando a favor do governo e, agora, querem interferir tambm no nvel de organizao dos trabalhadores brasileiros. Essa medida provisria absolutamente inconstitucional, porque prev sano de 19.154 reais para os organizadores da greve. Punir algum por seu papel de destaque em um movimento no competncia do Cdigo de Trnsito. Se o governo acha que o movimento dos caminhoneiros crime ento o procedimento correto atravs do Cdigo Penal. Essa MP um absurdo porque vedada a edio de medida provisria em matria penal, afirmou.

MST

Segundo Cssio, o governo s aceita e tolera a manifestao quando feita pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
O governo acha que o MST pode bloquear as estradas porque um brao do PT e, por isso, nunca nenhuma medida tomada contra eles. Mas quando se trata de trabalhadores que no esto organizados em sindicatos, mas esto indignados, a no pode. Essas manifestaes no representam outra coisa se no o mais profundo sentimento de indignao da sociedade brasileira, que no suporta mais todo esse desgoverno. Qual a diferena de uma manifestao para outra? S por que contraria os interesses do governo, a se usa a fora e a represso? impressionante o grau de deboche e de desrespeito com que tratam os trabalhadores, que foram chamados por lderes do governo de pseudo-caminhoneiros. Como se caminhoneiros de verdade no o fossem e no labutassem todos os dias, com todos os riscos, com todas as dificuldades das estradas brasileiras. No podemos aceitar isso!, disse.

 

 

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Deputado afirma que CPI da Telefonia j obteve os primeiros resultados antes mesma de concluir trabalhos

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O deputado Joo Gonalves (PSD) disse, na manh desta quarta-feira, que a CPI da Telefonia j comemora os primeiros resultados positivos antes mesmo de ser concluir trabalhos. Como exemplo, citou a sinalizao das operadoras para evitar cobranas de tarifas interurbanas nas divisas da Paraba com outros Estados nordestinos.

“Tudo isso est sendo discutido internamente, para vermos a melhor forma de fazer. Tudo indica que ser feito atravs de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministrio Pblico. Mas, temos ainda 120 dias de prazo para concluso dos trabalhos”, afirmou Gonalves.

Quem apostou no fracasso da CPI, pode ter quebrado a cara.

 

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