REFORMA TRABALHISTA: Veneziano não teme perseguição a aliados e reafirma posição: “Poderia ter cem cargos, mas não deixaria de votar contra”

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O deputado federal Veneziano Vital do Rego (PMDB) parece pouco preocupado com a possibilidade de perder indicados no governo do presidente Michel Temer, de quem quem é companheiro de partido. Veneziano disse, neste domingo, que não teme qualquer tipo de perseguição por sua decisão de votar contra a reforma trabalhista e repetiria o ato se preciso fosse. “Voto de acordo com minha consciência e convicção”, garantiu.

Veneziano lembrou a morosidade do Governo Federal no processo de nomeações, citando o caso de sua esposa, Ana Cláudia Vital, que deixou a Coordenação da Funasa e até agora não foi substituída.

Pelo jeito, nem será.

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Ricardo alerta para risco de “retrocessos” na Paraíba e volta a provocar Cássio: “Não queremos mais funcionário pedindo empréstimo para receber salário”

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) voltou a admitir permanência no cargo até conclusão do mandato para evitar “retrocessos” na Paraíba e aproveitou para mais uma vez provocar o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), seu principal adversário político. Ele disse que, se for preciso, concluirá o mandato sem problema, abrindo mão de disputar uma vaga no Senado Federal em 2018.

“Não tenho ambições pessoais. A Paraíba já me deu mais do que imaginava. Fui vereador, prefeito, deputado e agora governador. Se for preciso, vou até o fim (do mandato) sem problema. Agora, se lá na frente sentir que o Estado continuará sob essa mesma lógica de governo, é possível que saia. Não posso é deixar que a Paraíba sofra retrocessos. Que a gente não possa não possa viver mais numa época em que o funcionalismo tenha que fazer empréstimo para receber o próprio salário”, disparou Coutinho, em entrevista nesta domingo.

Ricardo disse ainda que em momento algum de sua carreira política tomou decisões apressadas, com tanta antecedência, e citou o episódio em que renunciou à Prefeitura de João Pessoa, para disputar o Governo do Estado, em 2010. “Sai da Prefeitura de João Pessoa faltando um mês e meio para o final do prazo legal previsto. Não tive nenhuma preparação para ser governador, muito menos para ser candidato em 2010”, citou.

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