Com apenas 14 deputados em plenário, o presidente dos trabalhos, Edmilson Soares (PEN), ameaçou encerrar a sessão sem a ordem do dia, causando alvoroço entre os colegas, após constatar a falta de quórum mínimo para continuidade dos debates. Carlos Dunga (PTB) chegou a sugerir que a contagem dos presentes fosse feita através do plenário, que contabilizava 23 deputados presentes. Soares negou-se a fazê-lo, alegando ser uma medida antiregimental.
Mas, antes da “batida do martelo”, apareceram os deputados Iraê Lucena (PSDB), Juthay Magalhães (PRB) e Léa Toscano (PSB). O presidente determinou nova contagem e o quórum foi restabelecido. A sessão teve continuidade com um rápido bate boca entre Frei Anastácio (PT), que usava a tribuna, e Carlos Dunga. O motivo, é claro, foi a ausência dos colegas em plenário na hora das sessões.
Depois que a Mesa Diretora determinou desconto das faltas nos contracheques, ninguém quer ficar ausente. Ou, pelo menos, constar como ausente.


