Cássio condena mudança de opinião de Ricardo Coutinho e afirma que “Paraíba não precisa do TCM”

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Sobre as críticas do governador Ricardo Coutinho ao seu posicionamento contrário à instalação do Tribunal de Contas dos Municípios, o senador Cássio Cunha Lima ressalta que, quando estimulou o debate, ouviu os posicionamentos de quem era contra e a favor e optou pelo fim do assunto por considerar que era mais uma altíssima conta para a sociedade paraibana pagar.

Omissão – Cássio afirma que é um absurdo que, no momento em que a Paraíba vive um dos períodos de seca mais graves da sua história, sob total omissão do governo do Estado – com cidades inteiras em colapso total no abastecimento e outras, como Campina Grande, vivendo sob forte racionamento de água – o governo tentar impor mais uma conta milionária para a sociedade pagar.

O senador alerta que o Estado atravessa, ainda, uma crise sem precedentes no que diz respeito à microcefalia e que não se viu, até agora, sequer uma campanha de conscientização sobre a necessidade de combater o mosquito transmissor do vírus Zika.

“Além do caos que vivemos na segurança pública, com números de assassinatos e crimes contra o patrimônio também sem precedentes na nossa história, e também sob o silêncio absoluto do governo” –

POSTURA OPORTUNISTA – Cássio exibiu a nota distribuída pelo PSB em 2008, quando o partido se posicionou contrário à instalação do TCM, para demonstrar o quanta é “no mínimo, estranha” a mudança súbita de opinião de Ricardo.

Dizia o então prefeito Ricardo Coutinho na época: “(…)O PSB considera que no momento a medida se reveste por inoportuna, ante a crise política, administrativa e financeira em que se encontra mergulhada a gestão pública estadual, aprofundada com as decisões e pendências no âmbito da justiça eleitoral”.

CABIDE DE EMPREGOS – O senador reitera que intenções políticas duvidosas movem o governador para tentar instalar o TCM. “Além de dar empregos vitalícios aos seus aliados políticos, uma das intenções dele é se livrar da vice-governadora Lígia Feliciano. Ele que ‘promover’ a vice governadora com um cargo vitalício no TCM, removendo-a do seu direito de vir assumir o mandato, caso ele se afaste para concorrer nas eleições de 2018”- acusa Cássio.

Além do mais, Cássio lembra que: “Atualmente, o Estado descumpre alguns dos itens dos Indicadores do Programa de Ajuste Fiscal, inclusive as despesas com pessoal e naquela época, quando o PSB foi contrário à instalação do TCM, o Estado tinha suas finanças totalmente saneadas e mesmo assim, por considerar extremamente caro, o debate foi encerrado.” (http://transparencia.pb.gov.br/dados-gerais/indicadores-do-paf).

Assessoria do senador Cássio Cunha Liam (PSDB-PB)

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