CASO DE POLÍCIA: Prostituta e motorista do deputado Wilson Filho se envolvem em confusão e acabam em delegacia

Deputado se mete em confusão por causa de motorista e assessores (Imagem da Internet)

Deputado confirma que emprestou carro a assessores (Imagem da Internet)

Juntar política e sexo sempre deu problema. Até o ex-presidente americano Bil Clinton já foi vítima dessa explosiva combinação. O deputado federal paraibano Wilson Santiago Filho parece ser a bola da vez. Mesmo não sendo protagonista do episódio, o filho do ex-senador Wilson Santiago (PTB) viu seu nome envolvido num encontro “de lazer” de seu motorista, conhecido por Reginaldo, com uma prostituta, em Brasília.

Tudo porque Santiago Filho inventou de colocar seu carro à disposição para que prefeitos e vereadores paraibanos com quem teve um encontro político, em Brasília, conhecessem a Capital Federal. Segundo o próprio deputado, o motorista e os aliados políticos não informaram o destino que tomariam. “Só tomei conhecimento do fato na manhã de hoje”, disse Santiago, por telefone, ao jornalista Clilson Júnior, após constatar a repercussão da notícia divulgada no portal ClickPB e na Rádio Arapuan FM.

O fato a que o deputado se refere ocorreu numa boate, em Brasília, para onde o motorista teria conduzido a comitiva política. Uma prostituta teria se irritado (possivelmente por falta de pagamento) e depredado o veículo do deputado paraibano, forçando o motorista a levar o caso à delegacia de polícia.

Santiago Filho assegurou que o carro não é oficial, reafirmando ainda que n]ao sabia do roteiro traçado pelo motorista e seus correligionários. Durante participação no programa Rádio Verdade, da Arapuan, o deputado chegou a bater boca com o radialista Nilvan Ferreira sobre o assunto. Nilvan o acusou de tentar desqualificá-lo. Santiago Filho negou.

Ao final, o radialista disse que o fato de o carro utilizado no episódio ser particular não exclui totalmente o deputado paraibano da responsabilidade sobre o que aconteceu na Capital Federal. “O carro não era oficial, mas o motorista era seu, deputado. Temos que saber também se o combustível foi pago com verba indenizatória. Se foi, o caso é mais grave ainda”, disparou Ferreira.

O deputado agradeceu o espaço e desligou o telefone.

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