Clima entre Cartaxo e Nonato volta a “azedar” e vice é “fritado” dentro do próprio partido

Imagem da Internet

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O clima pesado entre Luciano Cartaxo (PT) e Nonato Bandeira (PPS) parecia ter sido superado quando o vice assumiu o Poder Executivo, com a licença do prefeito. Mas, só parecia. Hoje, o que se nota é que tudo não passou de uma cortina de fumaça, uma farsa para evitar um confronto mais intenso e até o rompimento político entre os dois.

Tão logo Cartaxo assumiu o cargo, Bandeira voltou à condição de “zero à esquerda” na administração municipal, sem sequer ter direito a dar um simples palpite. E para completar, agora está sendo “fritado” por companheiros do próprio PPS, que ajudou a eleger, certamente com o consentimento do “chefe maior”.

É muita coincidência o vereador Marco Antonio Queiroga, que também tem Cartaxo no sobrenome e lidera a bancada do prefeito, defender a exclusão de Nonato da chapa majoritária em 2016 para atrair o PSB do governador Ricardo Coutinho, ofertando-lhe a vaga de vice. Justamente quando se registra outra crise política vivida pelo prefeito, que vem perdendo apoios na Câmara Municipal.

Bandeira foi tratado até agora como uma criança que ganha um pirulito, não se contém de felicidade na ocasião, mas logo depois lhe tiram o doce, sem maiores explicações.

Uma brincadeira arriscada, sem dúvidas, para os autores. Todos, inclusive Cartaxo e sua trupe, sabem o potencial de Bandeira. Pode-se dizer que o homem não tem votos, mas ninguém se arrisca a menosprezá-lo em matéria de articulação e trabalho de bastidores. Além disso, o vice sabe muito sobre as peripécias do prefeito e seus auxiliares. Pode ser um excelente instrumento nas mãos de adversários.

Alguém quer pagar para ver?

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