ESQUECERAM DE MIM? Sem convite, Nonato Bandeira não participa de reunião de Cartaxo com secretariado

Imagem da Internet

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A situação do vice Nonato Bandeira na administração municipal é de fazer pena. Se já não participava das decisões do prefeito Luciano cartaxo (PT), Bandeira agora não é convidado nem para as reuniões. Foi o que aconteceu ontem (quinta-feira), quando Cartaxo promoveu encontro com o secretariado para avaliar o primeiro semestre de sua gestão em 2015. O vice não compareceu simplesmente porque não foi convidado.

Sem coragem de romper politicamente com o prefeito, Nonato prefere fazer de conta que nada está acontecendo e se submete e a todo tipo de humilhação. Com sua tradicional ironia, o vice creditou o esquecimento do seu nome na relação de convidados ao volume de trabalho que Cartaxo vem enfrentando. “O prefeito deve estar muito atribulado. Por isso esqueceu de me convidar”, justificou.

Nonato sabe tanto quanto toda a população paraibana que seu nome não foi esquecido e sim vetado para a reunião de Cartaxo com os secretários. A relação entre os dois está estremecida desde o início do ano passado, mas azedou de vez quando o vice apoiou a candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado, divergindo da orientação do prefeito que se aliou ao atual governador, Ricardo Coutinho (PSB), e teve o irmão, Lucélio, candidato ao Senado Federal na chapa do socialista.

No início de 2015, chegou-se a especular que o vereador Marco Antonio, líder do prefeito na Câmara Municipal, teria sido escalado para “bater chapa” e tomar o comando do PPS de Nonato. Não se sabe porque, a operação foi brecada.

Mas, esse foi apenas um dos muitos capítulos dessa novela. Na relação entre prefeito e vice, muito parecida com a de um casal que convive sob o mesmo teto, mas dorme em camas separadas, não dá para avaliar quem é mais cara de pau: Se Cartaxo, que massacra sem dó nem piedade um aliado que ajudou a elegê-lo, ou Nonato que “apanha” toda hora e faz cara de satisfeito.

Mas, isso, é coisa para o eleitor julgar.

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