Tenho pouco a falar sobre a engenheira Gilcélia Figueiredo. Embora tenha muitos motivos para não esquecer da “figura” pública chamada Gilgélia Figueiredo. Petista de carteirinha, mas com uma visão crítica que poucos da sua seara fazem questão de expor. Não esperava outra atitude de Gilcélia, a não ser a entrega do cargo de secretária municipal em João Pessoa, após a saída do prefeito Luciano Cartaxo do PT.
Gilcélia lutou, tentou convencer o prefeito a mudar de ideia, mas tudo em vão. Tentou não para manter o cargo ou para “chalerar” o chefe, como outros fizeram, mas para evitar o esfacelamento do PT, partido que ajudou a fundar. Não deu certo. A saída de Cartaxo para o PSD e o rompimento com o prefeito foram inevitáveis.
Não restou outra alternativa: Gilcélia entregou o cargo w, entre Cartaxo e o PT, tomou a decisão óbvia. Ficou com quem conviveu quase que a vida toda. Quanto ao cargo:depois aparece outro. Se não aparecer, o PT sempre terá a guerreira, batalhadora e persistente Gilcélia.
Isso sim é exemplo de partidarismo. O resto é conversa fiada.

