Ministro das Cidades lamenta “pendenga política” e garante liberação de recursos para viaduto do Geisel

Bruno Araujo1

Após a repercussão negativa sobre o bloqueio dos recursos já liberados para conclusão do viaduto Eduardo Campos, que está sendo construído, no bairro Ernesto Geisel, em João Pessoa, Capital da Paraíba, o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB) garantiu, nesta segunda-feira (13), via redes sociais, que os recursos serão liberados, paulatinamente, e não em sua integralidade, como havia sido feito pelo Governo da presidente Dilma.

Na postagem, ele ainda lamentou a pendenga política que foi criada em torno do tema classificando a movimentação como uma “batalha política”. “Não se deve transformar um tema tão importante na vida das pessoas em batalhas políticas que, sem sentido, tiram o foco do que é fundamental: o atendimento ao cidadão”, disse o ministro em sua página no facebook.

Ele ainda aproveitou o espaço para explicar o porquê da suspensão da liberação dos recursos destinados a obra do viaduto na Paraíba, ressaltando que o ato apenas visa garantir mais eficiência e compromisso na execução do serviço. “Nossa atitude foi no sentido de garantir maior eficiência e compromisso na execução da obra, o que é exigência da sociedade”, destacou.

Ainda conforme o ministro, a conclusão da obra é uma prioridade, no entanto, os recursos serão liberados à medida em que a obra avançar.

Segundo a assessoria de Bruno Araújo, o governo da presidente Dilma Rousseff liberou a integralidade dos recursos, os R$ 17,8 milhões do convênio, sem que a obra estivesse com as medições compatíveis. Já de acordo com o líder da bancada governistas na Assembleia Legislativa da Paraíba, Hervázio Bezerra (PSB), a obra já está com mais de 50% concluída e o Governo do Estado já está preparando todas as provas para comprovar.

VEJA A POSTAGEM

Gostaria de falar sobre o Viaduto do Geisel.

Os brasileiros exigem que os recursos públicos sejam utilizados com eficiência e cuidado. O governo afastado, em um período de um ano e quatro meses, só enviou R$ 240 mil para o Viaduto do Geisel e, às vésperas de seu afastamento, repassou R$ 17,8 milhões em recursos não para conta do governo do Estado, como afirmado, mas a para a conta do convênio do Ministério das Cidades.

A boa administração dos recursos públicos impede que se mandem todos os recursos para uma obra que consta no Ministério com apenas 22,9% de execução. Ou seja, o governo anterior transferiu dinheiro antes da realização do serviço.

A prática mais eficaz da administração é liberar os recursos na medida em que as etapas de construção são terminadas. É a melhor maneira de evitar desperdícios e proteger o contribuinte. Não é esse o costume do cidadão? Só pagar quando o serviço é feito? É o que pretendemos fazer com rigor. Além do que, dia 3 de junho, em entrevistas ao vivo na Paraíba, ouvindo as demandas dos senadores paraibanos, anunciamos que os pagamentos seriam feitos na medida em que as obras forem executadas. É possível discordar desse procedimento?

A nossa atitude, portanto, foi no sentido de garantir maior eficiência e compromisso na execução da obra, o que é exigência da sociedade. Não se deve transformar um tema tão importante na vida das pessoas em batalhas políticas que, sem sentido, tiram o foco do que é fundamental: o atendimento ao cidadão. Como nordestino, conheço das dificuldades de nossa região e a conclusão do Viaduto do Geisel é uma prioridade.

Muito obrigado

Bruno Araújo

Bruno Araujo

Com PBAgora
Márcia Dias

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

O blog não se responsabiliza pelo conteúdo exposto neste espaço. O material é de inteira responsabilidade do seu autor