A saída do médico José Carlos Evangelista da Secretaria Municipal de Saúde não afeta, pelo menos por enquanto, a relação do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) com o PMDB. Cartaxo, que convocou o ex-secretário Adalberto Fulgêncio para “tapar o buraco” aberto com o pedido de demissão de Evangelista, já acenou que o partido terá direito a indica ar nome para outra pasta.
Logo que recebeu o pedido d demissão, Cartaxo tentou reverter a saída de Evangelista, que não cedeu aos argumentos do prefeito. Até o vice-prefeito, Manoel Júnior, que in dicou o médico na cota do PMDB, foi acionado e não conseguiu demover o médico de sua decisão. Em suma, Cartaxo fez tudo direitinho, sem deixar brechas para reclamações dos peemedebistas. Sem contar que o secretário não foi demitido, e sim pediu para sair.
Não deixa de ser traumático para uma gestão que está iniciando (o segundo mandato) perder uma de suas peças principais. Evangelista passou apenas uma semana no cargo. Mais ainda pelas razões elencadas pelo profissional. Mas, a vida continua. A equipe não pode parar por causa disso. Nem a administração municipal.
Fulgêncio, se for mantido, tem tudo para emplacar. No primeiro mandato de Cartaxo, foi alvo de muitas críticas, mas mostrou serviço. E é isso que João Pessoa precisa.

