Onde há fumaça, há fogo. Talvez tenha partido dessa premissa popular a repercussão gerada pela possível conversa entre o presidente do PSB, Edvaldo Rosas, e do PPS, Nonato Bandeira, sobre as eleições de 2014. Nonato disse que não esperava tais desdobramentos e tratou de descartar, logo de cara, uma reaproximação com o governador Ricardo Coutinho (PSB).
“Não haverá aliança nem na majoritária”, assegurou Bandeira, ao ser questionado por um pré-candidato a deputado sobre uma futura composição entre PPS e PSB também no campo proporcional.
O dirigente do PPS lembrou que as discussões entre partidos são naturais e fazem parte do processo democrático mas “isso não quer dizer que uma reunião entre dois representantes partidários se transforme em aliança”. Segundo Bandeira, é preciso separar as conversas pessoais das institucionais.
“Somos (ele e Edvaldo Rosas) representantes institucionais do PPS e do PSB. Não se trata de uma discussão pessoal”, sustentou Bandeira.
Por fim, Nonato esclareceu que a preferência do presidente nacional do PPS, Roberto Freire, pelo nome de Eduardo Campos não significa que o partido fará composição com o PSB em todos os Estados. “Aqui na Paraíba, só decidiremos isso ano que vem”, adiantou.
Mais claro, impossível.

