Pena que não podemos impugnar arcebispos; Dom Aldo seria o primeiro da lista

Imagem da Internet

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O arcebispo Dom Aldo Pagotto (que Deus me perdõe) tem feito mais campanha pessoal do que muitos candidatos que buscam mandatos nas eleições da Paraíba. E olha que não é de hoje. Ele, apesar da recomendação da Igreja Católica de não interferir em processos políticos, vem extrapolando seus limites eclesiásticos.

Dom Aldo já fez campanha “aberta” para determinados candidatos sem ser incomodado. No máximo, foi criticado. Fosse outra “autoridade”, certamente teria sofrido restrições mais sérias.

Mas, Dom Aldo parece que achou pouco. Resolveu interferir também nos costumes dos pessoenses. Essa história de vetar a parte profana da Festa das Neves não tem sentido. Já vi arcebispos como Dom José Maria Pires “entrar e sair” sem grandes polêmicas. Muito menos sem questionar a Festa das Neves, um “retrato” de João Pessoa e uma “saudação” religiosa dos que aqui residem à sua “protetora”.

Querer restringir a festa é reduzir o seu tamanho, a sua intensidade e o seu significado. Melhor seria Dom Aldo orientar os fiéis a comparecerem à parte religiosa, sem interferir na profana. Até porque, a essa segunda parte, vai quem quer. E não vão somente os pecadores.

Aliás, Deus está vendo quem vai à festa, quem respeita a festa e quem se aproveita da festa para aparecer.

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