Postura da bancada paraibana na votação do ajuste fiscal mostra a coragem dos dissidentes e a cara de pau dos subservientes

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Apenas quatro dos doze deputados federais paraibanos votaram a favor dos trabalhadores e contra as medidas de ajuste fiscal aprovadas pela Câmara dos Deputados, sob a batuta da presidente “corda bamba” Dilma Roussef. A diferença de 27 votos mostra o constrangimento dos parlamentares diante de tal escárnio, que só visa prejudicar os que mais precisam e contribuem para o desenvolvimento do País.

A votação mostrou também que nem só de covardia e cara de pau vive a bancada paraibana. Os deputados Efraim Filho (DEM) e Pedro Cunha Lima (PSDB) confirmaram a expectativa e se mantiveram, de forma coerente, contra as mudanças. Não deixa de ser uma postura louvável diante de tantos que se venderam em troca de cargos e benesses governamentais. Mas, a coragem de Damião Feliciano (PDT) e Benjamin Maranhão (SDD) deve ser exaltada e reconhecida.

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Os dois pertencem a partidos que vivem “pendurados” no Palácio do Planalto, rezando pela cartilha do PT de Dilma e gritando amém em homenagem à corrupção e aos desmandos do atual governo. Que o diga o presidente nacional do PDT, Carlos Luppi, ministro dessa gentalha que comanda o País. E esse tal “Paulinho da Força”, que só demonstra força mesmo quando busca seus interesses pessoais. Portanto, esses dois “dissidentes” resolveram enfrentar o “rolo compressor” para ficar ao lado dos trabalhadores. Nada mais corajoso, em se tratando das possibilidades de retaliações dos petralhas.

Quanto aos que baixaram a cabeça novamente, resta esperar “o troco” dos trabalhadores e da população nas urnas. Wilson Filho (PTB), Wellington Roberto (PR), Rômulo Gouveia (PSD), Aguinaldo Ribeiro (PP), Luiz Couto (PT) e os peemedebistas Manoel Júnior, Hugo Motta e Veneziano Vital do Rego que busquem argumentos para justificar sua covardia, pois foram eleitos pelo povo e se curvaram às benesses do poder para massacrar direitos dos trabalhadores.

Com isso, caíram por terra as “bravatas” do todo-poderoso “garotão” da CPI da Petrobras, que tanto exortou a moral e os bons princípios quando provocado pelos petralhas. Também foi de morro abaixo a demagogia de Manoel Júnior, exitoso defensor dos trabalhadores somente enquanto se lançava pré-candidato a prefeito de João Pessoa. E o que dizer de Veneziano, que arrependeu-se de, no primeiro momento, votar em favor das terceirizações? Rômulo Gouveia, Aguinaldo Ribeiro e Wellington Roberto, bem, sobre esses é melhor nem comentar.

Agora, o Padre Luiz Couto? Esse aí tá devendo e não é pouco, nem é de hoje. Vai pagar um preço alto pela subserviência e as contradições.

Afinal, votar contra os pobres também é pecado. Ou não é?

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