A pressão sobre o PMDB da Paraíba aumenta a cada dia e vem de todos os lados. Primeiro, aliados do deputado Manoel Júnior não aceitam o “acordão” proposto pelo PSDB para apoiar a reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Em outra ponta, o prefeito e o senador Cássio Cuinha Lima mantém o “cerco” ao senador José Maranhão, presidente do PMDB, para convencê-lo de que a estratégia é a melhor para as oposições visando as eleições de 2018. E, numa terceira via, o PSB, do governador Ricardo Coutinho, tenta reconquistar o que perdeu, insistindo no apoio peemedebista à sua pré-candidata, Cida Ramos, seja no primeiro ou até num eventual segundo turno.
Com tantas possibilidades rondando seu “terreiro”, o PMDB achou mais prudente deixar para última hora a convenção que definirá se o partido terá candidato próprio ou marchará “à reboque” de outras forças políticas, como tem feito nas últimas eleições que disputou no principal colégio eleitoral do Estado. Pelo que disse o jornalista Marcus Alves, a convenção será dia 5 de agosto, data de aniversário da Capital paraibana.
Em entrevista ao portal Paraibajá, Alves mostrou-se irritado com tantos boatos direcionados a retirar o deputado federal Manoel Júnior do páreo. “Manoel já disse que é candidato e o senador José Maranhão, presidente do PMDB, também assegurou a candidatura própria do PMDB. Não sei por que tantos boatos. Não vai mudar nada com isso”, avisou o ex-secretário de Comunicação do prefeito Luciano Cartaxo.
Alheio aos comentários sobre sua suposta desistência, o deputado Manoel Júnior deu uma “sumida” nesta segunda-feira para comemorar o aniversário da mãe. E sobre os boatos de desistência, o pré-candidato do PMDB tem recebido


