Em 2010, apesar de ter sido eleito com mais de um milhão de votos, como fazia questão de frisar, o senador Cássio Cunha Lima teve que passar por uma verdadeira “via crucis” para assumir o mandato.
O terceiro colocado, Wilson Santiago, hoje seu companheiro de chapa, tomou-lhe quase dois dos oito anos a que tem direito cada integrante da chamada “Câmara Alta”.
Dois anos depois de receber o “nada consta” da Justiça Eleitoral e estando no legítimo exercício do mandato, Cássio está prestes a passar por outra “via crucis” para poder disputar a eleição de governador. Os adversários, antes aliados, ameaçam – e devem mesmo – pedir a impugnação da candidatura do tucano.
O final da história jurídica, só a Justiça Eleitoral pode contar. Quanto ao desfecho da história política, esse caberá ao eleitor.
Na história anterior, o capítulo final foi favorável a Cássio.
