Reviravolta pode levar Aguinaldo à chapa de Cássio e forçar Santiago à se aliar ao PMDB

Imagem da Internet

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O ex-ministro Aguinaldo Ribeiro é realmente uma incógnita como político. Chegou a ser o favorito do senador Cássio Cunha Lima para disputar o Senado Federal. Não quis, com medo da derrota. Preferiu manter o projeto de disputar a reeleição, mais viável. Não é que agora, quando as convenções estão próximas, Aguinaldo reúne prefeitos, vereadores e outros aliados e admite rever essa decisão?

O encontro foi ontem, durante café da manhã, em sua granja, nos arredores de Campina Grande. O “pano de fundo” foi uma recepção ao ministro Gilberto Occhi, seu substituto na pasta das Cidades. Dizem que Aguinaldo até discursou ao lado do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) e do vice-governador Rômulo Gouveia (PSD). O que estaria faltando então? O mais importante: o aval da presidente Dilma Roussef.

Até o final da semana, Aguinaldo deve conversar com a presidente, a quem cabe dar a palavra final sobre a operação. A menos que o dirigente do PP não sonhe mais em voltar ao ministério petista.

Se for consumada, a reviravolta forçará o ex-senador Wilson Santiago a levar o PTB aos braços do PMDB, de Veneziano Vital do Rego. Não por escolha, mas porque a chapa peemedebista é a única que não preencheu ainda a vaga de senador. Fechado 90% com Cássio, segundo suas próprias declarações, seria um golpe forte no projeto de Santiago.

Mas, como a política é dinâmica, já dizia o profeta Manoel Gaudêncio, não se deve estranhar.

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