Ricardo volta a criticar obra da Lagoa, aponta falhas e cobra “responsabilidade” de Cartaxo com o dinheiro público

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) voltou a criticar a reforma feita pela Prefeitura de João Pessoa na Lagoa, do Parque Solon de Lucena, apontando falhas na obra, e cobrou do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) “responsabilidade com o dinheiro público”. Ricardo explicou que não se opõe à obra, mas sim ao modo como foi executada que chamou atenção da Controladoria Geral da União.

“Sou opositor de alguém querer que eu acredite que retirou duzentas mil toneladas de um buraco. Porque se isso fosse verdade, nós teríamos um buraco na Lagoa de 18 metros (de profundidade), seriam sete andares pra baixo, se isso fosse verdade. É preciso ter responsabilidade com o dinheiro público”, afirmou Coutinho.

Além da suposta retirada do lixo, o governador citou ainda as falhas técnicas na obra da Lagoa que provocaram rompimento do asfalto da Rua Padre Azevedo por duas vezes, durante o período chuvoso, transformando a via em local de pescaria e a gestão municipal em alvo de chacota. “Tecnicamente não se justifica o que fizeram. Na [avenida] Padra Azevedo, água não pode voltar e estourar lá embaixo, infiltrando pelo chão. Isso é extremamente grave, pois não se pode construir um túnel até a metade de uma rua e depois estreitar com um tubo”, avaliou.

Ricardo responsabilizou o prefeito Luciano Cartaxo pelos problemas, disse que no período de quatro anos foi pouco que a gestão atual fez, e ainda levantou dúvidas sobre a devida aplicação dos recursos destinados à obra da Lagoa. “Espero que aquilo [Lagoa], que dizem terem sidos utilizados 41 milhões de reais, possa servir à população”, sustentou.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, comentou a obra realizada no Parque Solón de Lucena em João Pessoa. O chefe do Poder Executivo do Estado afirmou que não se opõe a realização de obras, no entanto é preciso ter responsabilidade com o uso do dinheiro público.

Ricardo Coutinho disse que informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) em relação a quantidade de material retirado da Lagoa é inverídica, como atesta relatório da Controladoria Geral da União (CGU). “Sou opositor de alguém querer que eu acredite que retirou duzentas mil toneladas de um buraco. Porque se isso fosse verdade nós teríamos um buraco na Lagoa de 18m, seriam sete andares pra baixo, se isso fosse verdade”, disparou Ricardo.

O governador acrescentou que toda a obra da Lagoa foi feita forma errada e pôs em risco a parte histórica da cidade. “Tecnicamente não se justifica o que fizeram. Na [avenida] Padra Azevedo, água não pode voltar e estourar lá embaixo, infiltrando pelo chão. Isso é extremamente grave, pois não se pode construir um túnel até a metade de uma rua e depois estreitar com um tubo”, afirmou.

Ricardo Coutinho não poupou críticas ao prefeito da Capital e destacou que o paríodo de quatro anos foi muito tempo para a realização de poucos serviços. “Espero que aquilo [Lagoa], que dizem terem sidos utilizados 41 milhões de reais, possa servir a população”, concluiu o governador.

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