Seguindo cenário nacional, PMDB se transforma na “noiva” mais cobiçada das eleições na Paraíba

Imagem da Internet

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Ao contrário de eleições anteriores, onde foi protagonista, o PMDB enfrenta dificuldades para consolidar a candidatura do ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego. Mesmo representando o maior partido do Estado, Veneziano amarga um desagradável terceiro lugar em todas as pesquisas divulgadas até agora. E distante do segundo colocado.

Além de preocupar a cúpula peemedebista, a situação chamou atenção dos concorrentes. PSB e PSDB já fizeram até propostas para ter o partido de José Maranhão em seu palanque já no primeiro turno. O governador Ricardo Coutinho, candidato à reeleição, admitiu não só a aliança como até discutir a ocupação da vaga de senador, destinada ao vice Rômulo Gouveia (PSD), por um peemedebista.

O senador Cássio Cunha Lima, pré-candidato tucano, ofereceu o mesmo. Há quem diga até que Cássio, nos bastidores, teria coberto a proposta do socialista admitindo entregar não só a vaga de senador, mas também a de vice em sua chapa, para ter o apoio do PMDB logo no primeiro turno em nome da unidade das oposições.

De repente, o PMDB se transformou na “noiva” mais cobiçada das eleições na Paraíba.

A proposta de Ricardo não foi bem recebida. Mas, a de Cássio “balançou” pelo menos parte do PMDB que defende aliança com o PSDB agora. Embora Veneziano tenha descartado a oferta, Maranhão a considerou “interessante”. Apenas ponderou quanto ao candidato a governador que seria “sacrificado” para viabilizar a composição da chapa mista. Com toda razão. Não seria aconselhável, eticamente, ele defender a retirada do nome do partido que preside.

O ex-governador concordou, entretanto, com a necessidade de unidade das forças oposicionistas para a vitória, mesmo que isso só ocorra num eventual segundo turno. Já é um avanço. Mas, Cássio quer mais. E, pelo que dizem alguns de seus aliados, vai insistir na tese rechaçada pelo governador. Não poderia ser diferente. Foi assim que Ricardo venceu as eleições de 2010. Unindo os opositores e atraindo aliados do então governador José Maranhão.

Cássio quer repetir o feito.

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