Trócolli Júnior volta a criticar “omissão” da bancada federal em relação ao Porto de Cabedelo

Trócolli lamentou omissão da bancada federal paraibana (foto da internet)

Trócolli Júnior lamentou omissão da bancada federal paraibana (foto da internet)

Não foi a primeira vez e, certamente, não será a última. O deputado Trócoll Júnior voltou a cobrar da bancada federal paraibana ações junto ao governo federal para liberação de verbas destinadas à ampliação da profundidade do Porto de Cabedelo. Com apenas 9,5 metros de profundidade, em média, o porto precisaria chegar a pelo menos 16 metros, segundo o parlamentar, para permitir o atracamento de grandes navios cargueiros.

Trócolli Júnior explicou que a dragagem  – serviço destinado a aumentar a profundidade – do Porto de Cabedelo foi iniciada no ano passado, com investimentos da ordem de R$ 40 milhões. Mas, o trabalho não foi concluído. Agora, seriam necessários pelo menos mais R$ 200 milhões para dar ao porto as condições ideais de funcionamento, garantindo a multiplicação do volume de cargas.

“Acredito que num prazo de dois anos, o Porto de Cabedelo pagaria esse investimento somente com  a movimentação dos navios cargueiros”, prevê Trócolli Júnior.

Sem contar com apoio dos doze deputados federais e dos três senadores paraibanos, Trócolli Júnior revelou que já esteve com o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, três ou quatro vezes, mas sem conseguir qualquer avanço na reivindicação de melhorias em Cabedelo.

“O ministro não tem interesse porque o seu Estado, o Ceará, tem um porto de alta profundidade, mesmo privilégio do Rio Grande do Norte e de Pernambuco. Não sei porque essa discriminação com a Paraíba. Talvez porque a nossa representação política seja fraca para cobrar um tratamento melhor para o Estado”, lamentou Trócolli Júnior.

Aliás, não é só o Porto de Cabedelo que padece em decorrência dessa fraqueza citada por Trócolli. Há décadas que a Paraíba não recebe, do governo federal, uma obra sequer estruturante. Refinarias, fábricas de automóveis e outras grandes fontes de emprego e renda continuam sendo privilégios dos Estados vizinhos.

Alguém duvida?

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