Ex-deputado rene Cssio, Romero e Pedro Cunha Lima no lanamento de sua candidatura a vereador

Gilbran e Cssio

Ao lado do senador Cssio Cunha Lima (PSDB), do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) e do deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSDB), o prefeito Romero Rodrigues (PSDB), candidato reeleio pela Coligao Por Amor a Campina, participou na noite desta sexta-feira, 02, do lanamento da candidatura a vereador do ex-deputado Gilbran Asfora (PSC).

O evento aconteceu no Clube da Bolsa, ao lado do Parque do Povo, no centro da cidade.

Em suas falas, Cssio, Pedro e Bruno pediram a militncia de Gilbran empenho tendo em vista que s restam 30 dias para se fazer campanha.

O ex-deputado comparou o local de honra do evento a uma seleo, onde o senador Cssio o grande capito e o prefeito Romero o centroavante.

Fica fcil jogar nesse time, que j fez muito, faz e ainda vai fazer muito mais por Campina Grande.

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Prefeito de Sum nega propina e lamenta falta do contraditrio em denncia do MPF

Imagem da Internet

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A prefeitura Municipal de Sum emitiu nota em defesa do prefeito Francisco Duarte da Silva Neto, acusado pelo Ministrio Pblico Federal da Paraba de ter cancelado um contrato de obra de esgotamento sanitrio, no valor aproximado de R$ 3,5 milhes por no receber propina. O gestor nega taxativamente a irregularidade e diz que o MPF no buscou previamente tomar qualquer informao junto Prefeitura de Sum, contrariando o princpio da ampla defesa e do contraditrio. Para ele, h “uma tentativa de criao de factoides e explorao miditica de supostas denncias, sem fundamentos substanciais de veracidade, feitas apenas com fins polticos de prejudicar a imagem do atual gestor do municpio de Sum”.

Reproduzimos, a seguir, na ntegra, a nota encaminhada pela prefeitura de Sum.

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SUM

Considerando as denncias veiculadas na manh desta sexta-feira (02/09), pelo Ministrio Pblico Federal, a Prefeitura Municipal de Sum esclarece que:

1. Em nenhum momento o Ministrio Pblico Federal buscou informaes perante a Prefeitura de Sum para fundamentar sua recomendao, tomando inicialmente como verdadeiras as alegaes apresentadas pelo diretor-presidente da empresa COENCO Construes, Empreendimentos e Servios, agindo contrariamente ao preceito constitucional do contraditrio, tornando pblica uma informao que no condiz com a realidade dos fatos.

2. Inicialmente importante esclarecer que a empresa em questo, detentora do contrato firmando com a Prefeitura de Sum em outubro de 2015, recentemente foi alvo de operao realizada pela Polcia Federal, tendo o diretor-presidente da empresa COENCO sido conduzido coercitivamente para prestar esclarecimentos, atravs da Operao Desumanidade, operao esta amplamente veiculada na imprensa estadual, fazendo-se imperioso colocar sob suspeita as reais intenes da delao apresentada pelo mesmo.

3. Especificamente em relao resciso contratual, necessrio esclarecer que desde o ltimo ms de abril, a empresa foi oficializada para proceder o incio das obras, quando no ms de maio foi procedida a Primeira Notificao, uma vez que a mesma no apresentou qualquer manifestao acerca do ofcio protocolado perante ela pela Prefeitura de Sum.

4. Aps a Primeira Notificao, a empresa informou que estaria iniciando as obras no incio de junho, sendo que at o dia 13 de junho, ou seja, trinta dias aps a Primeira Notificao, a empresa no procedeu o incio dos servios, decorrendo assim, quase 60 (sessenta) dias da primeira comunicao, momento em que foi emitida uma Segunda Notificao dando o prazo para que a empresa comprovasse o incio da obra, aplicando a penalidade de Advertncia, conforme previsto no Contrato firmando, bem como na Lei de Licitao. No prazo estipulado, a empresa novamente no apresentou nenhuma manifestao em tempo hbil acerca da Segunda Notificao recebida, o que culminou com a emisso da Resciso Contratual, bem como a Notificao da Resciso para que ela se manifestasse, respeitando assim os preceitos legais, em especial aos da ampla defesa e do contraditrio, quando apenas nesse momento, a empresa apresentou Recurso Administrativo para contestar a resciso.

5. Aps a apresentao do recurso, bem como o compromisso do diretor-presidente da empresa em executar os servios de forma clere, a obra foi liberada para que a mesma procedesse execuo, quando em agosto, ou seja, mais de 60 (sessenta) dias aps o prazo que a empresa informou em sua resposta que estaria iniciando as obras, foi verificado pelo setor de engenharia uma execuo de apenas 19% do total previsto para o perodo, no tendo sido apresentado pela contratada, qualquer pedido de medio, o que, alm do atraso injustificado do incio da obra, caracterizou tambm atraso nos prazos contratuais, descumprimento das especificaes, do projeto, bem como a lentido desmotivada em sua execuo, o que comprova claramente o descumprimento das clusulas contratuais, incidindo a contratada nos casos previstos no Art. 77 c/c Art. 79, I, c/c Art. 78, I, II, III e IV da Lei de Licitaes e Contratos, no havendo em que se falar em ilegalidade na emisso da Resciso Contratual.

6. Ciente de sua irregularidade, bem como do seu envolvimento em outras operaes da Polcia Federal, a exemplo da Operao Desumanidade, e possivelmente temendo novas demandas judiciais, a contratada COENCO tenta denegrir a imagem do gestor municipal, atitude que deve ser condenada e repudiada de forma veemente.

7. Portanto, a Prefeitura de Sum vem a pblico, repudiar e rechaar a informao de qualquer irregularidade no Ato de Resciso Contratual da obra de esgotamento sanitrio do municpio, salientando ainda que em nenhum momento, o Ministrio Pblico Federal buscou previamente tomar qualquer informao junto Prefeitura de Sum, contrariando o princpio da ampla defesa e do contraditrio.

8. Outrossim, de se repudiar a tentativa de criao de factoides e explorao miditica de supostas denncias, sem fundamentos substanciais de veracidade, feitas apenas com fins polticos de prejudicar a imagem do atual gestor do municpio de Sum.

9. Medidas sero tomadas pela calnia, injria e difamao levantadas contra a pessoa do prefeito e no decorrer do processo se demonstrar o falsrio e criminoso que o diretor-presidente da empresa que levantou tais acusaes.

Prefeitura Municipal de Sum
Assessoria de Imprensa
02/09/2016

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Em delao, Delcdio Amaral revela que Lula era o chefe da quadrilha do Petrolo

Imagem (Divulgao)

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Em maro, O ex-senador Delcdio do Amaral assinou um acordo de delao premiada com a justia, apontando Lula como o comandante do esquema de corrupo na Petrobras uma suspeita com a qual os investigadores sempre trabalharam, mas que ainda no haviam colhido evidncias capazes de sustentar uma acusao. O site do jornal O Globo informou hoje que o ex-senador formalizou a denncia contra Lula.

A VEJA apurou que o depoimento de Delcdio foi dado na quinta-feira (1). Segundo o ex-senador, Lula distribuiu as diretorias da estatal entre polticos aliados em troca do apoio deles no Congresso. Alm de cuidar pessoalmente de cada detalhe do loteamento, da diviso dos postos escolha dos nomeados, Lula teria pleno conhecimento de que os partidos usavam os cargos para cobrar propina de empreiteiras e financiar seus caixas e campanhas eleitorais. Era, segundo o ex-senador, uma ao coordenada de governo que tinha o objetivo de comprar apoio poltico-partidrio com propina desviada de contratos superfaturados da Petrobras.

Ex-lder do governo Dilma e ex-lder do PT na gesto Lula, Delcdio deps ao procurador Janurio Paludo, integrante da fora-tarefa da Lava-Jato. O ex-senador pontuou sua narrativa com uma espcie de divisor de guas. Ele declarou que havia nichos isolados de corrupo na empresa at a descoberta do mensalo, em 2005. Com o estouro do escndalo, Lula teve de reorganizar a base governista para escapar do impeachment. Para tanto, abriu ainda mais as portas da Petrobras a PMDB e PP.

A corrupo, ento, passou a ser sistmica. Delcdio declarou ainda que nenhum outro presidente usou tanto a Petrobras politicamente como Lula. O petista despachava pessoalmente com os diretores da estatal. Alm disso, lanava mo da companhia como instrumento de disputa eleitoral por exemplo, ao defender uma poltica de contedo nacional, em contraposio suposta inteno do PSDB de privatizar a petroleira.

Delcdio foi preso em novembro do ano passado, ao ser flagrado tentando comprar o silncio de Nestor Cerver, ex-diretor da Petrobras que negociava uma colaborao premiada e prometia revelar segredos que comprometeriam Lula. Na cadeia, o ex-senador negociou o prprio acordo de colaborao.

Suas revelaes mostraram que, alm de Lula, a ento presidente Dilma estava envolvida em tentativas de sabotar a Operao Lava-Jato. A ex-presidente alvo de um inqurito da Polcia Federal. Lula j foi indiciado por corrupo ativa, lavagem de dinheiro e falsidade ideolgica.

Na entrevista concedida a VEJA, Delcdio fez uma segunda e grave revelao: quando ocupava o cargo de ministro da Justia do governo Dilma, o advogado Jos Eduardo Cardozo vazava informaes sigilosas sobre as investigaes policiais para empreiteiros envolvidos no escndalo.

Os advogados de Delcdio do Amaral no quiseram comentar o caso. A defesa de Lula tem repetido que ele inocente. Recentemente, o ex-presidente lanou cartilha em quatro idiomas em que se apresenta como alvo da mais violenta campanha de difamao da histria do pas.

Com Veja

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PSB monta site para apresentar programa de governo e propostas de Adriano Galdino

Imagem da Internet

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Novidade na campanha eleitoral de 2016. Quem quiser ficar por dentro das novidades e se informar melhor sobre os compromissos do candidato Prefeitura de Campina Grande, Adriano Galdino (PSB), e do vice, Incio Falco (PT do B), j tem endereo certo. O site (www.adrianogaldino40.com.br) mais um espao que contm todas as informaes dos candidatos da coligao Pra Mudar Campina.

De acordo com a assessoria, o endereo possvel conhecer toda a trajetria de vida de Adriano, desde a relao pessoal e familiar aos primeiros desafios da carreira profissional e incio da vida poltica. No site tambm se encontram todas as propostas da candidatura socialista para retomar o crescimento na Rainha da Borborema divididos por temas.

Diz ainda para quem quiser se manter antenado no que ocorre durante a campanha, o espao virtual tambm disponibiliza notcias divulgando os ltimos eventos por onde Adriano passou e dispe de uma agenda constantemente atualizada para voc acompanhar as entrevistas, caminhadas e reunies do candidato. Tambm possvel baixar as imagens das atividades realizadas.

Ainda no site possvel ver o histrico de obras do PSB em Campina Grande ao longo de seis anos. So 40 construes e reformas espalhadas pela cidade realizadas pelo Governo do Estado, com um valor total investido de mais 130 milhes, mostrando o compromisso do partido pela populao campinense.

No site tambm h um espao para o internauta fazer questionamentos e tirar dvidas quanto aos projetos e planos de governo de Adriano e, em Multimdia, o papel de parede e o jingle oficial da campanha so disponibilizados para download.

Com WScom e Assessoria

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Candidatos j podem receber doaes para suas campanhas eleitorais atravs de cartes de crdito

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Portaria assinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, nessa quinta-feira (1), regulamenta a doao por meio de carto de crdito a candidatos e a partidos polticos nas eleies deste ano.

O assunto foi discutido durante a sesso plenria de ontem e, em seguida, foi objeto da Portaria TSE n 930, que contm as orientaes sobre os procedimentos a serem observados na arrecadao eleitoral de recursos por meio de carto de crdito, a partir de sugestes da Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidrias do TSE, seguindo o previsto na Resoluo TSE n 23.463/2015.

De acordo com a portaria, que entra em vigor na data de sua publicao, a emisso do recibo eleitoral e a verificao da origem e da licitude dos recursos doados bem como o limite de doao permitido so de exclusiva responsabilidade do candidato (ou do administrador financeiro por ele designado), do presidente e tesoureiro do partido poltico, que tambm so responsveis por verificar a correlao entre o doador e o titular do carto. As doaes realizadas por pessoas fsicas so limitadas a 10% dos rendimentos brutos do doador no ano-calendrio anterior eleio.
Somente o titular do carto poder fazer a doao. Os bancos devero encaminhar s empresas responsveis por habilitar candidatos e partidos a receberem a doao nome e CPF do titular do carto, data, horrio e valor da doao, que sero repassadas aos candidatos e aos partidos. A portaria prev ainda que eventuais estornos ou desistncias da despesa do carto de crdito sero informados pela instituio de pagamento emissora do carto de crdito ao TSE e ao candidato ou partido poltico.

As instituies de pagamento credenciadoras ou emissoras de carto de crdito, conforme o caso, devero apresentar relatrio individual das doaes recebidas a requerimento de candidato, partido poltico ou por diligncia da Justia Eleitoral.

Tratativas
A portaria resultante de tratativas do TSE junto s instituies administradoras de carto de crdito, ao Banco Central do Brasil (Bacen) e ao Ministrio da Fazenda para dar efetividade Resoluo n 23.463/2015, que prev a possibilidade de doao por esta modalidade, e atende a reivindicaes de partidos polticos para regulamentar o recebimento de doaes nesta modalidade.

O presidente do TSE destacou a importncia da medida, principalmente no primeiro pleito sem financiamento de campanhas por parte de empresas. Temos agora um modelo peculiar de financiamento, e qualquer dificuldade nessa seara, claro, desestimula as doaes e dificulta o sistema completo de financiamento, afirmou o ministro Gilmar Mendes.
O artigo 20 da Resoluo n 23.463 do TSE estabelece que, para arrecadar recursos pela internet, o partido e o candidato devero tornar disponvel mecanismo em pgina eletrnica, devendo ser observados os seguintes requisitos: identificao do doador pelo nome e pelo CPF; emisso de recibo eleitoral para cada doao realizada, dispensada a assinatura do doador; e utilizao de terminal de captura de transaes para as doaes por meio de carto de crdito e de carto de dbito.

Com TSE

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CONTAS REJEITADAS: Justia Eleitoral barra candidatura de Leomar Maia em Catol do Rocha

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O prefeito de Catol do Rocha, Leomar Bencio Maia (PTB), teve negado seu pedido de registro de candidatura para disputar a reeleio nas eleies de outubro. A deciso foi tomada pelo juiz Alrio Maciel Lima de Brito, da 36 zona eleitoral, e publicada no incio da noite de ontem. O magistrado acatou dois pedidos de impugnao feitos contra o prefeito pelo Ministrio Pblico do Estado da Paraba e pela Coligao Por uma Nova Catol.

Nos autos, ambas as partes comprovaram que Leomar estaria inelegvel pela reprovao de suas contas relativas ao exerccio de 2013 pela Cmara Municipal e anexaram o Decreto Legislativo n 09/2016 que trata da deciso.

A reprovao por sua vez se deu por irregularidades apontadas pelos vereadores na administrao de Leomar como ausncia de encaminhamento de Programao Anual de Sade ao Conselho Municipal de Sade; inexistncia de controle de gastos com combustveis, peas e servios de veculos e mquinas; Descumprimento da resoluo do TCE/PB; No atendimento Poltica Nacional de Resduos Slidos.

“Com efeito, a reprovao das contas do Sr. LEOMAR BENCIO MAIA lastreou-se em irregularidades insanveis que configuram ato de improbidade administrativa, impe-se o indeferimento do seu registro de candidatura. Ante o exposto, julgo procedentes as impugnaes e indefiro o pedido de registro de candidatura do Sr. LEOMAR BENCIO MAIA”, sentenciou o juiz.

Em Catol, h dois candidatos a prefeito adversrios de Leomar: Lauro Maia, do PSB e Antonio Filho, do PDT.

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Destaque como presidente da Comisso de Impeachment, Raimundo Lira “queima filme” ao votar a favor de Dilma

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O senador Raimundo Lira (PMDB) foi o grande destaque do processo que cassou o mandato da ex-presidente Dilma Roussef (PT), presidindo de forma equilibrada e firme a Comisso do Impeachment. Lira foi alvo de elogios de todas as partes, incluindo aliados da petista, e tinha tudo para encerrar esta importante etapa da poltica brasileiro “em cu de brigadeiro”.

Mas, no foi bem o que aconteceu. Um vacilo colocou abaixou tudo que o senador paraibano havia construdo com o trabalho na Comisso de Impeachment. Lira votou pela cassao de Dilma em plenrio e continuava bem at se posicionar pela preservao dos direitos polticos da ex-presidente. Ele ainda tentou justificar alegando ter consultado o lder do PMDB, Euncio de Oliveira, sobre o tema. Disse ainda que tomou o voto do presidente do Senado, Renan Calheiros, como a posio do partido. No convenceu.

No convenceu porque seu companheiro de partido e de bancada, Jos Maranho, no s votou contra como criticou a deciso do Senado e a postura do PMDB. Presidente da CCJ do Senado, Maranho sabe que a deciso vai de encontro Constituio Federal. Por isso, considerou um “absurdo” cassar o mandato e, ao mesmo tempo, manter a elegibilidade de Dilma. As duas medidas esto constitucionalmente vinculadas.

Das duas uma: ou Raimundo Lira desconhece nossa Carta Magna ou acha mais importante a posio do lder de sua bancada e do presidente do Senado.

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PSDB, DEM e PPS anunciam Mandado de Segurana no STF para derrubar elegibilidade de Dilma

Imagem da Inw

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O lder do PSDB no Senado, Cssio Cunha Lima (PB), anunciou ontem (1) que o partido decidiu ingressar com um mandado de segurana coletivo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a diviso da votao do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff na ltima quarta-feira (31). O instrumento jurdico ser assinado tambm pelo DEM e pelo PPS e deve ser apresentado nesta sexta, ( 2).

Anteontem (quarta, 31), os senadores dividiram a votao do julgamento de Dilma em duas partes. Na primeira, condenaram a petista por crime de responsabilidade perda do mandato. Na segunda, rejeitaram a sano de perda da funo pblica por oito anos, permitindo que Dilma volte a atuar no setor pblico, inclusive como gestora, se for o caso.

Para os senadores tucanos, a segunda deciso do Senado no poderia ter sido aprovada, uma vez que a sano de perda da funo pblica faz parte da condenao no impeachment. No entanto, ontem, segundo Cunha Lima, o PSDB e o DEM tinham entendido que a vitria maior tinha sido conquistada com o afastamento definitivo de Dilma e tinham decidido no questionar a segunda votao no STF.

Entretanto, os senadores mudaram de posio depois que o PT acionou o STF questionando todo o julgamento e pedindo sua nulidade. Para Cunha Lima, se tornou necessrio o questionamento segunda parte da votao para que o Judicirio possa apreciar essa questo separadamente e no corra o risco de anular tudo.

Ontem, no calor, na emoo, a sensao primeira que foi predominante no partido foi de termos uma postura de serenidade, no transformar uma vitria em uma derrota e dar uma contribuio para uma estabilidade maior no pas. Mas, diante dessa ao do PT, acreditamos que seja o caminho correto entrar com a ao para que essa parte da deciso, que est equivocada, possa ser revista, explicou o lder.

Desequilbrio

O lder tucano tambm no escondeu o desconforto do PSDB com o movimento para livrar Dilma da sano de perda da funo pblica. Para ele, ficou claro que um acordo foi feito s escondidas, sem que os senadores tucanos tivessem conhecimento.

O que aconteceu ontem algo que ns vamos superar, mas no algo que nos agrade. bvio que com maturidade, experincia e sobretudo com a gravidade da crise que o Brasil vive, ns no vamos colocar mais lenha na fogueira. Aps a volta do senador Renan Calheiros da China, ns teremos uma conversa com ele. No se faz poltica com bola nas costas, no se faz poltica com atitudes como a que aconteceu no julgamento do impeachment, disse.

Na opinio de Cunha Lima, Renan desequilibrou o julgamento quando fez um encaminhamento inesperado a favor da ex-presidente na segunda votao. Para ele, o PSDB se exps ao longo de toda a votao e foi surpreendido negativamente pelo PMDB. Dos trs senadores da Paraba Cssio e Jos Maranho votaram no pela manuteno dos direitos polticos de Dilma, s Raimundo Lira votou sim, pela permanncia.

Com Congresso em Foco

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DIREITOS POLTICOS DE DILMA: Deputado prev “precedente” para beneficiar Eduardo Cunha

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O deputado federal Efraim filho (DEM) disse que a deciso do Senado de manter os direitos polticos da ex-presidente Dilma Rousseff, no penalizando-a com a inelegibilidade e proibio de exercer cargos pblicos, abre um precedente perigoso para que o ex-presidente da Cmara Eduardo Cunha tambm seja beneficiado.

Eduardo Cunha ser julgado na Cmara dos Deputados no dia 12 de setembro.

uma afronta Constituio e abre um precedente perigoso para todos os que vierem a ser cassados no futuro, disse. “A partir de agora, qualquer um pode pedir o mesmo benefcio que foi aplicado a Dilma”, acrescentou.

Efraim Filho acredita que o Supremo Tribunal Federal (STF) dever sem nenhuma dvida se pronunciar sobre o tema. O partido Solidariedade foi o primeiro a anunciar que vai ingressar no Supremo contra o ato do Senado e, segundo Efraim, possvel que o Democratas e outros partidos tambm provoquem o STF.

Isso est sendo discutido. O impasse se a ao atingiria s essa parte do julgamento do destaque, que manteve os direitos de Dilma, ou anularia toda a sesso, explicou Efraim.

O Senado escolheu se deveria ou no aplicar a constituio. Voc no escolhe se aplica a Constituio Federal, a regra de eficcia imediata, argumentou o deputado paraibano, criticando que, na sua avaliao, houve a conivncia do presidente Ricardo Lewandowski.

Com Clickpb

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PT e PSOL tambm comunicam Justia Eleitoral que no faro carreatas em Joo Pessoa

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O nmero de carretas nas eleies municipais deste ano em Joo Pessoa vai ser reduzido significativamente. A exemplo do PSD oficializou a desistncia de realizar evento dessa natureza, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialismo e Liberdade (Psol) tambm devem abrir mo de realizao de carreatas.

O comunicado foi feito a juza Agamenilde Dias que elogiou a iniciativa. S faz atrapalha o trnsito e se comete excessos disse a magistrada ao adiantar que foi comunicado, mas ainda falta oficializar .

A responsvel pela Propaganda de Rua de Joo Pessoa lembrou ainda que o nmero de agentes e de policiais de trnsito insuficiente para impedir que se cometam exageros durante eventos dessa natureza. Ele revelou, no entanto, que h alguns pedidos para a realizao de carreatas.

De acordo com dados da Justia Eleitoral, entre os dias dois e quatro de setembro, por exemplo, est agendada a realizao de 132 eventos na Capital. A orla se concentra a maioria das solicitaes 49. A Avenida Epitcio Pessoa, principal via de acesso entre o centro da cidade e as praias, vem em segundo lugar 37.

Os bairros dos Bancrios (19), Centro (15) e Mangabeira (12), complementam a relao das solicitaes que foram feitas pelos candidatos das coligaes e tambm pelos candidatos a vereador.

O nmero, de acordo com o TR E, so para a realizao de toda a natureza que vo desde a panfletagem, a caminhada, adesivagem e at minicomcios.

Com Clickpb

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