Acusada de improbidade administrativa, prefeita de Diamante é afastada do cargo.por decisão judicial

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A Justiça da Paraíba decidiu afastar a prefeita do Município de Diamante, Carmelita de Lucena Mangueira, pelo prazo de 180 dias por ato de improbidade administrativa. De acordo com o Ministério Público, a gestora forjou inúmeros documentos falsos e produziu situações fictícias para justificar despesas ilegais nos últimos dois anos, a fim de surrupiar um grande numerário dos cofres municipais.

Ainda segundo o MPPB, a prefeita influenciou pessoas humildes e de baixa escolaridade para que assinassem vários documentos em troca de pequena ajuda financeira.

Em novembro do ano passado, em outra decisão da Justiça, a gestora já havia sido afastada do cargo por crime de responsabilidade. No mês seguinte, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno de Carmelita ao cargo.

Segundo o Ministério Público, os atos de improbidade cometidos foram: fraude na locação de veículo; nomeação de funcionários fantasmas; desvio de verbas públicas da saúde, pagamento por serviços não executados; perfuração de poço artesiano; descumprimento de lei; dentre outros.

A decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba, deu provimento ao Agravo de Instrumento sobre a decisão do Juízo de 1º Grau, nos autos de uma Ação Civil Pública. A relatora do recurso foi a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes.

No 1º Grau, o Juízo deferiu a decretação da indisponibilidade dos bens móveis e imóveis de Carmelita Mangueira, no valor de até R$ 96.444,27, mas indeferiu o pedido de afastamento cautelar das funções de prefeita.

O Órgão Ministerial aduziu, ainda, não restar dúvidas de que a prefeita utilizará de sua influência e do controle sobre a máquina estatal para coagir as testemunhas do processo a depor em seu favor ou assinar documentos fictícios; e que a gestora e sua família são temidos no município.

A decisão judicial é para resguardar o patrimônio público, a moralidade do ente público e a ética na Administração, bem como a credibilidade do próprio Poder Judiciário. Além disso, o Ministério Público alegou que a continuidade do agente ímprobo no exercício do cargo exerce inegável influência nos atos da instrução.

Por fim, destacou o perigo de cometimento de novos atos por parte da prefeita, já que a mesma, quando foi afastada no âmbito criminal pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, realizou cinco transferências bancárias da conta corrente do Fundo Municipal de Saúde para empresas privadas e pessoas físicas.

No voto, a desembargadora Graça Morais vislumbrou elemento a sinalizar que a manutenção da agente pode acarretar prejuízos à colheita de provas, e à instrução do feito de origem. “As transferências bancárias perpetradas pela ré, momentos depois da intimação de decisão lançada em ação penal, são indícios de interferências em provas”, observou a relatora.

A magistrada ressaltou que, mesmo afastada do cargo por decisão do Tribunal na Ação Penal, a gestora procedeu cinco movimentações bancárias. “Conclui-se fortes indícios de que a ré manipulou a liberação de pagamentos mesmo tendo sido vedado acesso à Prefeitura, nada a impedindo de tentar apagar eventuais vestígios ou provas de igual ou diverso modus operandi com outras pessoas físicas ou jurídicas”, enfatizou.

Por fim, afirmou ser insuficiente a mera alegação de que o fastamento cautelar do cargo de prefeito tenha o condão de provocar prejuízos ao Poder Público.

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Justiça manda empresa de Campina Grande retirar marca Lebom de seus produtos

A Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), no artigo 129, diz que a propriedade de marca se adquire pelo registro expedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), que garante ao titular o uso exclusivo em todo o território nacional. E o inciso III do artigo 130 da LPI assegura-lhe a possibilidade de zelar pela sua integridade material ou reputação.

Com base nestes dispositivos, a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença que reconheceu o uso indevido, por empresa concorrente, da tradicional marca registrada “Lebon”. A marca identifica um portfólio de produtos alimentícios fabricados pela JBS, depois que esta incorporou o grupo alimentício gaúcho Doux-Frangosul.

Com a vitória em segundo grau, a parte ré, Lebom Alimentos S/A, sediada em Campina Grande (PB), não pode mais de usar a palavra “Lebom” em seus produtos nem na denominação empresarial ou comercial. Também terá de pagar indenização por danos materiais, a título de lucros cessantes, em valor a ser apurado em liquidação de sentença, à legítima dona da marca “Lebon”.

“Portanto, deve a parte demandada reparar o dano material ocasionado atinente ao lucro cessante, o qual depende de demonstração efetiva do que deixou de ser obtido de ganho com a atuação simultânea de outra marca similar, cujo registro foi cancelado, o que será possível aferir mediante perícia técnica e exame dos livros contábeis, levando em conta o faturamento de ambas as empresas, de sorte a ser apurada a justa reparação pelo uso indevido do direito marcário”, escreveu no acórdão o relator da Apelação, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto.

Ausência de distintividade
Tal com o juízo de origem, o colegiado entendeu cabível a indenização, uma vez que o Inpi havia extinguido o registro da marca “Lebom” e a legalidade do ato administrativo acabou mantida por decisão da 31ª Vara Federal do Rio de Janeiro (processo 0017679-19.2015.4.02.5101). Ou seja, no mérito, a questão estava resolvida.

Na ação, a sentença da Justiça Federal observou que a mera substituição da letra “N” pela letra “M” – “Lebom” versus “Lebon” – não é diferencial suficiente para anular a demanda, além da fonética ser idêntica.

A juíza Márcia do Amaral Martins, da 1ª Vara Cível da Comarca de Montenegro, lembrou que a LPI regulamentou a proteção ao direito à propriedade intelectual nos artigos 2º e 3º, enquanto o artigo 129 consagra o princípio da proteção territorial, o que garante à empresa titular da marca registrada o seu uso exclusivo em todo o território nacional.

A parte autora foi representada na ação de obrigação de não fazer cumulada com indenizatória pelo advogado Fabiano de Bem da Rocha, da banca Kasznar Leonardos.

Com Josmar Bastos/CONJUR

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Secretário garante que suposta crise no ninho girassol foi superada: “Eram apenas problemas pessoais”

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O secretário estadual de Articulação Política, deputado licenciado João Gonçalves (Podemos), garantiu nesta terça-feira (04) que a suposta crise política no ninho girassol foi superada, não havendo qualquer possibilidade de rompimento entre o ex-governador Ricardo Coutinho e o atual, João Azevedo. Gonçalves avalia que “problemas pontuais” foram transformados em suposta crise, com ajuda da Oposição, principal interessada num possível enfrentamento entre as duas principais lideranças socialistas.

“Na verdade, o que houve tomou uma dimensão exagerada. Sabemos que a Oposição trabalha e reza por essa divisão no PSB, mas o que houve foram apenas problemas pessoais e tudo já foi superado”, sustentou Gonçalves.

Segundo o secretário, fatos ocorridos durante a campanha eleitoral, a eleição da Mesa Diretora  e a criação do G10 estariam entre as causas desse “mal entendido” envolvendo Ricardo Coutinho e João Azevedo. “Tudo está no seu devido lugar”, explicou.

Então, tá.

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Ministério Público Federal denuncia ex-senador Romero Jucá por lavagem de R$ 1 milhão em propinas

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O ex-senador Romero Jucá foi denunciado pelo MPF-PR (Ministério Público Federal do Paraná) por corrupção em contratos da Transpetro e por lavagem de R$ 1 milhão em propinas na manhã desta terça-feira (4). Também foi denunciado Sérgio Machado.

A denúncia narra a corrupção em quatro contratos e sete aditivos celebrados entre a Galvão Engenharia e a Transpetro, os quais geraram pagamentos ilícitos para Romero Jucá, em 2010, no valor de, pelo menos, R$ 1 milhão.

Segundo o MPF, a Galvão Engenharia efetuava o pagamento de propinas no percentual de 5% do valor de todos os contratos com a subsidiária da Petrobras a integrantes do MDB que compunham o núcleo de sustentação de Sérgio Machado no cargo de presidente da Transpetro.

O MPF diz também que as investigações comprovaram que a Galvão Engenharia não tinha qualquer interesse em Roraima que justificasse a realização da doação oficial, a não ser o direcionamento de propinas para Romero Jucá.

Com R7

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Laudo aponta hematomas em mulher que acusa Neymar de estupro

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O relatório de um médico particular aponta que a mulher de 26 anos que acusa o atacante Neymar de estupro apresentou hematomas e arranhões nos glúteos, transtorno ansioso e depressivo e traumatismos superficiais não especificados. O exame foi feito uma semana após a suposta agressão que ela teria sofrido em um encontro com Neymar em Paris.
Os policiais da delegacia de repressão aos crimes de informática estiveram nesta segunda-feira (3) na Granja Comari, em Teresópolis, onde a seleção brasileira se prepara para a copa américa.
Os policiais civis investigam Neymar por ter divulgado imagens íntimas de uma mulher que acusa o jogador de estupro. Pelo Código Penal, é crime publicar imagens de nudez sem o consentimento da pessoa.
No vídeo divulgado por Neymar, ele borrou vários posts. Mas, em alguns, é possível ver o rosto e o nome dela completo.
Sábado, em uma rede social, Neymar divulgou um vídeo para apresentar sua defesa.
“É bem chato… é… é muito triste acreditar que o mundo tá assim, que existem pessoas que querem se aproveitar, querem extorquir as outras pessoas, é realmente triste, realmente doloroso, mas já que me colocaram nessa situação eu vou, eu tô explicando aqui pra vocês.”
“E o que aconteceu… né… foi totalmente ao contrário do que falam, do que dizem, tô muito chateado nesse momento, mas a partir de agora vou expor tudo, expor toda a conversa que eu tive com a menina, todos os nossos momentos que é íntimo, mas é necessário abrir, é necessário expor pra provar que realmente não aconteceu nada demais.”
“Porque o que aconteceu em um dia foi uma relação entre homem e mulher dentro de quatro paredes algo que acontece com todo casal e no dia seguinte não aconteceu nada demais, a gente continuou trocando mensagem, ela me pediu lembrança pro filho e eu ia levar e bom, agora fui pego de surpresa por causa disso.”
Após o vídeo, Neymar divulgou parte da conversa que teve com a mulher, antes de eles se encontrarem:
Nas mensagens, ela diz: “Pelo menos uma oportunidade pra amar você. Por um dia inteirinho”
E Neymar convida: “Vem pra Paris”.
Ela responde que em abril vai para Alemanha e que tentaria fugir pra Paris. Eles combinam uma viagem dela a Paris e ela aceita a ajuda dele. Ambos deixam claro, na conversa, o desejo de manter relações sexuais.
Ela escreve: “Eu valho por 4 mulheres meu amor. E as 4 querem te dar prazer, não se preocupe…”
Perto da data de embarque, uma mensagem da jovem diz: “Falta pouco pra eu beijar esse corpo todo”. E Neymar concorda: “Falta coisa linda”
O conteúdo divulgado por Neymar mostra que eles voltaram a conversar normalmente depois do dia apontado pela mulher como o do suposto estupro.
Ele envia uma foto íntima dela e a mulher responde: “vai ter volta”
O jogador ri: “vai nada”
Ambos marcam um segundo encontro. Ela diz que quer vê-lo e Neymar responde:
“Claro que quero transar com você de novo”
Ela pede: “Traz alguma coisa para eu levar pro meu filho. Ele é muito seu fã”
Neymar responde: “Levo”
Ela pede bebida: “Traz vinho. Vinho rosé ou branco. Vem logo e acaba comigo.”
Nas mensagens exibidas por Neymar, não aparece nenhuma reclamação da mulher em relação ao jogador. Ela insiste em revê-lo.
Mais tarde, sem que a mensagem revele o horário, ela escreve: “Eu vou dormir tá? Você não vem e tá dando mancada me deixando esperando”
Laudo Médico
Uma mulher que atendeu o telefone celular da denunciante se apresentou como a atual representante legal dela. A mulher forneceu o nome e pediu que não fosse divulgado. Mas, diante da gravidade do assunto, o Jornal Nacional decidiu revelar sua identidade: Yasmin Pastore Abdalla.
Ela enviou ao JN o laudo de um especialista em aparelho digestivo, feito no dia 21 de maio, uma semana depois da agressão que ela denuncia.
Ele relata as queixas que ela apresentou: dor no epigastro – uma região do estômago – após episódio de estresse emocional.
O relatório cita ainda: hematomas e arranhaduras nos glúteos, tipo digitais.
O diagnóstico do médico é de um distúrbio estomacal, transtorno ansioso e depressivo e traumatismos superficiais não especificados.
O médico que assina o laudo confirmou a autoria ao Jornal Nacional. O doutor Luiz Eduardo Rossi Campedelli disse que, por motivos éticos da relação médico-paciente, não poderia fazer nenhum comentário sobre o assunto.
 
Com G1
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Auditoria da CGU constata que ate mortos receberam dinheiro de bolsas do Prouni

Imagem da Intermet

Uma auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) aponta que falhas no controle do sistema do Prouni (Programa Universidade para Todos) fizeram o governo federal conceder e pagar bolsas a alunos já mortos. Além disso, outros beneficiados estavam fora da faixa de renda indicada e alguns continuavam inseridos como recebedores de bolsas mesmo com o curso concluído.

Para chegar à conclusão de que pessoas mortas recebiam a bolsa, foi feito um cruzamento de dados entre o Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi) com o sistema de dados do Prouni. O resultado encontrado foi que 47 beneficiários já haviam morrido e contavam como “em utilização-Bolsista Matriculado.” O mais grave é que um deles morreu antes de se tornar bolsista do Prouni –outros 46 morreram após o recebimento da bolsa.

A auditoria avaliou não só cursos, como dados dos campi, candidatos e bolsistas de todas as regiões do país. A investigação envolveu 291 fiscalizações, além da análise de dados do SisProuni (Sistema Informatizado do Prouni), entre os anos de 2005 e 2012. O resultado foi divulgada no último sábado (23). A íntegra do levantamento pode ser conferida aqui.

A análise de dados da CGU incluiu 1.043.333 bolsistas, 1.548.768 candidatos inscritos no processo seletivo do 1° semestre de 2012 do Prouni e 1.833.039 familiares dos bolsistas.

Ao MEC (Ministério da Educação), a CGU recomendou “criar rotinas para a utilização do Sisobi quando do cruzamento de dados”. Em resposta, a secretaria do MEC informou à CGU que “incluirá no Módulo de Supervisão de bolsistas no Sisprouni o cruzamento do cadastro de bolsista com a base do Sisobi, assim como já fez com outras bases de dados oficiais” .

Segundo a CGU, uma nova consulta foi feita com base nos dados do 1º semestre de 2012, e não havia mais bolsistas mortos registrados como ativos.

Uma delas é que alunos não brasileiros e não naturalizados recebem bolsa, o que é proibido pelas regras do programa. Segundo a consulta, 58 registros de candidatos foram achados.

“Esse fato aponta mais uma fragilidade no sistema, pois este deveria ter realizado críticas, impedindo o prosseguimento da inscrição de candidatos em desacordo com os critérios do programa”, relata.

A auditoria encontrou bolsas concedidas a candidatos cuja renda familiar não atendia aos critérios do programa. “Do cruzamento dos dados verificou-se uma ampliação do número de concessões para 4.421 bolsistas cuja renda per capita não atende aos critérios de renda do programa.”

Segundo a regra do Prouni, os estudantes com renda per capita familiar de até um salário-mínimo tem direito a bolsa integral, enquanto os que tem renda de um a três salários mínimos tem acesso à bolsa parcial.

Outra irregularidade é que cinco alunos estavam com status de “bolsa encerrada por conclusão do curso superior” e, ao mesmo tempo, possuíam “bolsa em utilização”.

Os resultados também mostram que as instituições de ensino superior tinham dados divergentes de número de alunos. “Verificou-se que dos 446 cursos avaliados, de um universo de 7.120, 113 deles (25,3%) apresentaram divergências nos quantitativos informados”, aponta o relatório.

Dos 86 campi analisados, 32,6% deles (28) apresentaram “inconsistências quanto à oferta de bolsas de 125 cursos.” Também foram encontrados CPFs com divergência de titularidade –entre 2007 e 2010 foram 402 casos.

Sobre os estudantes, 15% dos analisados tinham ausência de pelo menos um dos documentos prevista na legislação. É essa documentação que comprovava os critérios de elegibilidade do programa.

O Prouni concede bolsas de 50% ou 100% em faculdades particulares a estudantes de baixa renda. Em troca, as instituições de ensino superior recebem isenção fiscal. Entre 2005 e 2013, as bolsas levaram a uma estimativa de renúncia de receita das entidades privadas de R$ 3,94 bilhões.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria do MEC na manhã desta segunda-feira (25) e aguarda posicionamento.

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João Pessoa contará com mais duas Varas do Trabalho a partir desta aegunda-feira

João Pessoa terá mais duas varas do Trabalho a partir desta segunda-feira

Será nesta segunda-feira (3) a instalação da 12ª e da 13ª Varas do Trabalho no Fórum Maximiano Figueiredo, em João Pessoa. A solenidade acontecerá às16h e será conduzida pelo presidente do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), desembargador Wolney de Macedo Cordeiro.
Amanhã, às 9h, será instalada a 2ª Vara do Trabalho no Fórum José Carlos Arcoverde Nóbrega, em Santa Rita e, no mesmo dia, às 16h, será entregue a 7ª Vara do Trabalho do Fórum Irineu Joffily, em Campina Grande.

Esforço conjunto
Para a instalação das novas unidades, várias equipes do TRT foram mobilizadas para o trabalho de readequação administrativa e preparação das instalações físicas. O Tribunal equalizou a lotação e relotação de servidores, movimentação legal de juízes, além do trabalho físico de transferência de mobiliário, preparação de ambientes e instalação dos equipamentos de informática. Tudo isso em menos de um mês.
“Esse esforço gigantesco mostrou a capacidade de trabalho, organização e otimização de tempo de uma numerosa equipe do Regional. Por outro lado, as decisões que a administração tomou para resolver esse problema de grande porte, deu fôlego a instituição para não mergulhar em uma crise financeira provocada com o corte no orçamento”, disse o presidente do TRT13.

Transferências
As quatro unidades foram transferidas dos municípios de Mamanguape, Itabaiana, Picuí e Cajazeiras, em um trabalho que obedeceu critérios estritamente técnicos, elaborado pela Comissão de Revisão de Jurisdição das Varas do Trabalho da 13ª Região (Comrejuris), que considerou as dificuldades orçamentária, financeira e força de trabalho.

Com Assessoria

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Conselheiro Arnóbio Viana apresenta novo programa do TCE na Câmara Municipal de Solânea

O Programa DECIDE possibilitou a formação do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Urbano (Cindurb), que permitiu a criação de um fundo financeiro em comum para que os prefeitos possam fornecer projetos de arquitetura às famílias de baixa renda, fruto da parceria entre os poderes executivo, legislativo e o TCE. Para a presidência do 1º consórcio – integrado por 12 município da Região do Brejo, foi eleito o prefeito de Areia João Francisco Batista de Albuquerque.

“Estamos contribuindo com um projeto redentor. O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Urbano é um esforço de todos com intenção de combater a edificação indiscriminada de imóveis que invadem calçadas, trazem risco à segurança dos ocupantes e enfeiam as cidades vocacionadas para o turismo”, disse o conselheiro Arnóbio Viana.

O DECIDE atende à necessidade de elaboração do Plano Diretor da Cidade, instrumento de expansão e desenvolvimento municipal exigido pela Lei Federal 10.257, de 2001. Na área do Brejo, por onde tudo começa, elas integram o chamado Circuito do Frio. Trata-se do conjunto formado pelos municípios de Areia, Alagoa Nova, Alagoa Grande, Arara, Bananeiras, Borborema, Casserengue, Matinhas, Pilões, Remígio, Serraria e Solânea.

A coordenação do Programa Decide está com o arquiteto Expedito de Arruda. Ele explica que a iniciativa visa coibir o desrespeito às normas originais de urbanismo das cidades. Destacou as edificações indiscriminadas nos centros urbanos, desalinhamento de quarteirões periféricos e invasão de trechos de calçada. No projeto o TCE mostra aspectos técnicos e levantamentos aerofotogramétricos, importantes para cada realidade no tocante ao planejamento urbano.

Com Assessoria

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Ricardo e Azevedo frustam discurso da Oposição e participam juntinhos da maior audiência pública da história do Orçamento Democrático

O discurso da Oposiçäo certamente já estava pronto: Ricardo Coutinho não comparece à última audiëncia pública do OD 2019 e escancara. “racha” com o governador João Azevedo. Seria uma sequência perfeita para fatos que ocorreram nos últimos dias e alimentaram a teae separatista dentro e fora do ninho girassol.

Mas, o Mago provou que é.mesmo imprevisível. Apareceu no evento ao lado do governador, com quem dividiu espaços diante da multidão que compareceu ao Espaço Cultural neste domingo, na maior audiência pública da história do Orçamento Democrático.

Não se pose dizer que o gesto da dupla “calou” os adversários. Não será estramho se alguns oposicionistas alegarem que tudo isso uma grande farsa para esconder o clima de disputa interna que reina no PSB. Até porque, adversário é para fazer oposição mesmo.

De qualquer forma, a aparição conjunta no.mínimo frustrou as projeções oposicionistas que davam como certo o litígio entre “o velho e o novo” modelo de gestão.

Na pior das hipóteses, o projetio socialista unificado ganhou “sobrevida” e o “tiro” da Oposição saiu pela culatra.

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João Azevedo encerra Ciclo 2019 com maior audiência da hiatória do Orçamento Democrático

ODE: João Azevêdo encerra ciclo de audiências 2019 em João Pessoa
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