Lígia Feliciano assume Governo do Estado com viagem de João Azevedo à Europa

Foto: reprodução/Redes sociais

A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) assumiu interinamente o governo do Estado durante viagem do governador João Azevêdo (PSB) à Europa. A informação foi publicada pela pedetista nas suas redes sociais na tarde desta sexta-feira (15).

“Com orgulho assumo interinamente o Governo da Paraíba. Me sinto representando todas as mulheres neste momento. Vamos dar continuidade às ações que a administração vem promovendo. O governo permanece o mesmo, é uma agenda de continuidade. Desejo a João Azevêdo uma boa viagem de trabalho e tenho certeza que a Europa trará bons frutos para toda a nossa Paraíba”, comentou.

Com paraiba.com.br

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China disponibiliza U$$ 100 bilhões para investimentos no Brasil

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Por Julio Wiziack/FolhaPress

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A China pôs à disposição do governo Jair Bolsonaro mais de US$ 100 bilhões de pelo menos cinco fundos estatais para uma nova rodada de investimentos no Brasil.

Nas reuniões ocorridas entre os países nesta semana em Brasília, Pequim também sinalizou com uma expansão do crédito por meio de seus bancos no Brasil para competir principalmente por clientes do agronegócio e da indústria.

No caso dos fundos de investimento, a maior parte dos recursos deverá financiar projetos de infraestrutura.

O ministro da área no Brasil, Tarcísio de Freitas, assinou na quarta-feira (13) um acordo de cooperação com o ministro dos transportes da China, e, ao longo de cinco anos, haverá uma parceria na elaboração de projetos.

Essa parceria pode destravar um fundo criado pelos dois países em 2017 destinado principalmente à expansão de malha logística no país.

Desde a posse de Bolsonaro, nenhuma reunião ocorreu para decidir quais seriam os empreendimentos a serem financiados com os recursos desse fundo binacional.

Os chineses aguardam o sinal verde do Brasil para depositar US$ 15 bilhões. Segundo o acordo, o Brasil terá de entrar com US$ 5 bilhões como contrapartida.

Levantamento do CEBC (Conselho Empresarial Brasil-China) mostra que, na última década, os investimentos chineses acumulados no país foram de US$ 57 bilhões em 145 projetos espalhados por 21 estados e o Distrito Federal.

“Não temos os dados atualizados, mas, neste ano, seguramente, deve passar de US$ 60 bilhões”, disse Tulio Cariello, coordenador de análise e pesquisa do CEBC.

A maior parte desse investimento ocorreu a partir de 2017, com o programa de concessões e privatizações do então presidente Michel Temer.

Os chineses se consolidaram no setor elétrico, adquirindo geradoras, distribuidoras e linhas de transmissão. Somente em 2018, foram 12 projetos das estatais State Grid e China Three Gorges, com desembolsos de US$ 1,7 bilhão.

de a maior parte do investimento se concentrar em energia, grupos chineses estão presentes nos mais variados ramos da economia brasileira, desde a fabricação de máquinas e equipamentos, passando por telecomunicações, papel e celulose, até petróleo e gás, agricultura e varejo.

Segundo Cariello, em uma primeira fase de investimentos (de 2007 a 2011), a China buscou projetos chamados greenfield, nome que se dá a um empreendimento que começa do zero como a construção de uma fábrica.

De 2012 a 2016, a preferência passou para a compra do controle ou de participação minoritária em empresas já estabelecidas. Na gestão Temer, o apetite dos chineses aumentou com o programa de concessões e privatizações.

As relações com o Brasil começaram a estremecer com a posse de Bolsonaro, que reforçou o discurso usado na campanha de que não aceitaria a política da China de “comprar o Brasil, e não do Brasil”.

A situação ficou mais tensa quando Bolsonaro fechou um acordo de parceria com o presidente Donald Trump. China e EUA travam guerra comercial, com elevação mútua de tarifas.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil. De janeiro a outubro, o Brasil exportou US$ 51,5 bilhões para o país asiático e importou US$ 30 bilhões.

A mudança de rumo na relação com a China ocorreu no fim de outubro, durante visita oficial de Bolsonaro ao país. No encontro com o dirigente chinês, Xi Jinping, o brasileiro pediu que as petroleiras chinesas participassem do megaleilão do pré-sal para garantir presença estrangeira. A China foi o único país que entrou na disputa.

A abertura para o país asiático ocorre no momento em que os resultados do alinhamento com os EUA não surtem os efeitos esperados pelo governo brasileiro, que, em contrapartida, fez diversas concessões.

Uma delas, a abertura do mercado de trigo para produtores americanos, desagradou à China, que fizera o mesmo pedido ao Brasil, sem sucesso.

O Brasil também busca o apoio dos EUA para entrar na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O país está na fila, e a Argentina foi anunciada recentemente como prioridade.

Caso a mudança de rumo nas relações se confirme, os chineses também querem ampliar a presença de seus bancos, principalmente os de fomento, como o China Development Bank, para expandir o crédito.

Bancos como o ICBC (Industrial and Commercial Bank of China), o Bank of China, o Haitong e o CCB (China Construction Bank devem ampliar neste ano seu patrimônio, hoje na casa dos US$ 3,5 bilhões, para poder concorrer na oferta de crédito nas áreas de agricultura e indústria, principalmente.

Por trás dessa estratégia, está a política do governo chinês de fortalecer a moeda, o yuan.

A ideia é massificar a presença de instituições financeiras chinesas a ponto de pleitear do Brasil que as transações comerciais e de investimentos sejam feitas diretamente na moeda chinesa.

“Isso levaria a uma redução de custos das transações nas duas pontas”, diz Sérgio Quadros, ex-gerente do Banco do Brasil na China que hoje pesquisa os benefícios da expansão da moeda chinesa no país.

Para ele, o Brasil pode ganhar com essa política. As empresas nacionais poderiam, por exemplo, se financiar comprando títulos chineses em yuan no exterior, pagando menos.

“Hoje, mais de 90% das reservas brasileiras são em dólar”, diz Quadros. “Tenho certeza de que a China gostaria que uma parte fosse em yuan.”

Segundo ele, hoje bancos centrais mantêm o equivalente a US$ 202 bilhões de suas reservas na moeda chinesa.

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Bolsonaro define adesões ao novo partido: “Quem for para lá, irá por amor”

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro disse que os parlamentares que o acompanharem na mudança de partido o farão por amor, já que a Aliança pelo Brasil não deve levar recursos do fundo partidário do PSL, sua atual legenda.

“Não sei, vou começar um partido pobre, sem dinheiro, sem televisão, quem for para lá, vai por amor. É igual casamento, a gente casa por amor”, disse ao chegar ao Palácio da Alvorada na noite desta quinta-feira (14).

Pouco depois, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o presidente disse que vai se desfiliar “com certeza” do PSL nos próximos dias.

Na terça (12), Bolsonaro anunciou a parlamentares de sua sigla que faria sua desfiliação e formalizou a criação do Aliança pelo Brasil, para abrigar sua família e aliados mais fieis.

“A única certeza é de que me desfilio do PSL nos próximos dias, agradeço todo o apoio e consideração que tive no partido. É uma separação amigável”, disse.
Apesar da fala de apaziguamento, a crise do presidente com seu partido teve troca de ofensas, judicialização, grampos e guerra de listas para escolha do líder na Câmara.

A dimensão pública sobre o descontentamento de Bolsonaro com o PSL se deu no início de outubro, quando ele disse a um apoiador que o atual presidente da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE) estava “queimado para caramba”.

Na live, o presidente não mencionou o nome de Bivar.

“Boa sorte ai ao presidente do partido, boa sorte aos que apoiaram o presidente do partido bem como o antigo líder [deputado Delegado Waldir (PSL-GO), que chamou Bolsonaro de vagabundo]. Vão ser feliz todo mundo, cada um segue o seu destino. Como separação, infelizmente acontece”, afirmou.

A bancada do PSL na Câmara conta com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores.

Por enquanto, apenas o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente, formalizou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que deixará o partido.
Os deputados devem aguardar a criação da Aliança Pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária.

Hoje, a legislação permite determinadas situações de justa causa para desfiliação partidária — em que o deputado ou vereador pode mudar de partido sem perder o mandato.

Alguns exemplos: fusão ou incorporação do partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e, no último ano de mandato, sair para disputar eleição.

Sob a batuta do agora ex-ministro do TSE, Bolsonaro chegou a dar início a uma ofensiva jurídica pelo controle do PSL e de seu fundo partidário -que até o fim de 2019 pode chegar a R$ 110 milhões.

No dia 30 de outubro, ele acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República) pedindo o bloqueio dos recursos e que o presidente da sigla, deputado Luciano Bivar (PE), seja afastado do cargo.

Com TALITA FERNANDES/FOLHAPRESS

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Neto de Enivaldo Ribeiro cotado para vice do candidato a prefeito de Romero Rodrigues

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Em time que está ganhando, não se mexe. Assim como no futebol, esse famoso jargão muitas vezes é usado e seguido na política. A calorosa recepção dos campinenses ao ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) parece ter despertado tal percepção na família Ribeiro, uma das mais tradicionais do Compartimento da Borborema.

Poucos dias após a entrega dos imóveis do Complexo Residencial Aloísio Campos, na presença do presidente Jair Bolsonaro, começou a circular nos bastidores a informação de que o vereador Lucas Ribeiro seria o nome do clã comandado por Enivaldo para compor a chapa da Situação na condição de vice.

Lucas é suplente, mas exerce atualmente o mandato de vereador em Campina. Tem comp atributos a juventude e, principalmente, a tradição e oa votos da familia. Sua indicação preservaria os mandatos da mãe, senadora Daniella Ribeiro, e do tio, deputado federal Aguinaldo Ribeiro, nomes cotados para disputar a prefeitura.

Os Ribeiro estariam exigindo apenas que o candidato a prefeito da aliança com Romero seja Cássio. Por dois motivos: a aceitação popular, sem dúvidas bem maior que dos demais pretendentes, e a provável saída em 2022, em caso de vitória na eleição municipal, para disputar um cargo majoritário na esfera estadual.

Romero já teria sido comumicado da preferência sem fazer objeção. Para o prefeito, a prioridade é eleger o sucessor e dar continuidade do projeto político-administrativo implantado em Campina.

Só falta mesmo combinar com Cássio.

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Galdino prega mobilização social contra aprovação de projeto que pode deixar cidades sem água

O Governo Federal prepara mais um duro golpe contra os municípios, principalmente os menores e mais pobres. A criação mdo marco regulatório do saneamento básico no País deve ser votada no início de dezembro, provavelmente na sessão ordinária do Congresso Nacional do próximo dia 03.

Segundo o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), a aprovação da matéria pode gerar demissões em massa, inviabilizar companhias de água e saneamento e deixar milhares de cidades sem água tratada. “Estamos muito preocupados com a situação”, revelou o deputado na manhã desta quinta-feira (14).

Galdino está mobilizando a sociedade paraibana, especialmente a classe política, contra a medida e acredita que somente a pressão sobre o Congresso Nacional pode impedir a aprovação do marco regulatório. “Vamos convocar prefeitos, Famup, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Contas e outros órgãos e entidades para debater o assunto na Casa”, adiantou o deputado.

Realmente, a pressão da sociedade é a única linguagem que Governo e Congresso entendem.

 

 

 

 

 

 

 

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Nabor Wanderley diz que “se for decisão do grupo” disputará prefeitura de Patos em 2020

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Assim como na vida, na política a sobrevivência se sobrepõe em qualquer situação. Vez por outra, lideranças são obrigadas a tomar decisões ou seguí-las contra a própria vontade.

O deputado estadual Nabor Wanderley (Republicanos), por exemplo, enfrenta situação parecida. Único nome capaz de unir seu grupo político em Patos, seu primcipal reduto eleitoral, Nabor aguarda definição dos aliados sobre o próprio futuro político.

O ex-genro de Francisca Motta é disparado o nome mais cotado da Situação para concorrer à sucessão municipal. Mesmo assim, Nabor, que já foi prefeito de Patos, prefere permanecer na Assembleia Legislativa.

Mas, o parlamentar também não quer ser acusado, futuramente, de “elemento desagregador” ou coisa do gênero. Por isso, admite seguir a decisão da maioria.

“Se o grupo achar que deva ser eu (o candidato), não me furtarei ao desafio de concorrer para administrar (mais uma vez) minha querida cidade de Patos”, garantiu Nabor, em entrevista na Assembleia Legislativa, onde citou outras opções, como o prefeito interino, Ivanes Lacerda, para enfrentar as urnas.

É como se diz no vobulário popular: quem tá na chuva é pra se molhar.

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RETRATO DA CRISE: PSB acumula dois líderes de bancada na Câmara Municipal de João Pessoa

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O PSB é o único partido a contar com dois líderes na Câmara Municipal de João Pessoa. A vereadora Sandra Marrocos responde oficialmente pela liderança desde que o diretório municipal, presidido pela deputada Estela Bezerra, a indicou. Estela foi alçada ao comando do partido na Capital após a intervenção no diretório estadual, dirigido pelo ex-governador Ricardo Coutinho.

O vereador Léo Bezerra, que liderou a bancada antes da intervenção, não segue a orientação de Sandra. A recíproca também é verdadeira. Na sessão desta quarta-feira (13), Léo deixou claro que não reconhece a condição da colega. “A partir de agora, nem eu a chamarei de líder nem a senhora me chama de líder”, sugeriu.

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Sandra Marrocos concordou. Ele conta com o apoio do colega Tanilson Soares. Léo tem aval de Tibério Limeira. A bancada está literalmente dividida. Dois seguidores do ex-governador Ricardo Coutinho e dois do governador João Azevedo.

O retrato da crise no PSB.

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Mangueira denuncia “caos” na segurança no Rangel e cobra ação efetiva para combater violência: “Ninguém aguenta mais”

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O vereador Ronivon Mangueira (MDB) classificou, nesta quarta-feira (13), como “caótica” a situação da segurança pública no bairro do Rangel, considerado um dos mais violentos de João Pessoa, e cobrou ação mais efetiva da polícia para combater a violência no local. Ele citou cenário do último domingo (10), quando o enfrentamento de gangues rivais provocou pânico nas ruas do bairro.

“Soube que até morte foi registrada no domingo. Isso sem contar que, quase toda noite, ocorre tiroteio e enfrentamento de bandidos de facções rivais. Se a polícia quiser, sabe onde encontrar os bandidos”, afirmou Mangueira, citando as ruas José Soares e Souza Rangel como focos principais dos enfrentamentos.

Segundo o vereador, a população não aguenta mais tanta violência e está se mobilizando para protestar contra a situação e cobrar providências das autoridades competentes. “Tem muita gente que só não muda de endereço portque não tem para onde ir, mas alguns comerciantes já fecharam seus estabelecimentos. O medo de morrer é grande”, afirmou.

O Rangel pede socorro.

 

 

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Motorista denuncia agente de trânsito após ser multado por dirigir carro sem capacete no Sertão da Paraíba

Foto Ilustrativa (Imagem da Internet)

Um motorista denunciou um suposto erro de um agente de trânsito, após ter sido multado por dirigir carro sem capacete. O rapaz que reside em Tabuleiro do Norte, recebeu uma multa no valor de RS 293,47 e resolveu denunciar nas redes sociais o caso nesta terça-feira (12).

Segundo a multa do Detran-PB, a infração teria sido cometida quando o rapaz dirigia uma motocicleta com uma outra pessoa no banco de passageiro, na Rua Coronel José Vicente – nº 09, no município de Sousa -PB, e ainda sem capacetes. No entanto, no mesmo momento João Paulo estava dirigindo um automóvel e não uma motocicleta.

A infração de João Paulo de Araújo, foi anotada por um agente de trânsito da cidade de Souza às 16h52 do dia 12 de agosto de 2019.

Em entrevista ao Portal ClickPB o superintendente do  Detran-PB, Agamenon Vieira, o caso será investigado para confirmar a veracidade e se confirmado será feita a responsabilização do erro. “Vamos analisar para sabermos a veracidade. O batalhão de trânsito vai analisar. Pode ter sido um erro material no talonário eletrônico havendo troca na multa. Isso pode ocorrer, mas não é comum. Caso se confirme a falha, o agente será responsabilizado e o condutor não terá prejuízos”, explicou.

 

 

 

 

 

Com Clickpb

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Senado aprova Medida Provisória que dobra valor de saques do FGTS

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12), simbolicamente, a medida provisória com regras para o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e que aumentou de R$ 500 para R$ 998 o valor que pode ser retirado de contas do Fundo.

O texto já passou pela Câmara e agora vai para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O relatório aprovado nas duas Casas é o mesmo que saiu da comissão mista de deputados e senadores.

O texto do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) estabelece que só poderá realizar esse saque total o trabalhador que tinha um saldo de até um salário mínimo (R$ 998) em 24 de julho deste ano, quando a MP entrou em vigor.

Caso a lei seja sancionada por Bolsonaro, quem já retirou o dinheiro poderá sacar o restante.

Para quem tinha mais de um salário mínimo na conta do FGTS o saque continua limitado a R$ 500.

O relator incluiu em seu parecer prazo de 180 dias a partir da sanção presidencial para a retirada de valores residuais de R$ 80.

O texto aprovado no colegiado permite saque da conta do FGTS caso o trabalhador ou qualquer de seus dependentes tenham doenças raras.

O texto também acaba com a multa adicional de 10% sobre os depósitos no caso das demissões sem justa causa.

O trabalhador pode fazer o saque do dinheiro em lotéricas e caixas eletrônicos.

Se o saldo para saque for de até R$ 100, no caso das lotéricas, ele precisa apenas de CPF e documento de identificação com foto. Em caso de valores maiores, é preciso levar o Cartão Cidadão com senha.

Também é possível fazer o saque nos caixas eletrônicos e em correspondentes Caixa Aqui, com CPF e Cartão do Cidadão com senha.

Com o saque dos R$ 500, o governo estimava que R$ 40 bilhões seriam injetados na economia. Mas, em vez de usar o dinheiro no consumo, grande parte dos trabalhadores com direito ao saque deve usar esse dinheiro para pagar dívidas.

Pesquisa da XP Investimentos em parceria com o Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) mostra que 4 em cada 10 consumidores deve usar o dinheiro para esse fim. A pesquisa ouviu mil entrevistados.

Com Daniel Carvalho/Folhapress

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