REVORALTA: Presa na Operação Calvário, prefeita do Conde assume presidência do PSB da Paraíba

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Em menos de 24 horas, o PSB novamente surpreendeu a todos ao mudar uma decisão sobre o comando do partido na Paraíba. Na tarde desta quinta-feira, o partido divulgou nota anunciando o deputado federal Gervasio Maia como presidente estadual, em substituição ao ex-govermador Ricardo Coutinho, preso na Operação Calvário.

Só que, junto à Justiça Eleitoral, oficializou o nome da prefeita do Conde, Márcia Lucena, também presa durante a Calvário, para o meamo.posto. Ou seja, o partido “revogou” o documento que havia publicizado horas antes, segundo matéria do portal MaisPB.

O que terá acontecido?

Abaixo, matéria na íntegra do MaisPB

A prefeita do município de Conde, Márcia Lucena, assume nesta quinta-feira (9), o comando do PSB na Paraíba. A gestora, que chegou a ser presa na Operação Calvário, passa a presidir a comissão provisória da sigla em substituição a Ricardo Coutinho, também preso na mesma ação policial.

O nome de Márcia Lucena já consta no sistema da Justiça Eleitoral como sendo a presidente do PSB, contrariando nota divulgada pelo partido e suas principais lideranças nessa quarta-feira (8). No documento, o nome do deputado federal Gervásio Maia é anunciado como sendo o novo presidente.

Maia, no entanto, será o vice-presidente da legenda no estado. Na direção estão ainda: a deputada estadual Cida Ramos (secretária-geral), os deputados estaduais Jeová Campos e Buba Germano, ambos como secretários especiais, além da ex-secretária de Estado, Cassandra Figueiredo (primeira secretária) e Fábio Maia (secretário de Finanças).

A nova direção terá um mandato com vigência a partir desta quinta-feira e encerramento no dia 31 de dezembro deste ano.

A nova presidente da sigla é investigada na operação Calvário, que apura um desvio superior a R$ 130 milhões em recursos que deveriam ser destinados à saúde pública.

A investigação aponta Márcia Lucena, ex-secretária de Educação do Estado, como uma das principais líderes do esquema que expandiu os desvios para a área da educação.

MaisPB

 

 

 

 

 

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Ruy Carneiro critica decisão do Governo do Estado e defende continuidade do “Bolsa Atleta” para dar oportunidade aos jovens

Foi durante a gestão do hoje deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) que os jovens atletas mais receberam apoio do Estado e o Programa Bolsa Atleta se consolidou, revelando inúmeros talentos de diversas modalidades esportivas. Em função disso, Ruy avaliou como equivocada a decisão do governo de extinguir o programa. E disse ser preocupante o fato de o governo não anunciar de que maneira os atletas passarão a ser apoiados.

“Este era o maior programa de estímulo aos atletas da Paraíba. Esta decisão é um enorme equívoco porque o esporte e a educação são fundamentais na formação dos nossos jovens”, disse Ruy, lembrando que nomes importantes dos esportes na Paraíba atualmente conseguiram avançar no cenário regional e nacional graças às bolsas que recebiam quando foi secretário estadual a exemplo do lutador Cara de Sapato, o nadador Kaio Márcio e a corredora Pretinha.

“Infelizmente, tanto este quanto o governo anterior não vinham pagando o bolsa atleta em dia, prejudicando a continuidade das atividades e prejudicando fortemente os atletas”, criticou Ruy. Segundo ele, países como os Estados Unidos investem grandes somas nos esportes para estimular os jovens e formar as equipes de elite na maioria das modalidades. Ruy vem mantendo contatos com a bancada de deputados estaduais aliados para defender o programa.

Com Assessoria

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Paraíba tem 81 municípios em estado de alerta para eventuais chuvas severas nos próximos dias

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta na tarde desta terça-feira (08) alertando para chuvas intensas em 81 municípios da Paraíba com grau de severidade: Perigo Potencial.

O comunicado é válido a partir das 10h30 do dia 08 até as 9h30 do dia 09 de janeiro. Ainda de acordo com o documento, as chuvas devem atingir entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos (40-60 km/h).

As orientações do Inmet são de evitar enfrentar o mau tempo, observar as encostas, evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada e procurar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).

Aguiar 2500205 PB
Aparecida 2500775 PB
Belém Do Brejo Do Cruz 2502003 PB
Bernardino Batista 2502052 PB
Boa Ventura 2502102 PB
Bom Jesus 2502201 PB
Bom Sucesso 2502300 PB
Bonito De Santa Fé 2502409 PB
Brejo Do Cruz 2502805 PB
Brejo Dos Santos 2502904 PB
Cachoeira Dos Índios 2503308 PB
Cacimba De Areia 2503407 PB
Cajazeiras 2503704 PB
Cajazeirinhas 2503753 PB
Carrapateira 2504108 PB
Catingueira 2504207 PB
Catolé Do Rocha 2504306 PB
Conceição 2504405 PB
Condado 2504504 PB
Coremas 2504801 PB
Curral Velho 2505303 PB
Diamante 2505600 PB
Emas 2505907 PB
Ibiara 2506608 PB
Igaracy 2502607 PB
Imaculada 2506707 PB
Itaporanga 2507002 PB
Jericó 2507408 PB
Joca Claudino 2513653 PB
Juru 2508000 PB
Lagoa 2508109 PB
Lastro 2508406 PB
Malta 2508802 PB
Manaíra 2509008 PB
Marizópolis 2509156 PB
Mato Grosso 2509370 PB
Maturéia 2509396 PB
Monte Horebe 2509602 PB
Mãe D’Água 2508703 PB
Nazarezinho 2510006 PB
Nova Olinda 2510204 PB
Olho D’Água 2510402 PB
Patos 2510808 PB
Paulista 2510907 PB
Pedra Branca 2511004 PB
Piancó 2511301 PB
Pombal 2512101 PB
Poço Dantas 2512036 PB
Poço De José De Moura 2512077 PB
Princesa Isabel 2512309 PB
Quixabá 2512606 PB
Riacho Dos Cavalos 2512804 PB
Santa Cruz 2513208 PB
Santa Helena 2513307 PB
Santa Inês 2513356 PB
Santa Luzia 2513406 PB
Santa Teresinha 2513802 PB
Santana De Mangueira 2513505 PB
Santana Dos Garrotes 2513604 PB
Serra Grande 2515708 PB
Sousa 2516201 PB
São Bentinho 2513927 PB
São Bento 2513901 PB
São Domingos 2513968 PB
São Francisco 2513984 PB
São José Da Lagoa Tapada 2514206 PB
São José De Caiana 2514305 PB
São José De Espinharas 2514404 PB
São José De Piranhas 2514503 PB
São José De Princesa 2514552 PB
São José Do Bonfim 2514602 PB
São José Do Brejo Do Cruz 2514651 PB
São João Do Rio Do Peixe 2500700 PB
São Mamede 2514909 PB
Tavares 2516607 PB
Triunfo 2516805 PB
Uiraúna 2516904 PB
Vieirópolis 2517209 PB
Vista Serrana 2505501 PB
Várzea 2517100 PB
Água Branca 2500106 PB
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DELAÇÃO DE LIVÂNIA: MDB nega pedido de R$ 8 milhões para apoiar Ricardo em 2014

O MDB da Paraíba distribuiu nota nesta quarta-feira (8) onde trata sobre a delação da ex-secretária Livânia Farias, que, em delação premiada, relatou uma reunião entre políticos do partido e membros do PSB para definir apoio u ao então candidato Ricardo Coutinho (PSB) nas eleições 2014. Na ocasião, membros emedebistas teriam pedido R$ 8 milhões para estarem ao lado do socialista no pleito.

O partido nega que tenha recebido qualquer quantia para apoiar o candidato do PSB, e diz que o, na época, vice-presidente Michel Temer foi quem ordenou o apoio a Ricardo.

Confira nota

O MDB da Paraíba, em momento algum, exarou decisão de apoio ao candidato a governador Ricardo Coutinho, no primeiro turno das Eleições de 2014, muito menos, indicou candidato à vice-governador, do MDB, para chapa do PSB.

No segundo turno, por uma recomendação do MDB Nacional, que tinha Michel Temer, presidente do MDB Nacional, como candidato a vice-presidente da República, orientou que o MDB da Paraíba, desse apoio ao candidato do PSB da Paraíba, sem participar da chapa que concorrera ao primeiro turno, bem como, sem qualquer compensação financeiro ou participação no futuro governo.

João Pessoa, 8 de janeiro de 2020

Diretório Estadual do MDB da Paraíba

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EFEITOS DA CALVÁRIO: PSB troca Ricardo Coutinho por Gervasio Maia no comando da sigla na Paraíba

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O Partido Socialista anunciou na tarde desta quarta-feira (8) uma nova direção estadual. O ex-governador Ricardo Coutinho deixa a presidência, e quem assume é o deputado federal Gervásio Maia.

De acordo com a nota do partido, Ricardo ficará somente com o comando da Fundação João Mangabeira. Segundo a nota, Gervásio vai dar “continuidade ao trabalho que faz do partido a grande força política transformadora da Paraíba”.

Confira nota na íntegra  

Em virtude da necessidade estatutária de renovação da comissão provisória do Estado da Paraíba, comunicamos que o nosso sempre Presidente Ricardo Coutinho, a partir deste novo momento, concentrará suas atividades mais especificamente na Presidência da Fundação João Mangabeira. No entanto, continuará como Presidente de Honra do Partido no Estado e na Executiva Nacional, contribuindo como militante nas eleições 2020, na luta das ruas e nos debates e desafios que juntos enfrentaremos. Agradecemos a tarefa cumprida nesse período de transição interna do PSB paraibano, quando duplicamos as Comissões Executivas Municipais. Agora, o PSB-PB será presidido pelo Deputado Federal Gervasio Maia, que dará continuidade ao trabalho que faz do partido a grande força política transformadora na Paraíba. Adelante!

PSB Paraíba.

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Julian Lemos garante que fica no PSL e apoia Nilvan para prefeito de João Pessoa

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O deputado federal Julian Lemos garantiu que permanecerá no PSL, mesmo após os desentendimentos com o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. Lemos disse que foi “jogado ao vento” pelo presidente, a exemplo de outros companheiros que ajudaram na eleição de Bolsonaro como Luciano Bivar, Bebiano e Magno.Malta.

“Continuarei apoiando o governo, mas apenas pelo Brasil e não mais por outros motivos (pessoais)”, avisou o parlamentar paraibano.

Lemos disse ainda que mantém apoio á pré-candidatura do radialista Nilvan Ferreira a prefeito de João Pessoa. “Ele (Nilvan) sabe que conta comigo”, sustentou.

As declarações foram dadas agora a pouco no programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan.

 

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Congresso Nacional em até 30 dezembro para evitar extinção do Fundeb

O fundo de financiamento da educação básica no Brasil tem prazo para acabar. No dia 31 de dezembro de 2020, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) perderá a validade.

Tornar permanente essa fonte de recursos depende do Congresso Nacional, que também analisa a possibilidade de aumentar a participação da União com mais investimento de verbas federais para manter o funcionamento de creches, educação infantil, ensinos fundamental e médio e educação de jovens e adultos nos estados e municípios.

Só em 2019, dos R$ 248 bilhões aplicados nas escolas públicas do país, R$ 156 bilhões (65% do total) saíram do Fundeb.

O fundo recolhe verbas públicas e reparte o montante entre todas as 27 redes estaduais e 5.570 redes municipais de ensino. Ele é composto por 20% de diversas receitas, entre elas o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Além disso, uma parte dos recursos recolhidos é reservada às redes de ensino que ficaram com os valores mais baixos, amenizando as desigualdades regionais no financiamento da educação.

O dinheiro extra da complementação federal é distribuído entre todos os estados desfavorecidos até que eles alcancem um mesmo patamar mínimo por matrícula. No ano passado, nove Fundebs ganharam esse reforço: no Maranhão, Pará, Amazonas, Piauí, Bahia, Ceará, Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Assim, esses estados atingiram o valor mínimo previsto por aluno, que foi de R$ 3.240. Sem o fundo, o investimento para cada estudante maranhense, por exemplo, seria de apenas R$ 1,7 mil (R$ 141 por mês).

— Sem o Fundeb, fica decretada a falência do ensino público no Brasil — afirmou Dário Berger (MDB-SC), presidente da Comissão de Educação (CE), que elegeu o fundo como a política pública a ser avaliada pelo colegiado em 2019.

Com duração de 14 anos, o Fundeb foi criado em 2007 para substituir outro fundo, dedicado somente à manutenção do ensino fundamental — o Fundef, que vigorou entre 1998 e 2006.

Para onde vai o dinheiro

Pelo menos 60% dos recursos do Fundeb devem ser usados na remuneração de professores, diretores e orientadores educacionais. O restante vai para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, como o pagamento de outros profissionais ligados à educação, a compra de equipamentos e a construção de escolas.

Dário Berger defende que o Parlamento vincule o novo Fundeb à melhoria da infraestrutura escolar.

— O IBGE mostra que 17,5 mil escolas não têm nem banheiro em suas instalações. Outras 7,5 mil funcionam sem energia elétrica, e 47 mil não têm internet — lamentou.

Entre as modalidades de educação para índios e quilombolas, por exemplo, o entendimento dos participantes de audiência pública promovida em novembro pela Comissão de Educação é de que o investimento público por aluno deve ser maior nas escolas dos povos tradicionais. É o Fundeb que garante a educação escolar em territórios marcados por alta vulnerabilidade, mas os recursos ainda são insuficientes.

Com salário atrasado, a professora Maria José Sousa Silva, representante dos quilombolas de Mirandiba (PE), ensina em uma sala de aula improvisada, sem banheiro nem cozinha. Também falta transporte para as crianças, que, de acordo com ela, caminham dois quilômetros debaixo do sol quente para receber uma merenda de baixa qualidade.

— Existe esse apartheid dentro das escolas. Se nós estamos em um município onde a maioria da população é negra, por que ainda não existe um olhar específico para resolver essa questão? — questionou.

Para o antropólogo Gersem Baniwa, do Foro Nacional de Educação Escolar Indígena, o Fundeb garantiu a abertura de mais escolas para os índios, mas a distribuição dos recursos seria influenciada por um “racismo geográfico”.

— O aluno no extremo norte da Amazônia dificilmente terá o seu direito assegurado. Simplesmente porque ele nasceu numa região de tremendas dificuldades. Existem alunos que têm de arrastar canoas horas e horas, passar por cachoeiras para poder chegar a uma escola — ressaltou Baniwa, que já foi professor bilíngue na sua aldeia, na Amazônia, e chegou a ocupar o cargo de secretário municipal de Educação.

Propostas

Três propostas de emenda à Constituição em análise no Congresso (PECs 15/201533/2019 e 65/2019),  além de renovarem o Fundeb, convergem ao prever duas mudanças significativas no modelo atual. A primeira delas é a transformação do fundo em uma política pública definitiva, e não mais um mecanismo provisório.

— Com o Fundeb estabelecido de forma definitiva na Constituição, teremos a garantia de que as verbas para a educação básica, que é um direito de todos os brasileiros, jamais serão retiradas — argumenta o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor da PEC 65/2019.

A segunda mudança significativa prevista nas três PECs é o aumento das injeções diretas do governo federal. O fundo, primeiro, recolhe as contribuições dos estados e das prefeituras e, em seguida, cobra da União 10% do valor arrecadado. Das propostas em estudo no Congresso, duas elevam a cota federal para 30% e a outra, para 40%. Em todos os casos, a elevação ocorre de forma gradual, diluída ao longo dos anos, até chegar à porcentagem estabelecida.

Uma terceira mudança nas regras atuais é aventada pelos relatores das PECs. Para os senadores Zequinha Marinho (PSC-PA) e Flávio Arns (Rede-PR) e a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), existe espaço para tornar mais justa a fórmula de distribuição da complementação federal.

Uma das possibilidades é que o dinheiro da União deixe de ser aplicado no Fundeb dos estados que ficam na lanterna do ranking do valor por aluno. Em vez disso, passaria a ir diretamente para as cidades mais pobres, não importando o estado em que se localizam. São cidades que arrecadam muito pouco com os impostos municipais (como o IPTU e o ISS) e, por isso, não dispõem de quase nada, além do Fundeb, para investir nos seus alunos.

Recursos

Nos últimos nove anos, os 10% do valor do fundo repassados pela União não alcançam um valor mínimo por aluno. Em 2019, essa participação representou R$ 14,3 bilhões. No texto substitutivo da Câmara (PEC 15/2015), apresentado pela deputada Professora Dorinha, a proposta é triplicar a participação federal em 10 anos: para 15% em 2021, com acréscimos anuais de 2,5 pontos percentuais até chegar a 40% em 2031. O impacto orçamentário total seria de R$ 279,8 bilhões ao longo desses anos.

Além dessa ampliação da contribuição já existente da União, outra proposta (PEC 33/2019) também destina novos recursos ao fundo, com um percentual, a ser definido por lei, dos royalties do petróleo. O texto estabelece ainda que 60% de cada fundo estadual seja destinado ao pagamento dos professores da educação básica pública em efetivo exercício.

— É uma forma de assegurar a prioridade da aplicação dos recursos dos fundos para a remuneração e valorização dos professores, que são, ao fim e ao cabo, os responsáveis diretos pelo sucesso das práticas de ensino e pela aprendizagem dos alunos. Em outras palavras, o foco deve estar na sala de aula e na valorização dos docentes e de seus saberes — diz o senador Jorge Kajuru (Cidadania–GO), autor da proposta.

Já o relator da PEC 65/2019, senador Flávio Arns, sugere que também componham o Fundeb 20% dos recursos relativos ao 1% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Este 1% é repassado todos os anos pelo governo federal ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nos meses de julho e dezembro.

O senador explicita que o Brasil precisa investir mais em educação. O investimento em estudantes dos 6 aos 15 anos na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) chega a US$ 8,63 mil anual por aluno. Já no Brasil, é só de US$ 3,7 mil.

— Em termos de qualidade, nossos alunos têm uma performance bem inferior aos dos países da OCDE. Isso acontece em parte devido à grande disparidade socioeconômica e de investimentos. E não é subfinanciando a educação que vamos resolver o problema — afirma.

A Comissão de Educação aponta ainda, como futuras fontes para o Fundeb permanente, a redução das desonerações tributárias, o remanejamento de recursos e uma reforma tributária progressiva.

Arns alerta que, além de aprovar uma nova proposta prorrogando o Fundeb, será preciso depois regulamentá-lo. Além disso, caberá ao governo federal estabelecer as normas infralegais. Se esse processo não acontecer, o fundo deixará de existir em 2021.

MEC

O Ministério da Educação (MEC) é contrário ao aumento proposto pelo Legislativo dos atuais 10% para 40% na complementação da União no Fundeb.

— A gente é a favor de gastar mais com educação, principalmente no ensino fundamental. Queremos e apresentamos uma proposta factível, palpável e concreta para que isso acontecesse. Estamos dispostos a aumentar os gastos, mas dentro de critérios de desempenho técnicos — afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante coletiva de imprensa em setembro.

Em junho, o MEC propôs acréscimo progressivo até alcançar 15%, com a implementação de critérios que melhorem o desempenho da educação básica atrelados à eficiência na aplicação dos recursos. O aumento seria de um ponto percentual ao ano.

Segundo Weintraub, um modelo para o novo Fundeb está sendo construído junto com a Casa Civil e o Ministério da Economia.

Com Agência Senado

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Governador João Azevedo anuncia investimentos de quase R$ 2 bilhões no Estado até o final do ano

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O governador João Azevêdo anunciou a criação de um programa habitacional próprio do Governo do Estado em 2020. Segundo ele, o programa virá para suprir a demanda habitacional da Paraíba, já que o programa do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida, tem enfrentado dificuldades.

A novidade foi revelada durante entrevista coletiva, concedida na manhã desta segunda-feira (6), no Espaço Cultural, em João Pessoa. Na ocasião, o governador prestou contas do seu primeiro ano de governo, que foi 2019, e anunciou planos para 2020.

Ao todo, o Governo do Estado pretende investir R$ 1,8 bilhão em ações nas principais áreas, como educação, saúde, segurança, habitação e infraestrutura. Na educação, a principal novidade será a ampliação das escolas cidadãs integrais, com mais 76, chegando a 151 cidades e 229 escolas. Além disso, também haverá abertura de 400 vagas no Giramundo Estudante e 124 vagas no Giramundo Professor.

Além do programa habitacional, o governo anunciou concursos públicos, a implantação da Agrovila Acauã e do programa Cidade Madura nas cidades de Bayeux e Monteiro.

Na área do turismo, as novidades serão as construções do Centro de Convenções de Campina Grande, do aeroporto de Patos, da terceira etapa do Parque Parahyba e de resorts no Polo Turístico do Cabo Branco, sendo os dois últimos em João Pessoa.

João Azevêdo também prometeu para este ano a conclusão de três obras de mobilidade urbana em João Pessoa: as ligações entre o Altiplano e o Jardim Cidade Universitária; entre o Geisel e a Perimetral e entre Valentina e Mangabeira.

As prioridades nos investimentos da área de saúde são as reformas e ampliações de unidades hospitalares em todo o estado. Ainda este ano será iniciada a obra na Maternidade Frei Damião. Outra prioridade é a implantação da PB Saúde, para gerenciar as unidades de saúde do Estado.

No setor de segurança, deverão ser iniciadas as obras do novo Centro de Treinamento do Corpo de Bombeiros. Além disso, o governador pretende implantar a primeira fase do sistema de monitoramento de segurança em João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Já em relação ao esporte, João Azevêdo anunciou a extinção dos programas Gol de Placa e Bolsa Atleta. Neste ano, os investimentos acontecerão através de um novo programa, o Incentivo Esporte, que atuará a partir do Paraíba Esporte Total, para incentivar o futebol profissional e outros esportes e o Programa Bolsa Esporte.

Com Clickpb

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Bolsonaro prevê “uns cem deputados” eleitos pelo Aliança em 2022

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PRIMEIRO ANO DE GOVERNO: João Azevedo presta contas e anuncia novos investimentos no Estado

Imagem Reprodução/Clickpb

O governador João Azevêdo apresenta, nesta segunda-feira (6), às 10h, no Teatro Paulo Pontes, a prestação de contas das ações na Paraíba, do Governo em 2019.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual também anuncia os investimentos previstos para o ano de 2020.

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