Vice-prefeito de Pedras de Fogo denuncia “descaso e irresponsabilidade” da gestão anterior com bens públicos

O vice-prefeito de Pedras de Fogo, Bá Barros, lamentou, nesta quinta-feira (07), nas redes sociais, a irresponsabilidade da gestão anterior com bens públicos da Prefeitura, sobretudo com a frota municipal: ônibus escolares, ambulâncias, tratores, retroescavadeiras, caçambas, que está totalmente sucateada.

“Lamentável a situação que encontramos já nos primeiros dias de gestão. Máquina que deveria estar em pleno funcionamento e contribuindo para a reconstrução de Pedras de Fogo, mas se encontra em situação de descaso”, disse Bá com relação a um trator, que poderia está sendo usado em benefício dos agricultores da cidade.

Bá Barros também a situação de completo abandono dos ônibus escolares deixa pela gestão passada.

“Os transportes que recebemos do governo passado estão em péssimas condições, muitos sem baterias, remendados, com cadeiras quebradas e sem funcionar. Um verdadeiro descompromisso com os cidadãos de Pedras de Fogo. Estamos nos empenhando bastante para organizar nossa cidade e trazer a prosperidade”, disse.

Com Assessoria

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Brasil chega a 200 mil mortes por Covid-19 e perde apenas para os EUA em números absolutos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Bastaram apenas 72 horas para que a vida de Tiago Cária Sartini, 38, mudasse para sempre. No intervalo de três dias, o engenheiro perdeu o pai e a mãe para Covid-19.

José Luiz Sartini, 73, e Maria das Graças Cária Sartini, 69, tomavam todos os cuidados possíveis para evitar o contágio. Não foi o suficiente. “Qualquer um que minimize essa doença tem, no mínimo, um déficit cognitivo” diz o filho.

Ambos fazem parte da triste marca que o Brasil atinge nesta quinta-feira (7). Após dez meses desde o registro da primeira vítima por aqui, em 16 de março, o país contabiliza 200 mil mortes pela doença e uma série de erros no combate à pandemia, alguns deles passíveis de responsabilização do presidente da República, apontam especialistas em saúde pública e direito.

Somos o segundo país do mundo com mais óbitos em números absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos. E, assim como lá, a condução do combate à pandemia por aqui rendeu e continua a render críticas.

Se o agora quase ex-presidente americano Donald Trump desdenhou e minimizou os efeitos do novo coronavírus em seu país, a gestão Jair Bolsonaro (sem partido) não fez diferente e até seguiu alguns exemplos, apontam os especialistas.

Negacionismo, pouco caso, incompetência, crimes contra a saúde da população e violações de tratados internacionais que colocaram o Brasil em uma situação tão delicada quanto vexaminosa são apenas alguns dos erros apontados — por ação ou omissão- que pesam contra o governo brasileiro. Isso, de acordo com a opinião de quem desde o início vive, estuda e tenta minimizar os efeitos da pandemia.

“Após o período de gestação dessa pandemia, parimos um rebento com muitos e diferentes defeitos congênitos. Alguns indeléveis”, diz a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo, uma das profissionais de saúde mais atuantes durante a pandemia.

Às 22h30 da véspera do dia em que o Brasil chegaria à nova marca recorde de óbitos, logo após terminar mais um laudo de uma vítima da Covid-19, pouca coisa ainda parecia fazer sentido para ela. “Ninguém se recupera de 200 mil mortes.”

A percepção dos familiares das vítimas não é muito diferente. “Negar a doença, colocar empecilhos para o tratamento, falar que o sujeito ‘vira jacaré’ [se tomar a vacina], isso tudo é desinformar a população”, diz Tiago, ele próprio eleitor de Bolsonaro no segundo turno em 2018. “O pior é que muita gente sai replicando isso.”

O efeito disso é que, assim como as mortes se avolumaram, as informações sobre mandos e desmandos do governo federal no curso da pandemia se sucederam em velocidade assustadora. “São crimes de responsabilidade e contra a saúde pública passíveis de punição aqui e no Tribunal Penal Internacional”, diz a professora aposentada da USP Sueli Dallari, especialista em direito sanitário.

Essas são alguns dos motivos que, de acordo com especialistas ouvidos pela reportagem, nos aproximaram mais rapidamente da marca de 200 mil óbitos.

Comportamento irresponsável e negacionista do presidente Jair Bolsonaro

Desde o início da pandemia, o comportamento do presidente Jair Bolsanaro se destacou entre os líderes mundiais de forma negativa.

Ao lado de mandatários como Donald Trump (EUA), Viktor Orbán (Hungria), Aleksandr Lukashenko (Belarus) e Gurbanguly Berdymukhamedov (Turcomenistão), o brasileiro desdenhou do potencial de letalidade do vírus, chamou a Covid-19 de “gripezinha”, disse que seu povo deveria ser estudado pois mergulha no esgoto e não contrai nenhuma doença e recomendou diversas vezes o uso de coloroquina, medicamento comprovadamente ineficaz para evitar o contágio e potencialmente perigoso.

Além disso, Bolsonaro afirmou que não era coveiro para opinar sobre o elevado número de mortes, comemorou e difundiu informações falsas, como a morte de um voluntário dos testes da vacina Coronavac, desenvolvida na China em parceria com o Instituto Butantan.

“Se nossas instituições estivessem, de fato, funcionando, os processos de impeachment contra ele estariam andando na Câmara”, diz o advogado, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e diretor do Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa/USP), Fernando Aith. Ele vê claras evidências de crimes de responsabilidade contra o presidente do Brasil.

É a mesma opinião da professora de ética da Faculdade de Saúde Pública da USP e pesquisadora do Cepedisa, Deisy Ventura. “Minha impressão é que o governo brasileiro quer disseminar a Covid-19 entre a população. Não se trata de incompetência, mas de uma estratégia do governo federal”, diz.

Ela exemplifica com o conteúdo do livro do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, demitido no meio da pandemia. “Há uma estratégia clara de disseminação do vírus. E essa é uma ideia eleitoral porque quanto antes acabar, mais cedo se retoma o caminho para 2022”, afirma.

A professora da USP aponta três eixos pelos quais a gestão Bolsonaro obstruiu e prejudicou o combate à Covid-19: comunicação, gestão e normas.

“O governo mobilizou até mesmo a Secom [Secretaria de Comunicação] e o Ministério da Saúde para serem divulgadores de fake news. Para o discurso extremista e populista não há problema em ser contraditório”, diz. “Também agiu editando normas que consideraram serviços essenciais salões de beleza e igrejas e agiu para obstruir as respostas locais de prefeitos e governadores à pandemia.”

Falta de um plano nacional de combate à pandemia

À medida que a pandemia crescia no Brasil, ficava evidente a falta de coordenação entre o governo federal e os estados. Medidas de fechamento do comércio e divisas circulavam nas diferentes regiões do país sem que uma orientação ou norma da União pudesse esclarecer a necessidade e a viabilidade dessas ações. Em pouco tempo era clara a descoordenação que atingia o país. Em decorrência da inação da União, estados e municípios passaram a agir por conta própria. “Isso é um nítido exemplo da falta de coordenação. Até hoje não temos um plano decente, mesmo esse entregue ao STF [Supremo Tribunal Federal] é incompleto”, diz Fernando Aith.

Lockdowns, confisco de respiradores, falta de insumos para a intubação de pacientes, e agora escassez de seringas e agulhas são alguns dos exemplos da confusão causada pela falta de coordenação e erros do governo federal. “O que está acontecendo agora? Diversos prefeitos e governadores estão indo direto ao Butantan para ter acesso à vacina para suas populações”, afirma Deisy Ventura.

“Desde a saída do ministro Mandetta nunca mais fomos ouvidos pelo governo”, diz Margareth Dalcolmo. “Não por respeito ou qualquer coisa assim, mas pela necessidade de ouvir o que estão dizendo os cientistas isso deveria ocorrer.”

A pneumologista e pesquisadora da Fiocruz reforça que oportunidades factíveis foram perdidas ou ignoradas. “Por que tanta gente morreu em casa? Porque não foram usadas ferramentas simples e disponíveis como os aplicativos de celular”, diz. “Fazemos isso aqui na comunidade da Maré, com 180 mil pessoas, no meio de fuzis e por aplicativos acompanhamos os casos.”

Mudanças de ministros da Saúde em meio à crise

Para os especialistas ouvidos pela reportagem, a falta de um plano nacional de coordenação é um dos fatores diretos pela crise aberta por Bolsonaro com dois ministros da Saúde trocados em meio à pandemia. Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich entraram em rota de colisão com o presidente após darem sinais de que levariam à frente o desenvolvimento de um plano de contenção do vírus e por se negarem a chancelar o uso da cloroquina como medicamento contra a Covid-19.

Mandetta deixou o governo em 16 de abril, após um ano e meio no cargo. Entre os principais pontos que levaram o ex-ministro ao limite estavam a insistência de Bolsonaro no uso de cloroquina e o “isolamento vertical” que era defendido pelo presidente mesmo sem nenhum respaldo científico.

Fora do governo, Mandetta lançou o livro “Um Paciente Chamado Brasil”. Nele, narra que o presidente ignorou completamente a pandemia, não demonstrou qualquer interesse em salvar vidas e só se preocupava com o efeito da quarentena sobre suas chances de reeleição.

Em seu lugar, assumiu Teich. Pressionado a mudar o protocolo e indicar a cloroquina para pacientes com casos de leves de Covid, pediu demissão. Deixou o cargo quase um mês depois, em 15 de maio, quando o Brasil tinha 218.223 casos e 14.817 mortes pela Covid.

Desde ali, o ministério ficou sem titular. Em seu lugar, um militar da ativa, general Eduardo Pazuello, assumiu interinamente. Logo de cara, fez acenos a Bolsonaro e na contramão da ciência. O primeiro deles foi ampliar a oferta de cloroquina para casos leves.

“Essa militarização se refletiu em muitos cargos importantes do ministério que foram ocupados por pessoas desqualificadas, que não sabem o que é e como funciona o SUS”, diz Fernando Aith. “Isso é de uma irresponsabilidade muito grande.”

Insistência no uso da cloroquina

Em seu livro, o ex-ministro Mandetta afirma que Bolsonaro nunca se interessou pela capacidade da cloroquina de curar alguém. Queria que os brasileiros não ficassem em casa, voltassem a trabalhar com a falsa sensação de segurança que o medicamento daria, e assim reativassem a economia, algo que via como fundamental para aumentar suas chances de reeleição.

Em junho, o Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército já havia gastado mais de R$ 1,5 milhão para ampliar em cem vezes sua produção de cloroquina.

A ampliação da produção virou alvo do Tribunal de Contas da União, que investigou suspeita de superfaturamento nas compras do Exército, além da participação do presidente em suposta má aplicação de recursos públicos, já que o medicamento nunca teve comprovação científica para tratar a Covid-19.

Para os especialistas ouvidos pela reportagem, é impossível saber hoje o tamanho dos problemas que o uso do remédio trouxe para os brasileiros, e isso também é passível de responsabilização do presidente.

“Quanto esforço, tempo e dinheiro não foram gastos com remédios sem nenhuma comprovação?”, diz Margareth Dalcolmo.

Sueli Dallari estava na França no início da pandemia. Por lá, diz ela, o uso do medicamento também foi discutido, mas abandonado logo que as primeiras pesquisas apontaram a ineficácia e o perigo para saúde que o remédio pode representar. “Quando cheguei aqui, em julho, era aquela fanfarronice, um horror, um desvario”, afirma.

Mau uso do orçamento da Saúde

Em novembro, pouco mais de oito meses após o início da pandemia, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) havia deixado de gastar dinheiro reservado para contratar médicos, reestruturar hospitais, comprar testes de Covid-19 para presídios e fomentar agricultura familiar para doação de alimentos, de acordo com informações de relatórios da Câmara.

Os relatórios com a execução orçamentária dos gastos previstos para o combate à Covid-19 trataram, além das ações nas regiões fortemente afetadas pela pandemia, de infraestrutura de hospitais universitários, com finalidade de criação de novos leitos, e hospitais de campanha em presídios.

Os créditos foram gerados dentro do chamado orçamento de guerra. Com ele, há flexibilização das regras fiscais.

No orçamento de guerra, a pandemia conta com gastos específicos, sem as amarras habituais para a criação de uma despesa. Assim, MPs foram editadas para garantir créditos a diferentes ministérios e órgãos do governo.

“Foram dadas todas as ferramentas para o combate à pandemia, mas houve uma enorme incompetência”, diz Fernando Aith.

Obstrução das respostas locais à pandemia e ameaças aos governadores
Entre as muitas discordâncias entre o presidente e os governadores nas ações de combate à pandemia, a disputa adiantada de 2022 foi a que mais se destacou. Na corrida pela vacinação, Bolsonaro chegou a chamar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de lunático por ele ter defendido a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 e por ter encampado um ajuste fiscal que, segundo o mandatário, aumentou tributos no estado.

Nessa disputa, o presidente desautorizou um acordo do Ministério da Saúde com o estado de São Paulo para a compra de 46 milhões de doses da Coronavac. Em resposta, Doria afirmou que era criminosa a atitude de Bolsonaro caso ele negasse o acesso a qualquer vacina aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) contra a Covid-19.

Essa, no entanto, não foi a única disputa em que Bolsonaro se meteu com os gestores locais. Menos de 12 horas após ter ido à televisão propor um pacto a governadores e prefeitos na crise do coronavírus, voltou a criticar governadores pelas redes sociais, colocando em xeque as medidas de isolamento social.

“O governo federal deixou a doença se disseminar e sabia que os governos locais não iriam deixar isso transbordar, adotando medidas de restrição ao deslocamento e construindo hospitais de campanha. Cenas como as da Itália [com caminhões frigoríficos ao lado dos hospitais] não se repetiram em maior escala por causa das ações locais. Isso ocorreu em 2020, mas não acredito que vá ocorrer em 2021”, afirma Deisy Ventura.

O motivo? “Já não há recursos e não é ano eleitoral”, completa.

Demora para aquisição de vacinas e atraso na negociação com laboratórios
Entre os erros do governo federal na condução do combate à pandemia, pelo menos um deles ainda pode causar estragos e mais vítimas esperadas mais à frente.

Enquanto assiste a países da União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos e até mesmo seu vizinho Argentina vacinar a população contra a Covid-19, o Brasil sofre os efeitos da demora do governo federal em negociar e comprar os imunizantes no país.

“Desde o início, o ministério deveria contar com um órgão de inteligência para fazer o mapeamento do desenvolvimento das vacinas. O governo Trump fez isso, mesmo negando [por muito tempo] o tamanho da pandemia”, diz Fernando Aith. “Aqui, deitamos em berço esplêndido.”

Para Margareth Dalcolmo, o Brasil apostou corretamente na vacina da AstraZenenca, mas fechou os olhos para as outras. “Há pelo menos seis meses os países já estavam fazendo suas encomendas”, afirma.

Para quem, como Tiago, perdeu o pai e a mãe para o coronavírus, assim como para as outras famílias, fica a clara sensação de que muito do que aconteceu em suas vidas poderia ter sido evitado.

“Não precisa ser um gênio para saber que negar [o potencial destrutivo da doença] é uma imbecilidade”, afirma Tiago.

 

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Lockdown atinge 11 milhões de chineses e Europa já supera 25 milhões de contaminados pelo coronavírus

A China tem aumento na quantidade diária de casos do novo coronavírus e por isso decretou lockdown na cidade de Shijiazhuang , que fica ao norte do país, com uma população estimada em 11 milhões de habitantes.

A decisão pelo bloqueio ocorre semanas antes do Ano-Novo Chinês. Os moradores do distrito de Gaocheng, em Shijiazhuang, estão proibidos de deixar o local, uma vez que a área é considerada o epicentro do surto.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou em seu último levantamento que o país tem cerca de 90 casos em 24 horas e uma morte, totalizando 97.217 contaminações e 4.795 óbitos. A China tinha erradicado amplamente a pandemia graças a controles rígidos sobre viagens, uso de máscara e medidas de confinamento. No entanto, nos últimos dias, o número de infecções tem aumentado.

Já na Europa os casos de coronavírus ultrapassaram a marca de 25 milhões de contaminações nesta quinta-feira. Por sua vez, o Reino Unido e a Itália anunciaram que vão adotar medidas duras e restrições mais severas para tentar evitar a disseminação do vírus.

Com paraiba.com.br

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“Perdemos outro grande talento artístico”, lamenta Ruy Carneiro

Para o deputado federal Ruy Carneiro, o falecimento de Genival Lacerda, uma das pessoas que melhor simbolizavam a irreverência do forró nordestino, representa uma perda enorme na cultura brasileira. Genival Lacerda era paraibano, nascido em Campina Grande e faleceu aos 89 anos, vítima de COVID-19, após mais de 30 dias internado em Recife, PE.

“Morre um grande artista, um talento paraibano. Uma geração inteira cresceu ouvindo Severina Xique Xique e outros sucessos na voz irreverente de Genival. Seu legado seguirá contagiando outras gerações. Meus sentimentos à família”, disse Ruy.

Como artista, Genival Lacerda deixou sua marca ao lado de artistas importantes como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, que levaram ao país a cultura nordestina e deram a ela grande reconhecimento popular. Mesmo na velhice, continuava fazendo shows, demonstrando seu amor pela música e pelos palcos.

Com Assessoria

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Assembleia Legislativa lamenta morte do cantor paraibano Genival Lacerda

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, em nome de todos os deputados e servidores da Casa de Epitácio Pessoa, vem a público lamentar a morte do cantor paraibano Genival Lacerda.

O artista, que tiha 89 anos e estava internado desde o final de novembro em um hospital da cidade de Recife, não resistiu às complicações da Covid-19.

Adriano Galdino destacou o importante papel que Genival Lacerda teve para o forró, levando o clima descontraído para suas letras e danças marcantes e com muito bom humor. “Genival Lacerda era um artista único, que inspirou e animou os paraibanos com seu jeito simples e desinibido”, resumiu.

Antes da pandemia, Genival Lacerda fez uma visita à sede do Poder Legislativo Paraibano em meados de 2019, onde foi recebido pelos parlamentares e tirou fotos com servidores, profissionais da imprensa e pessoas presentes no local.

Ainda não há informações sobre o velório e enterro do cantor.

Com Aasessoria

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PT quer cargos para voltar a apoiar governo de João Azevedo

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Mesmo sem “som, imagem e votos”, o PT da Paraíba não se considera “carta fora do baralho” e busca mecanismos de fortalecimento para disputar as eleições de 2022. O partido precisa de “espaços” para propagar suas ações político-administrativas e transformá-las em votos.

Na prefeitura de João Pessoa, as portas estão fechadas. O partido concorreu com o prefeito eleito, Cícero Lucena (PP), e até com ele próprior. O resultado da campanha de Anísio Maia foi um fiasco, como todos sabem. De positivo, apenas a reeleição do vereador Marcos Henriques.

Em Campina Grande, pior ainda. Lá, os petistas nem sonham com a reedição da aliança com o grupo Cunha Lima, que levou Cozete Barbosa à prefeitura municipal.

O jeito é “baixar a cabeça” e tentar “voltar aos braços” de João Azevedo, mesmo após a “lambança” de Luiz Couto. Para quem não.lembra, Couto  apoiou o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), “adversário de todos” na campanha municipal, ignorando a candidatura do companheiro Anísio Maia.

O deputado federal Frei Anastácio, maior liderança atual do PT na Paraíba, defende o realinhamento com o Governo do Estado desde que o partido volte a ter espaços na gestão de Azevedo.

A aventura socialista do padre Couto custou-lhe a exoneração da secretaria que ocupava no Governo do Estado. A medida restringiu ainda mais os espaços do PT na equipe de Azevedo.

Segundo Anastácio, qualquer aliança deve pressupor a abertura de espaços para que o PT possa trabalhar suas políticas públicas. “O PT está vivo. Precisa apenas de espaços para trabalhar”, explicou o deputado.

Será que o PT quer indicar Luiz Couto novamente?

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COVID-19: Belo Horizonte entra em regime de “lock down” a partir de segunda-feira

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A cidade de Belo Horizonte entrará em regime de lockdown (bloqueio total) a partir de segunda-feira (11). O anúncio foi feito pelo prefeito Alexandre Kalil em redes sociais.

Kalil disse que a capital mineira chegou “ao limite da covid-19” e que, após uma reunião de governo, foi orientado a tomar a decisão de editar um decreto fechando todos os serviços não essenciais da cidade. “Sexta-feira [8] o decreto vai ser publicado, e segunda-feira a cidade está fechada”, informou o prefeito.

“Chegamos no vermelho. O comerciante tem que se preparar, porque sexta-feira estaremos soltando um decreto voltando a cidade à estaca zero. São números impressionantes, houve uma importação de doença surpreendente. Temos casos de famílias inteiras, que passaram o Natal juntos, infectados e internados”, acrescentou.

De acordo com Kalil, os únicos locais não essenciais ainda em funcionamento serão as praças públicas e o zoológico, que terá visitas agendadas. “Me desculpem, mas governar não é agradar. Tivemos uma longa reunião hoje, fui orientado. Com exceção das praças públicas e do zoológico agendado, [a cidade] estará com serviços essenciais abertos e todo o resto fechado”, finalizou Kalil, em vídeo.

Com Agência Brasil

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Ruy Carneiro defende vacinação em massa contra Covid-19

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O deputado federal Ruy Carneiro, que vem atuando na luta contra o coronavírus através de seu mandato, defendeu que todos têm que assumir a responsabilidade para que a vacinação contra a COVID-19 seja aplicada em massa na população brasileira.

Para Ruy, é preciso que as prefeituras, os governos estaduais e o governo federal parem de politizar a questão e perder tempo na guerra contra o vírus. “Cada minuto são centenas de vidas perdidas, é a economia parada, a falta de empregos, a pobreza aumentando. Isso exige responsabilidade, seriedade, mas principalmente um sentido de urgência nas medidas adotadas para salvarmos vidas e retomarmos a normalidade o quanto antes”, afirmou.

Com o objetivo de evitar que milhares de vidas sejam perdidas com a segunda onda do coronavírus, como aconteceu na primeira, Ruy ressalta que é preciso agir para garantir que tanto a vacina chegue à população como os insumos necessários para realizar a campanha de imunização.

“Os governos devem também preparar locais adequados para que a vacinação não provoque aglomerações no momento de receber a injeção e nos minutos seguintes, quando os vacinados devem ficar sob observação. A guerra contra o vírus é de todos, não podemos deixar que faça mais vítimas. É preciso tomar uma atitude. Temos recursos disponíveis garantidos para tornar possível a vacinação, mas agora todos, governo federal, governos estaduais e prefeituras precisam se mobilizar. É preciso agir”, enfatizou.

Com Aasessoria

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Cícero e João anunciam primeiras ações administrativas conjuntas para beneficiarJoão Pessoa

O prefeito Cícero Lucena e o vice-prefeito Leo Bezerra receberam a visita do governador da Paraíba, João Azevedo. O encontro aconteceu no Paço Municipal, na tarde desta quarta-feira (6), e resultou no anúncio de um pacote de ações conjuntas entre a Prefeitura Municipal de João Pessoa e o Governo do Estado em áreas como infraestrutura, meio ambiente e saúde.
“É de grande importância esse passo para diagnosticar os problemas da cidade e buscar soluções de forma a melhorar a qualidade de vida da população fazendo uma cidade mais justa, humana e inovadora”, afirmou o prefeito Cícero Lucena.
De acordo com o governador João Azevedo, o encontro demonstra compromisso e responsabilidade com a cidade. “Foi uma reunião muito produtiva, onde firmamos um termo de cooperação que trará muitos resultados para João Pessoa”, avaliou.
Entre as ações anunciadas estão uma parceria para o tratamento e identificação de ligações clandestinas de esgoto que desembocam nas praias da Capital, problema que será enfrentado de imediato. Além disso, o prefeito assinou o decreto que institui uma comissão para estudar a renovação da concessão entre a Cagepa e a PMJP, no que será seguido pelo governador, com o objetivo de universalizar o serviço de saneamento no menor prazo possível. O monitoramento do fornecimento de águas públicas também está no foco de atenção.
Sobre a barreira do Cabo Branco, o prefeito anunciou a necessidade de realização do enrocamento da área referente à ladeira próxima à antiga praça de Iemanjá. Também será realizado um estudo conjunto das próximas etapas para contenção da erosão da barreira.

Cuidando de vidas – Na saúde, o objetivo é uma parceria que viabilize a reestruturação do serviço de enfrentamento à Covid-19, bem como de preparação para a vacinação. Outro assunto em pauta foi a criação do Opera João Pessoa, articulado com o programa Opera Paraíba. A intenção é zerar uma fila de quase cinco mil cirurgias eletivas no município.

Polo Cabo Branco – Durante o encontro, o prefeito anunciou a liberação do licenciamento da empresa responsável pela construção do Polo Cabo Branco. Cícero Lucena adiantou que a PMJP vai trabalhar de forma ágil para garantir eficiência em suas obrigações para viabilizar a obra, que deve impulsionar o turismo e a economia da Capital e do Estado.

Estiveram presentes no encontro os secretários municipais da Comunicação, Marcos Vinicius, da Saúde, Fábio Rocha, da Gestão Governamental, Diego Tavares, do Planejamento, José William Montenegro, e da Infraestrutura, Rubens Falcão.
Acompanharam o governador os secretários de Estado da Infraestrutura, Deusdete Queiroga, o chefe de gabinete, Ronaldo Guerra, e da Comunicação, Nonato Bandeira.

Com Arthur Araújo/Secom PMPB

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Cobrado pelos próprios aliados, Azevedo visita Cícero para discutir demandas da aliança PP/Cidadania

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O prefeito Cícero Lucena (PP) não fala, mas desde a campanha eleitoral seus aliados cobram do governador João Azevedo (Cidadania) uma postura mais efetiva no trato das demandas da aliança vitoriosa na Capital.

Integeantes do próprio partido do governador, incluindo os vereadores Bruno Farias e Zezinho Botafogo, além do vice-prefeito Léo Bezerra, chegaram a discutir o assunto em reunião virtual recente.

Todos concordam que, injustamente, Cícero tem arcado com a parte mais difícil:acomodar os aliados e suas pendêcias. Exemplo claro foi a secretaria entregue ao irmão do deputado Eduardo Carneiro, do PRTB, partido da base de Azevedo.

Enquanto Cícero de desdobra para atender aos aluados do Palàcio da Redenção, Azevedo apenas comemora a vitória nas urnas.

O problema é que ninguém tem coragem de dizer isso ao “chefe”.

Não se sabe se o dilema, de alguma forma, chegou aos ouvidos do governador. Mas, na tarde desta quarta-feira (05), Azevedo terâ uma grande oportunidade de ajustar os passos da relação política e administrativa com o prefeito de João Pessoa.

Na agenda da primeira visita oficial de João ao prefeito, apenas o trato de possíveis ações administrativas conjuntas. Mas, na verdade, o encontro terá cunho muito mais político que administrativo.

Não se trata de um “ata ou desata”. Por enquanto, a aliança PP/Cidadania parece firme e forte, com projeções para 2022. O que falta é delimitar as “obrigações” de cada parte.

Mas, não dá para pensar em composição, ficando um lado com o bônus e outro apenas com o ônus.

 

 

 

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