O prefeito Cícero Lucena (PP) agradeceu mais uma vez aos trabalhadores da área de Saúde pelo empenho na luta contra a pandemia do coronavírus. Segundo ele, são profissionais que arriscam suas próprias vidas e as de familiares, tratando e cuidando de pacientes contaminados pela covid-19.
Além do arrefecimento, Cícero pediu para que os profissionais continuem ajudando a salvar vidas e revelou que está rezando para que essa dura fase seja supera. “Com a ajuda de vocês, se Deus quiser vamos vencer essa guerra”, sustentou o Caboclinho, em.mensagem gravada em vídeo.
O presidente da Câmara de João Pessoa, Dinho Dowsley (Avante), entregou em mãos, ao prefeito da capital, Cícero Lucena (Progressitas), nesta terça-feira (9), o texto do projeto que autoriza a compra de vacinas pelo Município, aprovado por unanimidade na Casa. Menos de 24 horas separaram o momento em que a proposta do Executivo foi protocolada no Legislativo e o retorno do texto pronto para ser sancionado pelo gestor.
A entrega do projeto ao prefeito ocorreu durante reunião no Centro Administrativo Municipal. O projeto aprovado pelos vereadores permite à Prefeitura de João Pessoa aderir ao Consórcio Público de municípios para a aquisição de vacinas, medicamentos, insumos e equipamentos na área de saúde para combater a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O Projeto de Lei 183/2021 foi apoiado integralmente por todos os vereadores.
“É um gesto que fazemos para ajudar no combate à pandemia em João Pessoa. Recebemos o projeto na tarde da segunda-feira e agilizamos a votação porque o tema é importante e pode aumentar o número de vacinados na capital da Paraíba. Parabenizo os presidentes da Comissão de Constituição e Justiça, Odon Bezerra; da Comissão de Orçamento e Finanças, Bruno Farias; e de Políticas Públicas, Marcílio do HBE, que tiveram a sabedoria de promover um esforço concentrado a fim de possibilitar essa aprovação no dia de hoje. Só podemos frear a pandemia com a imunização e o legislativo tem sensibilidade e está trabalhando em harmonia com o Executivo”, afirmou o presidente Dinho.
Ao receber a aprovação do projeto, um dia depois de ser apresentado à Câmara, Cícero Lucena agradeceu a cooperação e reconheceu que ela demonstra a boa relação que tem com a Câmara Municipal: “Estamos juntos trabalhando pela cidade de João Pessoa. Esse projeto será sancionado ainda hoje. É a soma de atos e ações como esse que nos permitirão superar a pandemia”, resumiu.
A Câmara Municipal de João Pessoa deverá votar nesta semana o protocolo de intenções para a adesão da Prefeitura da Capital ao Consórcio Público. A iniciativa, encabeçada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), prevê a compra compartilhada de vacinas para o combate à pandemia do novo Coronavírus, além de medicamentos, insumos e equipamentos para a área de saúde.
O projeto foi protocolado na Câmara nesta segunda-feira (8) durante reunião do presidente da Casa, Dinho Dowsley, com o vice-prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra. Esteve presente, também, o secretário de Gestão Governamental e Articulação Política do Município, Diego Tavares, além do vereador Guga. A previsão de Dinho é que a matéria seja colocada em votação ainda nesta terça-feira, 9.
O projeto chega para votação na Câmara de João Pessoa dias depois de o prefeito Cícero Lucena assinar o protocolo de intenções para a adesão ao programa. A meta dos gestores municipais é adquirir vacinas no mercado internacional e, com isso, ampliar a capacidade de imunização da população. Mais de 2 mil prefeituras de todo o Brasil se habilitaram para a participação no consórcio.
O vice-prefeito, Léo Bezerra, afirma que o Consórcio Público poderá suprir a demanda, caso haja demora excessiva do Ministério da Saúde na compra dos imunizantes. “É uma matéria que não se trata de bandeira política e sim para que, se necessário, a prefeitura possa comprar essas vacinas e ajudar no Plano Nacional de Vacinação”, disse, agradecendo o apoio recebido pela Câmara de João Pessoa.
Apesar de a Frente Nacional de Prefeitos congregar apenas cidades com mais de 80 mil habitantes, houve a abertura para que outras participassem. Para a participação deles no consórcio, as respectivas Câmaras Municipais devem aprovar a adesão. Entre outros pontos, a lei autoriza a abertura de dotação orçamentária para a compra dos imunizantes e demais equipamentos.
Bruno e João trocam farpas (Imagem Reproduçâo/jornaldaparaiba)
O avanço do coronavírus e suas consequências catastróficas para o sistema de saúde e para a própria população acabou alimentando outra mazela que penaliza não somente os paraibanos, mas todos os brasileiros.
Considerada a essência da democracia, a disputa política garante ao cidadão o “livre” direito de escolha de seus representantes. Mas, praticada fora de hora, se constitui, no mínimo, numa falta de respeito à sociedade, para mão dizer coisa pior.
E quando essa disputa é constatada durante um quadro de pandemia, como agora, fica difícil até adjetivar a ação de gestores que buscam proveito político em detrimento de salvar vidas. Uma insanidade sem parâmetros.
Romero é pré-candidato em 2022 (Imagem da Internet)
As últimas declarações do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), e do governador João Azevedo (Cidadania) escancararam essa disputa insana na Paraíba.
Ao invés de seguir a tendência nacional de restrições para combater o avanço da covid-19, Bruno defende claramente a flexibilização e queationou a inclusão de Campina Grande no rol das cidades em situação crítica.
João, por sua vez, ao invés de se ater às divergências técnicas, explicando porque Campina foi incluída, preferiu fazer outra leitura das críticas do prefeito, acusando-o de querer usar a pandemia para tirar proveito político-eleitoral.
Bruno empunha a bandeira do ex-prefeito Romero Rodrigues, do seu partido, pré-camdidato declarado ao Governo do Estado em 2022. João já avisou que vai concorrer à reeleição. Os dois são, portanto, adversários políticos
Alguém, em sã consciência, tem duvida dessa disputa política antecipada em plena pandemia?
Como diria o colega Paulo Santos: perguntar, não ofende.
Dia da mulher é dia de luta, dia de lembrar que uma sociedade mais igual se faz com respeito a todas as mulheres. Nosso trabalho e nosso empenho celebrando cada paraibana todos os dias. Parabéns! #8M #DiaDaMulher
A covid-19 já provocou 4.711 mortes e infectou mais de 230 mil pessoas na Paraíba. Somente nesta segunda-feira (08), foram registrados 1.012 novos casos da doença e confirmados 32 novos óbitos desde a última atualização, sendo 20 deles nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, desde a última atualização, 39 (3,85%) são casos de pacientes hospitalizados e 973 (96,15%) são leves.
Números Totais:
Casos Confirmados: 230.206
Óbitos Confirmados: 4.711
Casos Recuperados: 165.590
Testes Realizados: 673.881
Agora, a Paraíba totaliza 230.206 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 673.881 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.
Os óbitos ocorreram entre os dias 03 e 08 de março de 2021, sendo 08 deles em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 4.711 mortes. O boletim registra ainda um total de 165.590 pacientes recuperados da doença.
Concentração de casos
Cinco municípios concentram 587 novos casos, o que corresponde a 58% dos casos registrados nesta segunda. São eles:
João Pessoa, com 326 novos casos, totalizando 61.702;
Campina Grande, com 140 novos casos, totalizando 21.274;
Cajazeiras, com 58 novos casos, totalizando 5.083;
Santa Rita, com 37 novos casos, totalizando 5.623;
Patos, com 26 novos casos, totalizando 9.013.
* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 08/03/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.
Óbitos
Até esta segunda, 206 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 32 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Bayeux (1), Cabedelo (3), Campina Grande (5), Catolé do Rocha (1), João Pessoa (17), Juripiranga (1), Santa Rita (2), Sobrado (1) e Uiraúna (1). As vítimas são 20 homens e 12 mulheres, com idades entre 50 e 94 anos. Diabetes foi a comorbidade mais frequente e dois (02) não tinham comorbidades.
Ocupação de leitos Covid-19
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 86%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 90%. Em Campina Grande estão ocupados 79% dos leitos de UTI adulto e no sertão 92% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 62 pacientes foram internados nas últimas 24h.
Cobertura Vacinal
Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 200.188 doses. Até o momento, 148.522 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 51.666 com a segunda dose da vacina.
A Câmara Municipal de João Pessoa voltará às sessões remotas, a partir desta terça-feira (09), após avanço da pandemia de coronavírus. A medida foi adotada pelo presidente da Casa, vereador Dinho (Avante) tendo em vista o crescente número de casos de infecção pela Covid-19 ocorridos na cidade de João Pessoa nas últimas semanas. A determinação será mantida enquanto durarem as medidas restritivas adotadas pela Prefeitura da Capital.
O ofício circular com a norma explica que as Sessões Plenárias e as Reuniões das Comissões deverão ocorrer de forma remota (Virtual) no horário regimental às 9h30h até 12h30, podendo ser prorrogada por 30 minutos. “Manter as atividades parlamentares de forma remota é fundamental neste momento”, ressaltou o presidente da CMJP.
Ainda como parte das alterações na rotina da Casa para barrar o contágio pelo novo coronavírus, ficam suspensas a protocolização de requerimentos solicitando audiências públicas, sessões especiais e solenes. A exceção ficou por conta da sessão especial em homenagem ao dia Internacional da Mulher que será de forma remota, uma vez que já se tornou uma tradição.
Finalmente, o presidente solicitou que os vereadores adotem nos gabinetes o sistema de rodízio, observado o quantitativo máximo de até 2 servidores em trabalho presencial concomitante e distribuição física que evite o adensamento de pessoas no ambiente de trabalho.
“A Câmara vai continuar trabalhando e debatendo os temas de interesse da cidade. Não haverá prejuízo para as votações dos projetos, que serão virtuais”, assegurou Dinho.
Ex-Vereador de São José de Espinharas, Demétrio de Sousa Nóbrega, 54, faleceu após infarto fulminante na noite deste sábado, dia 06/03, em sua residência na cidade Patos/PB.
Demétrio foi vereador por duas legislaturas no município de São José de Espinharas, e atuava como engenheiro civil na região das espinharas. Deixa viúva e quatro filhos.
O sepultamento aconteceu ontem (domingo, 07) no cemitério Jardim da Paz. Demétrio é irmão do Presidente da Associação do Servidores do Tribunal Regional Eleitoral , Bertrand de Sousa Nóbrega, também natural de Patos/PB.
O líder da bancada governista na Câmara Municipal de João Pessoa, Bruno Farias (Cidadania), lamentou na noite deste domingo (07) declarações desatualizadas do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), que citou dados, segundo o parlamentar, falsos sobre os leitos de UTI em João Pessoa.
“O prefeito de Campina, talvez induzido ao erro, disse que o hospital Santa Isabel reduziu o número de vagas de UTI de 40 para 20. Essa informação não procede; Isso é uma fake news! O plano de contingência da unidade na gestão Cartaxo previa 50 leitos de UTI para o Ministério da Saúde, mas era pura ficção. E nunca chegou a 20. Só recebemos 10”. E completou: “Em poucos dias, Cícero abriu mais 60 vagas em uma única unidade hospitalar, sem falar das 25 novas que estão sendo abertas no Pronto Vida”, desabafou Bruno.
O líder explicou que, ao contrário do que o prefeito de Campina Grande falou, “a rede municipal conta agora com 227 leitos exclusivos para Covid-19, sendo 100 de UTI, 95 de enfermaria e 32 de estabilização”. “Sem falar que Cícero e Leo abriram 5 novas usinas de oxigênio, o que exigiu a adequação das UPAS e hospitais”, esclareceu.
Farias disse ainda que, ao invés de usar as redes sociais para disseminar medo e desinformação, após uma reunião em que o governador João Azevedo (Cidadania) mostrou-se aberto ao diálogo, o prefeito da Rainha da Borborema deveria assumir a postura de gestor de uma grande cidade que tem o papel de atender a sua macrorregião, sem se lamentar por este papel, já que recebe recursos para tanto. “Não é hora de divisionismo nem de politicagem. O que a Paraíba precisa é de união para salvar vidas. Graças a Deus e ao povo, João Pessoa escolheu um gestor humano e consciente de sua responsabilidade”, arrematou.
A Paraíba pulou para uma situação ainda mais preocupante em relação à pandemia de coronavírus. A 20ª avaliação do Plano Novo Normal Paraíba, que passa a vigorar a partir desta segunda-feira (08) aponta que 211 das 223 cidades paraibanas (95%) estão classificadas na cor laranja. Estes municípios devem ter a mobilidade restrita.
Os municípios de Capim, Catingueira, Cuité de Mamanguape, Igaracy, Prata, São José do Bonfim, São Mamede e Sapé estão classificados na bandeira vermelha, que indica mobilidade impedida. Nenhum município foi classificado na bandeira verde.
O documento sobre a evolução da covid-19 foi divulgado neste sábado (06) pela Secretaria Estadual de Saúde.
O documento traz também as recomendações necessárias para contenção de sua recrudescência considerando o cenário de rápida deterioração epidemiológica e das capacidades de oferta do Sistema Único de Saúde paraibano.
O secretário executivo de Gestão de Unidades de Saúde, o médico sanitarista Daniel Beltrammi, reforça que “a literatura científica internacional aponta que os reflexos da adoção de comportamentos de alto risco, como o abandono do uso de máscaras e a ocorrência de atividades com grandes aglomerações, majoritariamente entre a população das faixas etárias de 19 a 59 anos, afetam os indicadores utilizados pelo Plano Novo Normal no prazo de uma semana, o que permite correlacionar a piora ou a melhora do comportamento social, quanto à adoção de medidas protetivas, com a deterioração ou melhora do contexto epidemiológico e das capacidades do sistema de saúde, na forma de maiores ou menores ocupações dos leitos hospitalares para os cuidados à Covid-19 na Paraíba.”
O secretário aponta também que as medidas adotadas pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio do Decreto 41.053 de 23/02/2021, que passou a vigorar a partir do dia 24/02/2021 e vai até o dia 10/03/2021, dedicadas a atenuar os riscos oriundos da rápida deterioração do cenário epidemiológico da pandemia na Paraíba, “mostram-se de extrema importância sanitária e social, posto que o crescimento rápido e expressivo do número de casos (mais de mil novos casos divulgados ao dia), internações hospitalares (mais de 70 novas internações ao dia) e óbitos (mais de 20 óbitos divulgados ao dia), são prejuízos de alta relevância para toda Paraíba.”
Como medidas para conter o avanço da doença por todo o estado, Beltrammi afirma que os esforços devem ser mantidos e dependem da decisão de cada uma das pessoas em seguir protegendo suas vidas por meio dos métodos e comportamentos reconhecidamente efetivos para conter a disseminação do novo coronavírus.
O secretário destaca como ação de governo as operações de fiscalização que objetivam orientar a população e reduzir aglomerações. “Está em atividade a Operação Previna-se, esforço conjunto das forças de segurança pública, Procons e vigilâncias sanitárias, para que se possam ampliar as medidas de fiscalização e acompanhamento das medidas propostas pelo Decreto do Governo do Estado da Paraíba, já sendo realizadas mais de uma centena e meia de ações em todo estado, com especial destaque para os municípios paraibanos em bandeiras laranjas e vermelhas”, pontuou.
Nesta 20ª avaliação pode-se constatar que a Paraíba tem em média uma internação hospitalar a cada 20 minutos em razão dos agravos produzidos pelo Novo Coronavírus, sendo importante mais uma vez ressaltar que a Covid-19 é uma doença 100% evitável, uma vez que o uso de máscaras, a manutenção do distanciamento social evitando-se aglomerações e a adequada higienização das mãos impedem o contágio pelo vírus de forma efetiva.
Entre 17 a 23 de fevereiro, o Centro Estadual de Regulação Hospitalar registrou 298 internações por covid-19 nos leitos de referência para Covid-19 nos hospitais públicos em toda a Paraíba. Entre 24 de fevereiro e 02 de março, 398 internações foram realizadas.
Nos últimos dias, a Secretaria Estadual de Saúde ativou mais 140 leitos exclusivos para tratar pacientes com quadros moderados e graves da Covid-19. Outros 147 serão abertos nos próximos 15 dias, totalizando mais 287 leitos ativos para a Covid-19.
Entre estes, 287 novos leitos ativos estão 78 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 161 de enfermaria e 48 unidades de decisão clínica. Tais leitos se somam aos já existentes na rede de referência para covid-19. Daniel chama atenção que apesar do esforço, “nenhum leito hospitalar novo substitui em importância as medidas de proteção à vida. Profissionais de saúde estão exaustos, uma vez que atuam na linha de frente há mais de 12 meses.”
Na avaliação do secretário, “os últimos 15 dias foram marcados por importante piora da situação de pandemia na Paraíba. Mais do que nunca devemos o quanto possível evitar adoecermos pela Covid-19, pois ao fazer isso você salva vidas, salva o SUS paraibano e a toda a Paraíba!”. Ele reforça que o coronavírus depende de nossos encontros e convívio com proximidade para nos fazer mal, por isso a decisão de manter-se seguro e protegido é fundamental.
O documento também traz uma avaliação sobre a campanha de vacinação no estado, que hoje já dispõe de doses para vacinar idosos acima de 75 anos, profissionais de saúde, a população indígena em territórios demarcados, idosos e pessoas com deficiência vivendo em instituições.
Na avaliação do secretário, “a chegada das vacinas representa uma importante ferramenta para combatermos este inimigo invisível, mas não pode ser motivo para que abandonemos outras medidas protetivas fundamentais como o uso de máscaras, manutenção do distanciamento social e lavagem das mãos”. As vacinas só atingem bons níveis de proteção pelo menos 60 dias após a 1ª dose, com a segunda dose aplicada neste intervalo (28 dias ou até 90 dias após a 1ª dose), e por isso mesmo é preciso seguir utilizando todas as medidas protetivas conhecidas, para que se evite adoecimentos e quadros graves de Covid-19, antes mesmo da aplicação da 2ª dose e da conclusão destes 60 dias.