João Pessoa vai sediar evento internacional com 24 melhores duplas de vôlei de praia do mundo

João Pessoa recebe evento internacional com 24 melhores duplas de vôlei de praia do mundo

O Paraíba Word Beach Games 2025 foi oficialmente lançado pelo governador João Azevêdo e acontecerá nas areias da Praia de Tambaú, em João Pessoa, com duração de 70 dias.

O investimento destinado ao evento é de aproximadamente R$ 15 milhões, e as partidas terão transmissão para diversas partes do mundo por meio de canais de televisão. Espera-se a participação de mais de 10.500 atletas, que deverão impulsionar a economia local, especialmente o setor hoteleiro, com um retorno estimado de quatro a cinco vezes o valor investido.

A estrutura montada para o Paraíba Word Beach Games contará não apenas com espaços para as competições, mas também áreas de alimentação, comércio de artesanato e apresentações musicais durante todo o período do evento, que ocorrerá de 1º de setembro a 9 de novembro no Busto de Tamandaré, em João Pessoa. O evento deve atrair milhares de turistas para a capital paraibana.

A programação inclui as seguintes competições:

  • Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) Praia: 1 a 7 de setembro

  • Confederação Brasileira de Vôlei de Praia (CBV): 10 a 21 de setembro

  • Open Beach Basketball: 27 e 28 de setembro

  • 1º Campeonato Brasileiro de Air Badminton: 29 de setembro a 1º de outubro

  • Beach Soccer e Frescobol: 2 a 5 de outubro

  • Futevôlei: 8 a 12 de outubro

  • Rei e Rainha do Mar (disputas aquáticas): 12 de outubro

  • Beach Wrestling na Arena: 16 a 18 de outubro

  • Aquarace: 17 a 19 de outubro

  • Jogos de Verão OAB: 17 e 18 de outubro

  • Beach Tennis: 20 a 26 de outubro

  • Open de Polo: 25 e 26 de outubro

  • Global Tour 2025: 30 de outubro a 9 de novembro

O evento promete movimentar o turismo e o esporte na Paraíba, consolidando João Pessoa como palco de grandes competições esportivas de alcance nacional e internacional.

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Presidente da Câmara manda para Corregedoria pedido de afastamento de 15 deputados que participaram do motim no Congresso Nacional

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou à Corregedoria da Casa os pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim no Congresso Nacional e de uma deputada acusada de agressão.

As medidas precisam ser votadas pelo Conselho de Ética da Casa.

Os oposicionistas são, em maioria, do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, e do Novo, e participaram da ocupação da Mesa Diretora da Câmara, obstruindo a retomada dos trabalhos legislativos. Já a deputada do PT é acusada de agredir o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Os deputados citados são:

  1. Marcos Pollon (PL-MS);
  2. Zé Trovão (PL-SC);
  3. Júlia Zanatta (PL-SC);
  4. Marcel van Hattem (Novo-RS);
  5. Paulo Bilynskyj (PL-SP);
  6. Sóstenes Cavalcante (PL-RJ);
  7. Nikolas Ferreira (PL-MG);
  8. Zucco (PL-RS);
  9. Allan Garcês (PL-TO);
  10. Caroline de Toni (PL-SC);
  11. Marco Feliciano (PL-SP);
  12. Bia Kicis (PL-DF);
  13. Domingos Sávio (PL-MG);
  14. Carlos Jordy (PL-RJ); e
  15. Camila Jara (PT-MS).

A decisão foi tomada pela Mesa Diretora da Câmara após reunião na tarde desta sexta-feira (8). 

“A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu nesta sexta-feira, 8 de agosto, para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, informou em nota a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.

Após passarem pela corregedoria, onde as imagens serão analisadas, os processos voltarão à Mesa Diretora para, então, irem ao Conselho de Ética.

Acusações e defesas

Nesta manhã, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), apresentou à Mesa Diretora um ofício em que pedia a abertura de processo disciplinar e a suspensão cautelar de cinco parlamentares bolsonaristas. A suspensão de Camila Jara foi pedida por deputados oposicionistas.

Último a levantar-se da cadeira da Presidência da Câmara, Pollon é acusado de impedir a retomada dos trabalhos e de xingar Motta dias antes. Em postagem nas redes sociais, Pollon alega ser “autista” e não entender o que estava acontecendo, sentando-se momentaneamente na cadeira de Motta para pedir conselhos a Van Hattem, que estava ao lado.

Zé Trovão, segundo o PT, o PSB e o PSOL, é acusado de tentar impedir fisicamente o retorno de Motta à Mesa Diretora.

Zanatta é acusada de usar a filha de quatro meses como “escudo”, além de colocar a bebê em ambiente de risco e de tensão.

Bilynskyj é acusado de “tomar de assalto e sequestrar” a Mesa Diretora do Plenário e de ocupar a Mesa da Comissão de Direitos Humanos, impedindo o presidente da comissão de exercer suas funções. O ofício também citou a agressão ao jornalista Guga Noblat, flagrada por câmeras.

Zé Trovão, Zanatta e Bilynskyj não tinham se manifestado nas redes sobre a decisão de Motta até o momento.

Na sessão de quinta-feira (7), Zé Trovão disse não ter incentivado a violência, apenas tentado impedir a retirada de parlamentares à força. Em postagem anterior, a parlamentar disse que parlamentares de esquerda “odeiam as mulheres e a maternidade”.

Van Hattem é acusado de tomar de assalto e “sequestrar” a cadeira da presidência. Van Hattem postou um trecho do Hino Nacional. Em vídeo anterior, disse que uma eventual suspensão do mandato pedida pelo PT seria golpe.

Os demais parlamentares do PL foram incluídos em uma representação individual do deputado João Daniel (PT-SE).

Em relação a Camila Jara, a parlamentar é acusada de empurrar Nikolas Ferreira durante uma discussão para a retomada do controle do plenário da Câmara.

A assessoria da deputada nega qualquer agressão e afirma ter havido um “empurra-empurra” em que a parlamentar afastou Nikolas, que teria se desequilibrado.

Com Agência Brasil

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Filme sobre vida de Ronaldo Cunha Lima reúne Cássio, Cícero e Veneziano no mesmo teatro

  Cássio e Cícero antes de assistirem a filme sobre      Ronaldo Cunha Lima. Foto: Divulgação
Cícero Lucena cumprimenta Veneziano antes de sessão. Foto: Divulgação

Tanto Veneziano quanto o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), filho de Cássio, têm planos para a disputa eleitoral do ano que vem. O primeiro como candidato à reeleição para o Senado, enquanto o segundo trabalha para a disputa do governo do Estado. Neste ponto, ele concorre com Cícero Lucena pelo comando do Palácio da Redenção.

Cícero, a preço de hoje, integra a base aliada ao governador João Azevêdo (PSB), adversária de Veneziano e Pedro. O gestor pessoense trava uma briga interna com o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) pela indicação do grupo para a disputa das eleições no ano que vem.

Lucena foi vice-governador durante a gestão de Ronaldo e o sucedeu no governo após renúncia do ex-gestor há pouco mais de três décadas.

Com suetonisoutomaior.com.br

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Assembleia Legislativa aprova PL que combate crime contra dignidade sexual no esporte

Imagem de Assessoria

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão desta quarta-feira (6), o Projeto de Lei 3.975/2025, de autoria do deputado Anderson Monteiro, que trata do combate ao crime contra a dignidade sexual no esporte.

O PL especifica que a partir do momento em que os dirigentes de entidades desportivas tiverem conhecimento da prática de crime contra a dignidade sexual deverão instaurar procedimento apuratório, com a adoção cautelar de afastamento compulsório do acusado e demais pessoas que, de forma direta ou indiretamente, puderem interferir prejudicialmente na completa elucidação dos fatos, além de reportar às autoridades competentes e assegurar à vítima auxílio para casos de investigação e denúncia.

Para o deputado Anderson Monteiro, o PL é de suma importância devido a sua abordagem abrangente sobre a prevenção e combate ao crime contra a dignidade sexual no cenário esportivo. “A propositura legislativa é crucial para respaldar e fortalecer as ações emergenciais e disponibiliza uma base legal robusta e um padrão ético e de segurança para combater os crimes contra a dignidade sexual no ambiente esportivo, garantindo a proteção e o bem-estar dos atletas, independentemente de sua idade ou modalidade esportiva no Estado da Paraíba”, justificou.

Os deputados também aprovaram Título de Cidadã Paraibana a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Rodrigues Teixeira, em reconhecimento à sua notável trajetória jurídica. De autoria do presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, o projeto destaca o comprometimento da magistrada com a promoção da justiça e da equidade, e sua relevante contribuição ao fortalecimento das instituições democráticas e à valorização da advocacia e da magistratura brasileiras.

“É um gesto de reconhecimento do povo da Paraíba à jurista que, mesmo sem laços territoriais com o nosso Estado, se identifica com os valores de justiça, igualdade, democracia e compromisso social que tanto prezamos”, justificou Adriano.

A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube

Com ALPB

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Cícero já tem convites de 4 partidos para disputar Governo do Estado em 2026

Cícero Lucena (Imagem Reprodução)

Na medida em que se amplia o impasse no bloco goverista, cresce também o “assédio” ao prefeito de João Pessoa para que mude de partido e dispute o Governo do Estado em 2026. Até o momento já são quatro os partidos que lhe ofereceram oficialmente abrigo e garantia de espaço para sua candidatura: PDT, MDB, PSDB e Avante.

O convite mais recente foi feito pela direção nacional do Avante, comandado na Paraíba pelo ex-prefeito de Cabedelo, Victor Hugo, nesta terça-feira (06).

Apesar de liderar a preferência do eleitorado em todas as pesquisas aré agora realizadas, Cícero disputa com Adriano Galdino e Lucas Ribeiro a indicação para ser o candidato a governador do grupo comandado por João Azevedo.

Não faltam tamnbém ao “Caboclinho de Jatobá” acenos da Oposição. Precavido, ele prefere aguardar a definição do impasse governista para tratar de outras hipóteses.

Afinal, cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

 

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Adriano diz que mantém campanha “solo”, com poucos amigos, e insiste em critérios para escolha do candidato governista

 

Adriano Galdino, presidente da ALPB

O presidente da Assembleia Legislativa assegurou, nesta terça-feira (06), que mantém sua pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026. Com base em pesquisas, Adriano Galdino disse que vai provar ao grupo político comandado pelo governador João Azevedo a viabilidade de seu projeto político.

“Ao final desse processo, vamos dialogar com.o grupo e mostrar que nossa candidatira é viável. Estamos fazendo uma campanha solo, com ajuda de poucos amigos. Todos sabem que não tive apoio nem do meu partido”, afirmou o presidente da ALPB.

Segundo Galdino, as pesquisas lhe dão entre 8,63% e 13,02%, uma média de 10%. Ele entende que oa.índices estão de bom tamanho dentro das condições que enfrenta e defende a indicação de critérios para escolha do candidato governista.

“O prefeito Cícero Lucena defende as pesquisas como critério (de escolha). Eu acho que deve ser levado em conta o plano nacional e um eventual  apoio ao presidente Lula, para que haja sintonia com o projeto estadual”, sustentou Galdino.

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Tovar aguarda somente abertura da “janela” partidária para buscar outro “ninho”

Imagem da Internet

Um semblante claro de quem está chateado com sua situação partidária. É assim que anda o deputado Tovar Correia Lima. Ele continua na Oposição, mas aguarda apenas a abertura da “janela” partidária, prevista para abril do ano que vem, para buscar outro rumo.

“Do jeito que está, não dá para ficar”, justifica o deputado campinense, a quem lhe pergunta sobre o clima no PSDB.

Tovar não explicitou ainda esse quadro, mas garante que assim que a janea permitir, pula para outro ninho.

São favas contadas.

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Senador paraibano assina pedido de impeachment do ministro Alexandre Moraes

    Imagem da Internet

O senador paraibano Efraim Filho (União Brasil) assinou o pedido de impeachment que está sendo articulado no Congresso contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A informação foi divulgada na tarde desta terça-feira (5) pelo também senador Marcos Rogério (PL-RO).8⁷

“Líder Efraim Filho acaba de assinar o pedido de tramitação do pedido de impeachment. O Brasil agradece”, falou o senador, em vídeo compartilhado nas redes sociais.

Segundo o site Poder 360 a ‘lista’ de senadores a favor do impeachment do ministro contava, até então, com 33 nomes. Agora com a ‘adesão’ de Efraim, são 34 senadores a favor, 28 indefinidos e 19 contra.′

Como trouxe o ClickPB, recentemente Efraim fez críticas ao STF, algumas delas em um evento do PL em João Pessoa, com a presença de Michelle Bolsonaro (PL).

Com clickpb

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Deputado Wellington Roberto anuncia apoio a Cícero Lucena para disputar Governo do Estado em 2026

apoio ao prefeito de João Pessoa na disputa pelo Governo da Paraíba.

Wellington, que vem de uma grave crise no PL desde às eleições municipais de 2024, perdeu o comando que tinha da legenda na Paraíba há mais de duas décadas, enquanto Mersinho Lucena vive a incerteza partidária da falta de espaço do grupo político liderado pelo pai, que garante ser candidato a governador mesmo que seja impedido de disputar a eleição pela cúpula do seu partido, que já decidiu apresentar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) como postulante a reeleição com a provável renúncia, em abril do próximo ano, do atual governador João Azevedo (PSB), que deverá disputar uma cadeira no Senado.

Em 2022, Mersinho obteve mais de 114 mil votos, enquanto Wellington recebeu mais de 109 mil. Ambos, no entanto, não foram majoritários em seus partidos, ficando com a segunda vaga. Aguinaldo Ribeiro (PP) e Cabo Gilberto Silva (PL) foram os mais votados nas duas legendas.

A filiação conjunta de Mersinho Lucena e Wellington Roberto para outra agremiação partidária estremecem, de forma significativa, o tabuleiro do xadrez político paraibano para 2026.

Toda a família Roberto, que também inclui o deputado estadual Caio Roberto (PL), deve acompanhar a família Lucena no destino partidário a ser escolhido em breve.

Oitava eleição

Com bases eleitorais sólidas no interior da Paraíba, Wellington Roberto disputará no próximo ano a sua oitava eleição e buscará o seu sétimo mandato como deputado federal. O deputado venceu todas as campanhas que disputou.

Na primeira delas, foi eleito como primeiro suplente de Humberto Lucena ao Senado, em 1994. A chapa, formada pelo PMDB, ainda contava com Ronaldo Cunha Lima como companheiro na disputa ao Senador, além de Antônio Mariz e José Maranhão como candidatos a governador e vice, respectivamente. Na ocasião, todos contavam com o apoio do então governador Cícero Lucena, também filiado ao PMDB.

Com o falecimento de Humberto Lucena, em 1998, Wellington Roberto assumiu o mandato no tapete azul até 2003, após sua primeira eleição para Câmara Federal, em 2002.

Com Ytalo Kubitschek
PB Agora

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Quase metade da população brasileira reprova governo Lula

Imagem:Reprodução

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mantém um índice de reprovação estável, de acordo com uma pesquisa Datafolha divulgada neste sábado.

Desde o levantamento realizado no mês passado, em julho, o nível daqueles que consideram a atuação do governo como “ruim” ou “péssima” é a mesma: 40%.

Enquanto isso, o nível de aprovação neste mês está na casa dos 29%, sendo que no mês passado eram 28% os que classificam como “bom” ou “ótimo” o trabalho desempenhado pelo governo federal.

Aqueles que consideram a gestão como “regular” passaram de 31% para 29%, enquanto 1% preferiu não responder.

O levantamento que ouviu 2.004 eleitores entre os dias 29 e 30 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Ao serem questionados especificamente sobre os trabalhos de Lula na cadeira da Presidência da República, 50% dos entrevistados reprovam a postura do mandatário, enquanto 46% aprovam.

O levantamento foi realizado em meio a crise do Brasil com os Estados Unidos, que teve início quando Donald Trump decidiu anunciar taxas de 50% sobre produtos importados do Brasil e ainda criticar o processo judicial enfrentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Suprema Corte.

Desde o início do imbróglio, Lula tem adotado um discurso duro, defendendo a soberania nacional e criticando os que tentam interferir em processos do Judiciário brasileiro.

Com clickpb

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