TSE sugere novas regras para as eleições 2026 e recebe sugestões

(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas regras para as Eleições 2026. As mudanças tratam de calendário eleitoral, manifestações na pré-campanha, pesquisas eleitorais, critérios para distribuição de recursos eleitorais e responsabilidade pela remoção de conteúdos digitais com ataques ao processo eleitoral, entre outros temas. 

Desde segunda-feira (19), qualquer cidadão ou entidade que queira opinar sobre as regras para as Eleições 2026 pode usar um formulário eletrônico para enviar contribuições. As sugestões serão recebidas até 30 de janeiro.

Terminado o prazo, o TSE deverá selecionar as melhores propostas para serem apresentadas em uma série de audiências públicas marcadas entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela Lei das Eleições, o plenário do TSE tem até 5 de março do ano eleitoral para debater e aprovar todas as normas.

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Conforme determinado pela Constituição, o primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, em 31 de outubro, último domingo. Neste ano, os eleitores devem votar para presidente, governador e senador, além de deputados federal, estadual e distrital.

>> Confira as 12 minutas de resolução eleitoral para 2026 no portal do TSE.

Redes sociais e IA

Como de praxe, as minutas de resolução eleitoral foram assinadas pelo vice-presidente do TSE, posto atualmente ocupado pelo ministro Nunes Marques.

Entre as principais sugestões está o aumento da responsabilidade das plataformas de redes sociais por conteúdos que promovam ataques ao processo eleitoral. O ministro propôs que as empresas provedoras sejam obrigadas a retirar do ar as publicações mesmo sem autorização judicial.

Pela regra vigente, que valeu para as últimas eleições municipais, os provedores de serviços de redes sociais somente poderiam ser responsabilizados caso descumprissem alguma decisão judicial. Nunes Marques propôs aumentar o rigor contra esse tipo de conteúdo.

O ministro, contudo, deixou inalteradas as regras sobre a utilização de inteligência artificial durante a campanha. Em 2024, o TSE aprovou uma série de normas para o uso de IA na propaganda eleitoral, incluindo a vedação do chamado deep fake ─ conteúdo fabricado em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos e que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.

>> Entenda as regras para utilização de IA nas eleições.

Pré-campanha

O ministro também incluiu novas exceções para o comportamento de candidatos na pré-campanha. Ele propôs, por exemplo, liberar as lives em perfis nas redes sociais de pré-candidatos não configura campanha antecipada, embora deixando claro que as transmissões ao vivo não podem ter pedido de votos ou menção à própria candidatura.

Ele também propôs regras mais claras para isentar pessoas naturais por críticas feitas à administração pública atual, mesmo se feita com a contratação de impulsionamento na internet, “desde que ausentes elementos relacionados à disputa eleitoral”, escreveu o ministro.

A proposta assinada por Nunes Marques libera as manifestações espontâneas “em ambientes universitários, escolares, comunitários ou de movimentos sociais, respondendo os responsáveis por eventuais abusos nos termos da lei”. A exceção seria válida somente se a presença do pré-candidato no local ou o evento não tiverem sido financiados, direta ou indiretamente, por pré-candidatas, pré-candidatos, partidos ou federações.

Em relação ao financiamento de campanha, Nunes Marques sugeriu, por exemplo, que os partidos possam alterar os critérios de distribuição dos recursos até o 30 de agosto, desde que a mudança seja justificada. Tais critérios devem ser aprovados pela maioria do diretório nacional das siglas.

Com Agência Brasil

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CONFUSÃO EM CG: Vereador “come pirão” de deputado, mas não cumpre promessa de apoio à sua reeleição

Deputado João Paulo Segundo

Confusão na Câmara Municipal de Campina Grande.  O vereador Pimentel Filho,  dono do maior número de mandatos na Casa, passou por constrangimento ao ser acusado de “comer do pirão” de um deputado estadual e não cumprir promessa de apoio à sua reeleição.

João Paulo Segundo, a suposta vítima, é representante da região de Boqueirão,  onde o pai é prefeito, mas atua também em Campina Grande.  Depois de passar mais de meia hora no gabinete de Pimentel tentando reaver o “pirão” ou o apoio, João Paulo deixou a Câmara, mas disse que vai continuar cobrando. Até seu motorista ficou “de plantão” na porta da casxa do vereador.

“Ele comeu do meu pirão. Eu vim aqui buscar meu pirão”, repetiu o deputado à imprensa, na saída da CMCG.

João Paulo não explicou o que seria o seu “pirão”. Mas, talvez nem precise. Para o bom entendedor, meia palavra basta.

O paraibano conhece essa “culinária” da Política.

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Congresso começa ano legislativo com 24 medidas provisórias pendentes

 

Brasília – 22.05.2023 – Foto da Fachada do Congresso Nacional, em Brasília. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

O Congresso Nacional iniciará o ano legislativo em 2 de fevereiro com a responsabilidade de votar 24 medidas provisórias (MPs). A maior parte está em tramitação em comissões mistas — formadas por senadores e deputados federais. E todas terão de passar, primeiro, pelo Plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, pelo Plenário do Senado.

Editadas pela Presidência da República, as medidas provisórias têm força de lei e começam a valer imediatamente (assim que são publicadas). Mas, para serem definitivamente transformadas em lei, precisam ser analisadas e aprovadas pelas duas Casas do Congresso (Câmara e Senado).

Entre as MPs que estão próximas do fim de seu prazo de validade (de 120 dias) está a que estabeleceu o programa Gás do Povo (MP 1.313/2025). Publicada em 4 de setembro, essa medida medida provisória alterou as regras para oferta de gás de cozinha a famílias de baixa renda, além de incorporar incentivos para a compra de equipamentos de cozimento limpo, estabelecer um mecanismo de transparência de preços do gás de cozinha e criar o selo de segurança Gás Legal. A matéria já passou por análise de sua respectiva comissão mista e aguarda votação na Câmara. Se não for aprovada nas duas Casas do Congresso até 10 de fevereiro, perderá a validade.

Outra MP cujo prazo está perto do fim é a MP 1.317/2025, que transformou em agência reguladora a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), agora denominada Agência Nacional de Proteção de Dados. Essa MP determinou que a ANPD passa a ser uma autarquia de natureza especial, com autonomia funcional, técnica, decisória e administrativa. Além disso, criou 200 cargos para a nova estrutura. Entre as competências da agência está a implementação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). A medida vale até 25 de fevereiro.

CNH
Tem vigência até 30 de março a MP 1.327/2025, que assegura a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas sem multas de trânsito aplicadas nos últimos 12 meses. Para estabelecer a renovação automática, o texto altera o Código de Trânsito Brasileiro — que já previa a criação do Registro Nacional Positivo de Condutores. De acordo com a medida provisória, o condutor incluído nesse registro fica dispensado de passar pelos exames do Departamento de Trânsito (Detran) quando acabar a validade de sua CNH ou da Autorização para Conduzir Ciclomotor.

Terrenos de marinha
A última medida provisória publicada no ano passado — no dia 30 de dezembro — foi a MP 1.332/2025. Ela prorrogou por três anos o prazo de identificação das terras da União nas margens de rios e no litoral. Sem essa medida, o prazo determinado pela Lei da Regularização Fundiária teria expirado em 31 de dezembro. A demarcação é necessária para a supervisão do poder público sobre as terras já previstas como suas pela legislação em vigor. O prazo de vigência dessa MP será contado após o fim do recesso parlamentar.

Créditos extraordinários
Há medidas provisórias que abrem créditos extraordinários (no âmbito do Orçamento) cuja validade termina em 9 de fevereiro. Uma delas MP 1.311/2025, que destinou R$ 30,5 milhões para o combate a uma praga de mandioca no Amapá e no Pará. Outra (MP 1.312/2025) reforçou com R$ 83,5 milhões as ações de prevenção e combate à influenza aviária e a outras emergências agropecuárias. Ambas aguardam votação na Câmara.

Além disso, as medidas provisórias a seguir também tratam de créditos extraordinários:

MP 1.316/2025, que destinou R$ 12 bilhões para a liquidação ou a amortização de dívidas de produtores rurais prejudicados por eventos climáticos adversos, como secas prolongadas ou enchentes;
MP 1.310/2025, que destinou R$ 30 bilhões para o Plano Brasil Soberano, que teve o objetivo de financiar exportadores prejudicados pela elevação de tarifas pelos Estados Unidos;
MP 1.320/2025, que destinou cerca de R$ 38 milhões para assistência técnica e extensão rural em estados do Norte;
MP 1.321/2025, que destinou ao Ministério da Agricultura R$ 2,5 milhões para o enfrentamento de ameaça à mandiocultura;
MP 1.324/2025, que destinou R$ 230,38 milhões para ações voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade alimentar;
MP 1.325/2025, que destinou R$ 190 milhões para o fortalecimento da agricultura familiar e a recomposição dos estoques públicos de milho;
MP 1.329/2025, que destinou cerca de R$ 60 milhões para famílias atingidas por tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR);
MP 1.330/2025, que destinou R$ 60,46 milhões para o Ministério do Meio Ambiente, para serem aplicados em ações de combate a incêndios e desmatamentos;
MP 1.333/2026, que destinou R$ 250 milhões para atender diversos estados atingidos por fortes chuvas no fim de 2025.
FGTS
Outra medida provisória publicada no final de 2025 foi a MP 1.331/2025. Ela permitiu, aos trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do FGTS e tiveram seus contratos de trabalho encerrados ou suspensos entre janeiro de 2020 e a data de vigência da medida, a movimentação das contas desse fundo.

Financiamentos
A MP 1.328/2025, editada em 16 de dezembro, destinou até R$ 6 bilhões para a renovação da frota de transporte de cargas. As linhas de financiamento em questão são destinadas à aquisição de caminhões novos ou seminovos.

Já a MP 1.314/2025 autorizou o uso de até R$ 12 bilhões do superávit financeiro do Ministério da Fazenda em linhas de crédito rural destinadas ao pagamento total ou parcial de dívidas causadas por eventos climáticos adversos.

Datacenter
A MP 1.318/2025 instituiu o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). O programa reduz a zero os impostos federais sobre equipamentos de servidor, armazenamento, rede, refrigeração e outros relacionados a centros de processamento de dados (ou datacenters). Também incentiva o uso de componentes fabricados no Brasil, além de estabelecer a exigência de energia 100% renovável ou limpa, com zero emissão de carbono.

O governo estima que, até o fim de 2026, os incentivos financeiros ao setor cheguem a R$ 5,2 bilhões.

Também aguardam votação do Congresso Nacional as seguintes medidas provisórias:

MP 1.326/2025: trata de reajuste re
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VEJA
Ano legislativo começa com 24 medidas provisórias pendentes
Política
17 janeiro, 2026
10:36 am

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil
O Congresso Nacional iniciará o ano legislativo em 2 de fevereiro com a responsabilidade de votar 24 medidas provisórias (MPs). A maior parte está em tramitação em comissões mistas — formadas por senadores e deputados federais. E todas terão de passar, primeiro, pelo Plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, pelo Plenário do Senado.

Editadas pela Presidência da República, as medidas provisórias têm força de lei e começam a valer imediatamente (assim que são publicadas). Mas, para serem definitivamente transformadas em lei, precisam ser analisadas e aprovadas pelas duas Casas do Congresso (Câmara e Senado).

Entre as MPs que estão próximas do fim de seu prazo de validade (de 120 dias) está a que estabeleceu o programa Gás do Povo (MP 1.313/2025). Publicada em 4 de setembro, essa medida medida provisória alterou as regras para oferta de gás de cozinha a famílias de baixa renda, além de incorporar incentivos para a compra de equipamentos de cozimento limpo, estabelecer um mecanismo de transparência de preços do gás de cozinha e criar o selo de segurança Gás Legal. A matéria já passou por análise de sua respectiva comissão mista e aguarda votação na Câmara. Se não for aprovada nas duas Casas do Congresso até 10 de fevereiro, perderá a validade.

Outra MP cujo prazo está perto do fim é a MP 1.317/2025, que transformou em agência reguladora a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), agora denominada Agência Nacional de Proteção de Dados. Essa MP determinou que a ANPD passa a ser uma autarquia de natureza especial, com autonomia funcional, técnica, decisória e administrativa. Além disso, criou 200 cargos para a nova estrutura. Entre as competências da agência está a implementação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). A medida vale até 25 de fevereiro.

CNH
Tem vigência até 30 de março a MP 1.327/2025, que assegura a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas sem multas de trânsito aplicadas nos últimos 12 meses. Para estabelecer a renovação automática, o texto altera o Código de Trânsito Brasileiro — que já previa a criação do Registro Nacional Positivo de Condutores. De acordo com a medida provisória, o condutor incluído nesse registro fica dispensado de passar pelos exames do Departamento de Trânsito (Detran) quando acabar a validade de sua CNH ou da Autorização para Conduzir Ciclomotor.

Terrenos de marinha
A última medida provisória publicada no ano passado — no dia 30 de dezembro — foi a MP 1.332/2025. Ela prorrogou por três anos o prazo de identificação das terras da União nas margens de rios e no litoral. Sem essa medida, o prazo determinado pela Lei da Regularização Fundiária teria expirado em 31 de dezembro. A demarcação é necessária para a supervisão do poder público sobre as terras já previstas como suas pela legislação em vigor. O prazo de vigência dessa MP será contado após o fim do recesso parlamentar.

Créditos extraordinários
Há medidas provisórias que abrem créditos extraordinários (no âmbito do Orçamento) cuja validade termina em 9 de fevereiro. Uma delas MP 1.311/2025, que destinou R$ 30,5 milhões para o combate a uma praga de mandioca no Amapá e no Pará. Outra (MP 1.312/2025) reforçou com R$ 83,5 milhões as ações de prevenção e combate à influenza aviária e a outras emergências agropecuárias. Ambas aguardam votação na Câmara.

Além disso, as medidas provisórias a seguir também tratam de créditos extraordinários:

MP 1.316/2025, que destinou R$ 12 bilhões para a liquidação ou a amortização de dívidas de produtores rurais prejudicados por eventos climáticos adversos, como secas prolongadas ou enchentes;
MP 1.310/2025, que destinou R$ 30 bilhões para o Plano Brasil Soberano, que teve o objetivo de financiar exportadores prejudicados pela elevação de tarifas pelos Estados Unidos;
MP 1.320/2025, que destinou cerca de R$ 38 milhões para assistência técnica e extensão rural em estados do Norte;
MP 1.321/2025, que destinou ao Ministério da Agricultura R$ 2,5 milhões para o enfrentamento de ameaça à mandiocultura;
MP 1.324/2025, que destinou R$ 230,38 milhões para ações voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade alimentar;
MP 1.325/2025, que destinou R$ 190 milhões para o fortalecimento da agricultura familiar e a recomposição dos estoques públicos de milho;
MP 1.329/2025, que destinou cerca de R$ 60 milhões para famílias atingidas por tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR);
MP 1.330/2025, que destinou R$ 60,46 milhões para o Ministério do Meio Ambiente, para serem aplicados em ações de combate a incêndios e desmatamentos;
MP 1.333/2026, que destinou R$ 250 milhões para atender diversos estados atingidos por fortes chuvas no fim de 2025.
FGTS
Outra medida provisória publicada no final de 2025 foi a MP 1.331/2025. Ela permitiu, aos trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do FGTS e tiveram seus contratos de trabalho encerrados ou suspensos entre janeiro de 2020 e a data de vigência da medida, a movimentação das contas desse fundo.

Financiamentos
A MP 1.328/2025, editada em 16 de dezembro, destinou até R$ 6 bilhões para a renovação da frota de transporte de cargas. As linhas de financiamento em questão são destinadas à aquisição de caminhões novos ou seminovos.

Já a MP 1.314/2025 autorizou o uso de até R$ 12 bilhões do superávit financeiro do Ministério da Fazenda em linhas de crédito rural destinadas ao pagamento total ou parcial de dívidas causadas por eventos climáticos adversos.

Datacenter
A MP 1.318/2025 instituiu o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). O programa reduz a zero os impostos federais sobre equipamentos de servidor, armazenamento, rede, refrigeração e outros relacionados a centros de processamento de dados (ou datacenters). Também incentiva o uso de componentes fabricados no Brasil, além de estabelecer a exigência de energia 100% renovável ou limpa, com zero emissão de carbono.

O governo estima que, até o fim de 2026, os incentivos financeiros ao setor cheguem a R$ 5,2 bilhões.

Também aguardam votação do Congresso Nacional as seguintes medidas provisórias:

MP 1.326/2025: trata de reajuste remuneratório de policiais e bombeiros do Distrito Federal;
MP 1.323/2025: mudou regras para concessão do seguro-defeso;
MP 1.322/2025: prorrogou contratos temporários da Fundação IBGE e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos;
MP 1.319/2025: determinou prazo de seis meses para a entrada em vigor do ECA Digital;
MP 1.315/2025: ampliou o limite de benefícios fiscais para depreciação acelerada de navios-tanque novos.muneratório de policiais e bombeiros do Distrito Federal;
MP 1.323/2025: mudou regras para concessão do seguro-defeso;
MP 1.322/2025: prorrogou contratos temporários da Fundação IBGE e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos;
MP 1.319/2025: determinou prazo de seis meses para a entrada em vigor do ECA Digital;
MP 1.315/2025: ampliou o limite de benefícios fiscais para depreciação acelerada de navios-tanque novos.

Com Agência Senado

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Governador veta aumento de emendas parlamentares no Orçamento de 25 bi para 2026

O Governo da Paraíba sancionou, nesta sexta-feira (17), uma lei que estima a receita e fixa a despesa do Estado em 25,1 bilhões para o exercício financeiro de 2026. A norma, de autoria do Poder Executivo, estabelece um orçamento total de R$ 25.109.328.413,00, valor que será destinado ao funcionamento da máquina pública, investimentos e políticas voltadas à população paraibana.

De acordo com a lei publicada no Diário Oficial do Estado, a receita e a despesa do Estado estão fixadas em valores iguais, respeitando o que determinam a Constituição Estadual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

O texto, publicado no Diário Oficial do Estado, foi sancionado com veto parcial a centenas de emendas parlamentares.

As razões para os vetos, segundo a portaria, segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal. Agora, os vetos do governador ainda passarão por análise da Assembleia Legislativa, que poderá mantê-los ou derrubá-los, a depender da maioria parlamentar.

Orçamento

O orçamento estadual é composto por três partes: o Orçamento Fiscal, o Orçamento da Seguridade Social e o Orçamento de Investimentos das Empresas Estatais que não dependem do Tesouro para seu funcionamento.

A legislação ainda autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares de até 30% do total das despesas fixadas, tanto no orçamento fiscal e da seguridade social quanto no orçamento de investimentos.

Esses créditos poderão ser abertos com base em superávit financeiro, excesso de arrecadação, anulação de dotações ou operações de crédito autorizadas em lei.

A lei também detalha que as receitas estaduais são provenientes da arrecadação de tributos, contribuições, transferências constitucionais e outras fontes previstas na legislação vigente.

Com MaisPB

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Projeto do deputado Hervázio Bezerra dá nome de ex-prefeito de João Pessoa à viaduto na BR-101

O governador da Paraíba João Azevêdo, sancionou a Lei nº 14.246, de 15 de janeiro de 2026, de autoria do deputado estadual Hervázio Bezerra, que denomina de Viaduto Oswaldo Trigueiro do Valle o equipamento em construção sobre a BR-101, no trecho que interliga o Bairro das Indústrias ao Conjunto Costa e Silva, em João Pessoa.

Reprodução

A nova legislação presta uma justa homenagem a Oswaldo Trigueiro do Valle, reconhecendo os relevantes serviços prestados ao Estado da Paraíba e, especialmente, à capital paraibana. A iniciativa do parlamentar reforça a importância de valorizar personalidades que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento social e institucional do estado.

Para Hervázio Bezerra, a sanção da lei representa não apenas o reconhecimento histórico, mas também um gesto de respeito à memória e ao legado de Oswaldo Trigueiro do Valle.

“É uma homenagem legítima a alguém que deixou uma marca importante na história da Paraíba, sobretudo em João Pessoa”, destacou o deputado.

A lei entra em vigor na data de sua publicação, consolidando oficialmente o nome do viaduto, considerado uma obra estratégica para a mobilidade urbana da capital.

Com Portal paraiba

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João Gonçalves mantém mistério sobre permanência no PSB e apoio a João Azevedo

João Gonçalves não revelou futuro político (Imagem reprodução Blog Vavá da Luz)

O deputado estadual João Gonçalves (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (16), que ainda não há uma definição sobre sua permanência no Partido e nem sobre seus apoios políticos futuros. Durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da radio Arapuan FM, o parlamentar fala que sua continuidade na legenda depende da formação de uma nominata.

“Eu sou do partido de João Azevêdo. O partido, se não tiver uma nominata, eu estou fora”, declarou João Gonçalves.

O deputado também comentou sobre a possibilidade de participar de solenidades promovidas pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, afirmando que comparecerá caso seja convidado. “Se Cícero me chamar para a solenidade dele, eu vou”, disse.

João Gonçalves reforçou que, até o momento, não manteve conversas com outros partidos sobre uma eventual mudança de legenda. Segundo ele, o tema já foi tratado diretamente com o governador João Azevêdo.

“Evidentemente que não conversei com ninguém sobre partido. Eu disse ao governador quando ele me questionou: ‘João, você vai deixar o partido?’. Aí respondi: ‘Governador, é mais fácil, pelo que estou vendo, é o partido que vai me deixar’”, afirmou.

Com.portal paraiba

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Se cuida João, que Nabor vem por aí!

João, Veneziano, Queiroga e Nabor

O prefeito de.de Patos começou literalmente do zero sua campanha por uma das vagas ao Senado. Contava apenas com seu prestígio pessoal e da família. Pouco para quem sonha chegar tão longe

Mas, a “virada” veio em.pouco tempo e o sonho sertanejo acabou virando projeto político robusto, com largo espaço para crescimento.

Preocupado em apresentar seu candidato a governador e atual vice-governador Lucas Ribeiro aos paraibanos, o governador João Azevedo acabou esquecendo de si próprio.

Não que Nabor esteja ameaçando o favoritismo do governador na disputa pelo Senado. Ainda não chega a isso. Mas, o projeto de reeleição de Veneziano parece bem mais pujante e equilibrado, mesmo em se tratando de um governador muito bem avaliado concorrendo.

Da maneira como as coisas estão sendo colocadas, fica a impressão de que, se houver disputa mais acirrada, será entre os aliados PSB e Republicanos.  Ou seja, entre João e Nabor. É tudo que os governistas não querem.

Claro que ainda há tempo de rever a estratégia. A eleição é em outubro.  O que não se sabe é se o PP e Lucas Ribeiro concordariam com.isso. É numa fase final de “construção ” como essa, seria um risco contrariar a família Ribeiro.

Para João e seus aliados, por enquanto o jeito é acompanhar a corrida pelo retrovisor.

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Família toscano faz festa em Guarabira e anuncia apoio a Cicero Lucena

Uma multidão se reuniu em uma casa de festas da cidade de Guarabira para receber, na noite desta quinta-feira (8), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena. A festa, liderada pela prefeita Léa Toscano e pela deputada estadual Camila Toscano, marcou o anúncio do apoio do grupo ao projeto de Cícero para o Governo do Estado.

A prefeita Léa afirmou que não poderiactomarvum caminho diferente que não o do projeto de Cícero. “Teremos um caboquinho governando a Paraíba. O que quero, Cícero, é respeito pelo Brejo. Quero que, quando você for governador, olhe para Guarabira, olhe para essa população que precisa do seu apoio e do seu carinho”, afirmou em discurso emocionado.

A deputada Camila Toscana destacou a seriedade da escolha feita pelo grupo. “Eu digo, com a propriedade de quem tem três mandatos na oposição, que Guarabira merece coisa melhor, merece muito mais do que o Governo tem feito. Tomamos essa decisão olhando para a frente, optando por aquele quevtemos convicção que vai vencer a eleição”, afirmou.

“A adesão de Léa e se Camila, ao lado de tantas líder do brejo paraibano, renova minha confiança decque estamos no caminho certo. Queremos chegar ao Governo conduzidos pela força do povo, debatendo os problemas e construindo soluções. Queremos fazer um grande trabalho, com competência e eficiência”, afirmou o prefeito Cícero Lucena.

O evento contou com a presença do deputado federal Mersinho Lucena, dos deputados estaduais Felipe Leitão e Hervazio Bezerra, do vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, e da prefeita de Araçagi, Josilda Benício.

Com Assessoria

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Lula sanciona Orçamento de R$ 6,5 trilhões para 2026

O presidente00 o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro³. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira (⁰031).

O Orçamento total da União para 2026 é de cerca de R$ 6,5 trilhões. O texto destaca ainda que 28% dos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) serão destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.

O limite global de despesas para os Três Poderes foi fixado em aproximadamente R$ 2,4 trilhões.

Para 2026, o Orçamento sancionado prevê um superávit primário de R$ R$ 34,26 bilhões, podendo chegar a um superávit de até R$ 68,52 bilhões. Pela legislação do arcabouço fiscal, a meta será cumprida mesmo com resultado zero.

A meta fiscal para 2026, fixada na LDO, permite um déficit primário de até R$ 6,75 bilhões.

Não serão consideradas na meta de déficit primário as despesas de investimento destinadas ao Programa de Aceleração do Crescimento – Novo PAC, limitadas a R$ 5 bilhões.

O texto garante que a revisão anual do valor do salário mínimo definido na lei orçamentária seja compatível com a inflação apurada (variação do Índice de Preços ao Consumidor – INPC) e com a regra de valorização. No caso de 2026, um salário mínimo equivale R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro.

A LDO explicita ainda que está vedado o reajuste, em 2026, dos benefícios de auxílio-alimentação ou refeição e assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde a última revisão de cada benefício pelos Três Poderes, pelo Ministério Público da União e pela Defensoria Pública da União.

Emendas parlamentares

O texto prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares para deputados e senadores destinarem a obras, programas e projetos em seus estados e municípios. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório. As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões.

Vetos

Na quarta-feira, também foi publicado em edição extra do DOU o texto em que o presidente explica juridicamente por que vetou cada um dos 26 trechos do projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional.

Na mensagem presidencial, um dos vetos descritos é do trecho que aumenta o valor do Fundo Partidário, usado pelas legendas para financiar campanhas e custear atividades. No despacho, o presidente justifica que a medida reduziria o montante destinado ao pagamento das demais despesas da Justiça Eleitoral e ultrapassaria o limite previsto em lei para as despesas primárias do governo.

Outro trecho vetado pelo governo permitiria o pagamento de emendas mesmo a projetos sem licença ambiental prévia ou sem projeto de engenharia. O Executivo explica que esses procedimentos são requisitos para o início da execução de projetos e que identificação dos impedimentos de ordem técnica ou legal possibilitaria o remanejamento de recursos para outros projetos viáveis.

O presidente também vetou um trecho que permitia ressuscitar emendas não pagas de 2019 a 2023, os chamados “restos a pagar”. O governo entende que os recursos não liberados entre 2019 e 2023 estariam “em desacordo com o prazo de validade dos restos a pagar não liquidados, estabelecido pelo Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986″.

Sobre as despesas que não poderiam ser contingenciadas, o despacho lista aquelas decorrentes da fiscalização nas agências reguladoras, os custos com defesa agropecuária, programas para inclusão de mulheres na transição energética e despesas com o apoio à educação de pessoas com altas habilidades. Na mensagem, o mandatário defende que essas despesas que não possam ser contingenciadas por “reduzir a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias.”

Com Assessoria

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Prefeitos de Alhandra e Serra Redonda exoneram todos servidores comissionados no último dia do ano

As prefeituras de Alhandra e Serra Redonda, localizadas no Litoral Sul e no Agreste da Paraíba, respectivamente, publicaram no Diário Oficial desta quarta-feira (31) atos administrativos que determinam a exoneração coletiva de todos os ocupantes de cargos comissionados no âmbito do Poder Executivo municipal.

Em Alhandra, o prefeito Marcelo Rodrigues assinou um decreto, datado de 30 de dezembro, que exonerou todos os servidores comissionados da estrutura administrativa. A medida abrange tanto a Administração Direta quanto a Indireta e entrou em vigor imediatamente após a publicação.

Já em Serra Redonda, o prefeito Chico Bernardo editou uma portaria, também publicada no dia 30, determinando a exoneração de todos os cargos em comissão da Administração Pública Direta. O ato inclui secretários municipais, adjuntos, diretores, coordenadores, assessores e demais funções de livre nomeação e exoneração.

O documento estabelece que a Secretaria de Administração deve adotar as providências necessárias para o cumprimento da decisão, como registros funcionais e comunicação oficial aos servidores desligados.

Até o momento, os atos não detalham os motivos das exonerações coletivas e nenhuma das prefeituras informou quando deverão ocorrer novas nomeações para recompor os cargos exonerados.

Com PB Agora

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